O MUNDO EM PODER DO ANTICRISTO  

 

 

Todo o afã de Satanás, em infiltrar-se na Igreja Católica a fim de solapá-la nas bases, e arregimentar servidores e adoradores em toda terra, tem um objetivo final: preparar o caminho para a implanta­ção de um governo mundial, sob o comando do Anticristo.

 

O embrião desse governo secreto existe há mais de 200 anos e vem crescendo com o passar do tempo. Ele foi e continua sendo responsável pelo planejamento e execução de quase todos os grandes eventos políticos, econômicos, ideológicos e militares do planeta, a partir da revolução norte­americana (1776), das revoluções francesa (1789) e russa (1917), da primeira (1914) e segunda (1939) guerras mundiais e da guerra "fria" (1945).

 

Segundo os pastores Sérgio Leoto, Lamartine P. Sobrinho e Paulo Romeiro, este "plano diabólico teve suas sementes num encontro promovido pela família Rotschild, em Paris, no ano de 1773. Estabeleceram-se ali as bases estratégicas para a criação da 'Panjudéia', uma supernação que, tal como um polvo, abarcaria o mundo inteiro. Naquela época os Rotschild se espalharam por cinco centros nevrálgicos da Europa: Londres, Paris, Nápoles, Viena e Frankfurt. O grupo autodenominou-se Confraria dos Iluminados*

 

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 *A seita secreta denominada Confraria ou Ordem dos Iluminados surgiu em Ingolstadt, na Baviera, em 1776. Mais precisamente, no dia primeiro de maio. dia das bruxas na Europa. Seu fundador foi o judeu Adam Weishaupt. "um homem dotado do gênio da conspiração", segundo Gustavo Barroso. Inicialmente tivera o cuidado de infiltrar-se na Companhia de Jesus (jesuítas), para conhecer-lhe os métodos. Em seguida iniciara-se em alquimia. feitiçaria e ocultismo, sob a proteção da loja maçônica de Munich. Mas a Ordem dos Iluminados não se limitava a praticar o ocultismo e o satanismo, senão que buscava objetivos políticos: a derrubada de toda autoridade e a abolição de todas as religiões. principalmente o cristianismo: a criação do caos, por meio de revoluções e guerras, de maneira a usurpar o poder e estabelecer um governo totálitário mundial, tendo o satanismo como religião oficial compulsória.

 

Tratava-se de um grupo pequeno, mas poderoso. composto de banqueiros. economistas, industriais, políticos, militares e educadores. Seu slogan era: "Nenhum Deus, nenhuma propriedade. nenhum governo". Pertenceram a essa Ordem: Voltaire. Robespierre e Mirabeau. Na França, o grupo mais fanático de maçons - os jacobinos - se uniu aos Iluminados. Foram eles os instigadores da horrenda Revolução Francesa, que culminou na grande chacina de cristãos. As ideologias mais importantes que se desenvolveram da filosofia dos Iluminados - seu satanismo, seu ódio contra Deus e os cristãos - foram o Comunismo, o Anarquismo, o Nacional-Socialismo e o Fascismo.

 

Segundo Hélio J. de Oliveira, "dos Iluminados da Baviera surgiu a loja maçônica judaica B'nai Brith" (=filhos da aliança)... Que foi a "fundadora da Trilateral, do Conselho de Relações Exteriores, do Clube de Roma. e do Lions Internacional". Para quem não sabe, a ''Trilateral é uma corporação de aparência empresarial que pratica o ocultismo, a bruxaria, a difusão de músicas alucinantes e drogas, com acentuada infiltração na política dos povos e, entrosada com outros ritos maçônicos, controla seitas espíritas, esotéricas e assemelhadas".

 

Hoje, a maior expressão do ideário de Weishaupt é um sumo sacerdote de Satanás, chamado Anton La Vey, cujo automóvel ostenta uma placa com os dizeres "Satanás 9" e tem em San Francisco (Califórnia), uma casa preta com uma "câmara ritual" para Satanás. É também autor da Bíblia Satânica, mistura de magia, socialismo e sexo. Graças à ação da Ordem dos Iluminados, o culto a Satanás está longe de ser uma extravagância sem sentido, encontrando-se espalhado no mundo inteiro. O próprio La Vey afirmou que a Era de Satanás teve início em 1966, quando Deus foi declarado morto, quando a Liga da Liberdade Sexual ganhou proeminência e os híppies formaram sua cultura de sexo livre.

 

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Na época, Alen Hirshoff, sacerdote da ordem de Lúcifer, encarregou-se de elaborar o plano em seu aspecto religioso.

 

No final do século XIX, em Basiléia, na Suíça, os Iluminados de outra geração voltaram a reunir-se. E então o plano foi elaborado. Foi tudo registrado num documento ultra-secreto que, infelizmente para seus autores, acabou vindo a público. Esse documento terrível cujo título inicial era O Anticristo como possibilidade política imediata, apareceu pela primeira vez em 1905, recebendo posteriormente o título de Os protocolos dos sábios do Sião ("Nova Era. De volta ao passado", produção de Reborn Vídeo, Instituto Cristão de Pesquisas. )

 

Superelite

 

No comando desse governo secreto encontra-se uma superelite ju­daica, que concentra nas mãos o domínio sobre a quase totalidade dos recursos humanos (saber e informação), materiais e tecnológicos do mundo ocidental e grande parte do mundo oriental. Esta superelite conta com a orientação de um grupo de famosos planejadores em assuntos globais: Entre eles figura o CRE - Conselho de Relações Exteriores, criado em 1921, com o apoio financeiro da família Rockefeller e em cujas áreas de maior influência operam alguns membros da própria família. Como se recorda, foi o CRE que, em 1974, lançou o Projeto anos 80, com o objetivo de criar um novo sistema econômico e político global, para substituir o existente. Isto é, uma nova ordem mundial.

 

O grupo encarregado de promover o desenvolvimento de ações para a implantação dessa nova ordem inclui figuras de destaque nas áreas da mídia, acadêmica, empresarial, financeira e jurídica, funcionários do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e maçons de alto nível. Além de 24 países que, em junho de 1977, através de seus 135 representantes, subscreveram a Constituição da Federação Terrestre.

