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Israel meu eleito! |
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(Artigo
escrito em 22/06/2002 e readaptado em 06/08/2006)
Nos últimos meses, as pessoas têm se acostumado a assistir nos
noticiários das TVs e também nos jornais, enfoques sobre a guerra entre
israelenses e palestinos. Cada um, é claro, toma suas posições, faz
seus cálculos e raciocina em cima da própria lógica. Mal sabem as
pessoas que, em se tratando de povo judeu, a lógica humana nunca
prevalece. E pela lógica humana, a questão entre estes dois povos já
deveria ter se definido há muito tempo. Afinal, os povos palestinos e árabes,
vizinhos de Israel e seus desafetos, somam mais de 57 vezes em número o
povo judeu. Também o poderio econômico dos povos árabes é superior ao
deles. E até a necessidade de conviverem com o inimigo dentro da sua própria
casa – falo dos palestinos que trabalham em Israel – é causa de
muitos atentados, que têm tirado muitas vidas preciosas deste pequeno
povo, o eleito de Deus.
Assim, à primeira vista, poderemos pensar que a questão de Israel
é uma causa perdida. Que, mais dia menos dia, este pequeno povo será
esmagado pelas forças inimigas que o rodeiam, trazendo enfim a paz para o
Oriente Médio. Nada mais enganoso! Nem mesmo a pretensa “proteção”,
pois economicamente sem sentido, dos EUA àquele pequeno país, pode ser
citada como motivo pelo qual Israel ainda não foi subjugado. Nada disso!
O que, na verdade, mantêm Israel inatacado, é o poder
de Deus.
O que esquecem muitos analistas é buscar lá atrás, nas brumas do
tempo, aquilo que o Senhor Javé determinou para a descendência de Abraão
e a casa de Jacó. O que conta não é o número do povo judeu, mas sim a
Palavra do mesmo Deus que os dispersou entre os povos da terra, “porque
o Senhor terá compaixão de Jacó e ainda dará a Israel a sua
predileção e os restabelecerá na sua terra, os estrangeiros se
reunirão a eles e se agregarão à casa de Jacó. Os povos virão buscá-lo
para conduzi-lo à sua morada. Possuí-los-á a casa de Israel na terra do
Senhor, como servos e servas. Conservarão prisioneiros aqueles que os
tinham detido e dominarão sobre seus opressores” (Is
14,1-2).
Sim, esquecem tudo isso os desafiadores de Deus, em seus arrogantes
prognósticos. Na verdade, está muito perto o tempo de o Senhor voltar a
ter compaixão sobre a casa de Jacó, pois ele é sem dúvida o povo
da Sua predileção. E Israel jamais será dominado, seja por quem
for, nem que o tentem todos os exércitos do mundo. E, verdade, isso ainda
nunca aconteceu a este povo. Desde os idos do profeta Isaías, nos tempos
do exílio, até sua volta, a reconstrução da cidade “em tempos difíceis”
(Dn 9,25), e depois logo a dominação romana por muitas décadas. Enfim,
o longo exílio de mais de 1940 anos disperso entre os povos da terra,
nada disso foi capaz de quebrar a unidade deste povo, exemplo único na
história mundial. Esta somente já é uma prova de que Deus é com eles.
Em nosso livreto, “O Milagre do Fim”, colocamos algumas
chamadas de atenção sobre este povo, para que os leitores não se deixem
levar pelas aparências. Não se iludam os nossos amigos, diante da
aparente fragilidade deste pequeno estado. Não se iludam também diante
do pretenso poderio dos exércitos árabes. Ainda que eles fossem mil
vezes mais fortes, mesmo assim não os suplantariam. E mais, ainda que se
unam todos os povos da terra contra eles, com todos os seus exércitos,
com todas as suas ogivas nucleares. Ainda que eles plantem um tanque de
guerra em cada quadra de Israel, e que destinem um míssil teleguiado para
cada prédio de Jerusalém, ainda assim eles jamais
destruirão Israel. Isso não é suposição minha: á Palavra fiel do
Senhor dos Exércitos!
