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"IRMÃOS DE JESUS" |
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Ontem, no malsinado programa “Fantástico” da TV Globo, foi
mais uma vez despejado um tonel de esterco sobre a pureza de Maria Santíssima,
a Virgem Mãe de Deus, e Mãe nossa. Com ufania perniciosa o Cid Moreira
& outros se vestem de pompa e empolação, para anunciar a
“fabulosa” descoberta de um “pesquisador” norte americano, que
pela sua pose e cara de palerma, mais parecia um catador de lixo, um fuçador
de esterqueiras, ou um pobre morador de debaixo de alguma daquelas
pontes do Brooklin. Nem cara de pesquisador ele não tem, isso com
certeza!
Até os demônios que habitam o Projac sabem que aquilo é uma
farsa – os pretensos filhos de Nossa Senhora – entretanto para a
“plimplim” de satã – seu fundador sabe disso e está provando –
quanto mais veneno seu mestre Lúcifer joga nas coisas santas, mais
pontos ganha no ibope que mede a mídia do inferno. E mais lucra com os
incautos! E assim qualquer asno vestido de pesquisador bíblico,
qualquer inventor de teoria nefanda sobre as verdades eternas, logo acha
espaço de divulgação nas telas da “poderosa”, porque poderoso
neste mundo é o príncipe negro, para o qual eles todos trabalham.
Mas o leitor sabe muito bem qual o destino dos poderosos, e sabe
também o fim dos que diariamente cospem na face do Filho de Deus, e
Filho único da Virgem Maria. Eles sabem que tudo aquilo é mentira, mas
pelo sórdido desejo de confundir a opinião pública, travestem de
verdade o veneno de satã, e a plebe ignara que se dane. Quantos “católicos”
balançaram diante daquelas mentiras? Sim, mesmo que ao final tenham
permitido quem um padre explicasse – sem uma convicção firme – a
verdade, da verdadeira Igreja.
E assim, se aquele pesquisador não saiu de dentro de uma
esterqueira vil, se não é um catador de lixo, faz com certeza parte da
escória de pesquisadores malditos, aos quais o demônio suscita, a fim
de denegrir a imagem da Mãe de Deus. Sim, forjando pesquisas diabólicas
e distorcendo os fatos, pelo vil desejo de conspurcar o Altíssimo,
enlameando a sua Mãe. Há uma claque de mil e um filhos das trevas, que
parece envenenado pela baba de satã, pois se dedica com toda fúria
insana de sua alma torpe, a denegrir tudo aquilo que nós cremos por
santo, tudo o que nós católicos temos por Divino e Sagrado, tentando
desmistificar passagens bíblicas, lançando trevas e nuvens sobre as
divinas Escrituras, conspurcando nossa sã Doutrina, e cuspindo em nossa
Igreja Católica.
Vejam, se fôssemos acreditar nestes “pesquisadores” que satã
suscita, teríamos já derrubado todos os dogmas de nossa fé, e dela
eliminado todos os mistérios. Houve até pesquisadores que negaram a Ressurreição,
dizendo que o Corpo Santíssimo de Jesus havia sido tirado do túmulo
– que estava tapado por uma grande pedra e guardado fortemente por
homens armados – e devorado, pelos cachorros do mato, que os
havia muitos nos arredores de Jerusalém. Ora, nem que fossem cães do
inferno conseguiriam isso. Então somente uma pessoa que tem cérebro do
cachorro do mato, que pensa tanto quanto um deles, para aventar tal
hipótese, ou acreditar nela. Somente um espírito de
anticristo, para negar esta verdade Sagrada, sem a qual nossa fé e vã.
Também os “pesquisadores” de satanás já “descobriram”
que Jesus era amante de Maria Madalena e com ela teve até filhos. Mais
uma vez aqui, somente um espírito de demônio para pregar este falso
jesus, adúltero, devasso, mentiroso, perjuro, farsante, que nas
Escrituras escondesse este estado gravíssimo de desvio comportamental.
Adúltero, porque não consta nas Escrituras que Ele tivesse casado.
Devasso, porque seria este um comportamento de filho das trevas.
Mentiroso, porque esconderia isso de todos os que O seguissem pelos séculos
afora. Perjuro, porque dezenas de vezes Ele falou: em verdade, em
verdade vos digo, e isso tem força de um juramento. Farsante,
porque se apresentou diante dos homens como Filho de Deus, quando isso o
faria filho das trevas. Poder ser este o jesus de certos
protestantes, isso prova de que não falamos da mesma Pessoa.
