O Anticristo - Poder oculto por trás da Nova Ordem Mundial - Parte 2

Capítulo 11 - A classe dominante entre os iluminados

Quais são as famílias iluminadas dirigentes e quais são os seus aliados? Aquele que investiga a elite dos iluminados defronta-se com um trabalho árduo, porque essas famílias tiveram o maior cuidado por ocultar suas pegadas através da história.

Fritz Springmeier, um dos investigadores que se ocuparam mais a fundo sobre esse tema, enumera, entre outros, os seguintes nomes: os Rotschild, os Warburg, os Rockefeller, os DuPont, os Russell, os Bundy, os Onassis, os Kennedy, os Collins, os Freeman, os Astor e os Li.

Springmeier acrescenta que as seguintes fanu1ias poderosas, entre outras, trabalham com as mencionadas famílias dirigentes: os Morgan, os Vanderbilt, os Bauer, os Whitney, os Dukes, os Guggenheim, os Oppenheim, os Grey, os Sinclair, os Schiff, os Openheimer, os Sasoon, os Wheeler, os Todd, os Van Duyn, os Solvay, os Taft, os Wallenberg, os Clinton, os Hapsburg, os Goldschmidt e muitos outros.

Visto que muitos membros ex-iluminados confirmaram esta lista de famílias, é preciso aprofundar nas 12 famílias dominantes mencionadas por Fritz Springmeier. É preciso levar em consideração que não pretendo sugerir que toda pessoa que seja portadora de um desses sobrenomes esteja nisso envolvida. Muitos deles nem sequer sabem o que está acontecendo.

 

a) Os Rothschild

Os Rothschild estiveram estreitamente envolvidos com os iluminados desde as origens destes. Depois que os iluminados bávaros foram descobertos, o poder central das sociedades secretas européias se transferiu para o carbonarismo, a Alta Venda dirigida por Karl Rothschild.

Os Rothschild possuem muitos membros que pertencem à "13 linhagem".(SPRINGMEIER, Fritz. Be Wise as Serpents. Lincoln, 1991, 621.) Uma das coisas mais importantes que seria preciso levar em consideração é que o poder efetivo da descendência dos Rothschild está escondido nas linhagens secretas. Seria preciso fixar-se também em famílias como os Bauer, os Sassoons e em muitos outros sobrenomes.

O antepassado comum desta família de banqueiros judeus, Mayer Amschel Bauer era cambista em Frankfurt der Main, na Alemanha. Entre outras coisas,. administrou os bens do príncipe eleitor Guilherme de Hesse. Obteve grandes lucros realizando durante a Revolução Francesa as transferências dos fundos do mesmo príncipe.

Porque seu pai, Moses Amschel Bauer, havia posto na entrada de sua oficina um escudo vermelho com a estrela de Davi, composta por seis pontas, em homenagem aos judeus da Europa Oriental, Mayer Amschel Bauer mudou seu sobrenome por Rothschild.(A descendência dos Bauer continua na atualidade.)

É importante assinalar que a estrela de Davi (hexagrama), também conhecida como "Signo de Salomão", é um símbolo de origem mágica e obscura. Extremamente perigosa é a estrela encerrada dentro de um círculo. Costuma-se dizer que esse símbolo, empregado pelos cultos satânicos durante as cerimônias e rituais, tem um poder mortal.

A estrela se emprega hoje como símbolo de Israel, mas não é "judaica". O hexagrama era usado nas antigas religiões mistéricas. Era o símbolo de Moloc, Astarte e de outros. De fato, o hexagrama era usado para representar Saturno.(A estrela de seis pontas é considerada equivalente ao símbolo oriental do Yin e do Yang, que é o conceito luciferiano do equilíbrio entre o bem e o mal.) Este símbolo parece que foi usado pelo rei Salomão quando apostatou, e desde então se chamou de Selo ou Signo de Salomão. Mais tarde, o cabalismo judaico (ou ocultismo - outro nome, porém o mesmo jogo) tomou-o como símbolo mágico. Promovido pela cabala, transformou-se no símbolo da identidade judaica, embora se relacione mais com os círculos ocultos. O uso do hexagrama por parte dos Rothschild, como símbolo de sua família, fala-nos de sua implicação no cabalismo judaico.

Os Rothschild não só exercem grande, influência e poder sobre sociedades secretas, mas também em igrejas que pretendem ser cristãs. Por exemplo, o Exército da Salvação adotou o escudo vermelho como seu logotipo por sugestões dos Rothschild.

Mayer Amschel só escolhia para seus filhos esposas procedentes de famílias iluminadas, endinheiradas e influentes. Igualmente, todas as suas filhas se casaram com famosos banqueiros pertencentes aos iluminados. Seus cinco filhos, conhecidos como "os cinco de Frankfurt", foram banqueiros a serviço do Estado em cinco países europeus.

 

Com o famoso "golpe da bolsa" de Waterloo provou sua reputação de estar mais bem informado que os próprios chefes de Estado. Os Rothschild eram dotados de um instinto admirável que os fez escolher sempre a solução precisa e, entre duas soluções precisas, a melhor. O serviço privado de informação político-financeira, montado pelos primeiros Rothschild, permitiu-lhes estabelecer as bases de sua colossal fortuna. Jacques Rothschild, fundador do ramo francês, fez da casa de Paris o primeiro banco da Europa, ajudando os soberanos franceses, desde Luís XVIII até Napoleão III. Os RothschiLd chegaram a ser os banqueiros da coalizão. O segredo de seu êxito residiu no fato de que souberam fazer transferências fictícias de fundos entre a Inglaterra e seus aliados no tempo em que o transporte de somas consideráveis a grandes distâncias estava cheio de perigos.

Se uma pessoa der uma olhada em cada guerra da Europa, verá que todas terminaram com o estabelecimento de um equilíbrio de poder. Depois de cada transtorno ocorreu um equilíbrio de poder com um novo agrupamento em tomo da Casa dos Rothschild. Eles agruparam nações, de maneira que se algum rei escapava do que fora estabelecido estalava uma guerra e a guerra decidia em que direção haviam de seguir as finanças. Analisando as dívidas das nações em guerra, descobre-se quem é que estava sendo castigado.

Os Rothschild financiaram, entre outras, a guerra entre o Japão e a Rússia (1904-1905) e a fracassada "revolução" de 1905 na Rússia. Da mesma maneira, sabe-se que a Inglaterra só pôde ganhar a I Guerra Mundial graças ao capital dos Rothschild e seus sócios.

O imperador Francisco José elevou-os ao status de barões. Os soberanos nada podiam fazer sem eles. Em 1855, os imperadores da Áustria e a rainha da Inglaterra concederam título de nobreza aos Rothschild. Essa família chegou a ser assim a mais notável entre as que regiam o destino das nações no século XIX.

"Dai-me o controle sobre os bens de uma nação, e para mim é indiferente quem é que faz as leis", dizia Mayer Amschel Rothschild (1743-1812). Hoje seus descendentes se reúnem duas vezes por dia em Londres para decidir o preço que deve ter o ouro no mundo. Também ditam ao Federal Reserve System o que deve fazer com as finanças dos Estados Unidos. O Banco da Reserva Federal, do qual participam as famílias mais poderosas do mundo, como os Warburg, os Rockefeller e os Rothschild, não é um banco público e portanto não está sujeito aos controles da administração ou do parlamento dos Estados Unidos. Embora seu nome sugira que se trata de uma instituição oficial, ou Federal Reserve Bank é na realidade uma empresa privada. É notório que este instituto, do qual participam os Rothschild com 53% (203.053 ações), jamais esteve sob o controle do governo ou do parlamento dos Estados Unidos.

O Federal Reserve Bank constituiu-se no Natal de 1913, depois de uma reunião da qual fizeram parte os membros das altas finanças na ilha de Jekyll. Nesse encontro preparou-se o projeto de um banco central federal que seria dirigido por uma presidência composta por membros das altas finanças internacionais, conhecidos como o Federal Reserve Board. Como funciona o Federal Reserve Bank? Imaginemos que a administração dos Estados Unidos tenha precisão, para seus gastos, de alguns milhares de milhões de dólares que superam o montante da arrecadação fiscal. Para obter esse dinheiro dirige-se ao Federal Reserve Board. A presidência concede um empréstimo a juros. Depois disso o Congresso outorga ao Ministro do Tesouro a permissão de imprimir esses milhares de milhões de dólares em papel-moeda dos Estados Unidos, os quais depois são entregues aos banqueiros do Federal Reserve Bank. Este paga só os custos da impressão, isto é, uns quinhentos dólares pela tinta e pelo papel, dessas notas que valem milhares de milhões. Finalmente, à administração se lhe creditam esses milhares de milhões de dólares para financiar seus gastos. Quais são as conseqüências desta incrível transação? A administração simplesmente impõe à população o débito de milhares de milhões contra o Federal Reserve Bank, a isso se acrescentam os juros e os juros sobre juros que a "plebe" poderá pagar depois. Desde 1913 até hoje, o povo norte-americano endividou-se com o Banco da Reserva Federal com mais de 600 mil milhões (600 bilhões) de dólares que geram juros de cerca de dois mil milhões (2 bilhões) mensais, uma importância que, em relação ao seu valor real, é mais elevada que toda a riqueza do país. O povo norte-americano nem sequer pode pagar os juros!(Uma voz corrente afirma que J. F. Kennedy foi assassinado, entre outras coisas, para acabar com suas intenções declaradas de colocar o Federal Reserve Bani< sob o controle do poder público. Se tal notícia correspondesse à verdade, isto significaria que as.forças obscuras, que estão por trás dos acontecimentos de 11 de setembro, mantêm o poder nos Estados Unidos já há muitos anos.) É uma loucura incrível que uma administração, que se apresenta como independente, outorgue este poder a um banco privado. É completamente aberrante que um banco esteja fora do controle governamental e que tenha poder para produzir papel-moeda a partir do nada.


        O grande poeta-filósofo, Heinrich Heine, disse: "O dinheiro é o deus de nosso tempo e os Rothschild são seus profetas".(SAMPSON, Anthony. The Money Lenders. Middlesex, 1985, 37.)


        Por falta de espaço mencionamos apenas umas poucas instituições que são controladas pelos Rothschild: o .Banco da Inglaterra, a IBM Ltd., o Banco de Hannover, o Barclays, o Banco de J. P. Morgan, o National City Bank, a Standard Gil, o Federal Reserve, o Tokyo Pacific Holdings, a Shell, a Kuhn, a Loeb & Co., o Arrow Fund Curaçao, a ABN-AMRO, o Deutsche Bank e muitas mais.

b) Os Warburg

O grupo dos Warburg é um dos principais sócios dos Rotschild. A história dos Warburg não é menos intrigante que a dos Rotschi1d. A tradição bancária desta família judia é muito antiga. De acordo com o livro The Warburgs, a história (linhagem de sangue) desta família pode remontar até o ano 1001 d.C.(FARRER, David. The Warburgs. New York, 1975, 17.)

Os antecessores da família Warburg, depois de terem fugido dos mulçumanos, estabeleceram-se na Espanha. Depois das perseguições de Fernando de Aragão e Isabel de Castela, a família instalou-se na Lombardia (norte da Itália). Os anais da família indicam que o sobrenome de um dos seus antecessores, Simon von CasseI, transformou-se em Warburg quando ele recebeu, em 1559, permissão para estabelecer-se na cidade de Warburg, no reino da Westfália.(Na maioria dos países os judeus começaram a usar sobrenomes de família apenas a partir do principio do século XIX. Anteriormente não podiam ter sobrenomes. Para identificar-se tomavam nomes derivados do emblema da casa, do lugar onde viviam e da profissão.) O registro desta cidade indica que Simon era prestamista e comerciava dinheiro. A história bancária na realidade começa quando, depois de três gerações, Jacob Samuel Warburg emigrou, em 1668, para Altona. Seu bisneto, Marcus Gumprich Warburg estabeleceu-se em 1774 em Hamburgo, onde seus dois filhos fundaram em 1798 a famosa M. M. Warburg & Companhia. Com o tempo, os Warburg chegaram a manter atividades em todos os países do mundo. Já em 1814 efetuavam negócios com os Rotschild em Londres. Segundo Joseph Wechsberg, em seu livro The Merchant Bankers (Londres 1967, p.154), os Warburg apareciam junto dos Rotschild, dos Oppenheim e dos Mendelsohn.(A família dos Oppenheim estabeleceu em Colônia, em 1798, um dos primeiros bancos. Os Mendelssohn eram proprietários do banco mais prestigioso de Berlim, com o qual lucraram os Warburg.) Essas famílias se juntavam freqüentemente em Paris, em Londres e em Viena. Entre elas existia um acordo para  intercambiar jovens de suas famílias para adestrá-los.

Os Warburg, tal como os Rotschild, casaram-se com pessoas endinheiradas e importantes. A família chegou a estar relacionada com as mais destacadas famílias banqueiras dos Gunzburg de São Petersburgo, os Rosenberg de Kiev, os Oppenheim e os Goldschmidt da Alemanha, os Oppenheimer da África do Sul e os Schiff e os Loeb dos Estados Unidos.(A família Schiff originou-se na Alemanha, onde estabeleceu estreitos vínculos com o império bancário dos Rothschild. Jacob Schiff foi criado na casa dos Rothschild na Judengasse 148, em Frankfurt, na Alemanha. Curiosamente, a família dos Schiff alega que é descendente (linhagem de sangue) do rei bíblico Salomão.) Os contatos dos Warburg deram-lhes uma posição forte no ambiente internacional bancário.

Os mais famosos Warburg foram Max Warburg (1867-1946) e Paul Warburg (1868-1932). Max Warburg foi aprendiz na casa dos Rotschild em Londres e chegou a estar plenamente vinculado na política. A partir de 1903 chegou a ser o conselheiro do imperador alemão em assuntos financeiros. Mais tarde ofereceram a ele o posto de ministro das finanças e o de embaixador em Washington. Mas Warburg não só foi um dos dirigentes do Deutsche Reichsbank, mas também chegou a ocupar o posto de chefe do serviço secreto alemão. Cinco dias depois da assinatura do armistício do dia 11 de novembro de 1918, o novo governo alemão nomeou Max Warburg chefe de uma comissão para negociar a paz em Versailles.

Max Warburg também esteve envolvido finan­ceiramente na guerra entre o Japão e a Rússia em 1905 e na crise de Marrocos em 1911.

 

Depois de se casar com a filha caçula do banqueiro Salomon Loeb, Paul Warburg deixou a Alemanha para fazer parte da companhia Loeb Kuhn & Co: em Nova York. Foi também presidente do International Acceptance Bank de Nova York. Foi Mandell House, representante e eterno protegido dos Rotschild quem convenceu o presidente Wilson a colocar Paul Warburg à frente da Federal Reserve Board.

 

Os Warburg derramaram bilhões de dólares em projetos e grupos internacionais que trabalham para criar um governo mundial.

c) Os Rockefeller

O investigador dos Rockefeller verá que eles "meteram as mãos" e manobraram a política dos Estados Unidos ao longo do século XX. As decisões que esse país tomou e as direções que seguiu são o resultado de inúmeras ordens que os Rockefeller deram aos seus sócios.

Os Rockefeller, também de origem judaica, emigraram da Espanha para os Estados Unidos. O mais famoso dos Rockefeller foi o influente industrial, financista e membro da "Mesa Redonda", John Davidson Rockefeller. Esse foi o homem mais rico do seu tempo. Com uma energia indomável estabeleceu o trust da Standard Oil que acabou controlando 90% das refinarias de petróleo dos Estados Unidos.(Antes de fazer negócios com o petróleo, Rockefeller se dedicava à venda de narcóticos. ) É preciso levar em consideração que os trusts constituíam asssociações de corporações que comercializavam algum produto particular. Tais associações eram economicamente tão poderosas e dominavam o mercado de maneira tão açambarcadora que podiam eliminar toda tentativa de competição. É importante assinalar que a relação entre os poderosos homens de negócios dos trusts e dos políticos poderosos do governo era tão estreita que acabava sendo difícil ver onde estava a linha divisória.

John Davidson Rockefeller instalou sua família em sua propriedade principal em Pocantico Hills, em New York. Hoje vivem nessa propriedade privada de Pocantico Hills cerca de cem famílias Rockefeller.

David Rockefeller, reconhecido como um gênio das finanças, dirige desde 1945 o Chase Manhattan Bank, o banco mais importante do mundo. Seu poder é tão grande que ultrapassa todas as fronteiras, instala e quebra governos, produz guerras e acaba com elas e, como diz a revista Times, arruína e ergue empresas desde Roma até Bangkok. Em suma, tem uma influência direta e indireta sobre toda a humanidade.

Os Rockefeller estiveram envolvidos na criação do FBI e da CIA, de maneira que ambas as organizações foram sempre um instrunento de poder nas mãos dos iluminados. Da mesma maneira, sabe-se que a família Rockefeller controla o Council on Foreign Relations (CFR), que é o que na realidade governa os Estados Unidos.(DALL, Curtis B. Amerikas Kriegspolitik: Roosevelt und seine Hintermänner. Tübingen, 1975,279. - Também Fritz Springmeier, em seu livro Be Wise as Serpents. Lincoln, 1991, 454.)

Um dos fins principais dos iluminados é a promoção do ocultismo. Nas programações de quase todos os canais de televisão incluem-se programas dedicados ao ocultismo, astrologia, parapsicologia, magia, bruxaria, feitiçaria e espiritismo. Embora estes termos não devam ser colocados sob uma mesma perspectiva, não obstante o diabo está na origem de todas essas manifestações.

 

Atualmente as publicações ocultistas são mais abundantes do que nunca, aumentam dia a dia, estão

  em cada esquina e se exibem em todos os mostruários. A produção dessas publicações está nas mãos dos iluminados. Por exemplo, David Rockefeller está no conselho de administração de Cadence Industries, proprietária de Marvel Comics. Esse editor difunde entre os jovens o ocultismo e heróis tais como "O Filho de Satã". David Rockefeller também faz parte da administração do Lucis Trust (Lucifer' s Trust). O livro do Lucis Trust, Externalisation of the Hierarchy, nos afirma, entre outras coisas, que Satanás é o dono do mundo e que Lúcifer é seu govemador.(BAILEY, Alice. Externalisation of the Hierarchy. New York, 1982, 107.)

Acrescentamos que Delta Airways (Boeing), sob o controle dos Rockefeller, assim como a Standard Oil (Exxon), também dos Rockefeller, têm como logotipo o pentagrama satânico encerrado em um circulo. Causa preocupação ver que essa estrela de cinco pontas, que é um dos símbolos preferidos dos satanistas e de outros grupos demoníacos, é difundida cada vez mais com maior eficiência entre o público. Não só aparecem em muitas bandeiras e veículos militares, mas também em filmes, programas de televisão, literatura, vestuário, etc. É preocupante também o crescente número de caricaturas ou desenhos animados em que se apresenta às crianças, de forma subliminar, essa estrela como representante do "bem".

 

d) Os DuPont

Os DuPont estão recobertos por tanto segredo, que nem mesmo se suspeita que essa casa exista. Os DuPont, como todas as famílias dirigentes iluminadas, regulamentaram os matrimônios de seus filhos e muitos dos primeiros matrimônios se realizaram entre primos. As biografias da família DuPont geralmente colocam sua origem no matrimônio de Samuel de Pont e Anne Alexandrine Montchanin, em 1737, em Paris. Embora Anne fosse uma huguenote, era também uma médium que servia de ligação com o mundo dos espíritos. Procedia de uma antiga família nobre que vivia na Borgonha, na França. É muito possível que tenha sido a linhagem de Anne que deu aos DuPont seu poder ocultista.

O filho de Samuel e Anne, Pierre Samuel DuPont, foi o primeiro DuPont que alcançou a celebridade e que pôde ser ligado diretamente aos iluminados. Em 1774, a pedido do rei Estanislau Augusto, organizou um programa nacional de educação na Polônia. Em 1799 emigrou para os Estados Unidos com sua família e, a pedido do presidente Jefferson, como .na Polônia, colocou em funcionamento um plano de educação nacional. Esse sistema de educação era um objetivo dos iluminados para controlar a educação. Na atualidade a UNESCO está sendo utilizada para estimular a agenda educacional de uma Nova Ordem Mundial. .

O presidente Jefferson, pessoa chave entre os iluminados, foi amigo íntimo de Pierre Samuel DuPont. Ele tomou possível que o primeiro contrato de produção de pólvora para o governo dos Estados Unidos fosse realizado pelos DuPont. Depois de estabelecer a melhor fábrica de pólvora do mundo, todas as guerras de que os Estados Unidos participaram, começando com a guerra contra Trípoli, em 1802 e contra os piratas, até as guerras norte-americanas atuais, dependeram da pólvora dos DuPont.

Hoje qualquer coisa que tenha a ver com produtos químicos é produzida por eles. Todo norte­americano usa quase todo dia um produto DuPont. A família DuPont está representada no sexto nível dos iluminados e é uma dinastia régia.

 

e) Os Russell

A família Russell não só desempenhou um papel importante no tráfico de ópio nos primeiros anos do século XIX e do mormonismo precoce, mas também é responsável pela criação da Ordem da Skull & Bones (Caveira e Ossos), e da Watchtower Bible & Tract Society (a famosa "Sociedade da Bíblia e Tratados da Atalaia, das Testemunhas de Jeová).(SPRINGMEIER, Fritz. Be Wise as Serpents. Lincoln, 1991, 187. La Atalaya publicação da Sociedade Watchtower, 1Q de janeiro de 1911, 4.)

Um dos sistemas de segurança dos iluminados é o Trust Russell, hoje conhecido como corporação legal da ordem da "Caveira e Ossos". Essa sociedade secreta foi fundada por William Russell na Universidade de Yale. Muitos proeminentes políticos dos Estados Unidos, como, por exemplo, o presidente George Bush foram iniciados nessa sociedade. Muitos membros foram descendentes das primeiras famílias puritanas e estiveram ligados ao movimento unitário­universalista. Essas antigas famílias da ordem da "Caveira e Ossos" estabeleceram alianças de sangue com famílias ricas tais como os Rockefeller.