 

O amado povo de Deus

 

Como deu para perceber, esta superelite, que age por trás dos bastidores, de mãos dadas com a maçonaria, tendo em vista o domínio do mundo, compõe-se basicamente de judeus. Ora, isto nos dá ensejo de falarmos mais longamente neste povo, único na história, agraciado com especiais privilégios de Deus, entre os quais, o de preparar a vinda de seu Filho à terra. Desses privilégios derivaram para ele títulos como de "povo de Deus", "povo eleito", "povo da aliança", de "noiva" e de "mulher bem-amada de Deus", na linguagem dos profetas.

 

No entanto, sabemos que, por um conjunto de mal-entendidos, o Messias, cujo caminho tinham ajudado a preparar, acabou sendo por eles rejeitado, visto não corresponder às suas expectativas.

 

Mas isto - e São Paulo faz questão de frisar na Carta aos Romanos - não lhes tirou os direitos às promessas feitas a Abraão, porquanto as promessas de Deus são sem arrependimento. "Acaso rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum!... Uma parte de Israel ficou na cegueira (e assim permanecerá) até o tempo em que tiver entrado o número completo de pagãos. Então Israel em peso será salvo... É verdade . que, em relação ao Evangelho, eles são inimigos, mas em relação à escolha divina, eles são amados por causa dos patriarcas. Porque os dons de Deus e a vocação são irrevogáveis" (11,1 e 25-29).

 

A própria volta de Cristo ao mundo acha-se condicionada à aceitação dele pelos judeus, como explica o Catecismo da Igreja Católica: "O advento de Cristo na glória é iminente... Este acontecimento escatológico pode ocorrer a qualquer momento... Depende do reconhecimento dele por 'todo Israel' ''(nºs 673-674).

 

Encontramos aqui a explicação do interesse dos últimos Papas ( Além de visitar pessoalmente a Terra Santa. o papa Paulo VI criou, em 1974, uma Comissj,f para estabelecer relações com os representantes da comunidade judaica mundial.) e também de várias Igrejas protestantes* em atrair o povo judeu ao redil de Cristo.  E a reação favorável de muitos deles.

 

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* Ver, a propósito, a matéria "Judeus para Cristo", publicada na revisto ISTOÉ, de 22/03/1995. pp. 52-53. onde se fala na investida das Igrejas messiíinicas para levar os judeus a aceitarem Cristo. "Um senhor idoso - assim começa o artigo - põe seu talit. o xale ritual judaico, desenrola a Torá o livro sagrado dos judeus, e anuncia aos presentes: "Cristo é o nosso Messias!" Não se trata de ficção. A cena está se tomando cada vez mais comum. graças à ação de igrejas evangélicas que tentam aproximar os judeus de Cristo. Também começam a surgir comunidades de 'judeus-cristãos', que se dizem fiéis à religião dos ancestrais. mas reconhecem Cristo com Messias. 'Não deixei de ser judeu por aceitar Jesus, e vou a sinagoga com muito mais freqüência do que a maioria dos judeus', diz o projetista mecânico Natan Anishka, de São Paulo".

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Milagre permanente

 

Uma prova da preocupação de Deus em reconduzir seu povo para Cristo a tivemos nas aparições de Garabandal, onde a Virgem, desde o início, faz questão de salientar que, no Céu, ela continua pertencendo à raça judaica, apresenta-se com um título vinculado ao Monte Carmelo (um dos três montes sagrados dos judeus) e promete deixar no local uma réplica da shekinah, isto é, a coluna de fumaça, que de dia ia adiante do povo judeu, para o guiar no deserto, e de noite se transformava numa coluna, de fogo para o iluminar (Ex. 13,21).

A própria sobrevivência. desse povo "ao longo de 2.500 anos de dispersão ininterrupta entre os povos da terra é um milagre permanente na história, que só tem explicação na especial direção que Deus dá ao seu povo", segundo o padre Franz Musner. "Com nenhum outro povo aconteceu isto", reconhece o salmista (51147,9). Efetivamente, eles carregavam consigo um compromisso com todos os povos, dos quais seriam a fonte de suas crenças e religiões. Porque nos planos de Deus estava escrito que "a salvação (do mundo) vem dos judeus" (Jo 4,22). Por isso, o papa João Paulo II não hesitou em chamá-los de "meus caros irmãos", de "irmãos mais velhos na fé", por ocasião de uma memorável visita à sinagoga romana do Lungotevere dei Cenci, em 1986. E, recordando os conventos e as igrejas que, durante a segunda guerra mundial, abriram suas portas aos judeus perseguidos, apontou para futuros objetivos comuns: fim de qualquer discriminação, defesa da dignidade humana, observância da ética social e individual, da paz e da coexistência entre as duas religiões. E cumpriu o prometido: "Durante as minhas viagens apostólicas pelo mundo, procuro sempre ter um encontro com os representantes das comunidades judaicas".

Outra benemerência do povo judeu foi honrar a humanidade com alguns dos maiores gênios de sua história, como Henry Ford (inventor do automóvel), Albert Einstein (o maior físico de todos os tempos), Gustav Hertz (físico, descobridor das ondas hertzianas), Henri Bergson (filósofo), Martin Buber, um dos maiores filósofos de existencialismo religioso), Robert Oppenheimer (pai da bomba atômica), Sigmund Freud (criador da psicanálise), Arnold Toynbee (historiador), Vicktor Frankl (criador da logoterapia), Albert Sabin (benemérito criador da vacina antipólio), e até duas notáveis mulheres: Simone Weil (filósofa social e mística) e Edith Stein, discípula de Edmund Husserl, filósofa ela também, canonizada pela Igreja em 1997.

Com certa relutância

No entanto, o amor à verdade nos obriga a enfocar também alguns aspectos negativos da história desse povo. Confessamos, porém, que o fazemos com certa relutância, dada a invencível simpatia que nutrimos por ele. E isto, não só por encontrarmos ali os ancestrais de Jesus, mas também por tudo o que esse povo significou para a preservação do monoteísmo no mundo, e por tudo o que significaram para a humanidade as contribuições de seus gênios, em todas as áreas. Uma simpatia que se fortaleceu quando visitamos Israel, em 1972: suas cidades históricas, seus monumentos sagrados, seus kibbutz, que transformaram consideráveis tratos de deserto em verdejantes lavouras.

