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Indulgências Urgente |
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Texto antigo, escrito em 13/02/2003, mas que continua atual.
Precisamos adquirir o máximo de indulgências, tanto plentárias quanto
parciais, não dando ouvidos para as pessoas que as combatem. Os tempos são
maus e devemos nos apropriar deste verdadeiro tesouro da Igreja Católica.
As indulgências continuam válidas, e nenhuma delas foi abolida.
Reapresento porque as pessoas precisam saber disso.
Há alguns tempos atrás, colocamos no ar um pequeno texto sob o título
Purgatório Urgente, que causou
comoção e emoção em muitas pessoas. Verdade é que recebemos muitos
e-mails e mesmo telefonemas, solicitando esclarecimentos, com pedidos dos
livros “Salvai Almas”, que ali sugerimos, como forma URGENTE de rezar
pela Igreja Padecente, as almas do Purgatório.
Um fato que nos causou surpresa foi o completo desconhecimento
a respeito das indulgências por parte de muitos. A plenária Jubilar, cujo prazo esgotou-se dia 06/01/2000, com o
fechamento da Porta Santa pelo Papa João Paulo II, foi adquirida por
muito poucas pessoas. Como o tempo jubilar já se esgotou,
a obtenção de novas indulgências plenárias por esta via,
somente será possível no ano de 2025, e agora “não adianta chorar
sobre o leite derramado”. Quem deixou
passar a oportunidade de
adquira-las, perdeu um imenso tesouro! Quem deixou de divulgá-las, como
fizeram muitos sacerdotes, terá de se haver com o Pai, pois todo
este encargo excedente e futuro das almas lhes será debitado
Nós, porém, não choramos mágoas tardias.Devemos levantar a cabeça
e seguir avante, pois o caminho é curto, mas a jornada extremamente árdua.
Se você leu algum livro sobre fim dos tempos, sabe do que estamos
falando. Imagine que até hoje, na sua vida, com certa facilidade, você
tenha apenas andado na planície. Imaginou? Pois agora, neste exato
momento, você acabou de chegar ao sopé da cordilheira do Himalaia. Você
tem, agora, alguns meses mais - ou alguns dias - para escalar uma destas
montanhas. Cada um terá a sua. Uns deverão escalar o Everest, outros a
montanha assassina, o K2; isto é, uns terão de sofrer mais, outros
menos.
Mas é preciso subir, é preciso lutar, é preciso sofrer.
Certamente haverá desespero, certamente haverá dor. Ninguém escala uma
montanha sem dor, sem fome, sem passar frios terríveis e perigos insondáveis.
Vale lembrar a frase de Jesus : “Se alguém quer vir após mim, negue-se
a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me”. Pior, não existem mais
alternativas. Ou você sobe a montanha e se salva com certeza, ou fica no
sopé dela, esperando por uma ajuda que pode não chegar. Eis que todos
iremos precisar de ajuda!
Retratamos esta imagem da escalada da montanha, para simbolizar o
que acontecerá em breve com toda a humanidade. Nós criamos uma sociedade
do fácil, do bom e do melhor, do nenhum sofrimento e da nenhuma dor. Para
pessoas extremamente favorecidas por Deus, desfrutando de bons salários
ou altos ganhos, o paraíso é aqui mesmo. Para estes, aguarda-os agora a
escalada do K2, se quiserem salvar-se ou evitar um Purgatório “até o
fim do mundo”. Para a maioria,
contemplados nesta vida pela Divina Misericórdia com a dor e o
sofrimento purificador, na
falta de tudo ou quase tudo, para estes restará talvez ainda um monte, ou
apenas uma colina a escalar. Mas, sem dúvida, todos terão de escalar sua
montanha, em tempos de aflição
(Dn 9,25).
Por que a Divina Misericórdia nos coloca assim diante de tão
grandes sofrimentos? Exatamente por causa da Sua Infinita Misericórdia.
Deus não quer perder ninguém! Jesus não quer perder nenhum dos que o
Pai Lhe confiou. E o Pai não gosta de fazer ninguém sofrer, mas a
Ele não é dada outra alternativa, pois a Sua Justiça tem
de ser satisfeita conforme a Sua Santíssima disposição. O que
seria preferível: deixar as coisas caminharem para o abismo, sem nenhum
sofrimento e nenhuma dor, permitindo a uma imensidão de pessoas se
perderem, ou purificá-las em
purgatórios horrendos, fazendo-as
sofrer agora, nestes tempos de tribulação e angústia, para depois vê-las
indo diretamente aos
braços do Pai Eterno? O leitor então compreendeu o que se passa? Nem
sempre o sofrimento é castigo! Quase sempre é para o bem da alma e para
a sua eterna salvação.
