Aparições de Nossa Senhora no Egito

"Investigações oficiais foram levadas a cabo,
e como resultado foi considerado um fato inegável: A Virgem Maria tem aparecido
na Igreja Católica Ortodoxa Coopta de Zeitun em um corpo luminoso, claro e com
feições definidas, visto na parte frontal (do templo) por todos os presentes
da igreja, seja cristãos ou muçulmanos "
Relatório do Departamento Geral de Informações de
zeitun, Egito 1968.
Egito, 1968. Um conflito religioso entre cristãos
de várias denominações e muçulmanos, onde inclusive as casas de todos os cristãos
eram marcadas com uma cruz vermelha, como um sinal de que ali havia inimigos
a serem massacrados, sugeria a preocupação por uma guerra civil sem precedentes,
a paz só parecia possível à custa de um milagre e ele aconteceu. Enquanto todo
o mundo está hipnotizado pela queda do colosso americano no Vietnã ou preocupado
com a guerra fria, os olhos do mundo não estavam voltados para o provável banho
de sangue que ocorreria no Egito. Nesse contexto de desolação para os cristãos,
a Mãe de Deus começou a aparecer para milhares de pessoas na terra das pirâmides
em uma igreja coopta construída para relembrar a provável passagem da Sagrada
Família por aquela região quando em fuga de Herodes.
As aparições tiveram início em abril de 1968 e
mudaram as vidas de milhares de pessoas de todas as religiões e até ateus, Ela
estava à vista de todos. Tudo começou quando o arquediácono daquela Igreja,
Youssef Kamell visualizou uma jovem no domo da capela junto à cruz e começou a
apontar e gritar pensando ser uma moça tentando suicídio, várias pessoas se
acumularam diante da Igreja, quando por perto passava um grupo de cristãos que
vendo aquela jovem cercada de tanta luz gritaram: "É Maria! É a Mãe de
Deus!", naquele momento Ela flutuou até a parte central acima do pórtico
do templo, virou-se na direção deles, sorriu lindamente e os abençoou.
Ela foi vista por mais de um milhão de pessoas. Católicos,
ortodoxos, protestantes, muçulmanos, milhares de crentes e não-crentes
experimentaram as aparições, dessa vez não eram santos ou confidentes, mas
gente do povo, milhares de pessoas e não houve teoria que explicasse o que
ocorria aos olhos de todos que quisessem ou não ver a verdade dos fatos, Maria
realmente aparecia e as aparições eram transmitidas via radiodifusão ou pela
TV egípcia, foi fotografada por centenas de fotógrafos e foi pessoalmente
testemunhada pelo presidente egípcio Abdul Nasser, um marxista declarado. As
aparições duraram 2 anos com numerosas curas registradas por vários
profissionais médicos e cientistas. A polícia local que inicialmente pensou
que as aparições seriam uma brincadeira ou uma fraude, vasculhou todo o local
e arredores e não descobriu qualquer tipo de dispositivo que poderia ser usado
para "projetar" tais "imagens". O que estava acontecendo era
real, doentes, seja cristãos ou muçulmanos receberam a cura, cegos recuperavam
a vista, coxos andavam, ateus eram convertidos, milhares de curas do corpo e da
alma, além do efeito mais magnífico, o conflito entre cristãos e muçulmanos
cessou.
Grupos de muçulmanos que assistiam às aparições cantavam do Alcorão: " Maria, Deus te escolheu. E purificou-te; Ele escolheu-te acima de todas as mulheres ". Ela foi vista acompanhada por pombas de luz em aparições que duravam de alguns minutos até horas, uma das aparições durou nove horas. Kyrillos VI, o patriarca Ortodoxo, formou uma comissão para investigar as aparições. Vários comissários observaram plumagens de fumaça púrpura e uma deliciosa fragrância que enchia todo o ambiente da rua defronte à igreja na hora das aparições e a figura de uma mulher cercada por um globo muito luminoso de luz acompanhada por pombas de luz. O Patriarca coopta local, Kyrillos VI, anunciou um ano depois das aparições começadas que ele não tinha nenhuma dúvida que a Mãe de Deus estava aparecendo para milhões de pessoas sobre o teto da Igreja em zeitun.
As aparições duraram entre 1968 e 1970 quase
diariamente. A Virgem era vista cercada por pombas de luz e uma fumaça
fulgurante. Ela andava naturalmente como que flutuasse sobre o telhado da
Igreja, se curvava diante da cruz, abençoava a todos os presentes, se prostrava
com as mãos postas para o céu e seu aparecimento era sempre acompanhado por
pombas que muitas vezes formavam cruzes nos céus. O mais impressionante é que
a aparição gerava luz física, podia ser captada pelas câmeras, as pessoas
sentiam odores perfumados e delineavam feições lindíssimas, maior ainda o
fato de milhares de pessoas terem o consenso muito claro do que viam, todos
enxergava uma mesma coisa, não era sugestão, hipnose ou qualquer outro fato
explicável à luz da ciência, a Virgem era vista por todos.
Por conta de uma mídia desinteressada das coisas de
Deus, pouca gente na época e ainda hoje ficaram sabendo da existência de uma
aparição tão extraordinária, talvez se o mundo todo tivesse visto as
transmissões televisadas das aparições o panorama da fé no mundo talvez
seria outro. Mas o mundo se fez indiferente, entretanto os milhares que a viram
e ainda hoje testemunham e a Igreja a aceitaram como inequívoca.
As aparições da Virgem em Zeitun foram as maiores
de todos os tempos em número de testemunhas, mais de 1 milhão de pessoas. Até
hoje não há paralelo na história das aparições que se possa comparar às
aparições no Egito. Nossa Senhora conseguiu pacificar dois povos quase em
guerra sem a necessidade de nenhuma mensagem específica, bastou a sua presença
para que tanto muçulmanos quanto cristãos observassem que aquilo que
aparentemente os separava, se vista sob a ótica do amor era justamente o que os
unia, a fé.
Fonte: www.apelosurgentes.com.br