Por isso, quando nos acometeu a idéia de escrever este capítulo sobre o judaísmo e sobre aquilo que se nos afigura como seus graves e perigosos descaminhos, titubeamos um pouco, pois teríamos de impor-nos uma certa violência interior abafando razões do coração. Mas não houve como fugir, pois em se tratando deste plano de dominação do mundo, era imprescindível trazer ao palco aqueles que o urdiram, através dos séculos, abstendo-nos, porém, de julgar suas intenções, o que só a Deus pertence. O nosso trabalho aqui e o do pesquisador imparcial, que se limita a transcrever ou condensar o que encontra em fontes confiáveis, deixando aos leitores a liberdade de aceita­rem ou não o que afirmam essas fontes.

Igualmente desejamos salientar que, nas páginas seguintes, ao usar­mos a denominação "Judeus", não entendemos todo o povo judaico, mas apenas aquele segmento que, fundamentado na compreensão racista e imperialista de certas passagens bíblicas, interpreta - segundo Sérgio Oliveira ­ "a promessa de um verdadeiro reinado de Deus na terra, reinado espiritual da religião autêntica, como sendo o reinado material de sua etnia, como a promessa de Deus aos israelitas de um domínio mundial e da escravidão por eles de todos os povos da terra".  

Bem outro é o piedoso e observante povo judeu que hoje vive no Estado de Israel, e que, em cumprimento aos oráculos bíblicos (Ez 36,24-28; Jr 29,10-14; Is 11,12; Zc 8,7-8), nestes últimos decênios voltou em massa (Mais de um milhão só no primeiro decênio do Estado de Israel. vindos de aproximadamente 60 países.) da diáspora (= dispersão) para sua antiga pátria, e cuja preocupação fundamental é ser fiel à aliança feita com Deus por meio de Abraão. Preocupação, aliás, que é também a de milhares de judeus que vivem espalhados pelo mundo.

Não queremos então que este capítulo seja entendido como uma incitação anti-semítica, pois todo ódio racial agride a dignidade humana, é um pecado contra a humanidade - adverte o nosso Papa, após relatar as experiências de sua infância em Wadowice, onde aprendeu a admirar o coleguismo e a piedade dos judeus, que "todo sábado iam à sinagoga e eram unidos aos católicos pela convicção de rezarem ao mesmo Deus, baseando suas orações, em boa parte, nos mesmos textos".

Descaminhos

 

Os descaminhos a que nos referimos acima começaram com a interpretação racista de certas passagens do Antigo Testamento, como essa de Gn 22,17 onde Javé assim fala a Abraão: "Eu te abençoarei e multiplicarei tua descendência como as estrelas do céu... e tua posteridade possuirá as portas dos teus inimigos". Enquanto a Igreja interpreta espiritualmente esta profecia, vendo nela não o triunfo exclusivo do povo descendente de Abraão, mas de todos os filhos espirituais dele, isto é, os cristãos, irmanados pela fé, pela fraternidade e pela comunhão dos ideais, os judeus deduzem que eles, como consangüíneos de Abraão, têm o direito de se assenhorearem das portas dos inimigos, e que só através da raça judia serão abençoadas todas as nações da terra.                                        .

 

Outro exemplo temos em Dt 7,16: "Devorarás todos os povos que Javé, teu Deus te entregar. Não lhes perdoará teu olho". Enquanto a Igreja dá a esta passagem uma interpretação espiritual restrita, os judeus a interpretam de maneira monstruosa, no sentido de que Deus lhes conferiu o direito de derrotarem todos os povos da terra e se apoderarem de suas riquezas.

Com base em Dt 2,25, sentem-se credenciados a praticar as maiores atrocidades e se tornarem "o terror e o espanto de todos os povos que habitam debaixo do céu", de maneira que "ninguém lhes possa resistir, até despedaçarem seus reis".

Sim, porque, segundo a interpretação deles - escreve Sérgio Oliveira - "o Senhor Deus e seus profetas tinham prometido o Messias portador de chaves de reinos, outorga de domínio irrestrito sobre os demais povos, de direitos de partilhar o mundo em feudos e de repartir entre os membros das doze tribos as riquezas da Terra".

Um resumo desse plano de domínio mundial eles o vislumbraram nos capítulos 60 e 61 de Isaías, onde se diz que as nações se reunirão para homenagear o povo de Deus, e suas fortunas passarão para ele; elas caminharão acorrentadas como escravas atrás do povo hebreu e se prostrarão à sua frente; os reis serão preceptores dos filhos de Israel, e as princesas, suas amas. Os judeus governarão as nações; chamarão a si os povos, mesmo os que não conhecem, e todos acudirão prontamente. Suas portas ficarão abertas dia e noite, a fim de deixarem afluir as riquezas do mar e a fortuna das nações. Os que se recu­sarem a servir Israel serão destruídos. O povo eleito sugará o leite das nações e se criará no peito dos reis, e brilhará pela sua opulência. Todos, ao vê-lo, reconhecerão que é a abençoada raça do Senhor.  

Amarga decepção

Ao tempo de Cristo - segundo Pinay - estas falsas interpretações encontravam-se tão generalizadas entre os israelitas, que a grande maioria pensava no Messias prometido como um rei ou um chefe guerreiro, o qual, com a ajuda de Deus, conquistaria todas as nações da terra, por meio de guerras sangrentas, das quais Israel sairia vence­dor e acabaria por dominar materialmente o mundo.