Charles Taze Russell nasceu a 16 de fevereiro de 1852 perto de Pittsburgh, na Pensilvânia. Depois que os iluminados revelaram que Charles Taze Russell pertencia. a uma das 13 linhagens, ele fundou, com a ajuda dos iluminados, a Sociedade Watchtower, ou seja, a organização das Testemunhas de Jeová.

As últimas palavras de Russell, antes de mor­rer, foram: "Por favor, envolvam-me em uma toga romana".(La Atalaya, publicação da Sociedade Watchtower, 19 de dezembro de 1916,365.) A maioria dos leitores certamente não poderá entender como uma pessoa que está agonizando não tenha outra preocupação, senão ser envolvida em uma "toga romana". Todavia, para os membros da maçonaria não é nenhum mistério; a toga romana ocupa um lugar importante no vestuário dos maçons dos graus mais elevados nos Estados Unidos.

Não há dúvida de que Russel foi um preeminente maçom. De acordo com o International Biblestudents Souvenir Convention Report 1913 (p. 359); o próprio Russell afirmou, durante um discurso dirigido aos maçons, que ele fazia parte deles e que era maçom de grau mais elevado.

A Sociedade Watchtower foi controlada desde muito tempo por um satanismo muito secreto e de alto nível. As áreas que foram identifica das como baluartes do satanismo dentro do império religioso da Watchtower são o sul da Califórnia, a Flórida, o Caribe, a Escócia, o quartel-general de Betel e diversos lugares de Nova York.(RUITER, Robin de. EI poder oculto de los testigos de Jehová. México 2000.RUITER, Robin de. EI poder oculto de los testigos de Jehová. México 2000.)

Charles Tazel Russell foi também proprietário de um cemitério em Pittsburgh. É importante saber que aos líderes satanistas interessa-lhes possuir cemitérios por diversas razões. Em primeiro lugar porque isso lhes facilita a realização de sacrifícios humanos, cujos restos são sepultados por partes no fundo das covas recém­escavadas para a inumação de outras pessoas. Tendo o ataúde sido colocado na cova, seria bastante raro que alguém escavasse ainda mais abaixo do nível do ataúde. Segundo, aos cemitérios costuma-se associar um poder mágico. O poder espiritual dos mortos é atraído traçando um círculo de luz em cima deles e, em seguida, um outro círculo ao redor de um satanista desnudo, estando, quanto à posição, deitado. Terceiro, ser proprietário de cemitério faculta conseguir determinados ossos, tais como caveiras e mãos esquerdas. As mãos esquerdas servem para sustentar velas em determinadas cerimônias.

Uma boa parte dos líderes da Sociedade Watchtower, no Brooklin, é formada por "personalidades múltiplas" programadas pelos iluminados e têm "alters cultuais" que falam na língua de Henoc, que tem alfabeto próprio.(SPRINGMEIER, Fritz & WHEELER, Cisco. The Illuminati Formula used to create an Undetectable Total Mind Controlled Slav. Clackamas, 1996 , 253.) Esse alfabeto é conhecido e usado como linguagem para o culto pelos satanistas que atuam nas altas esferas da Sociedade Watchtower. Suas cerimônias no quartel-general são realizadas nessa linguagem ritual de Henoc.

Acrescentamos que nas publicações das Testemunhas de Jeová encontram-se milhares de exemplos de símbolos e de figuras diabólicas.(RUITER, Robin de. Die geheime Macht hinter den Zeugen Jehovas. Durach, 1995.)

Como um dos principais propósitos dos iluminados é neutralizar todas as religiões e estabelecer uma só religião anticristã, a Sociedade Watchtower, entre muitas outras coisas, está sendo empregada para destruir a cristandade.(RUITER, Robin de. Die geheime Macht hinter den Zeugen Jehovas. Durach, 1995.) A Sociedade Watchtower sempre atuou a favor dos conspiradores!

 

f) Os Onassis

Em 1928, os iluminados que controlavam as maiores companhias petrolíferas reuniram-se no castelo de Achnacarry e subscreveram formalmente o Acordo de Achnacarry" mediante o qual dividiram o mundo em um cartel internacional. Esta é a razão pela qual você pode observar que os caminhões que transportam a gasolina para todos os postos, de diferentes marcas são sempre os mesmos. Se o leitor entende que o petróleo do mundo tem sido um monopólio dos iluminados desde 1928, isso o ajudará a entender que Aristóteles Onassis, o homem que construiu a maior linha de navios-tanque petroleiros do mundo, era também um iluminado.

Aristóteles teve poder em todo o mundo, mas esse poder foi possível somente porque fazia parte da hierarquia oculta que controla o mundo.

 

Muita gente pensa que sua vida estava encoberta sob um manto de mistério e de contradição, mas isso não é certo; sua vida estava encoberta por anteparos de fumaça.

 

Entre os amigos íntimos de Onassis contavam-se, entre outros, os Perón, que haviam estabelecido uma ditadura na Argentina com a ajuda dos iluminados. Aquele que se põe a investigar a vida dos Perón encontrar-se-á com nomes como Joseph Mengele, Dr. Fritz Thyssen, Hjalmar Schacht e Otto Skorzeny.

 

Aristóteles Onassis foi um rei entre os iluminados. Seu poder estava tão presente em toda parte que os que investigaram suas atividades chegaram à conclusão de que foi sem dúvida o homem mais poderoso da terra. Esses pesquisadores, não obstante, não sabiam do poder compartilhado dos "reis" iluminados. Eles estão divididos em sessões: drogas-pornografia, política-negócios, culto-rituais, comunicações globais e controle mental. As lideranças dentro das diversas áreas acobertam-se umas às outras. Aristóteles trabalhava dentro das áreas de drogas, pornografia, política e direção de empresas.

Foi posta em circulação muita informação errada a respeito de que acontece luta entre as famílias iluminadas pelo controle do mundo. É certo que existe, entre elas, uma intensa competição em algumas áreas, mas ao mesmo tempo precisam umas das outras e estão ligadas por sua religião secreta. Uma das dificuldades que o povo encontra para entender o que sucede entre elas é que não conhece a dimensão espiritual satânica das famílias iluminadas. Os satanistas acreditam no poder, não na ética. Existe sempre uma luta entre os satanistas de alto nível. Essa é sua maneira de fazer as coisas. Os satanistas de alto nível não morrem de morte natural. Lutam uns contra os outros e matar-se uns aos outros faz parte de sua religião. Isso não significa que não sejam irmãos de sangue nem tampouco significa que não trabalhem juntos.

Atualmente, a família Onassis (sua descendência) pertence ainda às famílias iluminadas dirigentes; todavia exercem o poder por meio dos iluminados. Por ocasião da morte de Aristóteles Onassis, os Rockfeller e os Bundy tomaram a seu cargo os negócios do falecido.

g) Os Bundy

A família Bundy é uma antiga família norte­americana que fez parte do establishment, todavia salvo poucas exceções, como a do congressista Salomon Bundy, dos inícios do século XIX, a famIlla não chegou ao conhecimento público senão até o século XX.(A família original dos Bundy chegou à América antes de 1635.)

Harvey Hollister Bundy foi iniciado na ordem da "Caveira e Ossos" em 1909. Harvey não só chegou a ser nomeado secretário de Estado associado, mas também assistente especial do secretário do Tesouro  norte­americano e assistente especial do secretário da Guerra durante a II Guerra Mundial. Harvey foi também uma das figuras chave na supervisão do Projeto Manhattan, que desenvolveu a bomba atômica. Era o homem-chave do Pentágono. Seguiu como elemento de ligação entre o Departamento de Guerra e o Office of Scíentific Research and Development. Em 1952, Harvey tomou posse do Carnegie Endowment for Peace das mãos de John Foster Dulles. Essa instituição foi o principal instrumento utilizado pelos iluminados para financiar vários projetos isentos de impostos.

Os Bundy ocuparam posições-chave que controlavam muita informação destinada aos presidentes dos Estados Unidos. Diz-se com freqüência que se uma pessoa quer saber quem manda na realidade, deve prestar atenção nos conselheiros daquele que governa. Se uma pessoa olha de perto, verá sempre que os reis iluminados foram os conselheiros dos presidentes dos Estados Unidos. Quando Johnson tomou posse da presidência, depois do assassinato de John F. Kennedy, McGeorge Bundy sentava-se entre os MJ-12, isto é, o conselho dos sábios que está sob o controle do mencionado "Consellio Satânico dos 13", o qual, por sua vez, controla secretamente toda a indústria mais importante das nações.

Membros dessa família aparecem também em outras organizações menos importantes. Dois dos primeiros líderes mais importantes da Sociedade Watchtower (das Testemunhas de Jeová) foram Walter H. Bundy e Edwin Bundy. Theodore R. Bundy escapou­lhes do controle e se transformou em um dos mais famosos assassinos em série dos Estados Unidos.

Eric Bundy foi colocado pela família iluminada de Onassis a serviço de Howard Hughes, que se tornou milionário por sua conta e que não fazia parte do sistema. As famílias poderosas que não pertencem ao conluio dos iluminados têm de se relacionar de alguma forma com eles, porque se assim não for serão destruídos. .

Em 1956, Howard Hughes gastou uma grande soma de dinheiro para tirar da sua algibeira o vice­presidente Richard Nixon. O resultado foi que os iluminados infiltraram seus próprios homens na organização de Hughes. Em março de 1957, os homens de Onassis seqüestraram Hughes no Beverly Hills Hotel, utilizando" sósias" desleais ao mesmo Hughes.( Howard Hughs tinha dois sósias em 1955.) Hughes foi ferido gravemente durante o seqüestro e levado para o Emerald Isle Hotel nas Bahamas. Um mês depois Hughes foi transferido, secretamente, para uma cela em Scorpios, a ilha particular de Onassis.

Desde esse momento, o império financeiro de Hughes foi governado por Onassis e pela família Bundy. Sósias de Hughes ocupavam o lugar dele, pagos pelos iluminados. Um deles se fazia passar por Hughes e o outro era seu sósia. Quando já não necessitaram mais de Hughes, mataram-no a tiros no Rothschild's Inn, em Londres.                                                                .

h) Os Freeman

      O interessante da família Freeman é que ninguém pensaria que alguém dessa família fizesse parte dos dirigentes iluminados. Tal qual os Rothschild, a família Freeman também tem membros na 13ª linhagem.

Não só Nelson Rockefeller e os Bundy, mas também membros preeminentes da família Freeman foram conselheiros importantes dos presidentes dos Estados Unidos. Gaylord Freeman foi Grão-mestre da ordem secreta do Priorado de Sion. Muitos presidentes e congressistas orientaram-se por conselho dele (e suas instruções), mas a maior parte dos norte-americanos nem mesmo ouviu falar dele.

O presidente não só escutava o conselho (e as ordens) de Gaylord Freeman, mas também a de Roger A. Freeman, outro membro da família. Este serviu como conselheiro de dois presidentes, apesar de os norte-americanos mal tenham ouvido falar dele, como dissemos.

Outro membro da família Freeman, Stephen M. Freeman dirige o Legal Affairs Department da Civil Rights Division da Anti-Difamation League, que é uma perigosa organização controlada pela hierarquia.

James D. Freeman era dirigente da Unity School, uma escola que realizava secretamente iniciação luciferiana. Eles chamavam-na Escola Unida da Cristandade, mas seu nome mais apropriado seria Escola Unidade Bruxaria. Com efeito, muitas bruxas estiveram associadas a essa escola e estão trabalhando em relação estreita com ela para destruir a cristandade.

i) Os Kennedy

Robert Anton Wilson é um especialista em ocultismo e participante regular no Central Ohio Starwood Festival, de bruxas e pagãos, que em muitíssimas ocasiões se declarou publicamente agnóstico e grande L admirador de Aleister Crowley (famoso satanista) e escreveu livros para bruxas e seguidores da New Age. É interessante que um homem tão informado como Wilson declare que a família Kennedy é uma importante linhagem ligada aos iluminados.

A semente de Brian Caeneddi, o primeiro Kennedy, também conhecido como Brian Boru, esparramou­se em numerosas e importantes famílias reais. Os Kennedy aparentaram-se com a realeza da Escócia. Por exemplo, Archibald Kennedy, melhor conhecido como o marquês de Ailsa, que foi o 15ª Earl of Cassillis, casou-se com Mary, filha do rei Roberto III. Está bastante claro que a família Kennedy teve suas origens na Irlanda. Os Kennedy são descendentes de Brian Boru e de seu sobrinho, que pronunciava seu nome Cinneide. Depois, esse nome passou a O'Kennedy. Originalmente eram da linhagem de Dalcassion e viviam na área próxima de Killahoe e Killokennedy. Os O'Brian e os MacNamara os obrigaram a transferir­se para outros territórios, onde se transformaram em Lordes of Ormond, o que hoje é o norte de Tipperary. Lá pelo ano 1600 aparece um ramo escocês dos Kennedy.

Atualmente a família Kennedy apresenta muitos matrimônios com nomes tais como: Freeman, Reagan, Russell, Smith, Collins, Rockefeller e Fitzpatrick, sendo este último o de uma família irlandesa cujo brasão de armas traz três flores de lis com um dragão e um leão. Os Fitzpatrick estiveram ligados à monarquia francesa e também contraíram casamentos com membros da 13ª linhagem.

Os principais temas relacionados com as guerras são conhecidos e planejados com antecipação por seus responsáveis. Muito do que os políticos dizem para o público é simplesmente para seu próprio benefício e freqüentemente são só mentiras. Joseph Kennedy, que teve o prestigioso cargo de embaixador dos Estados Unidos perante a Grã-Bretanha antes da II Guerra Mundial, adquiriu renome, depois que a Inglaterra e a Alemanha começaram a guerrear, por ser contrário à entrada dos Estados Unidos na guerra. Enquanto Kennedy pretendia ser contrário à guerra, colaborava estreitamente com o presidente Roosevelt (maçom do grau 33) em manobras para enganar os norte- americanos.

 Um dos homens que trabalharam na embaixada dos Estados Unidos era Tyler Gatewood Kent, um oficial de carreira no serviço consular norte-americano. Enquanto ; trabalhava aí surpreendeu-se ao ver que Kennedy. e Roosevelt estavam envolvendo secretamente os Estados Unidos na II Guerra Mundial.

Entre outras coisas, Roosevelt desenvolveu os elementos para o ataque a Pearl Harbor.(SPRINGMEIER, Fritz. The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1995, 96.) Muito se escreveu sobre o conhecimento prévio de Roosevelt sobre um ataque a Pearl Harbor, que incluía manobras norte-americanas contra o Japão, tornando inevitáveis as represálias, assim como informação de um provável ataque que chegou a Roosevelt através de oito fontes diferentes, pelo menos. Está claro, pela evidencia  que surgiu depois da guerra, que Roosevelt soube,ao menos 48 horas antes do ataque a Pearl Harbor, que os japoneses iam atacar. Roosevelt não fez nada para advertir seus marines e avisar o povo do Havaí,  porque queria que o povo norte-americano se sentisse tão ultrajado e que aceitasse que os Estados Unidos entrassem na guerra também na Europa.

Jackie Bouvier Kennedy Onassis, que foi esposa de John F. Kennedy, estava ligada aos Auchincloss, uma ascendência escocesa dos iluminados. Uma pessoa pode seguir facilmente o trançado da história por meio dos nobres da ramificada tribo dos Auchincloss: Bundy, Grosvenor, Rockefeller, Tiffany, Vanderbilt e Winthrop, entre outros.

Se John F. Kennedy não tivesse sido assassinado, o que causou que se investigasse e escrevesse muito sobre sua vida, nunca teriam vindo a conhecimento público muitas coisas sobre a relação da família Kennedy com os iluminados.                              

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John F. Kennedy teria podido passar como um bom presidente iluminado, mas ele e seu irmão Robert decidiram usar sua popularidade para destruir a conspiração. Ambos se diferenciavam de muitos dos poderosos iluminados, tais como Aristóteles Onassis.

 

Os irmãos Kennedy tiveram grande valor para livrar-se da conspiração, visto que ela lhes era familiar desde quando eram crianças. Não obstante, nem John nem Robert Kennedy, diferentemente de seu irmão mais velho Joseph, jamais receberam treinamento nem doutrinação dos iluminados. Em 1961, Joseph Kennedy sofreu um infarto, John e Robert, então, sentindo-se livres, decidiram destruir a conspiração.

 

John Kennedy não só prometeu esmigalhar a CIA em pedacinhos, mas também esteve a ponto de introduzir um sistema segundo o qual o governo dos Estados Unidos imprimiria seu próprio papel­moeda, livre de impostos, libertando o país de sua dependência em relação aos banqueiros iluminados. Queria também acabar com a Guerra Fria e retirar-se da guerra do Vietnam, organizada pelos iluminados.

 

Desde o momento em que os iluminados perceberam que John F. Kennedy não estava disposto a ser um boneco manipulado por eles, começaram a tramar, com a ajuda da ClA, para acabar com ele. O chefe da ClA deixou escapar a oportunidade de sucesso que tinha essa organização na invasão da Baía dos Porcos. Ele pessoalmente impediu a ClA de apoiar a invasão com a aviação, mesmo sabendo que sem o apoio pelo ar a operação não podia ter sucesso, como de fato aconteceu. Tudo ressoava bastante crível porque a ClA ia contar toda a história. O público não é suficientemente esperto para se conscientizar de que a imprensa, controlada pelos iluminados, havia movido sutilmente a situação contra John F. Kennedy.

Dois poderosos amigos de John F. Kennedy que queriam ajudá-lo a lutar contra os iluminados, foram eliminados antes que Kennedy fosse assassinado. O senador Estes Kefauver foi envenenado com uma fórmula secreta que lhe causou um "ataque do coração", a 8 de agosto de 1963. O outro amigo foi Phillip Graham, editor do Washington Post. Sua mulher, Katherine Meyer, havia participado ativamente da conspiração e fora vista com freqüência em atividades da elite. Katherine subornou alguns psiquiatras para que atestassem que seu esposo padecia de uma enfermidade mental. Phillip Graham foi internado por ordem de um juiz em um hospital psiquiátrico. Em um fim de semana, que lhe permitiram visitar seu lar, foi encontrado "suicidado" por um tiro.

Depois da morte de John F. Kennedy, seu sucessor Lyndon Johnson deu marcha-ré nas medidas visadas por Kennedy relativas à Reserva Federal e à guerra do Vietnam. Sob seu governo, a guerra sofreu uma rápida escalada. A guerra do Vietnam foi uma grotesca matança humana e financeira, de acordo com o clássico modelo iluminado. E tal como queriam os iluminados, a Guerra Fria continuou.

Bob Kennedy sabia muito bem quem havia disparado contra seu irmão. Escreveu um livro, que não foi publicado, intitulado O inimigo está dentro, e por fim também ele foi assassinado.( SPRINGMEIER, Fritz. The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1995, 122.)

Nos anos recentes, para sujar sua reputação, os iluminados permitiram às editoras publicar livros que expõem a vida sexual e outros escândalos de John F. Kennedy. Ele teve muitas amantes, entre outras, Marilyn Monroe, Jane Mansfield e Zsa Zsa Gabor, que foram também amantes de Anton La Vey, chefe da Igreja de Satanás.

j) Os Collins

Os Collins são uma antiga família da Nova Inglaterra e uma das famílias mais poderosas do mundo. O nome Collins originou-se nas Ilhas Britânicas. Na Irlanda começou como O' Collins e na Escócia como Kollyns. Mantiveram-se longe da evidência, mas têm mais poder que os Rothschild e os Rockefeller.

Muitos Collins foram membros do clube satânico do Fogo Infernal, que praticava rituais sexuais secretos. Entre seus membros houve pessoas muito importantes colocadas em altos postos do governo britânico. Do Primeiro Ministro, do Chanceler da Fazenda Real, do Primeiro Lord do Almirantado do Príncipe de Gales, assim como de Benjamim Franklin e Tomas Jefferson.

A farmília Collins esteve relacionada com a feitiçaria desde sua chegada à Nova Inglaterra, na década de 1630. Um membro ex-iluminado que pertenceu à linhagem dos Collins assegurou que foi sua família a que trouxe a bruxaria da Inglaterra para a América.(SPRINGMEIER, Fritz. The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1995, 122.)

O pior exemplo dos assuntos relacionados com a feitiçaria, o famoso julgamento das "Bruxas de Salém", foi instigado pela farmília Collins para destruir cristãos. A essas pobres mulheres fez-se que fossem responsáveis por algo que a família Collins havia feito em Salém, Massachusetts.

Em 1640, em Aquiday, Mass, um Collins foi acusado de bruxaria. Em 1653, Jane Collins também foi acusada de bruxaria. É interessante que alguns dos sobrenomes de outras pessoas acusadas de bruxaria nos julgamentos celebrados na década de 1650, nos primeiros tempos da colonização de Massachusetts, eram Young, Bailey e Clinton. O leitor poderá encontrar todos esses sobrenomes em pessoas da atualidade que estão relacionadas com a hierarquia satânica dos iluminados e com o satanismo.

Antes da Guerra Civil, o ramo americano da família Collins teve uma cisão, da qual proveio a família Todd. Muitas figuras ocultas desta família são importantes na história da bruxaria e do satanismo. Os presidentes Madison e Lincoln estavam casados com mulheres de sobrenome Todd. A família Todd é considerada pelos iluminados como parte da linhagem dos Collins.

Outra família que é considerada pelos iluminados como parte da linhagem dos Collins é a dos Wheeler. A ex-iluminada Cisco Wheeler oferece uma grande quantidade de informação vital em seu livro The Illuminati Formula used to create an Undetectable Total Mind Controlled Slave ("A fórmula dos iluminados usada para criar um escravo indetectável mediante o controle mental total") (Clackamas 1996).

 

Isaac Bonewits, que se assenta no Grande Conselho Druida dos iluminados, escreveu em Witchcraft (uma série de artigos publicados no Green Egg, em 1976) alguns dados muito interessantes sobre as famílias iluminadas líderes.

 

Bonewits chama esta elite "Fam- Trads". Segundo ele, Fam-Trads são as famílias realmente poderosas que tiveram o encargo de transmitir a feitiçaria de uma geração para outra. Muitos membros de Fam-Trads procuraram manter ocultas suas crenças supersticiosas e seus sistemas mágicos pagãos envolvendo-se com a maçonaria e com o rosacruzismo no século XVIII e com o espiritismo e a teosofia no século XIX, pois esses movimentos eram considerados mais respeitáveis que a bruxaria e permitiam aos Fam-Trads praticar as artes ocultas.