O sofrimento é castigo, quando atraído pela própria ação e
perfídia de quem o recebeu. Mesmo assim, ele tem o sentido de fazer um
alerta à pessoa, para que ela não cometa mais aquela ação. Isso quer
dizer que o castigo não vem de Deus, mas Ele assim o permite, para o bem
da alma. Já o sofrimento normal, aquele do nosso dia-a-dia -
nossas angústias, nossas dores, nossas tribulações -
estas, se bem aproveitadas, são nosso caminho de salvação. São
Paulo
Nós poderíamos aqui, com um pouco de imaginação, traçar um
quadro tão horrendo, de tanto sofrimento, que de fato poderia até
provocar pânico
Paz!
Hoje vos quero falar mais sobre o purgatório. Muito já sabeis: do
tempo, do sofrimento, do lugar e muito já sabeis sobre a Divina Misericórdia:
sobre o Pai Misericórdia. De fato, o desejo do Pai é salvar toda a
humanidade. Todos os seus filhos.
Por uma ovelha, o Pastor deixa as outras, dizia Jesus, e Deus Pai,
por causa de alguns filhos, para a salvação de alguns deles, Se contenta
com os pedidos de outros filhos. Mas os pedidos deverão partir do
coração. Deverão refletir o amor que vem do fundo da alma. Um
suspiro pode salvar almas... e milhões de rosários podem
salvar apenas uma.
Rezai então com o coração milhões de rosários e o
purgatório ficará limpo. E não só o purgatório, mas a humanidade toda
se converteria se alguns rezassem milhares de Ave Marias.
Mas toda a oração deve partir do fundo da alma. O Pai está
cansado de ouvir murmúrios vazios e de orações por
obrigação e de orações expostas. Tudo deve brotar da alma, com
amor, com muito amor. Rezai com amor e tereis a paz e harmonia
Na verdade, vós podereis ser padecentes: na chegada do Novo
Reino o purgatório se extinguirá! As almas pagarão suas penas, no
ato divino da purificação que Deus fará acontecer a todos os seus
filhos vivos e padecentes(Aviso).
Mas os vivos que chegarem ao Novo Reino, terão de pagar também as
suas penas devidas. De fato, o Pai é misericórdia, é Justo... E
muitos ficarão pagando suas penas no Novo Reino. Assim, os que nada
devem, receberão seus corpos glorificados e eternos. Os outros, viverão
com seus velhos corpos, até pagarem todas as suas penas, isto é, tantos
dias quantos seriam necessários no purgatório. Apenas será a ausência
de Deus e a espera angustiante da graça da visão Dele eternamente.
O Reino dos Céus é para todos indistintamente pois todos são
filhos de Deus. Rezai, pois, por todos e especialmente pelos que estão no
purgatório ainda, pois ajudarão no vosso trabalho aqui. De fato, todas
as pessoas colocadas em vossas orações serão atingidas por elas e o
purgatório se faz intercessor.. e intercessor poderoso.
Filhinhos, rezai para terdes
sempre forças de manter-vos em estado de graça. Assim tereis graças em
abundância e podereis até transformar o mundo que vos rodeia. Podereis
transportar montanhas e mares.. e o segredo é a oração. Mas a oração
precisa sair do coração e as vezes não precisam de palavras.. atos,
amor, pureza, humildade, doação, eis as orações verdadeiras. Se no
entanto quiserdes rezar, rezar, rezar, fazei com amor e transformai-vos vós
mesmos em oração, vivendo o que Jesus viveu. Este é o verdadeiro
segredo: viver como Jesus viveu, transformando vossos corações em corações
amor. A estrada é difícil, mas já Jesus vos dizia isto. É preciso pois
optar: ou os caminhos do Pai que são difíceis ou os caminhos da perdição..
não existe um terceiro! Rezai então para terdes forças e vencerdes a
batalha!