Por isso, quando Jesus, perante tais pretensões, se opôs a qualquer derramamento de sangue, declarando que o seu reino não era deste mundo, o nacionalismo tribal judeu - escreve Marschalko - entrou numa das crises mais perigosas da sua história. Uma situação que podia ser fatal para o seu futuro. Se era realmente o Messias que esta­vam esperando, onde ficavam as promessas de Deus aos antepassa­dos? Ao contrário de um libertador nacionalista, ele se portava como um antinacionalista radical, que no Templo chegara a dar pontapés nas mercadorias dos vendedores e virar as mesas dos trocadores de dinheiro, pondo a correr os agentes das autoridades financeiras locais. Em plenas ruas da capital, esse Mestre ousado pregava contra as doutrinas difundidas pelas mais poderosas autoridades do sistema. Rompera com os saduceus - a elite aristocrática das grandes propriedades de terras e de atividades comerciais. Rompera com os escribas, responsáveis pela doutrina oficial. Rompera com tudo e com todos: com o sinédrio, com o templo, com os sacerdotes, com os anciãos, com os herodianos, com a religião oficial. Contradizendo os dogmas ensinados pelos rabinos, o novo profeta não acreditava na superioridade racial do seu povo, nem numa aliança tribal separada entre Deus e os judeus, e sim com "todas as nações", pois "Deus não faz distinção entre as pessoas. Ele aceita a todo o que o teme e pratica a justiça, seja qual for a nação a que pertence", como explicaria posteriormente o apóstolo Pedro (At 10,34-35).

Ora, convenhamos que tudo isto significava o naufrágio das esperanças e ambições milenares dos judeus de virem a dominar materialmente o mundo, de escravizar os demais povos e se assenhorearem de suas riquezas, como parecia garantir-lhes a Bíblia.

 

Por isso, os sacerdotes e escribas, sentindo ameaçado o brilhante futuro prometido por Deus ao povo de Israel, concluíram que não restava outro caminho que "apagar" quanto antes um tão retrógrado pregador.

 

Agora, finalmente livres dele, lançaram-se a perseguir os antigos sonhos imperialistas, começando pela compilação de um novo livro sagrado, que contivesse as "verdadeiras" interpretações da Bíblia.

 

Talmud

 

Foi assim que surgiu o Talmud, um código de leis religiosas e sociais, fundado na deformação progressiva da antiga lei mosaica, contida na Torá, que é o nosso Pentateuco. Ali, através da interpretação dos rabinos, Israel como povo eleito por Deus acabou se transformando em o povo de Deus, e a promessa do senhorio de Javé sobre o mundo, em promessa de hegemonia mundial dos judeus. Foi o começo do movimento sionista ou sionismo.

 

A virulência do Talmud em relação à pessoa de Jesus e aos não-judeus pode ser avaliada por estas breves amostras:

"Jesus enganou, corrompeu e destruiu Israel".

"Que nunca tenhas um filho ou discípulo que, por colocar tanto sal na comida, destrua o teu paladar, como fez Jesus". 

"Os que fazem bem aos akum (=cristãos), não ressuscitarão dentre os mortos".

"Todas as coisas pertencentes aos goi (=não-judeus) são como se estivessem num deserto.' quem as encotra pode levá-las ".

 "O sêmen de um goi tem o mesmo valor que de um  burro".

"Se um judeu for capaz de enganar aos cristãos, simulando ser devoto de Cristo, pode fazê-lo".

"Que há de surpreendente que. no Talmud, se façam ataques a Jesus? O que é para estranhar é que esses ataques não sejam maiores".

 

Seu desprezo pelos outros povos chega ao extremo de os levarem a afirmar: "Que é uma prostituta? Qualquer mulher que não seja hebréia", Isto explica - segundo Pinay - "o fato de os judeus terem sido em toda parte os mais inescrupulosos comer ciantes do tráfico de brancas e os mais assíduos defensores das doutrinas dissolventes do amor livre e da promiscuidade (Você já verificou quais são as editoras proprietárias das revistas "Playboy" e "Ele"?), enquanto mantêm suas próprias famílias na mais absoluta disciplina e moralidade. E sendo animais os cristãos e os ímpios, nada há de estranho que vivam na prostituição e na promiscuidade",

 

"Vós. israelitas. sois chamados homens. enquanto que as populações das nações do mundo não merecem o nome de homens, mas sim de bestas!"

 

"Para se avaliar a importância desta passagem infame ­explica Pinay - deve-se ter presente que, segundo o Antigo Testamento, todos os animais foram criados para o serviço do homem, o qual pode comer sua carne, utilizar sua pele como vestido, matá-los, esfolá-los e fazer com eles tudo o que lhe convenha... Este conceito acerca da animalidade dos restantes povos explica a conduta implacável, cruel e depreciativa para todo o direito humano, observada pelos jerarcas judeus do comunismo internacional" .

 

Outras amostras do Talmud:

 

"Deus exibe-se na terra na semelhança do judeu... O hebreu é o Deus vivente, o Deus encarnado, o homem celeste".

"O Altíssimo falou assim aos israelitas: 'Vós me reconhecestes como único dominador do mundo. e por isso eu vou fazer-vos os seus únicos dominadores´".

 

Cabala

Em seguida, surgiu a Cabala, na qual foi consignada, também por "inspiração divina" - segundo eles - a interpretação esotérica da Bíblia, isto é, oculta, fundada em sistemas numéricos e várias combinações e nas letras dos versículos. No século XV, a Cabala se tomou sinônimo de magia, de comércio com o demônio e de intrigas. ''Nos meandros daquela ciência oculta - escreve Gérin Ricar, em História do Ocultismo - os alquimistas, os ocultistas, os fabricantes de talismãs, os astrólogos e os mágicos julgaram encontrar a chave de seus problemas".

E assim, com o passar do tempo, as conotações satanistas da Cabala foram-se acentuando: "Quaisquer que tenham sido os esforços no sentido de depurar os ritos cabalísticos das práticas satânicas, todos os rituais satânicos, toda feitiçaria e exploração do magnetismo e dos fenômenos psíquicos ainda têm fiéis seguidores no século XX. Os feitiços, as missas negras, nunca deixaram de ser praticados..."

 

Além disso - completa Pinay - "a Cabala, reservada aos altos iniciados do judaísmo, não à plebe, levou a divisão entre judeus e gentios (entre os quais se incluem os cristãos) aos extremos mais absurdos. Enquanto, por um lado, se rebaixam os gentios à categoria de simples animais, por outro se elevam os judeus à categoria de deuses, identificando-os com a própria divindade".

 

Foi a partir dessas duas fontes - o Talmud e a Cabala - que surgiu e se solidificou uma ideologia de dominação do mundo, fundada na certeza de que tudo quanto existe na terra lhes pertence por justiça.