Assim, o que vemos é que todos estes pesquisadores, que se
esfalfam por NEGAR nossas verdades mais sagradas, procedem das trevas,
que querem ofuscar a imagem de Jesus, nosso Deus e Senhor, o Filho Santíssimo
da Virgem Maria, a Mãe de Deus e também nossa mãe, na realidade são
filhos da serpente. Serpente maldita, que continua a derramar sobre a
Mulher e sua descendência, seu rio de lama (Ap 12, 15), tentando fazer
sepultar nele a sua pureza inefável, tentando manchar seu tálamo
virginal, tentando corromper até a alma daquela que foi escolhida para
a mais sublime e perfeita missão jamais havida em toda a terra: ser a Mãe
Santíssima, do Filho de Deus.
Já me perguntei isso, e até hoje nenhum filho das trevas me
respondeu a seguinte pergunta. Vejam: em todas as Escrituras,
encontramos diversos casos de matriarcas, que foram mães de um único
filho. Sara, esposa de Abraão, era estéril, mas teve um só filho:
Isaac! Rebeca, esposa de Isaac, teve num parto único dois filhos, Esaú
e Jacó! A mulher de Sorá, era considerada estéril entretanto foi mãe
de um só filho: Sansão! Ana, mulher de Elcana, era também estéril e
foi entretanto mãe de Samuel. Isabel, mulher de Zacarias, era considera
estéril mas teve um filho único: João Batista! E há muitos outros
mais!
Ora, se Deus Todo Poderoso fez o milagre de fazer gerar tantas
mulheres estéreis, que tiveram filhos únicos, por qual motivo não
poderia também querer que Sua Mãe, fosse mãe de filho único? Se Deus
em Sua infinita Sabedoria quis provar seu Poder fazendo com que santas
mulheres gerassem filhos únicos, todos de grande importância
na história da salvação, por qual motivo iria conspurcar justamente o
tálamo virginal de Sua Mãe Santíssima? Então justamente o mais
importante, o Filho de Deus, deveria ser conspurcado por sucessivos
partos de sua Mãe. Deus deveria então ser manchado pela culpa do
pecado? Somente o jesus protestante é desta laia.
Já recentemente expliquei esta questão dos “irmãos” de
Jesus, quando tratamos da virgindade perfeita e perpétua de Nossa
Senhora. Vou faze-lo mais uma vez, usando de uma grande vantagem que
temos na Igreja Católica, em relação aos pobres protestantes, que são
os textos proféticos que são destinados exclusivamente à Igreja Católica.
Falo dos escritos de Ana Catarina Emmerich, que teve as visões, e as
explicações de toda a vida de Jesus. Mesmo que os protestantes neguem
estes escritos, mesmo que “católicos” neguem a sua autenticidade, o
certo é que nenhum deles, jamais, conseguiu dar explicações tão lógicas
sobre estas verdades sagradas, sendo Ana analfabeta, e sendo eles
“eruditos”. Na verdade aqui se cumpre a palavra: Deus Se revela
aos simples, vela-Se aos “entendidos”.
E cada vez que
inventam linhagens de filhos para Maria Santíssima, na realidade cospem
sim, no Divino e no Sagrado, cumprindo as profecias relativas ao
anticristo, pois se negam que Maria seja a Virgem anunciada por Isaías,
negam que Jesus seja Deus. Para melhor entender, adiante, a linhagem da
família de Jesus, nós vamos começar desde o patriarca Abraão, até
chegar em São José, em Nossa Senhora, e em Jesus e vamos com as próprias
palavras de Ana Catarina, da qual abreviamos textos descritivos
pessoais. Neles se verá que desde Abraão, apenas a linhagem santa da
estirpe de Davi foi geratriz do sangue que o Messias herdou. O
evangelista S. Mateus começa a genealogia do Divino Salvador, segundo a
sua humanidade, com as seguintes palavras “Livro da genealogia de
Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.” Reduz assim a linhagem
do Salvador a Abraão, o pai do povo de Israel. Jesus descendeu dele por
Judá e Davi; era, portanto, da tribo de Judá e da família real de
Davi. Ana Catarina explica que Jesus descendeu de Abraão, passando por
Davi, em duas linhas. A primeiro seguiu por Salomão seu filho, até
chegar em Jacó, pai de São José, esposo digníssimo de Maria. A
segunda linhagem, seguiu por Nathan, filho de Davi, até chegar em
Heli, o verdadeiro nome de Joaquim, pai de Maria Santíssima.