Por que estamos colocando esta mensagem? Para que você finalmente
se sensibilize para a questão da Igreja padecente! Como a Mãe disse: não
existem dois caminhos! E a verdade é que Ela já havia pedido ao mesmo Cláudio,
dias antes, que procurássemos ter agora a preocupação com apenas três
coisas, que referem-se exatamente às nossas almas: 1)
Procurar viver sempre em estado de graça; 2)
Rezar muito pelas almas, para que elas nos ajudem depois no momento
da dificuldade; 3)
Pregar e lucrar o maior número possível de indulgências concedidas pela
Igreja Católica. 4)
Oferecer diariamente tanto o seu trabalho, como seu descanso, seu lazer e
alegrias, e também os seus sofrimentos e dores, em reparação de seus
pecados. Este simples ato de amor, feito diariamente, será capaz de fazer
milagres na hora da morte. 5)
Aceitar, sem reclamar, todas a dores e penas desta vida, por amor a
Jesus e para o bem das almas. Este ato maravilhoso, é a causa principal
da salvação de milhares de almas e também evita milhares de horas de
padecimento do purgatório a muitos. 6)
Cumprir com verdadeiro ardor, depois de uma contrição e arrependimento
perfeito, a penitência imposta pelo confessor. Isso evita milhares de
horas de purgatório mais tarde além de ser muito fácil de fazer.
Cumprindo estes objetivos, poderemos enfrentar sem medo tudo aquilo que vier pela frente. Porque estamos
sim, chegando ao final de um tempo terrível, onde as provações serão
inúmeraveis.
Sim, estamos chegando ao fim de um tempo e ao limiar de uma nova
era. E como estamos usando o exemplo da montanha, sentimo-nos inclinados a
esclarecer: apenas aqueles que conseguirem chegar ao topo da montanha
poderão vislumbrar os contrafortes do Novo Reino. Entretanto, quando
usamos a expressão “chegar ao topo do nosso Everest”, não
nos referimos a chegar apenas vivos fisicamente, mas sim
atingir o cimo com a nossa alma salva, completamente purificada
pelo sofrimento deste “calvário” que se aproxima para todos.
Eis que os homens definharão
de medo, perante o barulho do mar e das ondas (Mt 24). Assim, depois
deste sofrimento passageiro, estaremos em condições de desfrutar as
alegrias, mortos para o mundo, mas vivos no Novo Céu, vivendo já na Nova
Terra, finalmente e em plenitude, como verdadeiros filhos e filhas de
Deus. Hoje, embora sejamos filhos deste Deus maravilhoso, não vivemos
como filhos d’Ele, mas como
filhos deste mundo renegado que criamos, fruto da nossa desobediência aos
mandamentos do Pai. É só por isso que sofremos!
É claro, todos precisamos e queremos chegar ao topo da nossa
montanha. Pergunta-se: há formas de amenizar o caminho? Existem atalhos?
Existe alguém que pode nos ajudar? Sim, é possível responder
positivamente a cada uma destas perguntas. Vamos começar, respondendo
pela terceira: sim, existe alguém que pode nos ajudar a galgar nossa última
montanha! A Igreja Católica Apostólica Romana! Também rezando pelas almas
do purgatório agora, obteremos depois a sua ajuda. Sim, existem sete
atalhos, que são os Sacramentos
da Igreja Católica Apostólica Romana. Sim, existem formas de amenizar o
caminho, de tornar a cruz de cada um mais leve! Estas são as indulgências, que somente a Igreja Católica Apostólica Romana
tem e pode conceder, e não é venda de lugares no céu como muitos pensam
ou gostam de induzir outros a pensar. Munido com estes apetrechos todos,
você não só chegará fácil ao topo da montanha, como lhe parecerá,
quando chegar ao topo, ter subido de elevador.
Vamos ser claros! Já no dias que passaram, colocamos neste mesmo
site um artigo sobre as indulgências e a forma de as alcançar.
Aconselhamos a todos que busquem lá os esclarecimentos. Ali explicamos
tudo direitinho, de modo que não há necessidade de repassar o assunto.
Pela reação causada em relação ao tema do Purgatório, muitos deixaram
passar o bonde da História e perderam o lotação. É também verdade que
a barca de Pedro tem estado sempre à disposição de
quantos querem se salvar e tem colocado os “botes” de salvação
para todos. Mas quem os aproveita? Quem os vive? Não lamentemos; antes,
vamos à luta, que há lugar no barco e ainda há tempo de nele tomar
assento. Afinal, ele passa todo dia diante de nós! Só não entra quem não
quer. Por absoluta teimosia...
Nosso interesse principal, neste novo e pequenino trabalho, é
esclarecer aos que
perderam a indulgência jubilar do ano passado que existem outras formas
de se lucrar a indulgência plenária.