 

À medida que passaram os anos, alguns membros das Fam-Trads foram aprendendo mais e mais de fontes mágicas não pagãs e transmitiram essa nova informação para a geração seguinte,despreocupando­se freqüentemente de que seus descendentes pen­sassem que tal esconjuro ou meditação alquimista fossem parte legítima de sua herança pagã. Assim, ainda hoje, temos bruxos Fam- Trads que são mais teósofos ou espíritas do que os bruxos clássicos.(BONEWITS, Isaac. Witchcraft - The Green Egg, 22nd. Junho de 1976, Parte 3, 5-6. )

 

Por isso vemos que no século XIX algumas famílias iluminadas passaram para o espiritismo, por exemplo, para a Ciência Cristã de Mary Baker Eddy,  uma fachada da feitiçaria desde seus inícios. Um dos principais apoios da Ciência Cristã de Mary Baker Eddy nos leva até a seguinte família iluminada dirigente: a família Astor.

 

k) Os Astor

 

Os cordéis das marionetes que estão por detrás dos grandes acontecimentos do mundo não podem ser visto pelo público, mas se procurarmos as origens de alguns desses acontecimentos, veremos outra importante família que ajuda a mover esses cordéis, a família Astor.

 

O Royal Institute of Intemational Affairs (fachada do grupo da Mesa Redonda), em Londres, foi criado com a ajuda dos Astor. O RIIA é o braço britânico do poderoso Council on Foreign Relations (CFR) dos Estados Unidos. Ambos foram criados para fazer com que a política exterior dos governos se ajustasse às ambições da elite. Ao contrário do que. o povo pensa, é a Grã-Bretanha, em nível dos iluminados, o sócio dominante entre os dois. O RIIA está registrado como uma organização caritativa que tem a rainha como patrona e que está apoiado por um conjunto de companhias petrolíferas mundiais, empresas transnacionais e organizações líderes nos meios de comunicação incluindo a BBC e seu World Service.

 

Exatamente acima da RIIA estão os grupos da Mesa Redonda, que inicialmente foram chamados por Cecil Rhodes a "Associação de Ajudantes". Desde o início, os Astor ajudaram a financiar as "Bolsas de estudo Rhodes". Cecil Rhodes estabeleceu essas bolsas de estudo para recrutar e levar para Oxford homens de diversas nações para serem iniciados nos iluminados e nos planos dos conspiradores. O mais famoso "estudante de Rhodes" na atualidade é Bill Clinton.

 

Os iluminados fazem e desfazem presidentes nos Estados Unidos e em outros países quase à vontade. Bill Clinton nunca teria chegado a ser presidente dos Estados Unidos sem a aprovação dos iluminados.

 

O tráfico de drogas não só é a segunda atividade comercial mais lucrativa em nível internacional, depois do petróleo, com uma venda estimada em 500 bilhões de dólares por ano, mas também um engenhoso esquema que os iluminados empregam para escravizar as populações e para destruir todos os direitos civis. A guerra das drogas foi planejada durante longo tempo. A evidência indica uma campanha dos iluminados, coordenada para oferecer a cada jovem uma oportunidade de ficar dependente das drogas. Os iluminados querem ver o maior número possível de  pessoas drogadas, com seus espíritos despedaçados e  suas mentes vazias de qualquer sentido.

 

Portanto, não é de surpreender que as mais eminentes autoridades do governo tenham ordenado à polícia que não destrua os vendedores de drogas  pesadas, nem as casas nas quais se vendem. Isto se vem fazendo em silêncio para manter a "epidemia" fora do controle. É muito frustrante para muitos policiais, que vêem que poderiam fazer mais e serem mais eficientes; encontrar-se de mãos atadas.

 

John Astor foi oprimeiro a explorar o lucrativo negócio do ópio chinês. Hoje a CIA e outros ramos dos iluminados, como a Inteligência britânica e Mossad, controlam todo mercado mundial das drogas.

 

É uma ilusão pensar que os serviços secretos do mundo trabalham em oposição uns aos outros, quando, de fato, no mais alto nível e fora do alcance do público, trabalham estreitamente unidos. Uma área de cooperação, muito ampla e que durou muitos anos, é a que ocorreu entre a CIA, a KGB, a Mossad e a M16 britânica, que é a maior e mais poderosa agência de inteligência do mundo, e que esta sob o controle dos iluminados desde o seu início. (SPRINGMEIER, Fritz. Be Wise as Serpents. Lincoln, 1991, 52. Os níveis inferiores dos serviços secretos não se dão conta de que para a elite eles são simples marionetes.)

 

Terry Reed, que como piloto da CIA transportou rogas e dinheiro para Arkansas, fala em seu livro:  Compromised: Clinton, Bush e CIA, de uma reunião da ClA na qual estiveram presentes Bill Clinton, Oliver North e um assistente de George Bush na ClA. Mais de nove milhões de dólares em efetivos por semana foram atirados em segredo no Arkansas e eles os levaram. Este livro apresenta a família Bush como narcotraficante e disse que Bill Clinton usou o estado de Arkansas para as atividades do narcotráfico da ClA.

A história das conexões de George Bush com a Conspiração poderia dar matéria para a composição de um livro. Seus navios-cisterna petroleiros de Zapata foram usados para contrabandear drogas para os Estados Unidos. As drogas eram descarregadas nas plataformas de petróleo próximo das costas do Texas.. Os pequenos barcos que transportavam as drogas desde.as plataformas não passavam pelos postos aduaneiros. Viu-se seu filho dirigir pessoalmente um avião com drogas procedentes da base da Força Aérea.(Cf. REED, Terry. Compromised: Clinton, Bush & the CIA. Lincoln, 1994, 32.)

Lewis DuPont é a pessoa que esteve por trás do livro Dope, lnc. (Executive lntelligence Review 1975). Este livro revelou os nomes mais notórios que estão por trás do narcotráfico mundial. Entre eles aparecem os Astor, os DuPont, os Freeman, os Kennedy, os Rockefeller, os Rothschild, os Russell e a família chinesa dos Li.

Esta ação de Lewis DuPont colocou-o em um duro confronto com sua família. Os DuPont sentiram-se muito incomodados com o fato de que Lewis estivesse ajudando o inimigo. Um informante federal salvou Lewis de ser capturado e levado para 60 milhas de mar adentro, no Atlântico, no iate de seu pai, para ser torturado e programado. Sua família havia contratado alguns ''boinas verdes" da ClA para seqüestrá-lo. Lewis os denunciou e colocou-se em fuga e assim pôde salvar-se. Mas como os DuPont fazem parte da cúpula dos iluminados, os quais são donos da justiça em todo o mundo, Lewis não conseguiu que lhes tirassem os cargos por conspiração.

1) Os Li

A família Li tem uma longa história na China e contam-se dela muitas anedotas. Durante a dinastia Tang, concedeu-se-lhes a honra de levar acrescentado o nome Li a cerca de quinze outros nomes. Li Yuan foi o fundador da dinastia Tang, que durou do ano 618 até o ano 906 da era cristã. Sucedeu-lhe seu filho Li Shimin. Foi nessa dinastia que se introduziram na  China a imprensa e o papel-moeda.

Atualmente está claro que a China comunista está cooperando com a Nova Ordem Mundial e é parte dela. Os bancos dos iluminados durante anos estiveram fazendo empréstimos à China comunista. O enorme Bank of East Asia (BEA) é dirigido por Li Kwok-Po. O BEA entrou em associação com companhias coligadas com os iluminados, por exemplo, com G. Warburg.

 Os Rothschild e os Rockefeller têm uma estreita relação com os Li da China vermelha. Por isso o primeiro ministro da República da China, Li Peng, comunista de linha dura, visitou os Rockefeller e outros capitalistas  quando foi a Nova York. Não foram identificados os comunistas como os maiores inimigos dos capitalistas?

O bilionário Li Ka-shing é o governador de fato de Hong Kong. Essa família é uma das mais ricas desse território, agora devolvido para a China, e uma das antigas famílias mais influentes. É evidente que essa família é parte dos iluminados, pois esses permitiram a Li Ka-shing comprar a Husky Oil do Canadá. Sem a tolerância dos iluminado. Li não teria podido ser dono de 86% das ações da Husky Oil.(The Gil and Gas Journal. 9 de novembro de 1991, 36.)

A linhagem dos Li liga-se também a sociedades secretas. De fato são os principais atores das sociedades secretas chinesas. Muitos membros da família Li são importantes líderes do comércio.(Fritz Springmeier apresenta uma lista com 12 membros dessa família que dirige as Tríades. Cf. SPRINGMEIER, Fritz. The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1995, 108.) Controlam Hong Kong, e suas famosas Tríades (máfia chinesa) governam a cidade.

Foi Li Mi quem iniciou o cultivo da papoula para produzir o ópio que devia ser vendido por outras famílias iluminadas da cúpula. Ao general Li Mi foram­lhe proporcionados agentes da CIA enquanto esteve no "Triângulo dourado", Nada foi mudado quando Li começou com a produção do ópio. Todo o assunto foi cuidadosamente calculado pelos iluminados, que arrecadaram milhões dirigindo durante séculos o tráfico de drogas.

O presidente Li (ministro das Finanças da China comunista, de 1957 a 1975) foi um" senhor das drogas". Vendeu tanto ópio para o Ocidente que lhe deram o apelido de "deus dinheiro".

Capítulo 12 - Controle total sobre a população

Uma das metas dos Soberanos Invisíveis é o con trole da população. Eles já gastaram milhões em investigações secretas sobre controle mental e técnicas de controle da população.A palavra-chave da CIA, para referir-se ao . controle mentat é MK-ULTRA. Este programa, que tem 30 anos, juntamente com seus programas irmãos (MK-DELTA, ARTICHOKE, BLUEBIRD, etc.) abrangem uma combinação de drogas, eletrochoques e tortura como métodos de controle. Os resultados que se propõem vão desde amnésia temporária e / ou permanente, confissões desinibidas e criação de segundas personalidades, até assassinos programados e impulsos para suicídio pré-condicionado.

De acordo com o famoso investigador Pepe Rodríguez, algumas seitas foram utilizadas sem nenhum escrúpulo pela CIA como laboratórios experimentais. Uma dessas seitas, o "Templo do Povo", de Jim Jones, parece que esteve envolvida com o projeto MK­ULTRA.( RODRIGUES, Pepe. EI Poder de las Sectas. Barcelona, 1989, 173. )

A história oficial diz que Jim Jones era um líder religioso fanático da Califórnia que conduziu uma comunidade multi-racial para a selva da remota Güiana a fim de estabelecer uma sociedade utópica. O lugar que fundaram chamou-se Jonestown. Aí viviam ao menos uns 1.100 membros do "Templo do Povo", a maioria negros e mulheres.

O nome de "Jonestown" permaneceu fortemente impresso na memória do povo. Em novembro de 1978 várias centenas de membros dessa comunidade beberam cianureto misturado com uma limonada em copos de papel; tanto crianças como adultos caíram mortos ao redor do pavilhão principal. 90% dos mortos foram mulheres e 80% negros. O próprio Jim Jones foi encontrado com um tiro na cabeça, o que teve a aparência de suicídio. Os cabeçalhos dos jornais do dia do massacre diziam: "Membros de uma seita morrem na selva da América do Sul: 400 mortos em suicídio maciço, 700 fugiram para a selva". (New York Posto 21 de novembro de 1978, 6.)

As autoridades norte-americanas afirmaram ter procurado os que escaparam para a selva, mas não encontraram ninguém nos arredores. A contagem oficial dos corpos, feita por um güianense, e que se entende como a soma definitiva, foi dada a público quase uma semana mais tarde pelas autoridades militares norte-americanas, e alcançou o número de 913. Durante a primeira conferência com a imprensa  afirmou-se que a razão dessa discrepância entre as somas tomadas públicas foi que o güianense, que havia  feito a contagem inicial, "não pôde contar bem".


        Jamais se fez no lugar do morticínio uma autópsia qualquer. O porta-voz do exército dos Estados Unidos, o tenente-coronel Schuler, declarou: "Não é necessária nenhuma autópsia. A causa da morte não é aqui assunto que interesse".

Os corpos foram entregues aos Estados Unidos depois de uma demora excessiva e em um estado de decomposição tal que tomou quase impossível a autópsia.  Toda identificação havia sido retirada dos cadáveres. Nos Estados Unidos negou-se o acesso aos corpos dos representantes do estado bem como dos peritos em identificação forense. O presidente da Associação Nacional dos Médicos Examinadores queixou-se em uma carta-aberta dirigida às autoridades militares por esses  procedimentos "grosseiramente incompetentes" .( NUGENT, John Peer. White Night. Wade, 1979, 228.)

A decomposição e o embalsamamento dos corpos tomou impossível o trabalho posterior dos forenses; todos os corpos foram cremados e enterrados em tumbas coletivas.

O que é que realmente aconteceu em Jonestown? Os membros do Templo do Povo verdadeiramente cometeram suicídio ingerindo cianureto?

Existem certos sinais que mostram o tipo de veneno que causa a morte. O cianureto bloqueia as mensagens que vão do cérebro para os músculos mediante a mudança da química do corpo no sistema nervoso central. Até as funções "involuntárias", como a respiração e as batidas do coração, produzem sinais neurológicos confusos. A morte é dolorosa: a respiração torna-se agitada, produzem-se espasmos nos músculos, os membros sacodem-se e se contorcem e aparece uma contorção nos músculos faciais, chamada "ríctus do cianureto".

O Dr. Mootoo, o mais destacado perito em patologia güianense, chegou a Jonestown poucas horas depois do massacre e descobriu que os cadáveres não apresentavam nenhum dos sinais de morte por cianureto. Bem ao contrário, o Dr. Mootoo encontrou marcas frescas de picadas de agulha nas omoplatas de 90% das vítimas. Outros haviam morrido a tiros ou estrangulados. O testemunho do Dr. Mootoo ao grande Júri güianense levou à conclusão de que todas essas pessoas, com exceção de duas vítimas, haviam sido assassinadas por "pessoas desconhecidas". Só as duas exceções haviam cometido suicídio.(JUDGE, John. The Black Hole of Guyana - The Untold Story of the Jonestown Massacre. Portland, 1993, 129 ff.)

A discrepância entre o que verdadeiramente aconteceu em Jonestown e a versão oficial é muito grande. Precisamos desprezar o mito de que o que aí havia era uma comunidade religiosa. A verdadeira história de Jonestown é a de uma horrorosa experiência, não a de uma sociedade religiosa utópica. Essa história apresenta tantas conexões com as agências de inteligência dos Estados Unidos, que não há dúvida de que Jonestown foi parte de um horrível experimento da ClA chamado MK-ULTRA. De qualquer lado que se olhe ou examine Jonestown ou Jim Jones, a CIA sempre faz aparecer sua pavorosa cabeça.

Jim Jones viveu, desde 1961 a 1963, no Brasil. Sem ter dinheiro algum, instalou-se com sua família em uma casa extremamente luxuosa. Não só visitava freqüentemente o quartel-general da ClA em Belo Horizonte, mas empregados da embaixada dos Estados Unidos levavam alimentos à sua casa. Dan Mitrione, amigo durante toda a vida de Jones, que trabalhou com a ClA treinando técnicas de interrogatórios e tortura para forças policiais do Terceiro Mundo, acompanhava Jones nesse tempo.

Jim Jones voltou para os Estados Unidos em 1963 com muito dinheiro. Com esse dinheiro fundou o primeiro Templo do Povo em Ukiah, na Califórnia.(JUDGE, John. The Black Hole of Guyana - The Untold Story of the Jonestown Massacre. Portland, 1993, 135.) Muitas das principais pessoas que rodeavam Jim Jones provinham de ambientes ricos e educados, muitas mantinham ligação com o exército e com a ClA.

Depois que Jim Jones fundou o primeiro Templo do Povo na Califórnia, sua igreja não demorou muito a se transformar em motivo de escândalos nos meios de informação. Jim Jones serviu-se desses ataques como desculpa para a sua transferência para a Güiana. Os acertos para a chegada da comunidade a esse país fizeram-se com a colaboração da embaixada dos Estados Unidos na Güiana (todos os oficiais da embaixada eram oficiais da CIA que agiam sob a fachada do Departamento de Estado) e do Primeiro Ministro Forbes Burnham, em cuja ascensão ao poder esteve claramente implicada a CIA.(Dai/y World. 23 de junho de 1981, 4.)

Quando os membros do Templo do Povo chegaram ao aeroporto da Güiana, os negros foram retirados do avião, amarrados e amordaçados. Chegaram praticamente a trabalhar como escravos. Trabalhavam de 16 a 18 horas diárias e eram obrigados a viver em áreas restritas com rações mínimas de alimento, de maneira geral arroz, pão e, às vezes, carne rançosa. Eram submetidos a um programa fisicamente e mentalmente esgotante e eram forçados a permanecer acordados de noite para escutar as conferências de Jim Jones.

Os maus-tratos e abusos transformaram-se em coisa cotidiana. A equipe médica do campo realizava dolorosas suturas sem o emprego de anestésicos. Administravam drogas, registrando tudo em um diário médico. Os sobreviventes narraram casos de consumo forçado de drogas, de pessoas que eram isoladas encerrando-as em caixas sob a terra, tortura física e. violações sexuais em público e humilhações.(NAIPAUL, Shiwa. Journey to Nowhere. Schuster, 1981, 107.)

Por esse tempo Jim Jones já havia amealhado uma fortuna incrível que a imprensa estimou na ordem de dois bilhões de dólares, incluindo contas bancárias e inversões em bens de raiz no estrangeiro.

 No lugar desse infausto acontecimento, em Jones­town, descobriu-se um grande esconderijo de drogas,  suficientes para drogar mais de 200 mil pessoas durante mais de um ano.(Durante os anos 50 e 60, Allen Dulles, como diretor da ClA, pediu mais de 100 milhões de doses de LSD para projetos de controle mental.) Foram encontradas drogas que se empregam nos experimentos e provações do MK-ULTRA, incluindo sódio pentatol (um soro da verdade), hidrato de cloro (um hipnótico) e muitas outras.(JUDGE, John. The Black Hole of Guyana - The Untold Story of the Jonestown Massacre. Portland, 1993, 133.) Apesar de o médico do campo de Jonestown ter consigo anotado um registro meticuloso das drogas ministradas, tudo isso desapareceu.

A descrição da vida que se levava em Jonestown é a de um verdadeiro campo de concentração onde, além de tudo, se realizavam experimentos médicos e psiquiátricos. No campo havia especiais guardas armados, treinados e programados para matar.( KEITH, Jim. Casebook on Alternative 3 - UFO's, Secret Societies and World ControI. Lilbum, 1994, 82.)

As testemunhas descrevem-nos como "zumbis" ca­minhando mecanicamente e sem emoções. Eles vigiavam o trabalho da população e impediam quem quer que fosse conseguir escapar. Esses guardas não !F. estavam entre os mortos e não se fez nenhuma tentativa de localizá-los ou de persegui-los.(NUGENT, John Peer. White Night. Wade, 1979, 224.)

É interessante acrescentar que a já mencionada família Philip esteve implicada no recrutamento de mercenários em Jonestown para levá-los para Angola a fim de ajudar os rebeldes da UNITA com apoio da CIA.

É importante notar que no tempo do massacre os "boinas verdes" da ClA, que são treinados para acobertar operações de extermínio, encontravam-se próximo de Jonestown. Isto poderia explicar o grande número de mortos que apareceu. Fotografias do massacre mostram cadáveres postos cuidadosamente em fila de boca para baixo, com disparos a curta distância e com sinais de terem sido arrastados, como se os corpos tivessem sido postos nessa posição depois de matá-los.( KEITH, Jim. Casebook on Alternative 3 - UFO's, Secret Societies and World Control. Lilburn, 1994, 80.)

O que provavelmente aconteceu em Jonestown é que só 400 pessoas foram forçadas a morrer por injeção. Os 700 membros restantes fugiram para a selva, foram cercados e assassinados pelos "boinas verdes" e seus corpos foram levados de volta para Jonestown e acrescentados aos outros 400.

Aparentemente, os que exerciam realmente o poder por trás de Jim Jones, em uma desesperada tentativa de experimentar seus métodos de condicionamento cuidaram de implementar um simulacro de suicídio. Isso alarmou a população do campo, que se amotinou e a maioria das pessoas fugiu para a selva sem se dar conta que lá fora estavam esperando para acabar com eles.

A história oficial a respeito de um fanático religioso e de seus seguidores não tem sentido ante as evidências de crimes, de assassinos armados e de autópsias escamoteadas.

o motivo para frustrar as autópsias pode ter sido por causa das drogas que foram usadas para os experimentos. Elas poderiam ser detectadas facilmente nos corpos. Outra razão pela qual se quis ocultar a história completa pode ter sido pelas etiquetas médicas que os cadáveres levavam.

O relatório do Dr. Mootoo, no qual ele notificava que os mortos não mostravam sinais evidentes de morte por cianureto, nunca foi publicado. O governo güianense foi cúmplice das autoridades estadunidenses para encobrir às causas dessas mortes.

As ordens diretas no sentido de ocultar a verdadeira história procediam de altos níveis do governo dos Estados Unidos. Zbigniew Brzezinsky, que colocou em andamento a supranacional Comission Trilateral delegou a Robert Pastor e este, por sua vez, ordenou ao tenente-coronel Gordon Summer que despojasse todos os cadáveres de sua identificação.(WOODEN, Kenneth. The Children of Jonestown. McGraw-HiIl, 1981, 196ff. - Atualmente Robert Pastor é um dos diretores da ClA .)

Existem notícias de que nesse mesmo tempo havia campos experimentais parecidos nas Filipinas e no Chile. Por trás das operações que se realizavam no campo de tortura no Chile, conhecido como "Colônia .. Digrrldade", estavam Michael Townley Welch, um {"" norte-americano agente da CIA e especialista em ... decapitação, e o Dr. Joseph Mengele, cujas visitas ao campo estão muito bem documentadas.(JUDGE, John. The Black Hole of Guyana - The Untold Story of lhe jonestown Massacre. Portland, 1993, 143.)