Ora, a simples menção que faço de coisas de – aparentemente
– tamanho contra-senso, deve levar muitos leitores ao desdém. Quem sabe
um olhar de mofa! Quem sabe um sorriso condescendente, igual a aqueles que
se destina a um sujeito que perdeu o uso da razão e para quem se deve ter
um destes sentimentos de pena e compaixão. Pois bem, eu lhes digo, é
questão de tempo para prova. Peço apenas mais algum tempo, e os fatos
que se sucederem no mundo, indo ao roldão de mil dilúvios, haverão de
provar quem tem razão: os cépticos ou aquele que se firma na Palavra de
Deus, eterna e imutável!
E esta Palavra diz: “Eis a praga com que o Senhor ferirá
todos os povos que atacarem Jerusalém: apodrecerá sua carne, estando
eles ainda em pé; seus olhos apodrecerão dentro de suas órbitas e
apodrecer-lhes-á a língua dentro da boca. Naquele dia o Senhor semeará
pânico no meio deles, de sorte que se atacarão mutuamente e
levantarão as mãos uns contra os outros” (Zc 14,12-13).
Acaso algum dia já aconteceu isso? Acaso, sendo isso Palavra de Deus,
deixará de se cumprir algum dia? Então aguardem, a chegada do Dia do
Senhor, aquele, que “virá como um ladrão”, e que cairá
sobre a terra como um laço!
Vejam! Analisando bem, Israel, sozinho, é uma nulidade. Seu exército,
embora talvez seja o mais bem preparado e mais eficiente do mundo,
sozinho, tem pouco poder de fogo, embora conte com 200 ogivas nucleares.
Na verdade, sozinhos, em poucas horas seriam varridos da face da terra,
caso fosse atacados por todos os lados, mormente se por ogivas nucleares.
Ademais, este mesmo exército de Israel, hoje dá provas de ineficiência.
Atira no prédio de Arafat e acerta no seu helicóptero, entre outras
barbaridades mais. Prova de que, sozinho, ele nada pode! Mas eles terão
Deus ao seu lado, mesmo que - não se negue - seus soldados sejam
realmente arrogantes e maus. Embora muitos não acreditem nisso, a verdade
é que Javé não esquece a Sua promessa.
E é Ele quem diz pela boca do profeta Isaías: “se te
castiguei na minha cólera, na minha bondade tenho piedade de ti”
(6,10). E assim por centenas de versículos, Deus vai desfilando suas
promessas, derramando seu amor sem conta por este povo, embora O tenha
afrontado quase infinitas vezes. Para todos aqueles, pois, que odeiam
Israel e o povo judeu, seja dito: atentai para as palavras do Senhor! Não
provoqueis ainda mais a Sua cólera! Pois “Aquele que dispersou
Israel o reunirá e o guardará qual pastor o seu rebanho” (Jr
31,10). E se o Senhor o guardará: pois “quem é como Deus?”
Atentem assim, todos aqueles que acompanham as hostilidades em
Jerusalém: mesmo que, por hora, aconteçam ainda situações escabrosas
como a da Basílica da Natividade e até mesmo coisas piores, mesmo que
continuem os atentados diários, não é este o rumo verdadeiro da guerra.
Não serão em si os palestinos sozinhos a se lançarem sobre Israel, o
pequeno protegido do Senhor. Um dia, não distante dia, este estado haverá
de ser motivo da fúria mundial,
que tentará eliminá-lo da face da terra.
Quando vier o momento oportuno, sobre ele se lançarão em peso
todos os povos, conduzidos pelo ódio monumental e arrogante do anticristo
e seus sequazes. “Então sairá o Senhor e pelejará contra aquelas
nações: Ele combaterá como o sabe fazer em tempo de guerra” (Zc
14,3). E acontecerá a mais humilhante de todas as derrotas, como jamais
houve antes nem haverá depois. Eis que todo o poderio militar e todo
aquele imenso número de soldados estão fadados – decreto divino – a
perecer nas terras de Israel.