É também dizer que igualmente as indulgências parciais são preciosas e
é preciso agora se apropriar delas. A Igreja Católica
obedece a um único chefe, João Paulo II, nosso Pedro de hoje, que
tem o poder de aqui ligar e desligar tudo o que ele quiser, lógico que
seguindo certos ditames da fé, dispondo
de outras tantas formas de se apropriar dos méritos únicos e exclusivos,
resultantes da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Nosso interesse é esclarecer que a Igreja, fiel detentora da
Palavra de Deus, guardiã única e dispenseira terrena dos tesouros do Altíssimo,
tem o poder de indicar formas e modos de nos apropriarmos desses méritos
infinitos. A principal forma de nos apropriarmos deles é: primeiro,
vivendo santamente os Sacramentos como fonte de graças e, segundo, usando
de forma obediente e humilde das indulgências por ela concedidas.
Como você viu pela mensagem acima, são dois os motivos principais
que nos fazem utilizar o caminho seguro das indulgências da Igreja:
Primeiro porque, se não chegarmos vivos à Nova Terra, deveremos ter a
alma preparada, com todas as penas dos nossos pecados remidas, afim de
podermos ir direto aos braços eternos do Pai Criador. Segundo porque, se
chegarmos lá vivos, deveremos estar completamente purificados, para
obtermos já o nosso corpo de carne espiritualizada e eterna. Caso contrário
teremos que continuar com um certo encargo ou sofrimento, por um certo
tempo, padecendo com nosso corpo atual até havermos cumprido os dias do
nosso purgatório aqui na terra. Imaginem que sofrimento não será!
Por favor, neste tempo de exceção que estamos vivendo, você, que
é uma pessoa sábia, não ponha mais questionamentos sobre a doutrina das
indulgências. Por favor, não acredite na doutrina protestante, pois ela
é vazia e não lhe dá a garantia da salvação. Por favor, não dê
ouvidos nem a leigos, nem a membros do clero que as combatem. Se eles
quiserem se perder, que se percam! Se eles quiserem sofrer, até por milênios
no Purgatório por causa de sua teimosia, que sofram! Mas você, que é
“filho da luz”, por favor, acredite na sua Igreja Católica. Por
favor, aproveite este tempo ainda favorável para adquirir seu bilhete no
“elevador”. Então, mais tarde, quando lhe for dado ver as coisas mais
claro, quando chegar ao topo da montanha, saberá quão pouco custou ser
obediente, humilde e... esperto.
Mas, veja bem, quando falo nesta “esperteza”, não
me refiro àquela forma astuta e nada louvável de se dar bem à
custa dos outros, mas sim busco
exaltar o procedimento dos
simples e dos humildes, dos que acreditam e confiam cegamente no Senhor e,
por acreditarem, fazem uso de todos os meios e modos possíveis
para salvação de suas almas. A questão é: eu não vou adquirir
uma indulgência plenária apenas para “escapar do Purgatório”; mas
sim, pecador e indigno, recebo-a por acreditar na Igreja que a concede,
obtendo a garantia e a plena segurança de que,
por meio dela, consigo mais facilmente alcançar o Céu, minha
meta!
Outra coisa a considerar é que com Deus não se negocia. A Deus
apenas se obedece. E obedecer a Deus aqui neste mundo significa seguir a
Sua doutrina, da qual a Igreja Católica -
e apenas ela - é fiel
guardiã. Se vamos falar em indulgência, não seja você um descarado
qualquer, julgando que sem uma profunda conversão interior poderá obter
os méritos da Paixão de Jesus. Converta-se ANTES e depois venha, humilde
e devotamente, buscar no tesouro da sua Igreja Católica as graças que
você precisa para a sua salvação. Creia, ninguém se salva sozinho:
salva-se quem busca a salvação dos outros!
Assim, existem centenas de formas de se adquirir uma indulgência
parcial. O que é uma
indulgência parcial? É a remissão de apenas parte
das penas do Purgatório, devidas pelos nossos pecados, já perdoados
pela confissão sacramental quanto à culpa. Exemplo da oração super
indulgenciada do terço: a cada Ave-Maria, a cada Pai-Nosso, a cada
“Ó meu Jesus...” que você reza, assim como cada jaculatória
intercalada nesta maravilhosa oração, desde que rescitadas com
amor, você recebe, pela Igreja, determinadas indulgências parciais. Além disso, por
antigos cânones da Igreja, toda
vez que você pronuncia os Santíssimos nomes de Jesus e de Maria você
obtém 7 dias de remissão de pena a cada invocação. Assim, numa simples
Ave-Maria, você diz duas vezes “Maria” e uma vez “Jesus”. Isso
significam 21 dias de remissão de pena do Purgatório, além da indulgência
parcial normal! Deu para entender?