 

Estratégias...

Como, porém, concretizar esta dominação mundial? A idéia, já vimos, foi proposta em 1773 ao Clube dos Iuminados, ficando a parte religiosa a cargo de Alen Hirshoff, sacerdote da ordem de Lúcifer. Um século depois, o plano foi reelaborado, com a definição de estratégias de ação e a escolha de focos de atuação. Esse plano de um governo único mundial se manteve secreto até 1905, quando caiu no domínio público. Seu título inicial de O Anticristo como possibilidade política imediata foi substituído por Os protocolos dos sábios de Sião.

Desde o início, o Clube dos Iuminados trabalhou monitorado pela maçonaria, cujos objetivos coincidem, como se pode ver por esta carta do Vindice, membro da Alta Venda, de Roma, a Núbius:

"Tertuliano dizia que o sangue dos mártires gerava novos cristãos. Nós, porém, não queremos mais cristãos. Portanto, não façamos novos mártires, mas popularizemos o vício entre as multidões, que deverão respirá-lo pelos cinco sentidos, até a saturação; esta terra está sempre disposta a receber ensinamentos lúbricos. Formai corações viciosos e não tereis mais católicos. Afastai o padre do trabalho, do altar e da virtude,. procurai habilmente dar outra ocupação ao seu tempo e aos seus pensamentos, tomai-o ocioso, guloso, patriota, e ele será ambicioso, intrigante e perverso. Alcançareis assim um resultado mil vezes melhor do que apontando os vossos estiletes contra os ossos de alguns pobres-diabos.    Empreendamos a corrupção em larga escala, a corrupção do povo pelo clero e a corrupção do clero por nós; a corrupção que nos levará um dia a enterrar a Igreja... Junto com a Igreja, procuremos corromper a mulher... O punhal mais apropriado para ferir o coração da Igreja é a corrupção ".

...ainda mais refinadas

Outras estratégias, apontadas pelos Protocolos são ainda mais refinadas, sempre com base na convicção de que os judeus foram eleitos por Deus para governar o mundo:

"Nossos profetas nos disseram que fomos eleitos por Deus para governar a terra. Deus nos deu o gênio, a fim de podermos levar a cabo esse problema. Se surgir um gênio no campo oposto, a luta entre nós será sem piedade e tal como o mundo nunca presenciou. Além disso, os homens de gênio chegariam tarde. Todas as engrenagens do mecanismo govemametal dependem de um motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do ouro" (p. 92).

"A liberdade é irrealizável, porque ninguém sabe usar dela dentro da justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que essa autonomia se transforme em licenciosidade. Então surgem dissenções, que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas.

Se o Estado se esgota em suas próprias convulsões ou se as suas comoções intestinas o põem à mercê dos inimigos externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido,' caiu em nosso poder. O despotismo do capital, intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à qual, queira ou não queira, tem de se agarrar para não ir ao fundo" (p. 74).

"Em nosso domínio excluiremos a palavra liberdade do vocabulário, por ser ela o princípio da brutalidade que transforma as multidões em animais ferozes" (p. 87).

"A política nada tem em comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político e, portanto, o seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. A fraqueza e honestidade são vícios na política. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos cristãos e não noss devemos deixar absolutamente guiar por elas" (p. 74).         

"Em lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças, e a sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se lhe submeter" (p. 94).

"A era republicana se tornou possível quando substituímos os governantes por uma caricatura de governo, por um presidente tomado na multidão, do meio de nossos escravos. Aí está o fundo da mina que cavamos sob os povos cristãos... Maquinaremos a eleição de presidentes que tenham em seu passado uma tara oculta. O receio de revelações, o desejo próprio de cada homem que chega ao poder de conservar seus privilégios, vantagens e honras ligadas à sua condição, farão com que sejam fiéis executores de nossas ordens" (pp. 107-108)

"Precisamos perturbar constantemente, em todos os países, as relações entre o povo e o governo, a fim de cansar a todos pela desunião, pela inimizade, pelo ódio, pela fome, pela inoculação de doenças *, pela miséria, a fim de que os cristãos não vejam outra salvação senão recorrer à nossa plena e definitiva soberania" (p. 109).

*"Uma prova da fabricação de certas doenças - escreve Hélio J. de Oliveira - foi a publicação, em 1988, de um artigo que descrevia como o médico norte-americano, Robert Gallo, combinando bactérias patológicas de ovelhas e camelos, desenvolveu o vírus da AIDS. Seu trabalho foi encomendado pelo Pentágono, com o fito de contaminar os soldados de Ho Cho-Minh, que os norte-americanos combatiam no Vietnã. Os testes foram feitos em prisioneiros da Califómia. Por não surtirem efeito imediato, foram abandonados como ineficientes. Como prêmio, os encarcerados foram libertados e disseminaram o vírus entre a comunidade homossexual, que começou a sofrer com a doença, inicialmente conhecida como praga gay. A doença espalhou-se por todos os continentes. atacando inocentes. como heterossexuais, esposas e hemofílicos. A Organização Mundial da Saúde divulgou que. no ano 2000, mais de 40 milhões de pessoas estarão infectadas com o vírus".

O trabalho de mãos dadas com a maçonaria, sempre de olho na proteção da polícia e no armamentismo, aparece nestas duas passagens:

"Até que o nosso reino chegue, criaremos e multiplicaremos lojas maçônicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa atividade... Formaremos nessas lojas, o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais. Entre seus membros se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, porque o seu serviço é insubstituível para nós" (p. 124).

"O aumento dos armamentos e do pessoal da polícia é um complemento imprescindível do plano que estamos expondo. É preciso que, em todos os Estados, não haja mais, além de nós,  senão massa de proletários, alguns milionários que nos sejam
 dedicados, policiais e soldados" (p. 97) (
A propósito, Gustllvo Barroso lembra: "As grandes fábricas de armas e munições, os grandes estaleiros de construções navais e o monopólio do níquel estão nas mãos dos judeus" e há um "aumento visível das forças policiais no mundo inteiro".)