Sant’Ana a Mãe de Nossa
Senhora, descendeu, pelo pai, da tribo de Leví, pela mãe, da de
Benjamin.
Segundo as narrações de Anna Catharina Emmerich, eram os avós
de Maria Santíssima piedosos Israelitas, que estavam em íntimas
relações com os Essênios, os quais formavam uma espécie de ordem
religiosa. Eram tão piedosos, tão cheios de amor a Deus, que os
vi freqüentemente sozinhos no campo deserto, de dia e também de noite,
clamando por Deus com um desejo tão veemente, que arrancavam as vestes
do peito, como para deixar que Deus entrasse pelos raios do sol, ou como
para saciar com o brilho da lua e das estrelas a sede que os devorava,
do cumprimento da promissão Segundo
Anna Catarina, a bisavó de Maria chamava-se Emorun e teve do matrimônio
com Stolanus três filhas, uma das quais Isméria, foi mais tarde
a mãe de Sant’Ana. Ana tinha uma irmã mais velha, chamada Sobe e uma
mais moça, com o nome de Maharha e uma terceira, que era casada com um
pastor. O pai de Ana, de nome Eliud, era da tribo de Leví, ao passo que
a mãe pertencia à tribo de Benjamin. Após a morte de Isméria, Eliud
morava no vale de Zabulon. Ali se encontraram Ana e Joaquim e travaram
conhecimento. O pai de Joaquim, Matthat, era o segundo irmão de Jacó,
pai de São José. Joaquim, cujo nome legitimo era Helí, e José eram
descendentes, pelo lado paterno, da estirpe real de Davi. (Vamos agora
seguir, prestando bem a atenção nos nomes bíblicos, que confundem a
cabeça dos ateus e dos protestantes.) Joaquim
e Ana, depois de casados, levaram uma vida piedosa e benfazeja, primeiro
em casa do pai, Eliud, depois em Nazaré. Eles haviam recebido em
sonhos, separadamente, a promessa de que gerariam uma filha especial
para Deus e disso guardaram segredo um ao outro conforme o anjo lhes
pedira. A filha mais velha recebeu o nome de Maria Helí;
conheceram, porém, que esta não era a filha da promissão. Ana e
Joaquim rezavam muitas vezes com grande devoção e davam muitas
esmolas. Assim viveram 19 anos depois do nascimento da primeira filha,
em contínuo desejo da filha prometida e em crescente tristeza. Além
disso ainda eram insultados pelo povo. Quando um dia Joaquim quis
oferecer um sacrifício no Templo, recusou-o o sacerdote, repreendendo-o
por sua esterilidade. Joaquim, muito abatido, não voltou a Nazaré, mas
viveu cinco semanas escondido – com os rebanhos – ao pé do monte
Hermon. Com
isso aumentou ainda mais a tristeza de Ana, que chorou e rezou muito. Um
dia, quando rezava com grande aflição, eis que lhe apareceu um Anjo,
anunciando-lhe que Deus lhe ouvira a oração. Mandou-a ir a Jerusalém,
onde se encontraria com Joaquim na Porta Áurea. Na noite seguinte lhe
apareceu de novo um Anjo, dizendo que conceberia uma filha santa;
e escreveu o nome de Maria na parede. Joaquim teve também a aparição
de um Anjo; foi por isso ao Templo, ofereceu um sacrifício e recebeu
nessa ocasião a bênção da promissão ou o santo da Arca da Aliança.