Significa que, cada vez que você reza esta oração tão linda com
devoção, deixa de cumprir
21 dias de Purgatório. Além disso, se você rezar o terço em um coro de
duas vozes, você obtém, pelos mesmos cânones,
mais 100 dias anexos de remissão de pena. E mais, pela comunhão
dos santos, este número se multiplica para cada pessoa que reza em
conjunto, com devoção, amor e fé.
Vejam como é fácil, não é mesmo? Então, por que temos, segundo
Santa Francisca, que passar em média 30 anos de sofrimento no Purgatório?
Porque não rezamos o terço! Porque não vamos à santa Missa! Porque
comungamos indignamente e vai por aí! Tudo falta de amor! Por falta de
amar e acreditar na Igreja!
Não vamos aqui explicar novamente a “mecânica” da remissão
das penas. Lembramos, entretanto, que a indulgência plenária apaga
somente as penas devidas pelos pecados já perdoados quanto à culpa, isto
é, já confessados. Eis porque é sempre necessária a confissão ANTES,
pois é da maior importância estar em estado de graça. Assim,
apresentamos abaixo algumas formas de indulgência plenária em pleno
vigor na Igreja, todas constantes do Manual das Indulgências da CNBB.
Desta forma, queremos apenas abrir caminho para as pessoas buscarem neste
livro, e noutros que indicaremos no fim deste texto, a melhor e mais
perfeita instrução sobre este assunto.
Deste modo, no exemplo acima, passamos uma idéia da indulgência
parcial. Contudo, esta indulgência
não nos dá uma certeza, uma garantia absoluta
da eliminação de TODAS as penas devidas, por TODOS os nossos
pecados, até aquele dia de nossa vida. É preciso que busquemos na indulgência plenária a completa remissão. A ninguém é dado
saber, a não ser pela graça do Céu, quanto tempo teria de passar no
Purgatório num dado momento de sua vida, se viesse então a falecer.
Assim, como deixamos passar o maravilhoso período da Porta Santa,
apresentamos outras formas de indulgência plenária.
Antes de enumerar as fórmulas das plenárias, conforme extraídas
do Manual da CNBB, deixamos claro que é muito difícil Deus aplicar 100%
uma indulgência, mesmo a plenária, pois
na absoluta maioria das pessoas e das vezes, não fazemos tudo com
o amor devido e na conta apropriada. E o amor é a medida de todas as
coisas. Lembramos, por isso: toda
indulgência plenária, seja qual for a forma escolhida, deve obedecer
sempre e indispensavelmente a três requisitos básicos, sem os quais ela
não acontece. Estes são: 1)
Confissão Sacramental, feita a um sacerdote, num período até 15
dias antes. Não vale
a confissão comunitária. 2)
Participação da Santa Missa e da Sagrada Eucaristia, em estado de graça,
naquele dia; Quanto menos preparada interiormente a pessoas estiver,
menores as graças. 3)
Oração final ao Papa, conforme estabelecido, para devolver à Igreja,
parte do tesouro que você acaba de adquirir.
Existem, também, alguns requisitos não básicos, mas intrínsecos
e inerentes, que dizem respeito ao estado de espírito e à disposição
interior de quem busca tamanha graça: 1)
Ter um profundo sentimento de humilde aceitação da vontade
divina; 2)
Ter um perfeito sentimento de contrição, de convicção e alegre
expectativa; 3)
Ter um profundo sentimento de devoção, fé, amor, caridade e
digno respeito.
Quer dizer, a pessoa não
pode agir com o intuito fingido de apenas escapar das penas do Purgatório.
Se não houver a firme contrição, o propósito de emenda e o perfeito
arrependimento, a indulgência não será alcançada, porque ela é um prêmio
ao amor e à santa obediência. É preciso então, ANTES cumprir estes
requisitos e posteriormente os
que enumeramos a seguir.