É pois "nas mãos desses grupos ocultos ou semivelados - conclui Hélio J. de Oliveira - que está a sorte do ser humano. São eles que, em tempos de paz, produzem e comercializam os vícios e várias doenças, bem como os remédios para curá-las. Em tempos de guerra, são os que ganham com a deflagração dos conflitos e com os tratados de paz. E as fronteiras das nações são destruídas, a fim de que as nacionalidades dêem lugar ao reino universal".

Vícios, utopias, alienação

Alcoolismo, devassidão, idéias grandiosas e irrealizáveis, hipocrisia, violência, alienação, luxo desenfreado, direitos fictícios, concursos de todo tipo - são outros tantos estratagemas apontados pelos Protocolos.

"Vede esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, aos quais o direito de beber sem limites foi dado juntamente com a liberdade... Os cristãos estão sendo . embrutecidos pelas bebidas alcoólicas; sua juventude está embrutecida pela devassidão precoce à qual a levam os nossos agentes, professores, governantes de casas ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares onde os cristãos se divertem... Nossa palavra de ordem é: força e hipocrisia. Só a força pode triunfar na política. A violência deve ser um princípio; a astúcia e a hipocrisia, uma regra, para os governos... Por isso, não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacaria e da traição, todas as vezes que possam servir às nossas finalidades. Em política, é preciso tomar a propriedade dos outros, sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder" (p. '16). "Deixemos os cristãos acreditarem na importância dás leis científicas que lhes inculcamos. É com esse fim que constantemente aumentamos, por intermédio de nossa imprensa, a sua confiança cega nessas leis. A classe intelectual dos cristãos ficará cheia de orgulho com esses conhecimentos e, sem os examinar logicamente, porá em ação todos os dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes, para guiar seu espírito pelo rumo que precisamos" (p. 80).   "Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas. Todos esses pretensos direitos do povo só podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis" (p.84). "Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando o lobo penetra no redil" (p. 112).   "A experiência dos séculos ensina que os homens se dirigem pelas idéias, as quais são inculcadas pela educação... O nosso sistema de repressão do pensamento já está em vigor no método denominado ensino pela imagem, que deve transformar os cristãos em animais dóceis, que não pensam e esperam a representação das coisas e imagens, a fim de compreendê-las" (p. 130).   "Destruiremos a importância da família cristã e seu valor educativo" (p. 106).

Sobre esta decisão dos Protocolos, eis o que escreve Marschalko, com base numa matéria publicada em "Der Weg nach Sion" (= o caminho para Sião), vol. VI, n° 8: "Hoje, nos Estados Unidos, parece que uma atmosfera de crime foi criada propositalmente. Isto começa com as crianças lendo habitualmente histórias de violência nas assim chamadas revistas em quadrinhos. Mais de cem dessas publicações de baixa categoria produzem cerca de 40 milhões de exemplares. Noventa por cento das crianças de seis a 11 anos de idade lêem essas histórias horríveis. Histórias policiais e de crimes inundam as bancas de jornais. Seiscentos 'escritores' trabalham em horário integral, produzindo tais histórias. Talvez seja bom acrescentar que mais de 90 por cento desses 'escritores' são judeus. O ambiente criminoso artificialmente criado é ainda mais intensificado pela televisão. Cerca de 9.652 pessoas foram mortas a tiros de revólver e 762, abatidas pelas rajadas de metralhadoras... Como sabemos que os filmes, a televisão, o rádio e a imprensa norte-americanos estão quase exclusivamente nas mãos dos judeus, a onda de crimes mal pode ser considera­da como coisa acidental".

Suas incursões na área da ,educação não terminam aqui:

"Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio de uma educação fundada em princípios e teo­rias que sabemos falsos" (p. 103). Precisamos dirigir a educação das sociedades cristãs de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa"(p. 93).

Com esta finalidade - comenta Marschalko - eles criaram a UNESCO, o departamento mais importante das Nações Unidas, para "dirigir e controlar a educação da juventude no mundo inteiro".

"Para arruinar a indústria dos cristãos, desenvolveremos a especulação e o gosto pelo luxo, esse luxo que tudo devora. Fa­remos subir os salários, que entretanto não trarão proveito aos operários, porque, ao mesmo tempo, faremos subir o preço dos gêneros de primeira necessidade, devido, como apregoaremos, à decadência da agricultura e da pecuária: ademais, hábil e profundamente, subverteremos as fontes da produção, habituando os operários à anarquia e às bebidas alcoólicas" (p. 96). É preciso destruir a fé, arrancar do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais. Para que os cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pelos meios de comunicação, pela indústria e pelo comércio. As estratégias recomendadas são as seguintes: corromper a mocidade pelo ensino subversivo; destruir a vida familiar, disseminando a licenciosidade e o conflito entre as gerações; envilecer as artes e prostituir a literatura; minar o respeito pela religião, desacreditar os padres, reverendos e pastores, espalhando contra eles histórias escandalosas; encorajar a crítica em tomo do passado da Igreja" (p. 89). "Afim de que as massas nada consigam pela reflexão, nós as desviaremos pelos jogos, pelas diversões, pelas paixões... Proporemos, pela imprensa, concursos de arte, de esportes, de toda espécie. Esses interesses afastarão os espíritos das questões pelas quais teriam de lutar... Desabituando os homens a pensarem por si, eles acabarão falando unanimemente as nossas idéias, porque seremos os únicos a propor novos rumos ao pensamento" (p. 119).

Como vimos, além da astúcia e da hipocrisia, outras estratégias são indicadas, como propagar o luxo desenfreado, as modas fantásticas e as despesas loucas, eliminando assim, gradualmente, a faculdade de gozar as coisas simples e sãs; distrair a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, futilidades, enfim, divertir o povo para impedi-lo de pensar, envenenar os espíritos com teorias nefastas; arruinar o sistema nervoso pela música e pela barulheira; provocar o ódio e a desconfiança entre as classes sociais; envenenar as relações entre patrões e empregados pelas greves; desmoralizar as instituições, como a Igreja e as Forças Armadas, pela difusão de boatos e falsidades; bater palmas a todas as utopias, de maneira a meter o povo num labirinto de idéias impraticáveis; organizar monopólios, nos quais so­çobrem todas as economias. .