Aguardem, pois a seqüência, que nos parece hoje a mais provável:
1)
Por hora, tudo que acontece lá são só escaramuças. Isso
continuará até no fim, no momento da intervenção divina. 2)
Mais adiante, um avião espião dos Estados Unidos cai sobre
Jerusalém; 3)
Israel certamente rompe relações diplomáticas com os
Estados Unidos, que hoje os protegem, e isso abrirá caminho para os exércitos
do anticristo. 4)
As tropas mundiais, em número de 200 milhões de
soldados (Ap 9,16) se atirarão contra o pequeno Israel para arrasá-lo
para sempre. (Ez 38,15); 5)
Deus intervém diretamente na batalha (Zc 14,3) (Ez 38,18); 6)
Israel vence a guerra contra todo aquele monstruoso exército
(Ez 38,22); 7)
Israel leva sete meses para enterrar os milhões de cadáveres
dos adversários que juncam seu solo (Ez 39,12); 8)
O povo judeu reconhece que a vitória não é devida a eles
em si, mas sim a Deus Altíssimo,
mesmo sendo ele não merecedor. Deus é que é fiel. (Zc 12,5); 9)
Acontece a
Santa Missa no Calvário, celebrada por Pedro, que poderá ser o Papa João
Paulo II, ou pelo próprio Pedro, que estará ali em corpo glorioso. 10)
O povo judeu,
de vido a tão grandes sinais, se converte em sua maioria e aceita Jesus
como o seu Messias (Zc 12,10-13). Com esta atitude escancara as portas
para a chegada do seu Jesus, Aquele mesmo que eles mataram, e O acolhe,
agora, e para sempre.
Sim, Israel voltará um dia à casa paterna. Filho pródigo,
exilado por vinte séculos entre as “nações pagãs”, agora já
está reunido e de posse de sua antiga terra. E Deus o Pai, aguarda
paciente sua reconciliação e não se duvide disso, “pois se o seu
pecado ocasionou a riqueza do mundo, e a sua decadência a riqueza dos pagãos,
que não fará a sua conversão em
massa?” (Rom 11,12). Pois “Deus não repeliu o seu povo que
Ele de antemão distinguiu” (11,2). E se Deus o distinguiu e se Deus
a ele prometeu, Sua aliança é eterna e Seu decreto imutável. Pode,
pois, cair todo o universo em cima de Israel, mas se for esta a vontade de
Deus, nem um só fio de cabelo de seu povo será arrancado.
Rezemos todos pela conversão da casa de Israel. Este fato é a única
condição e sinal faltante, para que aconteça finalmente o retorno
glorioso do Senhor que vem. E quando olharmos para o povo judeu, não nos
fixemos nos fariseus que o governam nem tampouco nos extremistas que sobre
ele exercem sua arrogância. Lembremos antes do povo ordeiro e
trabalhador, cuja “população recolhida de entre os pagãos, que,
residindo no umbigo da terra, se ocupa agora com a criação e o comércio”
(Ez 38,12). Este o Israel de hoje! Lembremos que eles são as primícias,
a raiz, que embora, por um tempo, separada do tronco da Árvore da Vida,
logo voltará a ser enxertada (Rom 11,24) para produzir frutos
eternos. Israel pertence a Deus! Ai dos que conceberem o desígnio de atacá-lo!
Aarão!
Até aqui eu havia escrito já em 2002, tempo em que ocorriam
graves escaramuças naquela região, como sempre entre os palestinos e
Israel. Muitos não acreditavam naqueles dias que a situação pudesse
avançar ainda mais sem uma guerra,
sem que tudo aquilo desembocasse numa 3ª Guerra Mundial, mas como
afirmei: nada ali acontece sem que concorra para cumprir a vontade Deus e
Seu plano para aquele povo escolhido.
Na semana passada, pela primeira vez pudemos ouvir a voz exaltada
do presidente do Irã, dizendo que se deve eliminar
o Estado de Israel, e somente
assim haverá paz. Este grito exaltado de um descendente da casa de
Ismael era o que faltava se ouvir lá. De fato, os árabes comentam isso e
até se sugere isso em rodas diplomáticas, mas gritar alto é diferente.
E mais uma vez – como em 2002 – volto a apresentar a mão à palmatória,
caso aconteça de – agora – algo de grave ocorrer ali, que leve a
destruição de Israel.