Assim, munido dos pré-requisitos e imbuído dos propósitos acima
expostos, você poderá, por exemplo, obter esta indulgência plenária, a
qual você pode obter apenas uma por dia (parciais não há limite), cada
vez que: 1)
Permanecer em adoração ao
Santíssimo, por mais de meia hora! De preferência,
seja esta adoração de joelhos, como forma de adoração e mesmo
penitência; pelo menos que o façam as pessoas mais fortes fisicamente; 2)
Visitar as basílicas patriarcais de Roma numa destas formas e
dias: a)
no dia do santo titular b)
em qualquer festa de preceito c)
uma vez por ano, à escolha do fiel 3)
Visitar o cemitério para rezar pelas almas, nos dias de 4)
Participar da cerimônia da adoração
à Santa Cruz, na Sexta-Feira da Paixão; 5)
Rezar diante de uma imagem do crucificado a oração “Eis-me
aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus”, apenas nas sextas-feiras da
Quaresma. Nos outros dias, indulgência
parcial; 6)
Recitar em ato solene e público o Ato
de reparação “Dulcíssimo Jesus”, no dia da festa do Sagrado
Coração de Jesus; 7)
Recitar em ato solene e público o Ato
de Consagração do gênero humano a Jesus Cristo Rei, o Dulcíssimo Jesus
Redentor, na festa de Jesus Cristo Rei; 8)
Receber o sacramento da unção
dos enfermos. (É grande ato de caridade levar o sacerdote aos
doentes, para receber este grande e precioso sacramento.
Quem, por sua culpa, deixar de prestar este socorro ao doentes, terá
de acertar as contas com o Pai); 9)
Usar devotamente objetos de piedade como escapulários,
medalhas e crucifixos, desde que bentos pelo Papa ou por um Bispo. A
indulgência plenária acontece apenas no dia da festa de São Pedro e São
Paulo. Nos outros dias, a indulgência é parcial; 10)
Participar das santas missões, ouvindo as pregações,
participando ainda do ato solene de encerramento
destas missões; 11)
Assistir à missa da primeira comunhão de alguém, ou fazer
esta primeira comunhão; 12)
Assistir devotamente à primeira
Missa de um neo-sacerdote, em data marcada; 13)
Assistir à missa jubilar de
um sacerdote, nos 25, 50 ou 60 anos de sacerdócio; 14) Ler e meditar a Palavra de Deus,
a Bíblia Sagrada, mesmo em sua casa, por um espaço superior a meia hora. ( Menos que isso, a indulgência é
apenas parcial); 15)
Visitar piedosamente a igreja
onde se realiza o Sínodo Diocesano, recitando ali o Pai-Nosso e o
Credo; 16)
Participar solenemente do canto
“Tão sublime Sacramento”, em duas ocasiões especiais: 1) Na
Quinta-Feira Santa, depois da missa da Ceia do Senhor! 2) Na ação litúrgica
da solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo; 17)
Recitar solenemente, no último dia do ano, o “Te
Deum” (A Vós, ó Deus); (não é preciso que você próprio recite,
mas que participe devotamente do recital); 18)
Recitar devota e publicamente o “Veni
Creator Spíritus”, em duas ocasiões: 1) No primeiro dia de
janeiro; 2) na solenidade de Pentecostes; 19)
Participar do piedoso exercício
da Via Sacra, diante e movimentando-se a cada uma das 14 estações.(Quando
é ato público, basta que o dirigente se movimente); 20) Visitar uma igreja ou o altar,
no dia da dedicação, e aí rezar piedosamente o Credo e o Pai-Nosso; 21)
Visitar piedosamente uma
igreja ou oratório, no dia da comemoração de todos os fiéis
defuntos, rezando as orações do Credo e do Pai-nosso. (Aplicável
somente às almas do Purgatório) 22)
Visitar piedosamente uma igreja ou oratório de religiosos, na
festa do seu fundador, e ali rezar piedosamente o Credo e o Pai-Nosso;
23)
Assistir devotamente a uma santa
Missa presidida pelo Sr. Bispo, por ocasião da visita pastoral à
comunidade ou paróquia; 24) Fazer a renovação das promessas
do batismo, por ocasião do aniversário de seu batismo ou por ocasião
da Vigília Pascal; 25) Rezar o Rosário, recitado na
Igreja ou oratório, em família, na comunidade religiosa ou
em piedosa associação. Se for feita a piedosa meditação dos
mistérios, basta a recitação do
Terço, desde que feito em voz alta e as cinco dezenas de uma só vez.
