Profecias do Antigo Egito                       

Em um manuscrito do século X, conservado em Oxford, o historiador copta Mazueli escrevia sobre a Grande Pirâmide que o rei havia ordenado aos sacerdotes de depositar a soma de seus conhecimentos de diversas artes e ciências na construção da pirâmide. Hoje, alguns acreditam que a construção da pirâmide indica as fases da humanidade, indo a última fase do ano 2000 ao ano 2033, aproximadamente. Essa seria a fase do reencontro do homem com a luz.  

No Livro dos Mortos do Antigo Egito, no capítulo LXIV, há uma profecia relativa aos últimos tempos que fala da saída da alma do homem na direção das luzes do dia. Esse capítulo foi encontrado cerca de 2700 anos antes de Cristo, inciso em um bloco de bronze aos pés de uma estátua ao Deus Thoth. É uma das profecias não bíblicas mais antigas que existem. Ela diz: 
 

"Quando cessarem os massacres, o sangue dos impuros esfriará e a terra, novamente composta em sua plenitude, se cobrirá mais uma vez de flores e de novos frutos. (...) Haverá uma maravilhosa harmonia nessa época de renascer". 

Existe uma outra profecia que diz respeito aos últimos dias, que foi encontrada na tumba do faraó Ramsés XII, que parece falar da união dos russos (vermelhos), muçulmanos (prata, cor da lua), e de um povo amarelo, que me parece ser o Japão:  

"Quando duas estrelas, uma vermelha e uma de prata, lutarem contra o mundo, com apoio da serpente amarela e do sol vermelho, pouco depois da queda da roda dentada, haverá uma transgressão aberrante que desencadeará a luta final".