Como se viu, por um motivo que somente pode ser disposição
divina, os Estados Unidos têm sempre apoiado Israel, em qualquer foro
internacional, mesmo que eles cometam as maiores insanidades. Isso não
tem sentido, nem faz lógica, até porque, hoje, o interesse econômico é
em síntese o único que faz mover os exércitos de um país. Por uma
questão de simples amizade – algo muito difuso em se tratando de nações
– nenhum povo irá colocar seus filhos na mira dos canhões
estrangeiros. E esta proteção americana de Israel é o único motivo que
tem evitado uma guerra em larga escala ali.
De fato, pela lógica humana, uma vez que são inimigos irreconciliáveis,
seria bem mais fácil destruir Israel, dá-lo a ocupar novamente pelos
palestinos, e tudo se resolveria. Então os povos vizinhos têm sofrido
incontáveis derrotas contra Israel, que até agora não tem necessitado
de ajuda dos outros, a prova está na guerra dos seis dias, onde Israel
sozinho literalmente calou a boca de todas as nações árabes unidas
contra ele. Isso em si, já deveria fazer estes povos entender que existe
uma força maior que os
protege – Deus – e que contra Ele nada pode ser feito.
Todos sabem que depois da Guerra, em 1945, foi criado o Estado de
Israel, cuja terra foi comprada aos palestinos que lá viviam, por 55 milhões
de dólares. A partir disso, começou uma emigração em massa de judeus,
vindos de todos os continentes e países, e junto com eles trouxeram
fortunas incalculáveis. Aliada a uma vontade de novamente ser um povo,
ter uma terra, eles conseguiram formar uma pequena nação em território,
mas muito forte em termos de vontade de se defender, podendo já hoje
levantar um exército de 400 mil homens e mulheres em armas.
Tendo sido isolados, lançados para as margens de Israel, os
palestinos aos poucos foram se organizando e começaram as escaramuças
entre eles, que já ceifaram a vida de milhares de pessoas, especialmente
palestinos. Eu não vou entrar no mérito de nenhum dos lados da questão,
se os palestinos têm direito também a um estado, ou se Israel tem
direito de bombardear seus visinhos. Meu sentido e entender a coisa pelo
lado das Escrituras. E elas não mentem: 1 - nunca haverá um estado
palestino, e 2 – Israel nunca será arrasado. O resto ficará para
sempre no desejo do anticristo e seus seguidores.
Agora mesmo vejo as comunidades palestinas pressionando o governo
do Brasil para que corte relações com Israel, e sinto por todos os que
sofrem. E na realidade, devido a tudo que as televisões do mundo mostram
em relação à destruição que Israel já causou no pobre Líbano,
sente-se que – no mundo inteiro – forma-se uma opinião muito negativa
sobre Israel, e haverá pressão para que alguma retaliação bélica
aconteça sobre ele. Mas que os povos olhem para as Escrituras, e todos os
que intentam contra Israel meçam as conseqüências de seus atos, antes
de o invadirem.
Nosso entendimento é o seguinte: 1 – As escaramuças acontecerão
entre palestinos e israelenses ainda por algum tempo, mas estes continuarão
tendo a proteção dos Estados Unidos o que evitará a guerra maior; 2 -
Num dado momento um avião espião dos EUA cairá – será abatido? –
sobre a cidade de Jerusalém, causando um incidente diplomático grave,
que levará ao rompimento das relações entre os dois países. 3 –
Estando Israel fora da proteção americana, os exércitos do anticristo
– falo em Rússia, China e povos árabes, Oriente contra Ocidente – se
sentirão tentados a invadir Israel, a fim de arrasá-lo e para todo o
sempre; 4 – Deus intervém poderosamente em favor de Israel, e os exércitos
do mal levam ali uma grande surra, mas com isso a guerra se expande pelo
resto do mundo.
Na verdade, todas estas escaramuças atuais, apenas fazem acirrar o
ódio palestino e envenenar a opinião pública mundial contra Israel. E
Javé dos Exércitos quer exatamente isso: que se desencadeie contra
Israel, toda a fúria das nações. Porque quanto maior for a fúria dos
povos, quanto maior for o volume dos exércitos que atacarem Israel, tanto
maior será a contrapartida que receberão de Deus. Os exércitos do
anticristo saberão então, que existe um poder maior, uma força
indestrutível. E naquele dia, o sangue a rolar subirá até a
altura do freio dos cavalos. Sim, os cadáveres dos pobres soldados,
em alguns locais, se empilharão até a altura de metros.