Ana
e Joaquim encontraram-se na Porta Áurea, transbordando de alegria e
felicidade. Ali, diz Catharina Emmerich, lhes veio aquela abundância
da divina graça, pela qual Maria recebeu a existência, somente
pela santa obediência e pelo puro amor de Deus, sem
qualquer impureza dos pais. Desse modo, após muitos anos de oração
fervorosa, alcançou esse santo casal, Joaquim e Ana, aquela pureza
e santidade, que os tornou aptos para receberem, sem o fomento da
concupiscência, a santa filha, que foi escolhida por Deus
para ser a Mãe do Redentor. (Marquem os termos negritados, que
mostram o grau de santidade dos pais de Maria, no momento da concepção
dela) Vamos
sintetizar agora, para que o leitor entenda bem: Zacarias e Isabel, os
santos pais de São João Batista, moravam em Juta, perto de Hebron. Por
sua conhecida virtude e descendência reta de Aarão, gozavam ambos de
alta estima do povo; Zacarias figurava como chefe de todos os sacerdotes
que moravam em Juta. Isabel era filha de Emerenciana, irmã de Isméria,
que era a mãe de Sant’Ana. Por isso chama a Escritura Sagrada a
Isabel prima de Maria. Maria,
Mãe de Jesus, tinha uma irmã mais velha, de nome Maria Helí, cujos
filhos eram Tiago, Sadah e Heliachim. (Este Tiago nada terá a ver com
os dois apóstolos) Uma filha de Maria Helí era chamada pelo
nome do pai - Maria Cleophas, que quer dizer Maria filha de
Cleophas. Esta teve do primeiro marido, Alfeu, três filhos: Judas
Tadeu, Simão e Tiago o Menor e uma filha, Suzana.
Alfeu, que era viúvo, trouxe para esse matrimônio um filho, de nome Mateus,
antes chamado Leví, que mais tarde tinha uma aduana perto de Betsaida,
no lago Genezaré. Trocando
em miúdos até aqui: Os quatro apóstolos de Jesus, a quem a Bíblia
designa por irmãos Dele, são na verdade: Judas Tadeu,
Simão e Tiago o Menor, os três filhos de Alfeu e Maria
Cléopfas, esta, filha de Maria Heli a irmã 20 anos mais velha de Nossa
Senhora, portanto sobrinha de da Mãe de Jesus. Já Mateus
era filho de Alfeu, que o trouxe do primeiro casamento, este, portanto,
não tinha parentesco de sangue com Jesus. Notem o quanto as linhagens
deles se entrecruzam, tanto da família de São José, quanto da de
Nossa Senhora, formando uma linhagem de sangue especial, gente de grande
fé, e que teve a honra de garantir a linhagem santa do Filho de Deus.
Seguindo ainda um pouco, para explicar a origem dos outros nomes bíblicos... Do
segundo matrimônio, com Sabás, teve Maria Cleophas um filho, de nome
José Barsabas, chamado na Escritura Sagrada “Joseph”. Depois da
ascensão de Jesus, foi ele, junto com Matias, escolhido para um deles
ocupar entre os Apóstolos o lugar de Judas; a sorte designou Matias. Do
terceiro matrimônio de Maria Cleophas, com Jonas, irmão mais moço do
sogro de São Pedro, nasceu Simeão, que, depois do martírio de seu irmão
Tiago o Menor, lhe sucedeu na cadeira de Bispo de Jerusalém. Todos
esses filhos de Maria Helí e Maria Cleophas se tornaram discípulos de
Jesus, alguns até Apóstolos (Judas, Simão, Tiago menor e Mateus).
Quatro filhos de Maria Cleophas são chamados no Evangelho “irmãos
(isto é, parentes) de Jesus”. (Mat. 13, 55) Pedro
e André eram irmãos germanos; eram filhos de Jonas. Ambos viviam de
pescaria e moravam no lago Genezaré; Pedro em Cafarnaum, André em
Betsaida. Pedro casou com a viúva de um pescador, a qual lhe trouxe do
primeiro matrimônio dois filhos e uma filha; esta será provavelmente a
Santa Petronila, muitas vezes mencionada como filha de S. Pedro. Pedro,
porém, do segundo casamento não teve filhos; tinha quase a idade de
Judas Tadeu, cinco anos mais que Jesus. André tinha dois anos mais do
que Pedro. Era pai de dois filhos e duas filhas; depois da sua vocação
ao apostolado, viveu em perfeita continência. Tiago o Maior e São João
Evangelista eram também irmãos, filhos de Zebedeu; a mãe chamava-se