Temos aí algumas formas e fórmulas de adquirir a
indulgência plenária. Não perca nenhuma chance dessas quando ela
aparecer. Esteja atento! Chamamos a especial atenção para os itens 01,
14, 19 e 25, os quais, devidamente observados, podem valer indulgência
plenária todos os dias. (Só pode ser lucrada uma indulgência plenária
por dia, mesmo que por fórmulas diferentes) Quanto aos outros, todos válidos,
é preciso estar ciente e atento, para não perder nenhuma data ou ocasião
especial de lucrar a plenária. Algumas são extremamente simples. E não
duvide que elas funcionam. Também lembramos, que a indulgência plenária
pode ter as seguintes aplicações: 1)
Você a lucra por você mesmo, isto é, na sua própria intenção; 2)
Você a lucra por uma alma específica de acordo com a sua vontade; 3)
Você a entrega a Nossa Senhora para que Ela faça o uso da indulgência,
para a alma que for do interesse do Pai;
Damos um exemplo recente: um senhor, nosso conhecido, faleceu
recentemente tendo ao redor seus familiares, de mãos dadas entre cantos e
orações emocionadas. A partir daquele dia, sua filha mais nova passou a
sonhar todas as noites com o pai. Ele dizia sempre que estava num lugar
escuro, mas estava bem. E assim foi por algumas semanas. De toda a família,
apenas uma das filhas acreditava nas indulgências, então sugerimos que
ela fosse adquirir a indulgência plenária jubilar, seguindo
fielmente a norma da Igreja. Eis que, na mesma noite, a filha que sempre
sonhava com o pai, teve outro sonho. Viu que ela própria ia caminhando de
mãos dadas com o pai direto para um grande luz. De repente, o pai solta
as mãos e adianta-se um pouco. Depois volta-se e diz:
“Agradece a X (a filha
que tinha adquirido a plenária naquele mesmo dia, à tarde), é
por causa dela que estou indo”. Ele teria de permanecer no Purgatório
por três anos, menos sete dias.
Até então, uma não sabia que a outra tinha adquirido a indulgência
plenária pelo pai. Quando isso foi revelado, ambas se abraçaram e
choraram muito. De alegria! Hoje, ambas rezam em família as 15 Orações
de Santa Brígida, para a salvação de toda a família. Rezam com esposo
e filhos todos os dias, conforme as temos no livro “Salvai Almas”,
Fundamentos da Salvação. Toda a família, aliás, divulga os livros e
reza pelas almas.
Que acontece em relação ao Purgatório? Muitos até visitam seus
entes queridos, levam flores e limpam o túmulo. Há cemitérios
“espetaculares”! (Mas também muitos “montes de podridão). Que
adianta apenas levar flores e limpar o túmulo, se a pessoa não reza nem
uma Ave-Maria? Que adianta mandar
rezar missa pelo falecido, se quem mandou rezar não
assiste à missa? Que tipo de amor é este pelos seus entes queridos?
Vejam que o AMOR é a medida de todas as coisas. Vale é o amor pelos
padecentes. Vale é a devoção e o ardor que você põe em seu pedido.
Eis que Nossa Senhora mesmo disse, que nenhum pedido deixa de ser atendido
em relação às almas, se for pedido com verdadeiro amor.
Temos ultimamente recebido centenas de telefonemas de pessoas que
dizem sonhar com os seus falecidos.
Pois quase sempre, nestes casos, é exatamente porque a pessoa está no
Purgatório e necessitada de suas orações. É a Misericórdia Divina que
permite esta espécie de comunicação, para que você tome sentido da
necessidade daquela alma, para que você apenas se lembre dela. Vale
lembrar que não se trata de espiritismo, condenado pela Igreja, cuja prática
consiste na evocação dos mortos. Por isso, em todos os casos,
especialmente quando estes sonhos são repetitivos e insistentes, sempre
que instruímos a pessoa a adquirir
uma indulgência plenária por aquela alma, imediatamente param os
sonhos. Que sinal maior você poderá querer quanto à eficácia das
indulgências? E assim, se funcionam para os falecidos, também funcionarão
para você. Afinal, é tão mais fácil ter fé agora, ser piedoso,
humilde e agir em espírito cristão de caridade perfeita, que sofrer
talvez por anos e séculos no Purgatório por causa do nosso relaxamento,
pouco caso, teimosia e orgulho.
Enfim, o assunto é apaixonante. Mínimas coisas podem levar uma
alma ao Céu, por livrar-se das penas do Purgatório. Um exemplo: um certo
sacerdote bem velhinho, aqui do Brasil, estava recentemente rezando seu
breviário à noite, quando ao seu lado surge a figura de uma antiga
empregada doméstica da casa paroquial, falecida há muitos anos. Ela
pediu apenas: “Padre, amanhã, quando você for rezar a missa, me coloca em suas intenções?”.