Porque Deus visitará aqueles exércitos com fogo, saraiva e
enxofre, com todo os poder de sua ira santa. Também doenças e pragas
incuráveis, que dizimarão milhões de pobres infelizes, dos que se
fizerem inimigos do Altíssimo. Como está em Apocalipse 14, 20
O lagar foi pisado fora da cidade, e do lagar saiu sangue que atingiu até
o nível dos freios dos cavalos pelo espaço de mil e seiscentos estádios.
Porque está dito em Apocalipse 16, 12
O sexto derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates, e secaram-se as
suas águas para que se abrisse caminho aos reis do oriente. 13 Vi
(sair) da boca do Dragão, da boca da Fera e da boca do falso profeta três
espíritos imundos semelhantes a rãs; 14 são os espíritos de demônios
que realizam prodígios, e vão ter com os reis de toda a terra, a fim de
reuni-los para a batalha do Grande Dia do Deus Dominador. ... 16
Eles os reuniram num lugar chamado
Será como volto a colocar o que está em Ezequiel 38, 18
Naquele dia futuro, o dia
Deus já
interveio inúmeras vezes em defesa de Seu povo, e deixo aqui como apelo
aos que mais uma vez provocarem Sua ira, este belo texto de 2º Macabeus
3, que se deu quando Heliodoro tentava invadir o templo e roubar seus
tesouros. 22
Enquanto suplicavam assim a proteção do todo-poderoso para que
conservasse invioláveis os depósitos que lhes haviam sido confiados, 23
Heliodoro executava o seu intento. 24 Já se achava ali, com seus
homens armados, quando o Senhor dos espíritos e soberano detentor de todo
o poder suscitou uma tal aparição que todos os que haviam ousado vir ali
desfaleceram de espanto, atingidos de pavor ante a majestade de Deus. 25
Viram eles, montado num cavalo ricamente ajaezado e guiado furiosamente,
um cavaleiro de terrível aspecto, que lançava em Heliodoro as patas
dianteiras do cavalo.
26 Ao mesmo tempo,
apareceram-lhe outros dois jovens, cheios de força extraordinária,
fulgurantes de luz, ricamente vestidos; colocando-se dos dois lados,
puseram-se eles a açoitá-lo sem interrupção e descarregaram sobre ele
uma saraivada de golpes. 27 Atirado logo por terra, Heliodoro foi
envolvido por espessas trevas; seus companheiros ergueram-no e
depositaram-no numa liteira. 28 E ele, que vinha para penetrar no
mencionado tesouro com uma escolta numerosa e guardas pessoais, incapaz de
se ajudar a si mesmo, foi levado por pessoas que reconheciam o manifesto
poder de Deus. 29 Enquanto ele se achava estendido e ferido pela
força de Deus, sem fala e sem esperança alguma de salvação, 30
os habitantes de Jerusalém bendiziam o Senhor que havia glorificado seu
templo. O santuário, que pouco antes estava cheio de confusão e de
tumulto, logo que o Senhor
manifestou sua onipotência encheu-se de regozijo e de alegria.
Aqui neste texto, mostra-se apenas a ilustração de um
cavaleiro esplendoroso, um anjo de Deus, coisa que parece singela, mas na
realidade um único anjo de Deus, em uma fração de tempo, pode fulminar
todo um exército humano, antes que tenham tempo de gritar um ai. Digo que
todos os exércitos do mundo, com todo o seu poderio de fogo, não
resistem aos mais singelos ataques de Deus. Já uma vez Deus desbaratou exércitos
com chuvas de pedras, já afugentou com marimbondos e já fez povos se
renderem depois de uma epidemia torturante de hemorróidas. Imagine-se
marimbondos cuja picada mate ou chuvas de pedras de até 35 quilos (Ap 16,
21). Quem resiste a isso?