Maria Salomé e era filha de Sobe, irmã de Sant’Ana e, portanto, tia
da Mãe de Deus. Foi ela que um dia apresentou os filhos ao Salvador,
pedindo-lhe que os colocasse um à sua direita e o outro à sua
esquerda, no reino do céu. O
Apóstolo São Filipe morava em Betsaida e foi conduzido a Jesus por
André. Já o apóstolo Bartolomeu era Essênio. O pai, Tolmai, era
descendente do rei Tolmai de Gessur, cuja filha era casada com o rei
Davi. Como escrivão, Bartolomeu era conhecido de Tomé, que tinha a
mesma profissão e vivia em Arimatéia. De
Judas Iscariotes não falaremos, porque ele nem merece estar metido em
meio a esta linhagem tão
santa, seu nome merece repudio eterno. Mas quem sabe seja ele um outro
bastardo, filho da serpente? O
santo Apóstolo Matias era natural de Belém e pregou o Evangelho na
Palestina. O Apóstolo S. Paulo pertencia à tribo de Benjamin e era
natural de Gischala, a três léguas do monte Tabor. Os pais mudaram-se
mais tarde para Tarso. Em Jerusalém teve Paulo como mestre o célebre e
douto Gamaliel. Antes da conversão era partidário zeloso da lei de
Moisés e por isso adversário encarniçado dos cristãos. O
santo evangelista Marcos era pescador perto de Betsaida e tornou-se um
dos primeiros discípulos de Jesus. São
Lucas Evangelista era natural de Antioquia; estudou pintura na Grécia e
depois medicina e astronomia numa cidade do Egito. Durante a vida de
Jesus, não se lhe associou, nem aos Apóstolos, ficando muito tempo
indeciso, até que foi confirmado na fé pelo próprio Senhor, no
domingo da Páscoa, em Emaús. Cleophas, que junto com Lucas foi
favorecido com a aparição de Jesus, era neto do tio paterno de Maria
Cleophas. José
de Arimatéia (assim chamado porque era natural de Arimatéia) e
Nicodemos eram escultores. Ambos moravam em Jerusalém e eram membros do
Conselho do Templo. Menção
especial merece-nos a família de Lázaro, que tinha íntimas relações
com Jesus e sua SS. Mãe. Vindo Jesus a Betânia, onde morava Lázaro,
ou a Jerusalém, hospedava-se geralmente em casa de Lázaro, um edifício
em forma de castelo, rodeado de jardins e plantações. A irmã de Lázaro,
Marta, tinha dois anos menos e Madalena nove anos menos do que ele. Uma
terceira irmã, chamada Maria, a silenciosa, que era considerada como
mentecapta, não é mencionada nos Evangelhos. No
começo do segundo ano da vida pública de Jesus, Madalena assistiu a um
dos sermões do Divino Mestre e ficou inteiramente perturbada e
arrependida; pouco depois ungiu os pés do Salvador, em casa de Simão
Zabulon e recebeu nessa ocasião a consoladora certeza de que os pecados
lhe foram perdoados. Mas pouco tempo depois recaiu nos mesmos vícios.
Pelos insistentes rogos de Marta, deixou-se levar a assistir mais uma
vez à pregação de Jesus. Enquanto o Salvador falava, saíram os maus
espíritos de Madalena que, muito contrita, se juntou às santas
mulheres. Assim,
o Santo Evangelho e também a vidente mencionam as “santas
mulheres”; além das já conhecidas, Maria Helí, Maria Cleophas,
Marta, Madalena, Maria Salomé, mulher de Zebedeu e Suzana, filha de
Alfeu, pertenciam ao grupo outras santas mulheres: 1.
Verônica, (propriamente: Seráfia) prima de São João Batista e cujo
marido, de nome Sirach, era membro do Conselho do Templo. 2.
Maria Marcos, mãe de João Marcos, que morava fora dos muros de Jerusalém. 3.
Joana Chusa, viúva sem filhos, natural de Jerusalém. 4.
Salomé, também viúva; morava em casa de Marta, em Betânia; era
parenta da família por um irmão de José. 5.
Suzana, de Jerusalém, filha do irmão mais velho de José, Cleophas e
deste modo parente da família, como Salomé. 6.
Dina, a Samaritana, que falara com Jesus no poço de Jacó e que se
juntara às santas mulheres, depois da conversão. 7.
Maroni, a viúva de Naim, cujo filho, Martialis, Jesus ressuscitara dos
mortos. 8.
Maria Sufanitis, Moabita, que Jesus livrara de um mau espírito.