Atualmente, Jonestown está sendo repovoada por 100 mil pessoas da etnia hmong, do Laos. Já residem aí muitos milhares deles de acordo com um plano elaborado por Ernest, sobrinho do famoso pregador evangélico Billy Graham, e por membros da Associação de Ministérios Evangélicos de Wheaton, conhecida também como Visão Mundial (World Vision).

Visão Mundial é uma organização evangélica internacional que fez espionagem para a ClA no sudeste asiático.(LEE, L.. World Vision go Home. Christian Century 16 de maio de 1979, 3.) Muitos investigadores acreditam que essa organização é empregada como um anteparo, uma máscara mundial para o recrutamento e treinamento de assassinos. A entidade Visão Mundial esteve presente nos campos utilizados pela CIA na fronteira de Honduras para recrutar mercenários contra a Nicarágua. A World Vision e os grupos evangélicos relacionados com ela estiveram presentes também no Líbano quando a Falange fascista massacrou os palestinos. É significativo também que a partir do estabelecimento do Templo do Povo, na Califórnia, Jim Jones mantinha contatos estreitos com a Visão Mundial.

O progresso científico dos Soberanos Invisíveis caminha anos à frente da ciência que todos nós conhecemos. Existe uma grande diferença entre o progresso científico do que nos é falado e os progressos daquilo que não se conta nada. Quase todos os cientistas trabalham para as mesmas grandes organizações, assim como acontece aos governos, às universidades e às companhias multinacionais. Só raras vezes sentem-se livres para tornar conhecidos seus descobrimentos científicos de acordo com seu ponto de vista pessoal. Quase todos venderam sua liberdade de pensamento a troco de boas condições de trabalho, de lucro certo, um contrato de trabalho e uma pensão. 

O Dr. José Delgado, psicólogo da Universidade de Yale e Programador junto de Joseph Mengele e Leo Wheeler, declarou décadas atrás: "O controle físico das principais funções do cérebro já é um fato demonstrado... Já é possível inclusive criar e dar  prosseguimento às intenções, ao desenvolvimento do pensamento e de experiências visuais. Mediante
estímulos elétricos de estruturas cerebrais específicas, podem-se induzir movimentos com rádio-comandos, podem se fazer aparecer ou desaparecer atitudes hostis, modificar a hierarquia social, mudar a conduta sexual e influenciar por controle remoto a memória, as emoções e os processos do pensamento". 

Durante uma demonstração desse tipo de tecnologia de controle mental, enviou-se uma mensagem de psicocorreção acústica a um grupo de operários, ordenando-lhes, entre outras coisas, que colocassem suas ferramentas no solo. Os trabalhadores seguiram todas as ordens fazendo exatamente o que lhes havia sido ordenado.

O controle de que falava o Dr. Delgado já era possível fazer nos anos 50 e sem dúvida muito antes. Esta tecnologia não só foi empregada no passado para operações especiais como seleção de equipes e melhora de resultados, mas também para ajudar os atletas olímpicos e uma equipe de exploração do Ártico.

Os Soberanos Invisíveis aperfeiçoaram atualmente o uso de impulsos de microondas para enviar instruções que podem controlar a conduta individual ou coletiva. Como parte do experimento, durante muitos anos estiveram sendo geradas essas ondas de impulsos eletromagnéticos em todo o planeta. Essas ondas não só são as causas principais da. morte dos bosques (aproveitada pelos Soberanos Invisíveis como justificação para promover a coordenação de forças para um governo mundial. Não existem buracos na capa de ozônio!), mas são também responsáveis por uma enorme quantidade de casos de câncer, de catarata, de defeitos genéticos e de doenças mentais.

Entre as muitas coisas que se podem fazer na atualidade com as ondas eletromagnéticas contam-se as seguintes:

· Fazer que uma pessoa adormeça.

· Fazer que uma pessoa se sinta cansada ou deprimida.

· Criar sentimentos de medo.

· Criar estados de violência.

· Mudar o nível dos hormônios.

· Mudar a química das células.

· Provocar agressividade sexual.

· Induzir ao suicídio.

Atualmente os Soberanos Invisíveis, graças às suas investigações científicas secretas, estão capacitados a realizar um controle mental das massas. Isto inclui o uso de drogas, a lavagem cerebral, injeções de vírus experimentais, hipnose e implantes de cérebro para transformar literalmente as pessoas em robôs. Os cientistas iluminados, trabalhando em projetos com nomes cifrados, desenvolveram, entre outras coisas, um eletrodo que pode receber e transmitir sinais, produzir visões e alucinações e ter um completo controle físico do corpo de uma pessoa. Durante os últimos 25 anos os médicos utilizaram pacientes para levar em frente experimentos sobre a mente (o Projeto Fênix). Implantaram essa espécie de transmissores no cérebro dos pacientes, utilizando-se deles como cobaias de laboratório.

Também foi realizado um programa de seqüestro de pessoas para implantar-lhes dispositivos de controle na cabeça, sem que essas pessoas saibam o que aconteceu quando são reintegradas à sociedade.

Os Soberanos Invisíveis têm hoje a capacidade, mediante organizações que lhe servem de fachada, de implantar transmissores que comunicam mennsagens ao cérebro e que são recebidos por meio de computadores. Muitos dos" escravos Monarca", agentes da CIA e militares já têm em suas pessoas esses implantes.

Um dos mais importantes sistemas de comunicação dos Soberanos Invisíveis e de seus agentes de inteligência é seu sistema ALEX (Amalgamated Logarithmic Encrypted Transmission = Transmissão Combinada Logarítmica Cifrada). Esse sistema se entrecruza com o Programa Monarca de Controle  Mental. O ALEX serve para rastrear os escravos controlados mentalmente para ordenar-lhes que rea­lizem atividades para os Soberanos Invisíveis.

Alguns exemplos reais de ordens que costumam ser dadas por meio de ALEX são os seguintes:       

* Assassina tua família.

* O governo merece ser condenado, assassina o presidente.

* É inútil lutar contra nós.

* Você te de traficar com drogas.

Mediante computadores e satélites os Soberanos Invisíveis têm a capacidade de monitorar e controlar todas as atividades no planeta. Cada coisa que nos rodeia foi capturada em um computador e os Soberanos Invisíveis passarão depois à etapa seguinte pondo todas as nossas ações sob seu controle.

Para vigiar os passos de cada indivíduo, os cientistas iluminados desenvolveram um microchip e um computador especial, chamado "a Besta", preparado para ler o microchip. O microchip foi desenvolvido para ser colocado sob a pele, isto é, de maneira subcutânea. Visto que o microchip se recarregará com as mudanças da temperatura corporal, o melhor lugar para colocá-lo será a fronte, logo abaixo da linha do cabelo (cf., na Bíblia, Apocalipse 13,16-17). O microchip será invisível a olho nu, e conterá toda a informação que os Soberanos Invisíveis precisam saber a respeito de cada pessoa.

Os Soberanos Invisíveis oferecerão em um futuro próximo uma quantidade de razões para enganar e convencer cada pessoa a que aceite o implante do microchip. Servir-se-ão da desculpa de que o microchip reprogramará o corpo para lutar contra males tais como a aids, e servirá para localizar pessoas que se perderam. Ultimamente promovem em todo o mundo o microchip. Para aumentar o poder de nossa inteligência todos precisaríamos aceitar o chip. Segundo a propaganda, todos os que não querem levar em si o chip serão no futuro pessoas de uma classe secundária e reduzidas ao nível dos animais. O ideal deles é implantar um microchip em cada recém­nascido como coisa de rotina.

Logo não teremos outra alternativa senão obedecer aos Soberanos Invisíveis em tudo. O dinheiro, os cartões de crédito e os cheques serão substituídos por um sistema no qual todas as transações só podem ser realizadas mediante o "microchip".( A "Besta" está situada em Bruxelas (Bélgica).) Todos os indivíduos dependerão do microchip, que levará um número único de identificação para cada pessoa. Sem esse número ninguém poderá comprar nem vender. nada (cf., na Bíblia, Apocalipse 13,16-17).


Capítulo 13 - Dominação Mundial

Uma oportunidade ideal para ver junto todos os representantes das principais famílias iluminadas é quando se reúnem para a celebração da Festa da Besta, que se realiza a cada 28 anos. Durante o ritual dessa  festa, na qual Satanás faz sua aparição pessoal, as famílias iluminadas principais atam-se umas às outras e os principais satanistas recebem novas instruções de Satanás a respeito de como conduzir à realização seu plano de dominar o mundo.(Cf. BAILEY, Alice. Externalization of the Hierarchy. New York, 1982, 389.)

Satanás tem um plano muito detalhado que confia somente a um grupo muito seleto de líderes. Esse programa de treinamento seletivo continuou através dos séculos e permaneceu oculto aos olhos do público.

Esse plano detalhado que Satanás entrega aos Soberanos Invisíveis tem como finalidade criar uma tese e seu oposto, uma antítese. O processo se repete até que se consiga o resultado desejado. Do confronto entre os dois emerge uma síntese. Do caos surge uma nova ordem que nos faz recordar o lema (slogan) maçônico: "A ordem vem do caos". Se a tese fosse como um martelo e a antítese como uma bigorna, o que se obtivesse entre ambos seria despedaçado ou se lhe daria uma nova forma.

Tomemos como exemplo as passadas guerras mundiais: constrói-se um martelo e se lhe dá como base a Rússia. É o que chamamos "comunismo". Depois se constrói uma bigorna com um caos econômico na Alemanha. Chama-se "Nacional-socialismo". Essa bigorna é destruída com uma Segunda Guerra Mundial, mas é restabelecida com uma nova bigorna que se chama "democracia".

De uma grande depressão mundial surgiria uma terceira guerra mundial que seria travada na Europa. Satanás disse aos seus mais importantes escravos que essa guerra terá de ser desdobrada à maneira do armagedon bíblico. Finalmente o Anticristo apareceria como salvador estabelecendo uma nova ordem milagrosa.(SPRINGMEIER, Fritz.The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1994, 165.)

Quando recordamos a história da franco-maçonaria e dos iluminados, descobrimos que são acusados muitas vezes de influírem na marcha dos assuntos mundiais para estabelecer uma ditadura mundial. Além de se lhes atribuir o assassinato do arquiduque Francisco Fernando, em Sarajevo, considerado como o estopim da Primeira Guerra Mundial, e o financiamento de muitas guerras e revoluções, afirma-seque os maçons são responsáveis pelo desmembramento do império católico dos Habsburgos, da partilha do mundo em dois blocos e da queda do comunismo na Europa. Igualmente, afirma-se
que elevaram Adolf Hitler ao poder e que são os responsáveis pelos atentados contra os Kennedy e contra o papa João Paulo II. 

Todos os que estudaram conscientemente o tema sabem que os Warburg, os Rockefeller, os Rothschild, os Onassis, os Astor, os DuPont e seus associados os Morgan e os Schiff organizaram e financiaram todas as grandes guerras na Europa e na América.(A família Morgan é executiva fiel dos Rothschild.)

Não faltam provas de que a Grande Guerra foi planejada com muita antecipação. Os Soberanos Invisíveis iniciaram a I Guerra Mundial com plena intencionalidade.

Ninguém poderia pensar que o assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro, a 28 de junho de 1914, em Sarajevo, iria provocar a II Guerra Mundial.  Como os assassinos foram acusados de ter agido a favor da Sérvia, a 28 de julho de 1914 a Áustria-Hungria,declarou a guerra a essa pequena nação balcânica e as grandes potências européias não demoraram muito a se verem implicadas na chamada Grande Guerra.

No mês de agosto de 1914, quando a Bélgica foi invadida pelos alemães, o presidente Wilson, dos Estados Unidos, declarou: "É preciso que os Estados Unidos permaneçam neutros, tanto de fato como de direito" .

Mas isto era muito difícil. Ainda que a maioria dos norte-americanos simpatizasse com os aliados, os de origem irlandesa, que eram antiingleses, uniram­se aos de ascendência alemã. Sobretudo nos estados do leste, onde ocorria a circunstância de que muitos de seus habitantes procediam de imigrantes alemães, existia uma tendência favorável em relação à Alemanha.

Em sua mensagem ao Congresso da União, em dezembro desse ano, o presidente Wilson insistiu: "Estamos em paz com o mundo inteiro, somos amigos sinceros de todas as nações da terra, somos os campeões da concórdia e da paz". No entanto, nesse mesmo tempo, a US Steel Corporation, de Morgan, fornecia aos aliados seis milhões de toneladas de aço para as fábricas de artilharia e de munições. Berlim expressou sua queixa à Casa Branca e censurou os Estados Unidos de venderem munições aos ingleses.

A história oficial diz que a Alemanha começou uma política de afundar todos os. barcos de qualquer nacionalidade. Depois do afundamento do navio americano "Lusitânia", a 6 de abril de 1917, a Câmara dos Representantes referendou, por 373 votos contra 50, a declaração de guerra contra a Alemanha. A Ata do Recrutamento Seletivo foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos a 15 de junho de 1917.

Não resta dúvidas de que o afundamento do "Lusitânia" foi inventado pelos Soberanos Invisíveis. Esse barco levava provisões militares para a Grã-Bretanha e não era um simples barco de passageiros, como afirmavam os americanos. Sabe-se que o presidente Wilson escondeu nos arquivos do Departamento do Tesouro a apólice da carga do "Lusitânia", o que prova que levava evidentemente um contrabando de provisões militares. O "Lusitânia" foi enviado deliberadamente a uma velocidade muito reduzida e sem escolta para uma área onde se sabia que um submarino o esperava. O afundamento desse navio foi simplesmente a desculpa que o presidente Wilson procurou para justificar sua entrada na guerra.

A seguir vamos comprovar que os Rothschild e seus sócios, Jacob Schiff, os Warburg, os Kuhn, os Loeb & Co., estavam também por trás da revolução comunista de 1917, na Rússia.

A obra Existe um Plano?, do pesquisador holandês  Evert Smit, diz: "O importante banqueiro Jacob Schiff, junto com Mandell House e seu amigo Leon Trotski, encarregaram-se, desde New York, do treinamento de várias centenas de revolucionários americanos de ascendência russa.(SMIT, Evert. Bestaat er een Plan? Amsterdam, 1980, 11.) Foi este grupo que realizou a Revolução Russa. Todavia em plena guerra (I Guerra Mundial), Schiff encarregou-se do transporte dos revolucionários para a Europa por navio".(O super maçom Liev Davídovitch Bronstein, aliás Leon Trotski, foi uma
figura-chave da revolução russa. Com a ajuda de revolucionários russos derrubou os czares.)

Lady Queensborough (Edith Star Miller) declara :11: em sua obra Occult Theocracy, na página 614, que Leon Trotski, em 1917, por intermédio de um agente de Jacob Schiff, da companhia Kuhn, Loeb & Co., de Nova York, atravessou o bloqueio inglês com um cheque de Warburg. Como resultado disso deflagrou­se na Rússia a revolução que, como já se sabe, resultou em uma vitória dos revolucionários.

Segundo uma declaração de Christian C. Racovski, tomada em 1938, durante o regime stalinista, a Revolução de Outubro foi subvencionada pelos mesmos que haviam prestado ajuda ao Japão na guerra contra a Rússia, em 1905 e a fracassada revolução de 1905.(Racovski era um médico búlgaro que adotou uma postura favorável às teorias de Lenin. Por causa das ameaças por parte das autoridades na Bulgária, transferiu-se para a Rússia, desempenhando um papel importante para a revolução bolchevista na Ucrânia, onde chegou a ser presidente do governo regional em 1919. Também foi embaixador soviético em Paris.) Racovski declarou que ele, junto com Trotski, como representantes por parte dos revolucionários, esteve presente em Estocolmo, na Suécia, quando foi entregue o dinheiro.

O escritor Des Griffin, em seu livro Wer regiert die Welt (Leonberg 1986, p. 66), cita John Schiff, neto do banqueiro Jacob Schiff: "Meu avô apoiou a Revolução Russa com 20 milhões de dólares".

O famoso livro None Dare to Call it Conspiracy (Concord Press 1972) de Gary Allan, diz nas páginas 71-72 que Lord Milner (os Rothschild) doou 21 milhões de rublos aos revolucionários.

Em um informe transmitido pelo serviço secreto norte-americano ao estado-maior do exército francês, afirma-se que os financistas Jacob Schiff, Warburg, Kuhn, Loeb e outros estavam fomentando a Revolução Russa (Arquivo com a referência 76186 np 912 SR2).

De igual maneira existem provas de que o presidente Wilson, dos Estados Unidos, que havia sido um alto funcionário da instituição bancária Kuhn, Loeb & Co. e da Federal Reserve Board, enviou a quantidade de 20 milhões de dólares do Fundo de Guerra aos revolucionários russos, por meio do advogado Elihu Root, de Kuhn, Loeb & Co. Essa transação está registrada no Congressional Record de 2 de setembro de 1919 (Arquivo com a referência HJ 8714.U5).

Acrescento que tropas militares dos Estados Unidos também participaram da revolução. Entre outras coisas, protegeram a linha ferroviária Transiberiana, impedindo que os japoneses entrassem na Sibéria.

Quinze banqueiros iluminados usaram como máscara uma missão da Cruz Vermelha em 1917 para viajar a Petrogrado para apoiar a nascente revolução.

Segundo a New Age Magazine, de setembro de 1959, p. 516, também o endinheirado maçom J. P. Morgan enviou muitos milhões para ajudar o novo governo russo.

Os banqueiros iluminados obtiveram fantásticos lucros roubando as reservas de ouro russas, tal como o fariam na Alemanha depois da II Guerra Mundial. O ouro foi sua grande arma econômica.

Segundo Eustace Mullins, em seu livro The World Order (Boring, OR: CPA) p. 65, depois da revolução os Rothschild apropriaram-se das grandes riquezas dos czares russos. Não só recuperaram todo o dinheiro investido na revolução, mas que 35 milhões de dólares foram depositados no banco de Rothschild na Inglaterra e outros 80 milhões no banco da família em Paris.

A revista Present, de 10 de dezembro de 1988, publicou que a influência dos Warburg e de Jacob Schiff foi tão grande que os soviéticos não podiam negar-lhes nada. Desde a Revolução Russa até essa data, n:a chefia do Banco da Rússia estiveram os Aschberg, representantes dos Rothschild no norte da Europa. Desde 1973 encontra-se em Moscou uma sucursal do Rockefeller Chase Manhattan Bank na praça Karl Marx.(A classe dominante entre os iluminados não só financiou sempre os famosos pedidos de trigo, mas também constituiu um gigantesco monopólio no Bloco oriental. Igualmente possuem fábricas de vidros, de artigos de borracha, de alumínio, hotéis, etc.)

Em 1920 declarou naquela data o então jovem Winston Churchill: "Desde os dias de Weishaupt até os de Karl Marx, Trotski, Bela Kuhn, Rosa Luxemburgo e Emma Goldman, esta conspiração foi se estendendo por toda a terra. Esta conspiração desempenhou um papel importante na tragédia da revolução na França. Foi a fonte de todos os movimentos subversivos do século XIX".(The Illustrated Sunday Herald, de 8 de fevereiro de 1920.)

O regime comunista que trocou o fascismo dos czares pelo fascismo do Estado tinha todos os defeitos econômicos e políticos do capitalismo que tanto des prezava. Foi um capitalismo sob outro nome e com um maior controle da economia.

O comunismo é uma invenção dos Soberanos Invisíveis. Geralmente se acredita que o capitalismo e o comunismo têm objetivos diametralmente opostos, mas ao longo dos anos os iluminados e seus irmãos divertiram-se jogando cricket com os comunistas de diversas categorias e em uma ampla variedade de situações, desde a China de Mao até Cuba de Castro, ajudando-os a sair de apuros com quantidades fantásticas de milhões de dólares e açulando o Oriente e o Ocidente a lutar um contra o outro.

Da mesma maneira pode-se afirmar que a corrida armamentista que sustentou as duas superpotências: os Estados Unidos e a Rússia, era uma rivalidade fictícia, que só existia em palavras, mas não de fato.

Por exemplo, durante a Guerra Fria os Estados Unidos ajudaram a União Soviética a sair da bancarrota em várias ocasiões, emprestando-lhe milhares de milhões de dólares. Da mesma maneira anos a fio, durante a Guerra Fria, os líderes dos Estados Unidos proporcionaram em segredo tecnologia aos comunistas. F. D. Roosevelt enviou para a Rússia até os planos e os materiais para fabricar a bomba atômica. Os diversos intercâmbios culturais e científicos estão sendo mantidos inclusive publicamente. Uma ampla área de cooperação foi a que se realizou durante muitos anos entre a ClA e a KGB.

Não se deve confiar que nossa elite no poder, controlada pelos Soberanos Invisíveis, nos proteja do comunismo, pois eles controlam o comunismo.  Seu espírito e seus criadores ainda estão presentes. Unicamente mudaram suas táticas, mas não seu objetivo estratégico: a dominação de toda a terra. O comunismo quer ser o inimigo dos  ricos capitalistas, mas tem finalidades semelhantes. Tanto a elite endinheirada como os líderes comunistas estão comprometidos para estabelecer um Governo Mundial dos iluminados.

Quando terminou a I Guerra Mundial, dezenas de milhões de homens, mulheres e crianças haviam perdido sua vida em uma guerra fabricada pelos Soberanos Invisíveis visando seus próprios fins. A I Guerra Mundial conseguiu exatamente o que os Soberanos Invisíveis haviam se proposto alcançar:

 · Uma ditadura na Rússia como base segura para levar à realização uma posterior subversão mundial.

 · Conseguiram um controle parcial sobre a Palestina, preparando o caminho para que seu líder mundial governe algum dia 

desde sua sede em Jerusalém.

 · Acabou com a monarquia alemã.

 · Estabeleceu a Liga das Nações.

 · Fabricaram armas de destruição maciça e semeou-se o terror no mundo.