Na verdade, tanto o profeta Ezequiel quanto Zacarias avisam que,
naquele dia, Deus irá semear uma imensa confusão entre os exércitos que
atacarem Israel, de modo que um soldado invasor passará a atacar seu
companheiro, e eles acabarão por se destruíram mutuamente. Esta confusão
pode ser semeada tanto nas comunicações, como no desvio da pontaria das
armas. Deus é poder infinito – naquele dia os exércitos do anticristo
irão entender isto, embora tarde – e seus anjos já estão preparados a
fim desde combate.
Impossível de dizer qual o montante da destruição que esta
guerra irá provocar nas terras de Israel, mas certamente não tanto capaz
de inviabilizá-lo como estado. Mas eles saberão que não foi pela força
de seus exércitos que venceram os invasores e sim porque se cumpriu a
Escritura. Isso abrirá os corações e os olhos daquele povo, e eles começarão
a entender a verdade do Messias Jesus. Não todos se converterão, mas a
maioria e este é o sinal último que precisa acontecer para a 2ª Vinda
de Jesus. Isso está em nosso novo Catecismo. E isso tudo acontecerá
embora muitos duvidem.
Claro, nós esperamos ansiosos os acontecimentos com o Cálice
Muitas previsões dos protestantes, até em relação à reconstrução
do templo, como a demolição da mesquita de Al Aqsa, que foi erigida
pelos muçulmanos no mesmo local do antigo templo de Salomão, não se
realizarão por mão humana. Ali descerá depois a Jerusalém celeste, a
morada definitiva de Deus entre os homens. Há muita especulação hoje da
parte dos que explicam a Bíblia e a confusão é total. Mas as Escrituras
se irão cumprir com todas as letras! E elas avisam: Israel nunca será
destruído! Quem sumirá da terra, serão todos aqueles que não aceitarem
Jesus Cristo, como seu único Salvador.
O correr dos dias nos mostrará isso! Já se passaram quatro anos
desde que escrevi a primeira parte deste artigo, e Israel continua de pé,
e cada vez mais nas mãos de Deus. Eu, na realidade, não defendo suas
hostilidades e não gosto de sua arrogância, mas sei que este espírito
atual deles, faz parte de uma época, desta nossa época. Em princípio
eles atacam apenas por que são atacados, e não conheço nenhum registro
de ação bélica que tenha começado por iniciativa deles, somente em
resposta a ataques sofridos. Meus olhos apenas se voltam para a Palavra de
Deus que diz: Israel,
meu eleito!
Como termino, com Isaías 43, 15
Eu sou o Senhor, vosso Santo, o
criador de Israel, vosso rei. 16 Eis o que diz o Senhor que
abriu uma passagem através do mar..., 17 que pôs em campo carros
e cavalos, a tropa de soldados e chefes: eles
caíram então para nunca mais se levantar; Extinguiram-se
como um pavio de vela. 18 Não vos lembreis mais dos acontecimentos
de outrora, não recordeis mais as coisas antigas, 19 porque eis
que vou fazer obra nova, a qual já surge: não a vedes? Vou abrir uma via
pelo deserto, e fazer correr arroios pela estepe. 20 Dar-me-ão glória
os animais selvagens, os chacais e as avestruzes, pois terei feito jorrar
água no deserto, e correr arroios na estepe, para saciar a sede de meu
povo, meu eleito; 21 o
povo, que formei para mim, contará meus feitos.
Marquem isso: todos os que atacarem Israel serão destruídos! É
Deus quem o afirma! E se algum povo da região sofrer o efeito de um
ataque nuclear, certamente não será Israel, mas alguma nação árabe,
até porque, uma bomba atômica sobre Israel – tão pequeno – acabaria
por matar também milhares de palestinos e árabes. E se um dia se cumprir
a 5ª profecia de Lurdes – acredito nisso – alguma cidade do Irã
receberá a visita de um artefato nuclear. Olhem, afinal, como este país
está teimando desesperadamente em construir suas bombas. Tudo isso tem
fundamento, e certamente está próximo. Enfim, a 3ª Guerra começará lá no Oriente Médio, e dali ganhará o mundo. Mas isso, só depois do incidente militar envolvendo Israel e os Estados Unidos. Quando? Deus sabe! Afinal, a Bíblia não trás datas, e as profecias atuais as escondem. Por hora! Mas virá!
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Fonte: www.recados.aarao.nom.br |
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