Monopólio da imprensa

"A imprensa - lemos nos Protocolos - serve para acender as paixões ou conservar o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta, mentirosa, e a maioria das pessoas não entende absolutamente nada para que serve" (pp. 115).    "O nosso governo será proprietário da maioria dos jornais... Todos os editados por nós terão, aparentemente, tendências e opiniões as mais opostas, o que despertará a confiança neles e atrairá os nossos adversários, que cairão na armadilha" (p. 115). "Para tomar conta da opinião pública é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias, que os cristãos acabarão perdidos no seu labirinto, convencidos de que, em política é melhor não ter opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve conhecê-las quem a dirige" (p. 93).   "Quando entrarmos no novo regime, não poderemos tolerar a revelação da desonestidade pública pela imprensa. É necessário que o novo regime dê a impressão de satisfazer tão bem a todos, que os próprios crimes desapareceram... Os casos de manifestações de criminalidade deverão ser conhecidos apenas pelas suas vítimas e suas testemunhas acidentais" (p. 117.).   "Os Estados não souberam utilizar a força da imprensa, e ela caiu nas nossas mãos" (p. 80-81).

Realmente, o domínio do judaísmo na imprensa - segundo Marschalko - é hoje quase total, a partir das agências noticiosas, que manipulam as notícias dentro de sua ótica e em seguida as passam a bilhões de pessoas no mundo inteiro, já com um objetivo certo: promover os interesses do sionismo, enaltecer o nacionalismo judaico e, em contrapartida, desmoralizar o cristianismo. Às agências noticiosas seguem-se as de publicidade e distribuição de livros, até culminar nas grandes redes de jornais, revistas, rádios e televisão. Apenas para lembrar, a quem pertence a poderosa Editora Abril, que publica dezenas de revistas e livros? A quem pertence a Editora Bloch, dona também da Rede Manchete? E a Rede Globo? Não é o grupo judaico norte-americano Time-Life que monitora a esta última?

Compreende-se então porque - lembra Sérgio Oliveira - a Globo "vem inserindo, sistematicamente, em suas novelas e casos especiais, sacerdotes com algum desvio de conduta", enquanto que, "em nenhuma ocasião, aparece um rabino em tais condições". Acaso são os rabinos mais irrepreensíveis que os padres?

Nem Jesus e Nossa Senhora conseguem fugir à regra. Obser­vem o tom de gozação e deboche de freqüentes matérias publicadas pela revista "Veja" com relação a Jesus, sua Mãe *, seus santuários *,

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 *Desde 13 de maio de 1993. na cidade paulista de Mirassol. uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, de propriedade da advogada Lilian Garcia. 36 anos, vem chorando mel e azeite. Esse líquido saído dos olhos da imagem já causou curas inexplicáveis para a ciência. No entanto, para a repórter da revista "Veja". tudo não passaria de uma fraude bem montada. hipótese que ela completa com esta tirada. bem típica de gente que nada entende, mas se acha com direito de falar de cadeira: "o misticismo mariano desde sempre foi considerado uma das manifestações mais primitivas do cristianismo", e só não morreu ainda. porque "o papa João Paulo II lhe deu novo alento". Como se vê, num assunto estritamente religioso, ela sabe mais que o Papa.

A seguir, afirma que a lacrimação de sangue da estatueta da Rainha da Paz, em Civitavecchia (Itália) foi comprovada como fraude. Mentira! Vê-se que está menos interessada na verdade do que em defender a linha anticristã da revista. Mas a verdade, para os que ainda lhe dão valor, é diferente. Dê uma espiada na longa matéria publicada na revista "30 Dias", de maio /1995, pp. 49-59. De outra fonte sabemos também que, para verificar se dentro da imagem havia alguma ampola de sangue ou de algum pigmento vermelho, a pequena estátua foi serrada em fatias de dois centímetros de espessura, e nada se encontrou.

*No Santuário de Aparecida, por onde, num único fim de semana, chegam a passar 300.000 romeiros, só havia 8 banheiros públicos, construídos pela prefeitura, e a alimentação vendida aos visitantes era muitas vezes higienicamente reprovável, causando freqüentes intoxi­cações e até intrnações hospitalares. Para solucionar o problema. partiu-se para a construção do Centro de Apoio aos Romeiros, com 502 banheiros, praça de alimentação, 700 lojinhas e 702 pequenos boxes. Pois bem, esta obra, que deveria ser elogiada. só merece ironias e desconfianças de que, sob "a santa intenção de dar mais conforto aos romeiros" estejam escondidos inconfessáveis interesses financeiros. De pouco adianta a explicação do cardeal-arcebispo Dom Aloisio Lorscheider, que, na expressão da repórter, : "saca um argumento métrico-decimal para refutar a comparação com os vendilhões da Bíblia" (9/7/97, p. 63). Tanto neste como na maioria dos casos, nota-se uma lamentável falta daquela seriedade e objetividade que se espera no trato com as coisas da religião, e o nenhum compromisso da revista com Cristo e sua Igreja. E isto num país onde a maioria absoluta reconhece Cristo como Salvador e Redentor, e a Virgem Maria como verdadeira Mãe de Deus.

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                                                                                                                                                                              os santos da Igreja e seu passado histórico. Os fenômenos místicos são levados para o terreno do ridículo, os que defendem os princípios morais cristãos viram alvos de chacotas, e os devotos, tachados de "carolas". Mas não só eles. O ministro Clóvis Carvalho e o vice­presidente Marco Maciel, por terem apoiado a idéia de tomar o ensino religioso uma disciplina do currículo escolar, também recebem o mesmo denominativo de "carolas" (3017/1997, p. 73).

Quando a Comissão de Constituição e Justiça aprovou um projeto de lei em favor do aborto, isto é, em casos de gravidez interrompida por causa de estupro ou risco de vida para a mãe, a revista não perdeu a ocasião de alfinetar a Igreja, citando as palavras de  Marta Suplicy: "Se fosse pelo Vaticano, não se poderia usar anticoncepcio­nais, os preservativos não seriam distribuídos para conter a AIDS e nem sequer o divórcio seria admitido". "Imaginem - faz questão de salientar a revista - se o Ministério da Saúde seguisse a política da Igreja Católica, que proíbe o uso de camisinha, e acabasse sendo cúmplice na transmissão da AIDS" (27/08/1997). E generosamente concede uma capa inteira e oito páginas de miolo para as fotos e os depoimentos de mulheres que tiveram a coragem de matar os próprios filhos (17/09/1997).