 

Capítulo 14 - O financiamento de Adolf Hitler

 

Ao terminar a I Guerra Mundial, redigiu-se em Paris quatro tratados com a finalidade de estabelecer as condições de paz, um para cada um dos países derrotados: Alemanha, Áustria, Hungria e Bulgária. O tratado que afetou a Alemanha foi firmado em Versailles a 28 de junho de 1919.

O tratado de Versailles, mais que uma paz justa e duradoura, entendia consolidar a hegemonia dos vencedores. Os alemães opuseram-se inutilmente ao que estava articulado no pacto, o qual, segundo eles, foi uma imposição injusta. Segundo o tratado, a Alemanha foi despojada de quase 75 mil quilômetros quadrados de território no qual vivia uma população de mais de 7 milhões de habitantes. Entre outros, a Polônia conseguiu a região de Poznan e à França foram-lhe restituídas a Lorena e a Alsácia. E a cidade de Dantzig encontrou-se sob a tutela da Sociedade das Nações, mas representada em suas relações exteriores pela Polônia. Igualmente criou-se uma zona desmilitarizada de cinqüenta quilômetros ao longo do rio Reno, e parte do território alemão foi ocupado militarmente; o serviço militar obrigatório foi eliminado e o exército alemão se viu limitado a apenas 100 mil voluntários, as fábricas de armamentos e as escolas militares foram fechadas.

A I Guerra Mundial abriu também um longo período de crises, insidioso e repetido nos anos 20. No dia seguinte após o término da guerra, os países comprometidos com ela, com exceção dos Estados Unidos, que havia se beneficiado enormemente, estavam extenuados e arruinados. Esses mesmos países haviam contraído para seus cidadãos uma enorme dívida pública interna e externa.

Em 1921, os créditos de guerra dos Estados Unidos contra os aliados eram de cerca de 12 mil milhões (12 bilhões) de dólares. Quem devia pagar todas essas dívidas? A resposta, especialmente na França era: "Os alemães".

Em 1921, a comissão aliada de reparações de guerra impôs à Alemanha uma pesada carga de 33 mil milhões (33 bilhões) de dólares. As reparações exigidas da Alemanha fizeram com que a partir de 1923 o valor do marco desaparecesse dia após dia.

Os alemães não só sofreram a derrota e as dívidas da guerra, mas também as humilhações e a ocupação do Rhur pela França.(Como o governo alemão não pagou as reparações de guerra à França em   1923, este último país ocupara o território de Rhur.) Existia igualmente o pavor ao perigo bolchevista, à anarquia e ao caos.

Então veio a crise de 1929 e seu prolongamento nos anos 30. A crise, causada pelo crack da Bolsa de Nova York, teve também na Alemanha um efeito demolidor.(Crack significa "queda do índice na Bolsa". Quando a grande nação norte-americana estava em plena expansão industrial e agrícola, os homens das Altas Finanças (Federal Reserve Bank) deliberadamente e sem motivo econômico algum retiraram 8 mil milhões (8 bilhões) de dólares de circulação, contribuindo para a famosa catástrofe do "Sexta-feira Negra".) A bancarrota de Wall Street, de 1929, nos Estados Unidos, foi fabricada de uma maneira semelhante. Os banqueiros iluminados criaram a inflação e estimularam a bolsa de valores a estender-se demais, o que levou a uma quebra inevitável.

Durante aqueles anos levantaram-se vários movimentos e partidos revolucionários, até que Hitler dissolveu todos os sindicatos e organizou todos os trabalhadores na Frente do Trabalho, criada em maio de 1933.

Existem abundantes provas de que preeminentes membros de certas famílias poderosas, como os Astor, os Morgan, os Rockefeller, os Warburg, os Rothschild, os Kennedy e os DuPont estiveram por trás da política de apaziguamento na Europa, o que permitiu a Hitler transformar-se em uma ameaça.

Como prova do financiamento por parte da elite, Fritz Springmeier cita um documento secreto, em sua obra Be Wise as Serpents: "Adolf Hitler e os irmãos Dulles encontraram-se na casa do barão Kurt  von Schroeder. Allen e Foster Dulles foram enviados secretamente a Hitler para afirmar-lhe que a elite financiaria sua ascensão ao poder" .(SPRlNGMEIER, Fritz. Be Wise as Serpents. Lincoln, 1991,52.)

John Foster Dulles foi um dos artífices do Tratado de Versailles e a ele se podem atribuir as difíceis condições que foram impostas por esse tratado à Alemanha e que arruinou suas finanças depois da I Guerra Mundial. Se Hitler tivesse sido como a imagem que hoje temos dele, jamais teria tratado com o homem que fez a Alemanha sofrer. A resposta é que existe uma conspiração por parte dos que estão na cúpula para nos governar e para nos conduzir para uma nova ordem mundial. Essa gente está totalmente disposta a sacrificar nações inteiras para consegui-lo.

Segundo o historiador suíço S. Reinard, em sua obra Um verão espanhol, também Warburg viajou para a Alemanha para um encontro com Hitler em Munich. A primeira transação de 15 milhões de dólares para Hitler aconteceu em Amsterdã, na Holanda. A partir desse momento o dinheiro começou a entrar abundantemente no Partido Nazista. Ao Sindicato Rheinisch Westphalia foram enviados 10 milhões de dólares e outros 7 milhões de dólares foram entregues a Goebbels em Dusseldorf. De acordo com o pesquisador e escritor Gerhard Muller, Warburg transmitiu uma soma total de 128 milhões de marcos a Hitler.(MÜLLER, Gerhard. Hinter den Kulissen des Weltgeschehens. Pãh1 1982, 181.)

Também o Banco da Inglaterra, sob o controle dos Rothschild, ajudou Hitler. Esse banco, mesmo depois de Hitler ter iniciado sua corrida macabra pela Europa, entregou-lhe 6 milhões de libras das reservas tcheco-eslovacas que se conservavam em Londres depois de esse país ter sido invadido por ele.

A Alemanha voltou a ser armada pela família DuPont. John Foster Dulles preparou remessas secretas de munições através da DuPont. Os Rockefeller haviam estabelecido uma companhia que condividia seus lucros com Schroeder, banco pessoal de Hitler.

O grupo de J. P. Morgan determinou empréstimo ao cartel de produtos químicos de I. G. Farben criado por Hitler. Esse cartel foi criado com empréstimos da Wall Street no que foi chamado de Plano Dawes, que sem dúvida nenhuma foi um produto de J. P. Morgan. Sem o capital fornecido pelos Soberanos Invisíveis, antes de tudo não teria existido I. G. Farben e certamente nem mesmo teria acontecido um Hitler e nem mesmo teria ocorrido uma II Guerra Mundial.

O cartel químico de I. G. Farben era controlado pelos Soberanos Invisíveis. A formação da mais famosa aliança aconteceu entre a Químicos I. G. Farben e a Standard Oil de New Jersey, propriedade de Rockefeller. Essa aliança incluiu um donativo de 30 milhões por parte dos Rockefeller. A Standard Oil de Rockefeller ajudou também a I. G. Farben no processo de transformar carvão em gasolina (processo de hidrogenização). Os DuPont também ajudaram a I. G. Farben na negociação de armas.

Os banqueiros Paul Warburg, seu irmão Max e alguns dos Rockefeller estavam entre os membros do conselho diretor da I. G. Farben americana, um holding dos Estados Unidos.

Igualmente é interessante saber que a revista holandesa Getrouw, em seu número de abril de 1994, declarou que Yvy Lee, agente de relações públicas dos Rockefeller, servia como propagandista do III Reich de Adolf Hitler. Da mesma maneira veio a conhecimento público que a sucursal da Rockefeller Foundation serviu durante os anos 30 como "brain trust" (especialistas), entre outras coisas; para o desenvolvimento científico do III Reich. .

A elite, abastecendo Hitler em segredo, reconstruindo seus sistemas de comunicação, etc., permitiulhe seguir em frente. Onassis, como rei iluminado que era, trabalhou com outros grandes iluminados, como Rockefeller e os Kennedy, para tirar proveito de maneira silenciosa da situação e fazer com que a guerra se prolongasse. Onassis vendeu petróleo e armas a ambos os lados. Os telefones da 1'1"1' foram usados em submarinos alemães. Os submarinos e aviões alemães jamais tocaram nos navios de Aristóteles Onassis, apesar de navegarem por áreas de guerra. Nem mesmo lhes fizeram mal algum os aliados. A grande frota de Aristóteles não perdeu um só barco. Rockefeller vendeu petróleo a Hitler durante a II Guerra Mundial por intermédio da Espanha, para fazer com que a guerra durasse mais.(A follower of Chríst. Janeiro de 1995, 94.)

Depois que terminou a guerra, os tribunais que investigaram os criminosos de guerra nazistas censuraram todos os materiais que registravam a ajuda do Ocidente a Hitler.

Enquanto o povo não se conscientizar de que a verdadeira mão que esteve por trás dos nazistas foi a dos iluminados, não poderá penetrar no lugar em que reside o segredo dos segredos; continuará sendo enganada em relação à maneira como todas essas coisas convergem para os elevados mandatários.

Igualmente se faz vista grossa que Hitler e outros líderes do nazismo estavam completamente envolvidos com o ocultismo. As influências satânicas que se manifestaram em Hitler foram registradas por muitos pesquisadores e historiadores.

A orientação ocultista de Hitler começou aparentemente quando, aos 10 anos de idade, foi enviado para a escola da Abadia de Lambach, em Lambach am Traum, na Áustria. Os ensinamentos do abade da escola tinham muito em comum com o ocultismo no estilo dos templários que Hitler mais tarde teria de pesquisar. Hitler também aprendeu muitos dos conhecimentos ocultistas, que teve, da Sociedade Teosófica, que tem fortes ligações com o satanismo e com a maçonaria.(SPRINGMEIER. Fritz. The Top 13 Illuminati Bloodlines. Lincoln, 1995, 212.) H. P. . Blavatsky, que estava envolvida com o espiritismo, foi a iniciadora da Sociedade Teosófica, bem como de um periódico que se chamou Lucifer, em 1887. A mulher que co-editava Lucifer junto com ela, Mabel Collins, era a médium (chamados agora "canalizadores") e pertencia à 13ª linhagem.

A Sociedade Teosófica contou entre seus membros alguns inventores geniais como Thomas Alva Edison e Nichol Tesia. Também escritores famosos do naipe de George Bernard Shaw e William Butler Yeats. A lista inclui também Gandhi e Elvis Presley.

O próprio Hitler foi membro da Thule Gesells­chaft, uma das mais poderosas sociedades secretas ocultistas da Alemanha. Pertenceu ao círculo íntimo dessa sociedade em que se praticava o satanismp.(SPRINGMEIER, Fritz. The Top 13 Illurninati Bloodlines. Lincoln, 1995, 212) A Thule Gesellschaft foi criada por algumas sociedades esotéricas gnósticas e satânicas e por membros iluminados da 13ª  linhagem. Muitos outros homens que chegaram a ser líderes do nazismo, tais como Rudolf Hess, Göring e Himmler, foram também membros da Thule Gesellschaft.

Outras duas sociedades ocultistas secretas que desempenharam um papel importante na revolução nazista foram a Sociedade Vril e a Sociedade Edelweiss. Do mesmo modo que a Sociedade Thule, ambas tinham ligações com suas irmãs da Inglaterra.

Havia pessoas a quem Hitler prestava atenção. Eram as mesmas pessoas com a quais ele condividia o ritual e que o colocaram no poder. Para entender o êxito de Hitler precisamos aprofundar-nos no poder que estava por trás dele e nas finalidades visadas por esse poder.

Muitos pesquisadores acreditam que Hitler e sua amante, Eva Braum, não morreram no bunker (abrigo). A dentadura do cadáver, que segundo a versão oficial era a de Hitler, não se ajusta à de Hitler. Os investigadores também encontraram uma semicarbonizada escrita, feita a mão por uma mulher (Eva Braum?), na qual dizia a seus pais que não se preocupassem, caso não tivessem notícias dela durante um bom tempo.

 Hitler pode não ter tido problemas para fugir quando os russos chegaram a Berlim. Entre outras  coisas, encontrou-se por trás de uma estante de livros, no quarto de Hitler, uma passagem secreta que conduzia a um túnel onde havia uma linha de ônibus elétrico. Os Soberanos Invisíveis ajudaram Hitler a escapar? Uma informação russa de 1945 afirmava: "Não foram descobertos rastros dos corpos de Hitler e de Eva   Braum... Estabeleceu-se que Hitler, por intermédio de um falso testemunho, procurou o jeito de esconder suas pegadas. Existem provas irrefutáveis de que um pequeno aeroplano partiu de Tiergarten na madrugada de 30 de abril, voando na direção de Hamburgo. Sabe-se que iam a bordo três homens e uma mulher. Também se estabeleceu que um grande submarino zarpou de Hamburgo antes da chegada das forças britânicas. Iam a bordo misteriosos passageiros, entre eles uma mulher".(KEITH, Jim. Casebook on Alternative 3 - UFOs, Secret Societies and World Control. Lilburn, 1994, 28ff.)

 Entre os benefícios que os Soberanos Invisíveis obtiveram da II Guerra Mundial, estão os seguintes:

 * A ampliação de uma base segura dos Soberanos Invisíveis na Rússia visando ao poder mundial.

 * A criação da Organização das Nações Unidas (futuro Parlamento Mundial).

 * Um controle completo sobre a Palestina pelos Soberanos Invisíveis.

 * Poder aéreo, incluindo mísseis de longo alcance, jatos e poderosos submarinos, coisas que não poderiam ser produzidas por indivíduos. Os que controlaram sua produção poderiam, portanto, controlar todas as vias aéreas e marítimas do planeta.

 * A criação de serviços de inteligência mais poderosos (colocados secretamente sob seu controle).

 * Acumulação de enormes riquezas nas mãos dos conspiradores.

        Depois da II Guerra Mundial os Soberanos Invisíveis puderam lançar também as raízes de outra guerra; a "Guerra Fria", que seria essencial como fachada para consolidar no futuro seu controle e servir de desculpa para muitas ações nefandas que se realizaram em nome da Guerra Fria, mas que na realidade ajudariam a criar a Nova Ordem Mundial.

Uma das razões pelas quais a elite do dinheiro mandou milhões de dólares para a Revolução Russa de 1917, foi porque 30 anos mais tarde teria de utilizar para suas finalidades o temor ao "espantalho" russo. A chamada "Guerra Fria" foi um meio de assustar as populações de ambos os lados com sofrimentos terríveis, enquanto seus governantes gastavam incontáveis milhões em armas. Não havia um projeto em nenhuma das duas partes para utilizar essas armas, não era essa a idéia. Como se mencionou antes, o controle por meio da guerra mundial foi substituído pelo "medo" desta guerra. A era do terror e a Guerra Fria foram de certa maneira um meio para convencer as populações sobre a necessidade de uma Nova Ordem Mundial.

Capítulo 15 - Os filhos da tribo de Judá

Visto que existe uma forte implicação dos judeus na" Conspiração Mundial", muita gente diz que se trata de uma conspiração judaica. Mas isto é um equívoco, pois, como vimos, existe uma agenda secreta: a Conspiração mundial é uma "Conspiração Religiosa". No fundo, essa é uma conspiração satânica.

Hoje existe, na maioria dos países do mundo, uma tendência a proteger os judeus de toda crítica. Falar do tema judaico, sobretudo quando se faz de uma maneira crítica, é um tema indiscutível: é tabu. Hoje é comum que qualquer crítica relacionada com o povo judeu seja considerada da extrema direita anti-semita. Portanto, vejo-me obrigado a insistir e salientar que a informação oferecida neste estudo de maneira nenhuma pode ser qualificada como projeto anti-semita. O leitor pode comprovar que não tem nada de antijudaico e menos ainda de anti­semita.

Para muitos, no dia 14 de maio de 1948, dia em que David Ben Gurion proclamou o novo Estado de Israel em Tel Aviv, transformaram-se em realidade as promessas que Deus fez nas Escrituras com relação ao povo judeu. Também o fato de que milhões de judeus tenham emigrado para Israel, junto com o aumento da força militar e econômica desse país e o reconhecimento da soberania de Israel pelas grandes potências do mundo, é aclamado por muitas pessoas, tanto judias quanto cristãs, como algo que acontece como cumprimento das profecias bíblicas. Na realidade cumprem profecias bíblicas os acontecimentos que ocorreram em Israel no século XX?

A história do povo judaico é uma história quase contínua de sofrimentos. São evidentes as hostilidades e perseguições contra a população judaica em todos os lugares.

Como vimos, depois que Ciro o Persa derrotara Babilônia no ano 539 antes de Cristo, ele mesmo permitiu que os membros de Judá voltassem para se estabelecer em sua terra. Só uma pequena parte dos exilados voltou para Judá. O nome "judeu" aplica­se pela primeira vez a esses grupos procedentes da Babilônia.

O Reino de Judá nunca foi restabelecido. A nova nação judaica, em lugar de restabelecer o reino davídico, colocou no poder um sacerdócio aaronita. Essa nação chegou a ser a representante oficial dos judeus.

Depois que no século I rebentou uma rebelião contra Roma, as tropas romanas devastaram Jerusalém e queimaram por completo o Templo no ano 70 d.C.

A essa rebelião seguiu-se uma insurreição maior cerca de 60 anos depois, entre os anos 132 e 135. Como resultado desse novo distúrbio todos os judeus foram expulsos oficialmente de Jerusalém, lugar que se transformou em uma cidade romana. A maior parte da população judaica dispersou-se na diáspora. Muitos emigraram para a Ásia Menor, para a Grécia, para Roma, para o norte da África e para a Espanha.

A história dos judeus constitui uma parte inseparável da Espanha. Depois que os Reis Católicos estabeleceram a Inquisição, pois desejavam assegurar para os reinos da Espanha a unidade religiosa ameaçada pelos judeus, dezenas de milhares converteram-se aparentemente à fé cristã. Calcula-se que no século XV passaram a fazer parte da Igreja entre 250 a 300 mil judeus. É preciso acrescentar que os convertidos continuavam, em sua imensa maioria, "judaizando", isto é, praticando de maneira secreta o culto judeu e tendo de cristãos apenas o nome. Não é fácil a um judeu converter-se sinceramente e realmente para outra religião.( Aos judeus convertidos, que continuavam observando em segredo os ritos judaicos, eram reservado o cognome de "marranos".)

Em maio de 1492, aos outros judeus não convertidos foi dado um prazo até o dia 10 de agosto para abandonar os reinos da Espanha. Os judeus não só foram expulsos da Espanha nos fins do século XV; mas também já haviam sido expulsos de quase todo o Ocidente europeu. Muitos deles se estabeleceram no leste da Europa. O que hoje é o território da Rússia chegou a ser a pátria de mais da metade de todos os judeus.

É importante assinalar que muitos historiadores judeus afirmam que os judeus que já viviam nesse território não eram descendentes daqueles procedentes da Judéia, mas sim dos kazares, tribos de origem pagã que habitavam no poderoso reino de Kazar (700­1016. d.C). Kazaria era uma região da Ásia Central, entre a metade norte dos mares Negro e Cáspio. Os kazares eram aparentados com a raça dos tártaros e dos mongóis. Desde que seu rei Bulan se converteu ao judaísmo, todos os kazares tinham de aprender o hebraico e orar em hebraico, e foram obrigados, sob ameaça de morte, a circuncidar-se e tinham de aceitar os rabinos como líderes espirituais.(Segundo o historiador judeu Nathan M. Pollock, em The fews That Aren't. San Diego Union, 28 de agosto de 1966, 1.)

Os kazares, quando atacavam os povos russos, matavam os homens e seqüestravam as mulheres, convertendo-as ao judaísmo e se casavam com elas. Provavelmente isto explica o cabelo ruivo e os olhos azuis, um pouco amendoados, de tantos judeus europeus.

O reino judeu dos kazares foi arrasado no ano 1230 pelo mongol Batu Khan. A maioria dos judeus­kazares pôde fugir para o oeste, onde formaram os grandes bairros de judeus da Polônia, da Hungria, da Boêmia, da Áustria, da Romênia e da Rússia.

Quanto aos judeus procedentes da Espanha e de outros países da Europa, eles foram se estabelecer no leste europeu, onde os governantes se mostraram muito hostis para com eles.

Com a ascensão ao trono do czar Alexandre II iniciou, para a população judia, um período melhor e relativamente tranqüilo. Pela primeira vez vêem­se judeus na área da medicina, da arquitetura, da jurisprudência e da indústria. O tolerante czar inclusive lhes confiou a reconstrução econômica do país e a criação do banco russo. Mas esse período de paz não durou muito. Depois do assassinato do czar Alexandre II, a 13 de março de 1881, voltam os "pogroms" contra os desventurados judeus como nunca antes acontecera.

Com base nisto, um grupo de jovens judeus idealistas fugiu em 1881 para a Palestina com a finalidade de procurar um refúgio para a população judia perseguida. Compraram um terreno próximo de Jafa para plantar cereais e outros cultivos. Mais tarde uniram-se a eles outros judeus procedentes da Rússia e da Romênia. Havia nascido o sionismo. Que é o sionismo?

O movimento sionista ocupa na história de Israel um lugar muito importante. Os dicionários em geral descrevem o sionismo de maneira não temporal. O Novo Dicionário Ilustrado Sopena define o sionismo da seguinte maneira: "Aspiração dos judeus por recuperar o território da Palestina como pátria" . E como segundo significado: "Organização internacional judaica para conseguir realizar essa aspiração". Um dos primeiros promotores do sionismo foi o rabino Judah AI Kalai,  que já em 1839 havia insistido em criar colônias judaicas na Palestina.

Segundo os historiadores, o sionismo nasceu em 1860 na Conferência de Thorn (Prússia), que foi convocada pelo rabino Zvi Hirsch Kalischer, um seguidor de AI Kalai. Durante a reunião foi reconhecida a necessidade de estabelecer um lar para os judeus na Palestina; Hirsch identificou o projeto com a promessa messiânica da Bíblia. Outro promotor do sionismo foi Moses Hess. Sua obra Roma e Jerusalém, publicada em 1862, já incluía a base fundamental do sionismo.

Crucial para o nascimento do movimento sionista foi o assassinato do czar da Rússia, Alexandre II. Como acabamos de observar, depois de sua morte iniciou-se no leste da Europa uma terrível onda de perseguições contra a população judia. Em 1895 decidiu-se confinar todos os judeus russos em uma Zona de Residência.