“Sim, filha”, respondeu ele, “vou fazer isso!”. Pois bem, no outro
dia, quando ele se paramentava bem cedo para rezar a missa, novamente a
alma se achegou a ele e disse: “Padre,
não precisa mais me colocar em suas intenções. Eu já estou no céu! Eu
precisava apenas que o senhor se lembrasse de mim”.
Viu? Só pelo fato de lembrar de alguém, você já está rezando por ele.
Da mesma forma o amor: se você tem verdadeiro amor, basta um suspiro para
salvar almas! Se você não tem amor, nem rezando mil terços vai salvar
alguém... nem a você.
Assim, lembre-se você também de seus entes queridos. Se você tem
dúvidas quanto a sua salvação direta ao Céu, adquira indulgência plenária
por eles. Em suma, não perca a esperança também em relação aos vivos.
Mesmo que alguém esteja vinculado diretamente à maçonaria, ao
espiritismo, às seitas satânicas, os piores caminhos. Por experiência,
afirmamos: se há uma pessoa que reza de verdade, por um ente querido, com
o coração contrito e humilhado, mesmo que ele leve uma má vida, não
deve apavorar-se. Ele fatalmente se salvará por causa de seu amor. Até
mesmo “contra a vontade”. Então, mantenha a fé. Nenhum pecado é
maior que a Divina Misericórdia. Duvidar disso é o pecado que não tem
perdão, o pecado contra o Espírito
Santo.
Terminando: você tem aqui um breve texto sobre as indulgências
plenárias. Mas é preciso saber mais sobre elas, seu valor e seu poder. Não
despreze também as indulgências parciais. Por isso, indicamos dois
livros em especial, onde há outros 45 tipos de orações e atos
indulgenciados, perfeitamente válidos em todo o mundo: 1) Manual
das Indulgências, normas e concessões – da CNBB – Editora Paulus;
2) O que são as Indulgências,
do professor Felipe Aquino – Editora Cléofas – fone e fax:
0xx-12-552-6566 – e-mail, felipe@fastnet.com.br.
Estes livros explicam tudo muito claro, inclusive no livro do
professor Felipe está bem
apresentada a questão das indulgências em relação a Lutero e os
protestantes. Tenha sempre estes livros
Não se esqueça: compre logo o seu bilhete no elevador, pois ninguém
sabe o dia nem a hora de nenhum acontecimento, a não ser por graça
especial do Pai. Não seja, pois, teimoso – por não acreditar -
ou orgulhoso, por achar que não precisa. Todos precisamos e todos
podemos lucrar estas indulgências, por nós ou por nossos entes queridos.
Creia, leitor amigo: A Segunda Vinda de Jesus está próxima! Os
sinais estão todos aí e só os cegos por satanás não os querem ver.
Antes, porém, virá o Aviso de Deus. Depois virá o Grande Sinal de Deus,
o Milagre. Depois virá o castigo que termina com os três dias de trevas.
Mas não espere eles chegarem,
ANTES de você ter ido ao seu confessor. Não acredite na doutrina que diz
que você pode se confessar direto com Deus, se assim fosse, Jesus não
teria dito para os apóstolos: “Àqueles a quem perdoardes os
pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão
retidos”. Não
deixe também para depois a busca da remissão de suas penas. Esse
“DEIXE PARA DEPOIS”
é uma sugestão
de satanás. Santo Expedito que o diga! O nosso lema de cristão é
HOJE! Sim, “é HOJE
que eu vou me converter!”.
Uma última pergunta: você quer também passar vivo para o Novo
Reino, e lá ser completamente feliz, não quer? Então lucre o máximo de
indulgências possíveis! Veja que o tesouro da Igreja é imenso e os méritos
de Jesus são infinitos. Ou você quererá viver aqui tendo ainda seu
purgatório às costas? Com este corpo defeituso que temos? Sem o corpo
glorioso e leve dos que nada mais devem das penas de seus pecados?
Corra, que o tempo é curto! Leve esta mensagem a muitos, pois os
que tiverem introduzido muitos nos caminhos da justiça, fulgirão como
estrelas, com perpétuo resplendor (Dn 12,3) Seja você inteligente,
pois os que tiverem sido
inteligentes, fulgirão como o brilho do firmamento.
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Fonte:www.recados.aarao.nom.br |
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