Assim, fica bem claro que nenhum dos apontados pelo maldito
pesquisador, tem a ver com filho da Virgem Maria, a Santíssima Mãe de
Jesus, o Filho de Deus. Ela foi Mãe de um só filho, e nenhum registro
histórico, e nenhuma prova poderá ser levantada, para rebater os dados
que passamos acima. Simplesmente não existe, em toda a terra – que eu
siba – uma só explicação que sequer chegue perto desta feita pela
vidente alemã. E como nada lhe chega aos pés, devemos crer que ela é
verdadeira e ponto final.
Onde estão os outros nomes apontados nas Escrituras, capazes de
identificar os “outros” filhos de Maria, ou “irmãos” de Jesus?
Simplesmente não existem outros! A explicação acima, diz tudo. Da
mesma forma como não conseguem dizer o nome dos “filhos” de Jesus
com Madalena, porque não existe romance entre os dois, quem diz isso,
fala pela boca venenosa do dragão maldito que ama cuspir em Deus.
Penso, então, que está na hora de os protestantes finalmente pararem
com estes ataques, pois com isso só fazem coro com os demônios, e se
tornam também eles filhos da serpente perseguidora. Na verdade, todos os nomes que constam dos Evangelhos, dos Atos, e das Cartas, de pessoas ligadas a Jesus, encontram acima uma explicação lógica e perfeita. Como é que uma simples analfabeta alemã, poderia ter este conhecimento das escrituras. Ora, nem o escritor Brentano, que transladou suas visões e relatos para o papel, tinha qualquer possibilidade de criar estes textos, até porque era quase ateu. E quem tem acompanhado nossas descrições e visões do inferno, sabe que depois da Bíblia, os livros que os demônios mais temem são exatamente este livro, O Cordeiro de Deus de Ana Catarina Emmerich, e o: Mística Cidade de Deus, de Madre de Agreda, escrito sobre Maria.
Assim, num texto anterior já mostramos e provamos que uma virgem
jamais poderá vir a ser mãe, porque a fecundação acontece cerca de
meia hora ou mais, depois do ato sexual que deflora uma virgem. Mas como
o anjo anunciador diz, em Lucas: Para Deus nada é impossível!,
isso quer dizer que Maria jamais foi tocada por qualquer homem, e que
sua concepção aconteceu por força do Poder Infinito de Deus. Quem não
crê nisso, não tem Deus por Pai e sim o dragão. Só ele nega isso!
Seu Jesus é falso, não existe! E se, como acima nós já mostramos,
Deus fez tantas matriarcas especiais terem filhos únicos, pois também
eles especiais, por qual motivo deveria contaminar justamente aquele que
foi a mais especial de todas as mães, pois Mãe Virgem do Filho de
Deus?
Compreendamos então: todos os que atacam Maria e fazem dela
mulher comum, tem por pai a serpente, e por caminho as trevas onde a
serpente habita. Consideramos hoje que as seitas, as tenazes combatentes
contra Maria, são o rio de podridão, com a qual a besta tenta denegrir
a Imagem de Deus, conspurcando com ódio furioso a Mãe Dele. Todos os
que insistem em faze-la geratriz de múltiplos filhos, colocam-se como
herdeiros bastardos, destes hipotéticos e malditos filhos – “irmãos”
– renegados que deixaram que Jesus morresse na Cruz sem Lhe vir em
auxilio. Provem-me que vieram! Onde estão seus nomes? Quem sabe, agiam
eles escondidos, ao lado de Judas, que vendeu o Cristo por trinta
moedas? Ora, quem vende esta imagem distorcida de Maria, é outro Judas.
A gente sabe que será assim, até o fim dos tempos. O dragão e
seus filhos, a serpente e os falsos “irmãos” de Jesus, sempre
morderão na Virgem Mãe de Deus, porque está dito desde a gênese: “Porei
ódio entre ti e a Mulher, entre a tua descendência e a dela”. E
este tal de pesquisador americano, é sem dúvida filho do dragão. Ai
dele se não e arrepender!
Quem denigre a Mãe de Deus, cospe no Filho dela. Quem cospe no
Filho de Deus, escarra na face do Pai Eterno. Quem mente com suas
pesquisas e leva a muitos a erros tão graves como este, abre para si a
portas do báratro infernal, seu destino é cruel. Todos os teimosos, os
mentirosos, enganadores e os filhos das trevas têm este mesmo destino. Ave
Maria, cheia de graça. O Senhor é contigo! Bendito é o fruto do teu
ventre! Ventre
que gerou apenas um único Filho: JESUS! |
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Fonte:www.recados.aarao.nom.br |