 

O homem que deu o impulso decisivo ao movimento político do sionismo, tal como o conhecemos em nossos dias, foi o jornalista israelita Theodore Herzl, de origem húngara. Jornalista, escritor, doutor em direito pela Universidade de Viena, advogado em Salzburgo e correspondente na França do Neue Frei Presse. Herzl fundou o diário A Questão Judaica, no qual apresentou suas idéias e soluções políticas e econômicas do sionismo. O assaz e influente maçom e romancista Max Nordau animou-o a reunir seus escritos em um livro. O resultado foi a famosa obra Estado Judeu, que foi publicada em 1895. Dois anos mais tarde foi constituida a Organização Sionista Mundial. Segundo os sionistas, a tradição e o significado primordial do movimento sionista de Herzl era a aspiração de recuperar o território da Palestina para constituir um estado independente como pátria.

 

O século XX inicia-se com as perseguições de Kunitz e o Pogrom de Kishinev em 1903. Conseqüentemente, o ministro britânico das Colônias ofereceu a Theodore Herzl o território de Uganda para criar o Lar Judeu, que foi recusado pelo VI Congresso Sionista.

 

É importante levar em. consideração que não é  preciso ser judeu para ser sionista e que muitos que se   consideram sionistas não são judeus.

 

Muitos judeus e também muitos cristãos consideram o sionismo como o cumprimento das promessas bíblicas. Que é o sionismo na realidade? O famoso escritor judeu Jack Bernstein escreveu o se guinte: "O judaísmo é uma religião; mas o sionismo é um movimento político fundado pelos próprios judeus que faziam parte da força que estava por trás  do comunismo. 

 

O objetivo do sionismo é um Governo Mumdial sob o controle dos sionistas e. das Altas Finanças Internacionais judaicas" (BERNSTEIN, Jack. Das Leben eines amerikanischen Juden in rassistischen, marxistischen Israel. Steinkirchen, 1985, 17.)

           Os principais financia dores do sionismo foram os Rothschild, Kuhn, Loeb, Warburg e Rockefeller. Em 1875, os Rothschild tomaram possível a compra das ações do canal de Suez pela Inglaterra. Sabe-se que $raças a esse financiamento, a Inglaterra obteve uma posição dominante no Egito. Depois de ter declarado que a Palestina era uma área estratégica para a defesa do canal, os britânicos, sob a direção do general Allenby, acabaram com o domínio turco na Palestina.

        É indiscutível que isso favoreceu as aspirações do movimento sionista.

        Depois da vitória sobre os turcos, em novembro de 1917, Lord Balfour, que se encontrava nos Estados Unidos, publicou em forma de carta a Lord Rothschild, a chamada Declaração Balfour, que prometeu a criação de um lar nacional judeu na Palestina.

Um dos problemas principais para o movimento sionista foi o fato de que a maioria dos judeus não estava interessada em emigrar para a _ Palestina. O sionismo ganhou muita simpatia quando o mundo soube dos assassinatos de judeus por ação dos nazistas. Em razão disso o sonho sionista pôde se realizar rapidamente, em 1948, quando se estabeleceu o Estado de Israel.

 

As relações dos Soberanos Invisíveis com os judeus são enganosas. A posição dos Soberanos Invisíveis é apresentada como pró-judaica, mas, na maioria dos casos, seu apoio à raça judaica foi utilizado com o  único propósito de controlar a direção e a ganância . dos judeus. Os Soberanos Invisíveis só apóiam aqueles judeus que se tornaram presa dos enganosos ensinamentos gnósticos e ocultistas do cabalismo e em troca apóiam o movimento sionista. Agora eles se servem desses judeus, mas depois vão ser abandonados pela ditadura da Nova Ordem Mundial.

Os Soberanos Invisíveis abusaram da raça judaica e a manipularam mais do que o fizeram outros grupos ao longo da história. Como veremos no capítulo a seguir, poucos sofreram tanto como os judeus por causa das maquinações dos Soberanos Invisíveis.

O que é certo é que as profecias bíblicas não cumprem os acontecimentos que ocorreram em Israel no século XX. É importante notar que muitos judeus se opuseram ao sionismo porque as Escrituras não indicavam em parte alguma que Deus ia estabelecer um movimento como o sionismo. Segundo eles, tudo dependeria do futuro Messias e não dos sionistas. Pelo que também se chegou a conhecer, a maioria dos judeus que vivem hoje em Israel é descendente dos kazares e não de judeus da Judéia. Da mesma maneira, é importante saber que 83% dos habitantes de Israel não crêem em Deus e são ateus.

Capítulo 16 -  Adolf Hitler e o sionismo 

Segundo a história oficial, depois da ascensão de Adolf Hitler ao poder em 1933, a fim de evitar qualquer influência judaica, tanto na política quanto na economia e na cultura, a política seguida na Alemanha contra o povo judeu foi acelerar uma emigração sistemática de todos os judeus.

Muitas pessoas ignoram que a situação anti-semita criada na Alemanha ofereceu uma oportunidade única para ganhar os judeus alemães para a causa sionista. O famoso líder sionista David Ben Gurion esperava que a vitória dos nazistas fosse trazer bênçãos para o sionismo.(SEGEV, Tom. Die Siebte Million - Der Holocaust und Israels Politik der Erinnerung. Hamburg, 1995, 29. )

Surpreendentemente, descobriu-se que até 1939 existia uma relação especial entre os sionistas e o ditador, pois estavam muito contentes pelas perseguições dos judeus por parte dos nazistas. Conseqüentemente, alguns líderes muito importantes do movimento sionista viajaram para a Alemanha para negociar com Hitler sobre um método eficiente de mandar os judeus para a Palestina e ao mesmo tempo rechear o tesouro público da Alemanha. O fruto das negociações entre ambas as partes foi o convênio Haavara- Transfer. Com o dinheiro dos judeus que desejavam ir para a Palestina compravam-se mercadorias na Alemanha. Essas mercadorias eram enviadas para a Palestina. Quando os judeus chegavam à Palestina, uma agência dos sionistas as pagava ao câmbio da moeda que se usava naquela época. Parece que Hitler se beneficiou com este convênio, desde 1933 até 1939, com mais de 105.670.241,06 marcos.(Segundo os dados oficiais da embaixada alemã em Jerusalém, a Alemanha enviou durante aqueles anos, entre outras coisas, os seguintes produtos e ­artigos, pagos com dinheiro dos judeus alemães, à Palestina: brinquedos, pape~ pintura, medicamentos, sapatos, motores, tratores, automóveis, ferramentas, ferro, porcelanas, cobre, tubulações, cerveja, e muitas outras coisas.) Hitler continuou as negociações com a companhia Hanotaiah Ltd.

Como se necessitava de agricultores, operários e outros especialistas na Palestina iniciaram-se na Alemanha cursos escolares para preparar os judeus para a emigração. É interessante saber que se estabeleceram campos especiais para o treinamento militar de jovens judeus.(Todas estas particularidades foram recolhidas por Francis Nicosia em seu livro Ritler e o Sionismo, uma obra baseada em uma tese de doutorado para uma universidade norte-americana.)

Como a situação na Alemanha piorava dia a dia para os judeus, aumentaram as solicitações para emigrar para a Palestina. Muitas pessoas pensavam que a única esperança de sobrevivência era emigrar para a Palestina. Em 1935, mais de 62 mil judeus emigraram. A emigração se interrompeu em 1939 por causa de um decreto das autoridades britânicas que limitava o número de emigrantes para esse país. É uma vergonha que os ingleses tenham chegado até a afundar vários barcos com refugiados judeus diante das costas da Palestina. Seiscentos judeus morreram afogados!

Da mesma maneira é censurável que os Estados Unidos tenham reagido com indiferença inconcebível diante da tragédia dos judeus. O governo desse país negou-se a agir contra o sistema de terror dos nazistas. Não tomaram nenhuma medida para salvá-los. Pior ainda, levantaram barreiras para impedir a emigração para os Estados Unidos dos judeus procedentes da Alemanha.

Pôde-se afirmar que o poder dos judeus era suficientemente forte para fazer que Roosevelt fosse eleito, mas não era tão forte para ajudar os judeus ortodoxos alemães. Os poderosos judeus reformados em nações como os Estados Unidos até reforçaram as proibições de que os judeus ortodoxos emigrassem visando sua segurança antes da II Guerra Mundial.

Quando na Bratislava nasceu um plano para salvar os judeus na Europa, o líder sionista David Ben Gurion disse que o dinheiro, um adiantamento de 200 mil dólares que os nazistas pediram em troca, era demasiado para o movimento sionista; consegüentemente o plano fracassou.

Terminamos com as palavras dos dois líderes mais destacados do movimento sionista. O líder sionista Chaim Weizmann disse em uma ocasião: "Prefiro ver afundar-se os judeus na Alemanha do que perder Israel para os judeus" .(SEGEY, Tom. Die Siebte Million - Der Holocaust und Israels Politik der Erinnerung. Hamburg, 1995,43.) David Ben Gurion disse em 1938: "Se eu tivesse que escolher entre a possibilidade de salvar todos os jovens judeus da Alemanha, transferindo-os para a Inglaterra, ou transferir somente a metade deles para a Palestina, escolheria a segunda possibilidade".(SEGEY, Tom. Die Siebte Million - Der Holocaust und Israels Politik der Erinnerung. Hamburg, 1995,30. )

Deixemos entre parênteses a razão pela qual tanto os britânicos na Palestina como o governo dos Estados Unidos com seus ilustres judeus entre os bastidores e também o movimento sionista, levantaram barreiras contra a salvação dos judeus na Europa. Somente quero recordar as palavras do escritor judeu J. G. Burg, em sua obra Schuld und Schicksal (Oldenburg 1972), p. 32: "Quanto mais tenham de sofrer os judeus e quanto mais os persigam, tanto melhores serão as _ probabilidades de sucesso para os sionistas" .

Capítulo 17 - Censurando falsamente Pio XII

Os inimigos da Igreja católica sempre censuram o Vaticano por não ter apresentado um protesto oficial :contra o nazismo e contra Hitler. Além de fingirem não ver que tal declaração não teria causado nenhum efeito no indomável Hitler, evidenciou-se que essa acusação está baseada em mentiras. É uma história inventada em 1963 pelos jornalistas Rolf Hochhuths e Saul Friedländer! A obra intitulada Der Stellvertreter  (O suplente), escrita por ambos senhores, causou danos à reputação do papa Pio XII e ao Vaticano até nossos dias.

 É certo que alguns líderes religiosos alemães mantiveram silêncio e apoiaram moralmente o regime nazista. Não obstante, pela ação de alguns católicos não podemos acusar a Igreja em sua totalidade. Por exemplo, é importante saber que foi o extermínio dos doentes incuráveis e dos alienados mentais que provocou um protesto enérgico do episcopado alemão contra a atuação do nazismo. Em um sermão na igreja de São Lamberto, de Münster, o ,cardeal Galen revelou publicamente os detalhes do programa da eutanásia, mantido até então em rigoroso segredo, e exclamou: "Caia a maldição sobre o povo alemão se são assassinados os inocentes e os assassinos ficarem sem castigo". Desejoso de não transformar em mártir um conhecido dirigente da Igreja o regime não tomou nenhuma represália contra Galen, mas fez que fossem executados três sacerdotes católicos de Lübeck, que haviam distribuído entre os soldados o texto do sermão do cardeal!

Em visitas pastorais, Galen e o bispo Frings, de Colônia, condenaram algumas típicas expressões do espírito militar nazista, como o assassinato de reféns e de prisioneiros de guerra, e exortaram a seus fiéis a não abrigar sentimentos de vingança contra o inimigo.

Vemos também exemplos de pessoas e grupos que se opuseram publicamente à perseguição dos judeus pelos nazistas. O pároco Bernhard Lichtenberg, de Berlim, orava diariamente em público pelos judeus e, por esse motivo, foi enviado para um campo de concentração. Outros sacerdotes foram deportados por não colaborar com a política antijudaica. Outros preferiram não fazê-lo publicamente para não serem deportados e poder ajudar os judeus a esconder-se e a escapar. A Conferência dos Bispos Católicos de Fulda afirmou: "A religião não pode se basear no sangue, na raça ou em outros dogmas de criação humana, mas somente na revelação divina".

Pio XI publicou uma encíclica papal contra o nazismo e rechaçou o racismo com estas palavras: "O anti-semitismo é um movimento que é repulsivo (...). Não é possível para os cristãos fazer parte dele. O anti-semitismo não é permitido. Somos espiritualmente judeus por meio de Cristo..." (WEIB, John.ldeology of Death. New York, 1997,315.)

O papa Pio XI com a participação de seu secretário, o cardeal Pacelli, futuro papa Pio XII publicou, em 1934, uma encíclica intitulada Mit Brennender Sorge, censurando as atividades de Hitler. É interessante ver que o cardeal Pacelli, quando anunciou que Hitler queria visitar o papa, para evitar que ambos se vissem, tomou medidas para que o já muito ancião Pio XI se transferisse para Castel Gandolfo.

Hitler também quis visitar a capela Sistina. Que fez Pacelli? Esse homem admirável, apesar dos protestos do governo italiano, fechou a capela para reforma. Também é de notar que Pacelli, para impedir que os nazistas se apoderassem da maior sinagoga em Roma, mandou fechá-la com o selo do Vaticano.

Quanto ao aniquilamento dos judeus, a 14 de março de 1943, Pacelli dirigiu-se, já como Pio XII, em segredo, ao Colégio dos Cardeais dizendo: "No interesse das vítimas temos que medir os inconvenientes e ter muito cuidado no que comentamos a respeito deste assunto, para não causar um efeito que piore a situação de todos eles".

Em razão das acusações dos jornalistas anteriormente nomeados, o papa Paulo VI permitiu abrir uma determinada parte do arquivo do Vaticano. Citamos Robert Graham no Washmgton Post: "Eu.estava pasmado pelas coisas que lia. No princípio da guerra, o próprio papa havia escrito em segredo textos contra a Alemanha, os quais haviam sido transmitidos pela Rádio Vaticana a todo o globo. Em conseqüência desses textos o embaixador alemão, na Itália, sem saber que havia sido Pio XII quem os havia escrito, apresentou um protesto ao Vaticano.  Depois dos ataques pela rádio, Pio XII estabeleceu um Comitê sob a direção de seu secretário, o padre Leiber, para socorrer os refugiados judeus" o

Da mesma maneira é evidente que o secretário do papa, o Dr. Anton Weber, por ordem do próprio papa, enviou petições oficiais aos governos dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha, e de outros países, suplicando vistos para os judeus perseguidos. Somente o Brasil concedeu três mil vistos para a população hebraica. Georges Roches declarou em sua obra Pie XII Avant I'Histoire que o Comitê estabelecido por Pio XII ministrou aos judeus documentos que declaravam que eram católicos, desta forma a milhares deles se permitia entrar nos Estados Unidos.

Também é interessante saber que o próprio papa se encarregou da manutenção de 15 mil judeus na cidade do Vaticano. É de notar que durante toda a II Guerra Mundial, em Assis, nas criptas da basílica de São Francisco, o papa permitiu que os judeus refugiados celebrassem seus serviços religiosos.

O arquivo aberto por Paulo VI prova também que o mesmo papa Pio II ordenou a todos os católicos que socorressem os judeus. No ano 1942, por ordem do Vaticano, esconderam-se mais de um milhão de judeus nos conventos e em outras instituições católicas. Aos judeus, além de ensinar-lhes o catecismo. e as cânticos, vestiam­nos de monges, entre outras coisas.(MARTINEZ, Mary Ball. Die Untermenierung der Katholischen Kirche. Durach, 1992,79.) Durante a II Guerra Mundial os católicos salvaram a vida de mais judeus do que todas as outras organizações e religiões juntas.

O histariador holandês Hans Jansen disse, em sua obra De zwifgende Paus? Het protest van Pius XII en zijn medewerkers tegen de jodenvervolging in Europa (Calou-se o papa? - O protesto de Pio XII e seus campanheiros contra a perseguição aos judeus na Europa) (Kampen, 2000): "O papa ordenou que fossem escondidas centenas de judeus nos conventos da Polônia, França, Hungria, Bélgica, Itália e de outras países. Só em Rama, mais de 150 conventos ajudaram a esconder judeus perseguidos. O papa era um teimoso e principal adversário da ideologia das nazistas. Uma prova nos oferecem os numerosos sinais de gratidão por parte de muitas personalidades da povo judeu. Entre outros nomeamos o telegrama da ministro dos assuntos exteriores de Israel, Golda Meir" .

Quando morreu o papa Pio XII, em outubro de 1958, ela disse: "Durante a período de terror por parte dos nazistas contra o povo judeu, o papa levantou sua voz. A vida naquela época foi enriquecida par uma voz proclamando grandes valores morais acima de todo tumulto da luta diária".

No livro de Hans Jansen encontraram-se mais de 100 páginas que demonstram cranologicamente - dia após dia - a evidência sabre a resistência papal.

Capítulo 18 - Redução da humanidade

Um dos problemas principais para aqueles que  procuram chegar a uma ditadura mundial é a super­população do nosso planeta. Eles precisam reduzir a população mundial a números controláveis e frear o crescimento a todo custo. A publicação State of World Population 1991 afirma que o Fundo das Nações Unidas para as Atividades de População pensa em frear a  explosão demográfica, sobretudo na África onde a média de nascimentos por mulher é de 6,2.

Segundo Ramon Tamames, membro do Club de  Roma, em sua obra A reconquista do Paraíso, o informe  92 do Fundo das Nações Unidas, para as Atividades de População, propõe um programa sustentado e organizado, que deve colocar-se em movimento imediatamente: "O objetivo é uma redução de 4 mil milhões (4 bilhões) de pessoas" ( TAMAMES, Ramón. La Reconquista del Paraíso - Más allá de la Utopía. Madrid, 1993, 165.)

 

Em 1944, a elite de poder, através da "Federal Security Agency", iniciou uma campanha, não só para fazer que se acrescentasse flúor à água do consumo humano, mas também às pastas dentais. Pouca gente sabe que o flúor que se acrescenta à água potável e à pasta dental para combater a desgaste dos dentes, foi empregado como veneno para matar ratos cerca de 50 anos atrás. Atualmente, esse veneno para ratos se acrescenta à água para consumo da população de todo o mundo. Salvo o fato de produzir muitas doenças, assinalou-se que o flúor produz atraso mental, jus­tamente o que pretende a elite dos poderosos.

As maiores companhias fabricantes de produtos guímicos e de produtos medicinais são dirigidas pela elite dos poderosos. Precisar-se-ia.de um livro inteiro para explicar quem as controla e como estão ligadas entre si. Eles não desejam a cura para o câncer ou para qualquer outra doença. Essas doenças não só ajudam a reduzir a população como eles planejaram, mas ganham muito dinheiro com a venda dos medicamentos para tratar seus sintomas.

Outra forma de reduzir a população mundial é por meio dos medicamentos. Sabemos o que é que estão colocando nos remédios? Muitos medicamentos causam mais dano do que as enfermidades para as quais são produzidos. Somente nos Estados Unidos, os efeitos colaterais dos medicamentos matam cerca de 160 mil norte-americanos a cada ano e mandam para o hospital cerca de 1 milhão e 600 mil.

Nossa saúde depende também da qualidade dos alimentos que consumimos. Se soubéssemos quão pobres nutricionalmente são os alimentos que o Sistema Mundial produz, preocupar-nos-íamos mais com que comemos.  Muitos dos alimentos que encontramos hoje nos supermercados na realidade não alimentam, isto porque foram submetidos a um processo de elaboração que os faz perder sua essência. Como este processo tira quase todo seu poder nutritivo, então se diz ao povo que é preciso enriquecê-los ou fortalecê-los.  Mas o programa de "enriquecimento" é outra farsa.  É preciso estar alertas contra as táticas da elite dos poderosos.  As vitaminas pedidas são restabelecidas com vitaminas sintéticas de origem não orgânica digestivo. Os 69% das enfermidades estão relacionados com a alimentação que consumimos.  Agora está quase no momento de se colocar em prática a passagem última e definitiva da destruição da alimentação pela elite de poder:  a irradiação dos alimentos.

Esta irradiação se faz com o cobalto dos raios gama, os quais são capazes de produzir mutações genéticas, assim como acontece com os elementos radioativos.  Muitos cientistas dizem que a irradiação pode causar mudanças químicas no alimento, o que poderia destruir os nutrientes e criar cancerígenos.  Descobriu-se que alguns animais alimentados com alimentos irradiados sofreram mudanças nos glóbulos brancos, dano nos rins e conseqüências no sistema imunológico.  Alguns estudos revelaram uma crescente incidência de tumores, o que sugere que o câncer pode te sido causando por um consumo prolongado de alimentos irradiados. A fim de calar os que se opõem à irradiação, a elite dos poderosos tem criado uma confusão contaminando nossos alimentos. Deliberadamente provocaram temores com o suposto "problema" dasalmonela e da bactéria E (scherichia-coli). Como de costume, eles criam o problema e oferecem a solução... um pacote envolvido em embalagem, como presente, para o público ignorante.

Em 1984, algumas fundações relacionadas com a elite dos poderosos deram mais de 10 milhões de dólares à "Planned Perenthood Federation" (IPPF). Essa organização foi fundada por inspiração da elite dos poderosos em 1933. A IPPF foi fundada para alcançar vários objetivos. Os propósitos declarados pela mesma organização são muito significativos.

Proporcionar uma liderança para:

· Manipular com eficiência os métodos de regularização voluntária da fertilidade, incluindo a contracepção, o aborto, a esterilização e os serviços de infertilidade, tomando-os disponíveis e completamente acessíveis a toda a população como um elemento central de saúde reprodutiva.

· Estimular e patrocinar relevantes investigações em biomedicina, economia social e demografia.

· Desenvolver programas apropriados de informação, educação e de capa citação para incrementar o conhecimento a respeito da reprodução humana e da sexualidade.

Além de a IPPF pregar o sexo livre entre os jovens, é ela a mais importante entidade "pró-aborto" organizada na terra.(A IPPF exerce, entre outras coisas, pressão sobre os governos europeus, para que reconheçam os direitos sexuais das crianças. ) As atividades da IPPF são mantidas em segredo para o público. O periódico católico holandês esclareceu que, durante as reuniões da IPPF, organizações "pró-vida" são maltratadas e removidas com mão férrea.(Katholiek Nieuwsblad, de 7 de abril de 2000, 25. )

Para muitos será uma surpresa que nem mesmo para a UNICEF têm importância as criaturas ainda não nascidas. No "Terceiro Mundo", essa organização apóia projetos no campo do aborto. A UNICEF, a IPPF, e a WHO, o UNFPA e o "Population Council" trabalham juntos para deter o aumento populacional mediante a contracepção, a esterilização e o aborto.(Katholiek Nieuwsblad, de 7 de abril de 2000, 25. )

A elite dos poderosos primeiro convenceu os peritos que o aborto, a esterilização, a promiscuidade sexual e o controle da natalidade eram necessários para salvar a humanidade; a seguir fizeram que a maior parte da população mundial se neutralizasse a si mesma. Isso foi parte do plano, a longo prazo, da elite dos poderosos. No mundo realizam-se anualmente cerca de 35 milhões de abortos legais, e se a isto se somarem os abortos ilegais, o total pode chegar a 60 milhões. O número de vidas destruídas por intermédio do aborto supera todos os anos a cifra total das vítimas dos seis anos que durou a II Guerra Mundial, que foi de aproximadamente cinqüenta milhões de pessoas.

O primeiro país no mundo que adotou uma lei sobre a eutanásia foi a Holanda. A senhora Borst, ministra da Saúde, escandalizou o mundo inteiro quando disse: "Finalmente o conseguimos". Que queria dizer a ministra holandesa com essas palavras? Havia talvez realizado as ordens da elite do poder? A tinta com que se assinou a nova lei ainda estava secando, quando a mesma ministra aplainou o caminho para o debate sobre a pílula de "Drion", uma pílula para cometer suicídio! A ministra queria uma lei que permitisse a todos os anciãos e.a pessoas que estavam cansadas de viver, que se lhes facilitasse a pílula de "Drion".

As campanhas de vacinação, impulsionadas por médicos com a conivência dos políticos e realizadas obrigatoriamente pelos estados, transformaram-se em . uma das principais ameaças e um dos maiores perigos para nossa saúde. Às pessoas não se dá a conhecer o lado negro do assunto da vacinação. As vacinações são a implantação de enfermidades. A vacinação é causa de males e sofrimentos mais que nenhuma outra coisa. Doenças como o câncer, a sífilis, os resfriados e muitas outras, são resultado direto da vacinação.(MULLINS, Eustace. Murder by Injection - The Story of Medical Conspiracy Against America. La Porte, 1990, 145.) A mais freqüente condição proporcionadora do desenvolvimento do câncer é ~ inoculada no sangue por meio da vacinação ou da revacinação.(McBEAM, Eleanor. The Poisoned Needle. Sandpoint, 1990, 7.)Em 1991, a "American Cancer Society" predisse que uma em cada três pessoas contrairia câncer no ano 2000. Em 1901 a porcentagem era de uma para 25 pessoas, o que significa que estamos experimentando um incremento do câncer de 800%. 

Uma das manchas mais negras que entenebreceram o século passado é a vacinação obrigatória, com o estranho pretexto de que isso previne a varíola. ~Depois de uma investigação exaustiva dos registros e dos fatos mais autênticos, em harmonia com a observações e experiências diárias dos médicos, a conclusão que se tira é que a vacinação, em vez de proteger as pessoas do contágio da varíola, na realidade os torna mais suscetíveis a ela.

Atualmente, os governos de todo o mundo estimulam a vacinação de todas as crianças, desde que nascem, contra a hepatite B. A pergunta que fica é: por quê? A hepatite B é um vírus contraído principalmente por prostitutas e homossexuais ou através de drogas por aplicação intravenosa. Aqui temos um exemplo das políticas sanitárias formuladas pela elite do poder.  A vacina contra a hepatite B é considerada como muito perigosa e grandemente controvertida. Muitos médicos estão preocupados por a vacina poder estar contaminada com microrganismos responsáveis pela epidemia de aids.

Há muitos anos, a elite de poder procedeu a três estudos para determinar se a explosão demográfica constituía uma ameaça para seus planos. Os três estudos chegaram à conclusão de que o crescimento populacional devia ser freado. Em uma reunião da elite de poder, o investigador George Hunt obteve um comunicado da imprensa que mostra que a elite está comprometida em deter o crescimento da população por todos os meios disponíveis. Anos antes, o Dr. Aurelio Peccei, um iluminado e fundador do Club de Roma, propôs que grassasse no mundo uma praga semelhante à Peste Negra da Idade Média.

Nos últimos 20 anos apareceram muitas doenças novas como a hepatite C, um novo tipo de infecção por streptococus mortífera, a aids e, ultimamente, nos ameaçam também as "superbactérias". Existem rumores de que muitas dessas doenças foram produzidas em laboratórios, não só para manter a humanidade em tensão e no medo, mas também para reduzi-la a números controláveis.

Existe evidência substancial de que a aids (Sín­drome de Imunodeficiência Adquirida) foi criada como uma espécie de "peste negra" feita sob medida. A aids em si não conduz à morte, mas provoca a ruína do sistema imunitório. Ao carecer dessa proteção, a pessoa portadora desse mal geralmente morre por alguma infecção.

Foi em 1981 que se informou oficialmente sobre os primeiros casos da epidemia mais virulenta do século. Os primeiros casos de aids foram registrados em dois grupos de homossexuais de Los Angeles e de Nova York. Os de Nova York sofreram com um processo de câncer que começa com lesões da pele e termina no interior dos órgãos, ao passo que os de Los Angeles morreram devido a uma estranha forma de pneumonia, a carinii pulmonia (PCP).

Quando o número de mortes aumentou e os sintomas de ambas as formas de aids apareceram em toda a nação, a imprensa começou a falar da ameaça da aids dos homossexuais. E quando a epidemia se manifestou também entre os dependentes de drogas, os hemofílicos e os haitianos, a imprensa aumentou o pânico e a confusão. Qual era ou a que se resumia a semelhança entre esses quatro grupos de pessoas infectadas?

Entre as mais ridículas teorias sobre a causa da aids, apesar de ter sido tomada a sério durante algum tempo, estava a teoria do "macaco africano". Propalou-se que a transmissão da aids havia sido iniciada quando uma pessoa foi mordida, na África, por um macaco que tinha aids, ou então, que um macaco aidético serviu de refeição a algum nativo, e até mesmo se afirmou que se tratou de alguém que teve relações sexuais com o símio. Esse africano contaminado transmitiu o mal a
 um homossexual norte-americano de raça branca, que por sua vez infestou outros homossexuais dos Estados Unidos. A incapacidade de encontrar um análogo natural ao vírus da aids em primatas não impediu que essa teoria sobre a aids goze ainda de credibilidade em determinados círculos.

A teoria oficial sobre a origem da aids foi proporcionada pelo Dr. Robert Gallo. Segundo essa teoria, a aids surgiu na África entre primatas, sendo transmitida a alguns professores haitianos. Esses, por seu turno, as transmitiram a prostitutas e a homossexuais no Haiti, os quais infectaram homossexuais norte-americanos. O Brasil foi o segundo país onde apareceu a aids e a epidemia não demorou muito a devastar a África Central, onde surpreendentemente todos os afetados eram heterossexuais.

O número das vítimas causado pela áids na África é espantoso. Em alguns países desse continente, entre 50 a 80% de todas as camas hospitalares estão ocupados por doentes aidéticos. A organização Mundial da Saúde, das Nações Unidas, que controla a propagação desse mal por todo o mundo, concorda que tudo isto não é senão a ponta do iceberg. Uma terça parte das pessoas do continente africano está sentenciada a morrer dentro dos próximos10 anos. 

O jornal Saturday Star, de Johannesburgo, na África do Sul, informou em 1992, que existem pessoas que pensam que a idéia da aids é uma maquinação ocidental para enfraquecer a África ou que é alguma invenção do homem branco para frear o índice de natalidade da população negra nesse continente.(Atualmente nos Estados Unidos a aids é a principal causa de morte entre os homens de 25 a 44 anos.)

A 4 de julho de 1984, o periódico de Nova Delhi, na Índia, The Patriot, publicou um artigo afirmando que a aids era um agente produzido no Laboratório Chemical Biological Warfare (Química Biológica de Guerra), do exército dos Estados Unidos, de Fort Detrick, nas proximidades de Frederick, em Maryland.

O New York Native publicou uma carta anônima de uma pessoa que declarava ter trabalhado no. mencionado laboratório em Fort Detrick. Segundo o da carta, o vírus foi injetado deliberadamente em pessoas homossexuais com a intenção de infcctá-las com a aids. O projeto se chamava "Operatiom Firm Hand" (Operação Mão Dura).(LEDERER, Robert. Precedents for AIDS?: Chemical-Biological Warfare. Medical Experiments and Population Controlo Covert Action Information Bulletin 28, página 36, 1987.)

O jornal russo Literaturnaya Gazeta repetia, no dia 30 de outubro de 1985, as acusações de The Patriot. O governo dos Estados Unidos denunciou o artigo afirmando que era propaganda antiamericana.

Se o vírus da aids foi obtido em laboratórios e os homossexuais foram escolhidos como vítimas propiciatórias, como se introduziu nessas pessoas?

A resposta encontra-se em uma campanha contra a hepatite B realizada em Nova York, em novembro de 1978, pelo Instituto Nacional da Saúde.(KRUPEY, G. J. Secret and Suppressed. Banned ldeas & Hid-den History. Portland, 1993,250.) Os candidatos que participaram da enquete eram somente homens entre 20 e 40 anos de idade. O livro de Waves Forest, Designer Diseases: AIDS as Biological. and Psychological Warfare (Monterrey 1987), afirma que os homossexuais receberam uma vacina diferente da dos heterossexuais. Entre 1.040 e 1.085 inoculou-se homossexuais. Dois meses mais tarde,  em janeiro de 1979, registrou-se o primeiro caso de aids. Em 1981, cerca de 25 e cerca de 50% dos homossexuais que receberam a vacina haviam contraído a aids. Em 1982, 1.402 homossexuais foram vacinados nas cidades de Chicago, Denver St. Louis e San Francisco.(BROWN, Tony. What killed Max Robinson?. Tri State De-fender 31 de dezembro de 1988, 1.)

Se esses projetos de vacinação foram a causa da aids entre os homossexuais, então, como se explicam as Vítimas e a origem da aids em grande parte do continente africano?

O já mencionado livro Secret and  Suppressed informa, na página 236, que o vírus da aids foi, entre outras formas, introduzido na África pela Organização Mundial da Saúde, mediante uma série de programas de vacinação contra a varíola.                                         .

O London Times publicou em primeira. página em 11 de maio de 1987: "Vacina contra a varíola disparadora da aids... O programa de vacinação ocorreu durante os anos 70 na África e foi realizado pela Organização Mundial da Saúde. Foram exatamente nas áreas mais devastadas pela aids os lugares em que a Organização Mundial da Saúde realizou seu programa contra a varíola".(Transcrição de um discurso pronunciado pelo Dr. Robert Strecker, em 25 de maio de 1990.)

Encontra-se também a Organização Mundial da Saúde nas mãos da elite do poder? Não é curioso que um boletim da Organização Mundial da Saúde, de 1972, mostre o interesse desse instituto pela ação de efeitos seletivos dos vírus sobre a formação de imunidade e a resistência da mesma contra os vírus?(FOSTER, Waves. Designer Diseases, Who murdered Afrika? Clayton,   1993, 23.)

No volume 47 do Bulletin of the World Health Organization consta uma obrigação de criar um vírus que destrua seletivamente o sistema das células T: "Seria preciso fazer uma tentativa de averiguar se os vírus podem de fato realizar efeitos seletivos sobre a função Imunológica, por exemplo, afetando a função das células T em oposição à função das células B. Poder-se-ia ver também a possibilidade de que a resposta imunológica ao próprio vírus, se se enfraquecesse o vírus que infecta, danificasse mais ou menos seletivamente as células respondendo aos antígenos dos vírus" .168

Em 1972, o Federation Proceedings,. da OMS, afirmou: "Provaríamos estes agentes que fazemos, colocando-os em nossas vacinas, para ver que espécie de efeitos produzem". A doença que nós conhecemos  hoje como aids e que corresponde às características solicitadas, apareceu dentro do período de tempo estipulado.

Existe evidência de que na mente de muitos cientistas estava um vírus parecido ao da aids, já há muitos anos. O Dr. MacArthur foi um dos três cientistas que compareceram a 9 de junho de 1969 perante um comitê para dar sua opinião sobre o progresso dos programas  de Química Biológica de Guerra do exército dos Estados Unidos.

MacArthur disse: "Eminentes biólogos acreditavam que em cinco ou dez anos se poderia produzir um microorganismo que fosse resistente aos processos imunológicos e terapêuticos". Acrescentou que seria um agente diferente de qualquer organismo provocador de enfermidades, já conhecido, e que não existia na natureza.(Department of Defense Appropriations for 1970. Hearings Before a Subcommittee of the Committee of Appropriations. House of Representatives, Ninety-first Congress, First Ses-sion, Part 6. Chemical and BiologicaI Warfare. Monday, June 9, 1969, 104. U.S. GoveNment Printing Office, Washington, 1969.)Pode ser uma coincidência, mas pelo testemunho de MacArthur entende-se que ele fala de uma doença que parece ser idêntica à aids.

Muitos peritos reconheceram que o vírus da aids consiste em genes que estão relacionados com dois conhecidos retrovírus do gado e das ovelhas. Um é o vírus chamado bovine leukemia, o outro é um vírus chamado visna. É de se acreditar que esses dois vírus foram misturados no laboratório para criar o vírus bovine-visna, que é idêntico ao vírus da aids.

No famoso documentário Monkey Business, um cientista afirmava ter colaborado no desenvolvimento do vírus da aids, pensado para ser empregado em tempos de guerra. Segundo ele, os americanos inventaram a história de que a aids foi transmitida pelos macacos na África.

 

Em 1986, os especialistas em virologia e microbiologia, Jacob e Lilli Segal, publicaram um opúsculo de 52 páginas intitulado Aids: USA home made evil, not imported from Africa (Aids: fabricação maligna dos Estados Unidos, não importada da África), que foi objeto de distribuição nos países africanos de fala inglesa.

 

Segundo Jacob Segal, pouco depois da publicação, no dia 10 de outubro de 1986, recebeu a visita dos agentes da ClA que lhe disseram que estavam muito preocupados de que a história da origem da aids , pudesse ser descoberta. O Departamento de Estado. reconheceu que havia enviado duas pessoas para visitar Segal, mas só para lhe explicar os erros de sua informação.(LEDERER, Robert. Precedents for AIDS?: Chemical-Biolo-gical Warfare. Medical Experiments and Population ControI. Covert Action Information Bulletin 28, páginas 38-39, 1987.)

 

Surpreendentemente, só um ano depois de ter começado a investigação sobre a origem deste mal, o mesmo Dr. Robert Gallo, que deu a teoria oficial da aíds, descobriu o HIV (Human Immunosuppressíve Vírus), um tipo de vírus muito particular, como sua causa. Os biólogos conhecem-no com o nome de retrovírus. É preciso acrescentar que esse Dr. Gallo trabalhava na equipe do laboratório Chemical Biological Warfare de Fort Detrick, o instituto que parece ter sido o berço da aíds.(Este instituto, depois que Richard Nixon proibiu, em 1969, a produção de agentes "químicos biológicos de guerra", mudou seu nome para "Frederick Can-cer Re-sear-ch Faci-lity".)

 

Lavaram-nos o cérebro para que pensemos que nossa avançada comunidade médica e seus pesquisadores estão cuidando de nossa saúde. Fomos condicionados a confiar que nossos médicos e nossos   governos cuidam de nós e acreditamos que os meios de comunicação são nossos amigos. A verdade é que  vivemos enganados.

Capítulo 19 -  Enfraquecer a confiança na Igreja Católica 

 

Desde o fim do século XIX, nenhum estado desfruta da tranqüilidade interna que lhe permita fortalecer-se. Os conspiradores colocaram hostilizando-se frente a frente uma classe social contra outra, engrandecendo os crimes políticos, desprezando a justiça, corrompendo sistematicamente o povo, desprestigiando os sacerdotes e os ministros religiosos aos olhos das massas e ridicularizando a fé cristã.

É importante saber que um dos propósitos principais dos Soberanos Invisíveis é neutralizar todas as religiões e estabelecer uma só religião anticristã. A luta contra a Igreja se afirma, entre outras fontes, em um texto publicado no periódico Wiener Deutsche Zeitung, de 15 de março de 1901, no qual se reproduz o conteúdo de um folheto que no dia anterior havia sido objeto de um debate na Câmara dos Deputados da Áustria: "Precisamos procurar por todos os meios enfraquecer a influência da Igreja Católica, que sempre foi nossa maior inimiga, e com essa finalidade precisamos semear, nos corações de seus fiéis, idéias liberais e dúvidas e provocar discórdias e rixas religiosas". Outro documento afirma: "Nossos inimigos são os católicos. Seus dogmas nos cansam muito, por isso precisamos fazer todo o possível para diminuir seus seguidores e fazê-los cair no ridículo". (Documento, com data de 27 de dezembro de 1922, escrito por um ilustre maçom do grau 33 de Boston, Estados Unidos.)

Os Soberanos Invisíveis doaram notáveis somas para o deslanche de muitas seitas destruidoras. Muitas delas atuaram a convite dos Soberanos Invisíveis e com todos os gastos pagos.(GÓMEZ, Manuel Guerra. Los Nuevos Movimientos Religiosos. Pam-plona, 1993,119.) Um dos objetivos principais dessas seitas é enfraquecer a confiança na Igreja Católica.

As relações entre os Soberanos Invisíveis e as seitas destruidoras estão fora de qualquer dúvida. Em 1970, elaborou-se um relatório em que se insistiu na necessidade de substituir os católicos na América espanhola por igrejas como os "moonis" e os Hare Krishna.(TAYLOR, Samuel. Rocky Mountain Empire- The Later Day Saints Today. New York, 1978, 66.) Também ao coreano de origem japonesa, Sun Myung Moon, líder da Igreja da Unificação (os moonis), concederam a eles um crédito importantíssimo.

Samuel W. Taylor, em seu livro Rocky Mountain Empire. The Later Day Saints Today, p. 66, publicado em 1978, mostra que também os mórmons receberam muito dinheiro. É interessante saber que Joseph Smith Jr., fundador dos mórmons, ingressou, junto com a maioria dos seus seguidores, na franco-maçonaria.(SPRINGMEIER, Fritz. The Watchtower & the Masons, Lincoln, 1991, 162) Joseph Smith foi iniciado formalmente na maçonaria em Sight, a 15 de março de 1842. No dia seguinte foi elevado ao grau de Mestre Maçom.

A partir desse momento, a Igreja mórmon se transformou em uma sociedade secreta com as mesmas jóias, sinais, pactos de sangue e os mesmos castigos horrendos por revelação dos "segredos do templo", como na maçonaria. Da mesma maneira podem. ser vistos dentro dos templos mórmons os típicos símbolos maçônicos, tais como, o esquadro, o compasso e a colméia. Segundo os autores do livro Os fabricantes de deuses, Joseph Smith restaurou "em nome do verdadeiro cristianismo", os mistérios pagãos sob a forma maçônica. Este livro, além de demonstrar o paralelismo entre o mormonismo e a maçonaria, demonstra que os rituais do templo, com seus sinais e seus encantamentos mágicos, pertencem totalmente ao ocultismo. Os mórmons, pois, não são cristãos e sim pagãos.(DECKER, Ed y HUNT, Dave. Los fabricantes de dioses. Minneapo-lis, 1993,88.).

As pessoas que foram adeptas da bruxaria antes de pertencer à maçonaria ou ao mormonismo, reconhecem a estreita semelhança que existe entre os rituais de iniciação maçônica com os da bruxaria.

Um exame do mormonismo, desde o seu início, revela que ele deu sempre grande importância à magia.

O Dr. Reed Durham, presidente da Mormon History Association, anunciou, em 1974, que havia descoberto o que talvez foi a prática mais estranha e misteriosa, de índole esotérico-ocultista e de orientação maçônica de Joseph Smith Jr. O Dr. Reed Durham se referia a um medalhão maçônico mágico, identificado como o "talismã de Júpiter", que Joseph Smith usou durante toda a sua vida e que possivelmente levava  consigo quando o assassinaram. Esse talismã supostamente servia para invocar as "inteligências celestiais" para que o assistissem em todos os seus trabalhos. 

Outros objetos mágicos da família Smith, que ainda se conservam, são três pergaminhos dos lamas, o medalhão da papoula maçônica, outro talismã (talvez o selo mágico de Júpiter), uma bolsinha mágica, um lenço curativo e um amuleto também curativo. Um hóspede que esteve na casa dos Smith, lá pelo ano 1830, escreveu: "Este Joseph Smith Jr., logo verificamos por seus próprios lábios, era um firme crente na bruxaria e em outras coisas sobrenaturais, e tinha ensinado para sua família essas mesmas crenças".(SCHNOEBELEN, William & SPENCER, James R.. Mormonism's Temple of Doom. Idaho Falls, 1987, 11.) O bruxo supremo dos druidas da América do Norte aconselhou seu discípulo William Sclmoebelen que, se quisesse praticar a mais elevada forma de magia branca, devia tomar-se mórmon e participar das cerimônias do templo. Um memorando para uso exclusivo dos membros escolhidos da Igreja mórmon, escrito por Glenn L. Pace, segundo conselheiro dos bispos presidentes da Igreja mórmon, deixa claro que alguns membros foram vítimas de abusos em rituais  satânicos. Tais abusos ocorreram nas capelas mórmons e em seus templos.

O mormonismo está mais próximo do satanismo do que do cristianismo. Uma das práticas mais  importantes no satanismo é a ação de selar (amarrar). Tudo é selado. Se uma pessoa compara a prática de selar no satanismo e no mormonismo descobrirá a semelhança que existe entre ambos os sistemas. O homem e a mulher no mormonismo selam-se (amarram-se) um ao outro ao contrair matrimônio em uma cerimônia realizada exclusivamente no templo mórmon. O selo no matrimônio mórmon é muito semelhante ao que fazem os contraentes na bruxaria juntando as mãos, e muito semelhante à forma de selar o matrimônio no satanismo.

Os líderes mórmons e muitos dos primeiros adeptos da seita procediam do mesmo pai. De acordo com as genealogias publicadas pelas autoridades mórmons, eles são descendentes da dinastia merovíngia. A abelha, símbolo da dinastia merovíngia, é também símbolo do estado de Utah e é amplamente empregado pelos mórmons. Um descendente de Joseph Smith Jr., que foi vítima de abuso em um ritual satânico, confirmou plenamente que sua família procede realmente de uma linhagem satânica.

O estabelecimento dos fundadores do mormonismo na Nova Inglaterra remonta a uns 200 anos atrás. Os Smith, os Goddard, os Richard, os Young e os Kimballs estavam todos unidos por laços de família. Destas famílias procediam os homens que deviam desempenhar um papel importante na, criação do mormonismo. Essas famílias, que formam o núcleo do mormonismo primitivo, mudaram-se juntas de Connecticut para Vermont e depois para Palmyra, e para a área de Nova York. Eles afirmavam que eram judeus e estavam relacionados por matrimônios inter-familiares. Em Vermont, membros dessas familiias formaram uma irmandade religiosa secreta conhecida como "A fraternidade de Rodmen". Acreditavam na restauração da verdadeira religião e em que um dia se transformariam nos senhores do continente americano. É curioso que ninguém tenha se fixado em que essas pessoas foram as que mais tarde criaram o mormonismo.

É interessante saber que entre os mais destacados maçons do grau 33 não só encontram-se todos os líderes dos mórmons, mas também outros como o falecido Herbert W. Armstrong, fundador da Igreja de Deus Universal (que publica a revista A Pura Verdade), todos os líderes religiosos das Testemunhas de Jeová, bem como Billy Graham, líder dos evangélicos.(SPRINGMEIER, Fritz & WHEELER, Cisco. The Illuminati Formula used to create an Undetectable Total Mind Controlled Slave. Clackamas, 1996,255.) Quanto a este último, é evidente que se mantém sempre próximo do poder e dos presidentes dos Estados Unidos.

Billy Graham sem dúvida trabalha diretamente para a hierarquia satânica. Quando realizou sua Cruzada 1954, pessoas dos Soberanos Invisíveis levaram-lhe grandes somas de dinheiro. Os Soberanos Invisíveis também estão implicados no controle das denominações cristãs. Uma das fundações mais importantes, usada como instrumento para controlar diversas instituições religiosas foi o "Sealantic Fund", estabelecido em 1938. Essa fundação contribuiu com enormes somas de dinheiro para manipular atividades protestantes. O "Sealantic Fund" deixou de ser utilizado desde 1984; as atividades se orientariam agora por outros canais. Essas organizações não só foram estabelecidas para controlar a religião, mas são também fundações isentas de impostos, utilizadas pelas famílias iluminadas para evadir impostos e ocultar riqueza, ao mesmo tempo em que mantêm seu poder financeiro. A imprensa controlada as faz aparecer como organizações beneficentes, quando na realidade muitos dos donativos dessas fundações são para seu próprio  proveito e para benefício dos Soberanos Invisíveis.

A revista francesa Le Point publicou, em 1993, que já há muitos anos os advogados das diversas seitas destrutivas trabalham juntos em casos judiciais em que as mesmas são objeto de demandas. A mesma revista informou que durante uma reunião, em 1992, de Ir. diferentes representantes das diversas seitas se fundou  na França uma federação chamada Firephim (Federação das Minorias Religiosas e Filosóficas), uma organização para defender os direitos das seitas.(Le Point. 27 se fevereiro de 1993, 4. )A presidenta da ; Firephim é a senhora Gounord, da Igreja da Cienciologia;  o tesoureiro é o líder da seita Moon, Bemard Mitjaville, e o secretário geral é o "raeliano" Jacques Aizac.

O "Wellspring Retreat and Resource Center for Post-Cult Rehabilitation" publicou no Wellspring Messenger de julho / agosto de 1994 uma lista das seitas destrutivas que são membros desse" Cartel das seitas" . Entre muitas outras estão os moonies, a Cienciologia, os cultos satânicos, a Meditação Transcendental, os raelianos (culto sexual), os druidas, muitos grupos de maçons, a Wicca Ocidental, os Meninos de Deus, os baha' is, as Testemunhas de Jeová, os moonies' e muitos outros movimentos religiosos.

As seitas, para confundir os católicos sinceros, muitas vezes tomam públicos os defeitos dos piores elementos da Igreja católica. Muitos católicos não estão conscientes de que os ataques por parte das seitas não se referem à Igreja como comunidade, mas sim se referem a alguns católicos maus, ignorantes e rebeldes. Esses chamam-se católicos mas não vivem sua religião. Esses não são ovelhas de Jesus Cristo (Jo10,26-28). Não podemos nos fixar neles! Não podemos fingir que não vemos todo o bem que se encontra na Igreja católica. Os pecados que certos católicos possam cometer não devem constituir obstáculo algum para os cristãos sinceros.

Por meio da Bíblia e de um exame dos documentos históricos pode-se identificar a Igreja católica, sem lugar para dúvidas, como aquela única Igreja que Jesus fundou. Qualquer enciclopédia dá as datas da Igreja católica desde sua fundação até hoje. Jesus fundou uma só Igreja (Mt 16,18), e não autorizou ninguém mais a fundar qualquer outra. Igualmente prometeu que os poderes do inferno não prevalecerão contra sua Igreja, e que ele estaria com ela todos os dias até que se acabe este mundo (Mt 28,20). Esta promessa é outra pela qual podemos identificar a Igreja católica com a verdadeira Igreja fundada por Cristo. Ninguém pode afundá-la! Graças à assistência e à proteção de Cristo, a Igreja continua firme apesar de todos os ataques que precisou suportar durante os últimos 2 mil anos. Cristo está conosco e nos acompanhará até que se acabe este mundo (Mt 28,20).

É uma lastima que muitos católicos, atraídos pela propaganda sectária, tenham abandonado a Igreja. Esses católicos não sabem que se expõem a perder a maior preciosidade que o ser humano possui: o dom da fé. Diversas vozes autorizadas levantaram-se para pedir que se volte a utilizar na Igreja uma apologética sadia.(Apologética é a parte da teologia que se dedica a expor as provas e os fundamentos da fé católica, especialmente em relação aos ataques de que é objeto. ) O presbítero Dizán V ázquez diz, em seu livro Católico: defende tua fé!, que a Igreja precisa intensificar em seu próprio seio um processo de evangelização integral que chegue a todos os batizados que não descobriram o tesouro inesgotável de sua fé. É preciso ajudar muitos católicos a recuperar a confiança em sua própria Igreja, em seus ensinamentos e em sua moral, desenvolver-lhe a segurança de que sua Igreja não o está enganando, como tantas vezes lhe repetem os agentes sectários; ajudá-lo a sentir-se justamente, orgulhoso de sua identidade católica.(VÁZQUEZ, Presbítero Dizán. Católico: Defiende tu fe!. Chihuahua, 1993.)

Capítulo 20 -  Em nome da Nova Ordem Mundial

Para a consolidação da projetada Nova Ordem Mundial é necessário de maneira absoluta o controle dos recursos petrolíferos mundiais. Poder sobre o petróleo significa poder sobre o mundo inteiro! O panorama energético está se configurando de uma forma totalmente nova de acordo com a Nova Ordem Mundial.

Não é certamente por acaso que durante a década passada tenham ocorrido violentíssimos e cruéis confrontos pelo controle das grandes reservas petrolíferas e de gás das novas repúblicas da Ásia Central: Turcmenistão, Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Kirguistão.(Financial Times Deutschland, de  26 do outubro do 2001.). Certamente também não é por puro acaso que em relação a todos os projetos petrolíferos, em andamento ou programados, sempre se deflagrem revoluções ou guerras civis. Como exemplo citarei entre outros as guerras da Chechênia, do Kurdistão, do Daguestão, de Nagorno Karabaj, da Geórgia e do Afeganistão.

Todos os elementos de distúrbio: indivíduos, partidos, diversas visões do mundo, religiões e nações que ousarem impedir esses planos de domínio encontrar-se-ão automaticamente na lista negra e serão duramente reprimidos. Todos os países, que queiram conservar sua própria independência e que, por isso mesmo, procurarem opor-se à Nova Ordem Mundial, serão subjugados ou apagados do mapa (o exemplo iugoslavo é paradigmático).

Desde 1978 o Afeganistão é cenário de guerras civis. Em 1979, a União Soviética enviou suas tropas para o Afeganistão para defender as conquistas democráticas e combater a oposição islâmica, armada e generosamente sustentada pela CIA.(BRZEZINSKI, Zbigniew. Islamismo Afghano è "Made in Washington" em Chiesa Viva. novembro de 200l.)

É preciso prestar atenção em que os Estados Unidos já tinham começado a apoiar os mujaidines (camponeses) seis meses antes da invasão soviética.(Fred Halliday em The Un-great game: the Country that lost the Cold War,   Afghanistan em New Republic, de 25 de março de 1996.) Essa operação secreta foi a maior na história dos Estados Unidos.(Os serviços secretos estadunidenses da CIA são controlados pela família Rockefeller. A este propósito ver: RUITER, Robin de. El poder oculto detrás dei Nuevo Orden Mundial. México, 2002, 65.) O perito hindu Kunhanandan Nair falou da guerra mercenária mais custosa e da maior ação secreta na história dos Estados Unidos. Nos anos 80, os Estados Unidos municiaram os mujaidines com armas por um preço de 3 mil milhões (3 bilhões) de dólares.

Michel Chossudovsky, professor de economia na Universidade de Ottawa, informou-me, em uma carta pessoal que em março de 1985 o presidente Ronald Reagan havia assinado a diretriz 166 relativa à decisão da Segurança Nacional, para aumentar gradualmente a ajuda militar secreta aos mujaidines. Só em 1985 puseram-se à disposição dos mujaidines mais de 280 milhões de dólares. As novas ajudas estadunidenses secretas iniciaram-se com dramático aumento de equipamento militar. A estratégia do conselheiro norte-americano para a Segurança, Brzezinski, era a de desestabilizar a União Soviética em relação aos estados mulçumanos limítrofes: atraíram-se os russos para o Afeganistão e se lhes preparou um inferno na terra... seu próprio Vietnã. Graças a uma discreta ajuda dos serviços secretos norte-americanos, no Afeganistão e no Paquistão, adestraram-se no mínimo 30 mil combatentes mulçumanos dispostos a tudo.

Um incessante fluxo de especialistas da CIA e do Pentágono se colocou a caminho para os quartéis­ generais dos serviços secretos do Pakistan Inter Service Intelligence (ISI).(Ver também Steve ColI no Washington Post, de 19 de julho de 1992.) Aí se encontraram com oficiais  dos serviços secretos paquistaneses, para ajudá-los no planejamento das operações relativas aos rebeldes  afegãos.(Fred Halliday, em The Un-great game: the Country that lost the Cold War, Afghanistan em New Republic, de 25 de março de 1996.) O enfraquecimento dos russos tomou-se iminente com a entrega de mísseis de ar e de terra a partir de 1985. Entre 1989 e 1990, a União Soviética teve finalmente de retirar suas tropas do Afeganistão.

Em 1988, quase dez anos depois da entrada soviética no Afeganistão, o ex-conselheiro norte­americano para a Segurança, Zbigniew Brzezinski, concedeu uma entrevista ao jornal francês Le Nouvel Observateur, na qual disse que os Estados Unidos e a ClA estavam ativos no Afeganistão, meses antes que os russos. Brzezinski disse: "Segundo as versões oficiais da historiografia, a ajuda da ClA aos mujaidines começou em 1980, depois da entrada do exército soviético no Afeganistão a 24 de dezembro de 1979. Todavia a verdade, que se manteve em segredo,  é completamente outra. Com efeito, tratou-se do dia 3 de julho de 1979, quando o presidente Carter assinou a primeira diretriz para as ajudas secretas aos opositores do governo filo-soviético de Kabul. E precisamente naquele dia eu escrevi ao presidente . uma nota na qual lhe explicava que, segundo minha opinião, essas ajudas provocariam uma intervenção militar dos soviéticos".

        Le Nouvel Observateur pergunta: "Você se arrepende de algo hoje?"

        Brzezinski: "De que haveria eu de me arrepender? A operação secreta era uma idéia excelente. Fez certamente com que os russos acabassem caindo na armadilha. Disto deveria eu arrepender-me?" 

         A armadilha afegã causou também 2 milhões de mortos entre a população afegã, 6 milhões de exilados e 20 mil mortos entre as tropas soviéticas. A retirada da União Soviética não trouxe ao país a paz. Quando as tropas soviéticas se retiraram, o país se transformou em um campo de batalha de milícias de mujaidines rivais. Ao caos e à destruição em massa seguiram-se ondas de fugitivos, uma atrás da outra. O Afeganistão acabou completamente destruído.

         De repente apareceram os talibãs com uma tropa composta por um grupo de guerrilheiros sob a direção do mulláh Muhammad Ornar Akhnud. Foram introduzidos no país e financiados pela Arábia Saudita, pelo Paquistão e pelos Estados Unidos. Os talibãs foram levados ao poder com a bênção do governo dos Estados Unidos e apoiados com toda espécie de ajuda imaginável. (Os talibãs, diferentemente das organizações dos camponeses, não são um partido político e não buscam a criação de um governo.) Além disso tudo é preciso notar que Laili Helms, a sobrinha do, naquele tempo, cônsul dos Estados Unidos no Irã e chefe da CIA, Richard Helms, era a consulesa dos talibãs nos Estados Unidos.(Rivarol, de 5 de outubro de 2001, 1.)

        Afirma-se que os talibãs foram criados e postos em movimento pelos Estados Unidos e por seus aliados árabes sauditas para impedir que os fugitivos afegãos chegassem aos campos de refugiados controlados pelo governo islâmico do Irã, contra o qual, nesse tempo, os Estados Unidos estavam em estado de "guerra não declarada". Mas também havia outras
razões. Quem tinha em suas mãos as decisões secretas sobre a política exterior norte-americana considerava os talibãs como instrumentos úteis para a estabilidade do Afeganistão, depois de quase vinte anos de guerra civil. Essa seita ultra-reacionária era precisamente o que precisavam para controlar seus interesses no Mar Cáspio e no Golfo Pérsico.

          Para garantir que nenhum outro competidor interferisse nesses planos, foram projeta dos oleodutos que, em lugar de passar pela Rússia, China ou Irã, atravessavam o Afeganistão e o Paquistão. O oleo­duto em questão, com um trajeto de mais de 1.200 quilômetros, deve ligar os territórios do Dauletabad turcomênio aos depósitos que existem no Multan paquistanês.

             A função principal dos talibãs devia consistir em garantir a segurança das estradas, dos oleodutos projetados e provavelmente também a dos gasodutos que deviam ligar os estados da Ásia Central ao mercado mundial.(Linksruck 114, de 9 de setembro de 2001.) A administração de George Bush estava disposta a se reconciliar com os talibãs se eles aceitassem cooperar para que se pudessem aproveitar as reservas petrolíferas da Ásia Central. Diversos grupos controlados pelos que detinham o poder ofereceram aos talibãs cerca de 200 milhões de dólares como pagamentos aduaneiros pelo transporte.

             Nos fins dos anos 90, todavia, os talibãs começaram a se converter em uma ameaça para os regimes de outros países da região, fiéis aos Estados Unidos. No Afeganistão não havia sequer a estabilidade necessária para a construção e manutenção dos oleo dutos. Além disso, parece que os talibãs só queriam tratar do negócio dos oleodutos com os sauditas.

              Infelizmente não ficou esclarecido o que é que aconteceu exatamente. O diário italiano II Manifesto escreve: "Os talibãs queriam estabelecer uma frente que sê opusesse aos norte-americanos. Em todo caso, dos oleodutos nada se fez".(STEINBERG, Thomas, Krieg um ÖI von Karatschí bis Triest - Wie gross sind die kaspischen Gas - und Öllagerstätten? (Guerra pelo petróleo de Karachi para Trieste - Quão grandes são nas cidades do Cáspio os depósitos de gás e de petróleo?), em Junge Welt, de 10 de novembro de 2001.) Os talibãs se opuseram abertamente aos planos estadunidenses e, conseqüentemente, os Estados Unidos entraram em conflito com eles.(Linksruck 114, de 19 de setembro de 2001.) Só restava uma solução: os talibãs deviam ser abandonados.(WSWS (www.wsws.org).de 31 de outubro de 2001.)

            De fontes internas, publica das em diversos  meios, resulta que os representantes do governo dos Estados Unidos haviam ameaçado publicamente,  já desde o início de 2001, com uma guerra contra o Afeganistão. O ex-agente secreto francês Jean Brisard e o jornalista Guillaume afirmam, em seu livro Bin Laden - A verdade oculta (Paris 2001): "As conversações entre a administração Bush e os talibãs  iniciaram-se em fevereiro de 2001, pouco depois da ascensão de G. W. Bush ao poder. Em março chegou um enviado dos talibãs a Washington e entregou ao novo presidente alguns presentes, entre eles um valioso tapete afegão. Mas as conversações foram bem o contrário de amigáveis". As negociações se interromperam definitivamente a 21 de julho; os mesmos autores .escrevem: "Durante as negociações, o representante dos Estados Unidos, Tom Simmons, ameaçou os talibãs: 'Vocês têm de escolher entre um tapete de ouro ou um tapete de bombas'".

         Já por ocasião de um encontro secreto em Berlim, a 3 de julho de 2001, só três meses antes dos tremendos atentados contra Nova York e Washington, os Estados Unidos tinham ameaçado que não restava senão uma ação militar caso os talibãs não se comportassem como se deve". Tratava-se do terceiro encontro de uma série de brainstorming sobre o Afeganistão. Oficialmente as conversações serviam para procurar uma solução relacionada com as negociações no conflito afegão. Durante esse encontro secreto discutiu-se abertamente sobre o fato de que os talibãs deviam facilitar a construção de um oleoduto que partiria do Kazaquistão. Segundo o ex­ministro paquistanês das Relações Exteriores, Niaz Naik, os representantes dos Estados Unidos falaram de um ataque militar contra os talibãs. Durante uma pausa na reunião tornaram-se mais concretos: "Deve-se tratar de uma ação aérea, com helicópteros de guerra e a partir de uma base muito próxima". Um dos norte-americanos, Lee Coldren, delineou formalmente em grandes traços perante o jornalista do diário britânico The Guardian, a posição dos Estados Unidos: "Discutiu-se o fato de que os Estados Unidos estão tão indignados com os talibãs, a ponto de pensar em uma ação militar". Pediu-se aos três generais paquistaneses presentes que transmitissem a ameaça ao regime talibã.(SCHEUER, Werner; USA drohten den Taliban schon im Juli (os Estados Uniidos ameaçavam os talibãs já desde julho), em Die WochenZeitung (WoZ), de 4 de outubro de 2001. 

           Bob Woodward, um jornalista que se tomou famoso pelo caso Watergate, refere no Washington Post, de 18 de novembro de 2001, que a CIA e um grupo secreto paramilitar, a Special Activities Division (Divisão de Atividades Especiais), trabalharam juntos já desde a primavera com os chefes das tribos e com os senhores da guerra no sul do Afeganistão. Essa divisão secreta se compôs em esquadras de meia-dúzia de homens cada  uma e que não vestem uniformes militares. O grupo dispunha de 150 combatentes aproximadamente, pilotos e especialistas. As unidades da Divisão de .
Atividades Especiais ocupavam-se da construção de uma nova rede nessa região, que representava a zona de maior influência dos talibãs. A agência de espionagem dos Estados Unidos já havia começado, portanto, a atacar, na primavera, o regime afegão com um comportamento que, em situações diferentes, o governo dos Estados Unidos teria definido como
terrorismo.( MARTIN, Patrick. Der Krieg in Afghanistan wurde lange vor dem 11; September geplant (A guerra no Afeganistão foi planejada muito tempo antes de. 11 de setembro), em WSWS ( www.wsws.org), de 22 de novembro de 2001)

          A revista inglesa Jane's International Security, especializada em estratégias militares, publicou, a 15 de março de 2001, que os Estados Unidos e a Rússia haviam dado apoio militar direto à Aliança do Norte entre o Uzbequistão e o Tajiquistão, para rechaçar os talibãs em direção à cidade de Mazar-el-Sharif.


           Segundo as reportagens da revista India Reacts, de 26 de junho de 2001, o presidente russo Vladimir Putin havia declarado, durante uma reunião das ex-repúblicas soviéticas, já desde princípios de junho de 2001, que se tinha previsto um ataque militar contra os talibãs.


            Em meados de julho, já estava pronto um plano militar e a operação se fixou para meados de outubro. Muito tempo antes do 11 de setembro de 2001, haviam sido colocadas forças armadas britânicas na região.( BBC de 18 de outubro de 2001. Também The Guardian, de 24 de setembro de 2001.) Durante um exercício militar denominado Swift Sword, cujo projeto havia durado quatro anos, chegaram pouco antes do 11 de setembro, 23 mil soldados a Oman. No mesmo período chegaram dois grupos de combatentes norte-americanos com porta-aviões ao Golfo da Arábia (diante da costa do Paquistão). Ao Egito, além disso, chegaram 17 mil soldados norte-americanos junto com 23 mil soldados da OTAN para a operação Bright Star. Todas essas tropas estavam já prontas para atacar o Afeganistão muito antes dos atos terroristas suicidas contra o World Trade Center em Nova York! ( MARTIN, Patrick. Der Krieg in Afganistan wurde lange vor dem 11. September geplant in WSWS (A guerra no Afeganistão foi planejada muito tempo antes de 11 de setembro), de 22 de novembro de 2001. )

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Fonte: O Anticristo - Poder oculto por  trás da nova ordem mundial