 

Mas a revista esquece de dizer que se o Ministério da Saúde lembrasse a todos os brasileiros que, acima das leis dos homens, existe a lei divina; que os Dez Mandamentos não estão na Bíblia para enfeite e sim como lei de observância obrigatória, e que alguns deles proíbem expressamente matar, cometer adultério e cobiçar a mulher do próximo (Êx 20,13-17), a situação seria diferente.

 

Em contrapartida - refiro-me à imprensa em geral- divulgam-se maciçamente as mensagens da Nova Era (Spielberg é seu principal arauto no mundo do cinema), a crença nos anjos cabalísticos, nos mestres-ascensos, mapas astrais, runas, gnomos, duendes, silfos, ondinas e salamandras, na energia mágica das pirâmides e dos cristais, nos búzios e horóscopos. Os mestres espirituais já não são Jesus e Maria, e sim Alvim Tofler (a terceira onda), Rampa, Jeremy Tarcher, Marilyn Ferguson, Helena Blavatsky, Shirley MacLaine.

 

E assim, sutilmente, perfidamente, essas crenças e doutrinas vão sendo integradas no cotidiano de milhões de pessoas, sem que a maioria se aperceba. E o resultado, segundo Marisa Bueloni, é ''uma multidão confusa e esquecida do verdadeiro Deus, mergulhada nas mais diferentes formas de ocultismo, invocando espíitos, praticando a clarividência, crendo em amuletos e objetos mágicos, buscando cura para seus problemas através de videntes eletrônicos e viagens a outros mundos, na esperança de entrarem em contato com forças sobrenaturais".

 

Além da imprensa, os judeus controlam a produção cinematográfica em quase todos os países do mundo.

 

Outros postos-chave

 

Outros postos-chave onde se entrincheiram os "conquistadores do mundo" são a indústria e o comércio. A indústria têxtil e o comércio de algodão - segundo Marschalko - estão nas mãos deles, praticamente no mundo inteiro. O comércio e a produção de ouro encontram-se associados com os nomes dos Rothschild, Bleichroeder, Mendelsobn, Japhet, Seligman, Lazard, Strauss, Morgenthau e Schiff, todos judeus. Os Oppenheimers controlam quase toda a produção mundial de diamantes. Cem das maiores minas de diamantes, de ouro e de urânio pertencem a essa família. Sua fortuna é calculada em um bilhão de dólares.
Mas a organização mais poderosa do mundo judaico é a ONU, inicialmente denominada Sociedade das Nações, criada, segundo Levy Bing, para ser "um tribunal supremo ao qual se submetem os grandes conflitos públicos, as questões entre nação e nação, que julgue em última instância e cuja última palavra faça fé". "Esta palavra - prossegue Levy - será a de Deus, pronunciada pelos seus filhos primogênitos (os judeus), e perante a qual se inclinará com respeito a universalidade dos homens". "A Sociedade das Nações - lemos ainda em "La Libre Parole" de abril de 1936 - foi criada em Genebra para fazer face à autoridade espiritual do Papa".

 

Segundo Marschalko, "a ONU tornou-se a organização mais poderosa do mundo judaico, e um exemplo do governo mundial supranacional". A bandeira que tremula sobre seu palácio de vidro em Manhattan chama atenção pelas suas cores de um azul pálido e branca, impressionantemente idênticas às da bandeira de Israel. Ali os judeus ocupam todos os postos-chave no Secretariado, no seu Departamento de Informações, no Departamento Internacional do Trabalho (ILO), na Organização de Alimentos e Agricultura (FAO), na Organização Científica, Educacional e Cultural (UNESCO), no Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), no Fundo Monetário Internacional(FMI), na Organização Internacional de Refugiados (IRO), na Organização Mundial da Saúde (OMS) na Organização Internacional de Comércio, na União Internacional de Telecomunicações, na Organização da Aviação Civil e em Projetos Diversos.

 

Os donos da bomba atômica

 

"A fissão atômica é uma ciência tipicamente judia", escreve Marschalko, que estamos resumindo aqui. A fórmula da bomba lhes caiu nas mãos desde os primeiros estágios das pesquisas. No seu desenvolvimento se empenharam exaustivamente os gênios de Albert Einstein, mas sobretudo de Robert Oppenheimer, considerado seu verdadeiro inventor. Nos laboratórios de Los Alamos, cercado de um verdadeiro enxame de cientistas judeus, ele trabalhava dias e noites, chegando a ficar "magro e pálido". Tanta pressa tinha como primeiro motivo criar um artefato capaz de fulminar os alemães de Hitler, vingando-se das torturas praticadas contra os judeus, nos campos de concentração. .

 

Realizada com êxito a primeira experiência em Hiroxima, em agosto de 1945, surgiu para os seus criadores o grande impasse: quem ficaria encarregado de administrar, a partir de agora, o uso de tão perigoso invento? Para os judeus parecia lógico que a bomba atômica devia ser propriedade nacional deles. Mas para o Governo, ela devia ficar aos cuidados do exército dos Estados Unidos.

 

Foi então que, vendo escapar-lhes das mãos uma arma tão decisiva para alcançar o poder supranacional, resolveram acionar um de seus mais poderosos personagens: o banqueiro Bernard Baruch, que, diante do povo americano, aparecia como o "presidente não oficial" dos Estados Unidos, por causa de seu colossal império econômico. Com efeito. Baruch controlava 351 dos mais importantes ramos da indústria norte-americana e dois terços das matérias-primas de todo o mundo. Pois este homem deveria arrancar do Congresso uma lei que transferisse o controle da bomba, do exército para uma Comissão de Energia Atômica a ser criada. E o que parecia humanamente impossível aconteceu, embora diversos escritores e entendidos no assunto admitam que o Congresso norte-americano cometeu "alta traição" quando, "sob o chicote de Baruch, aprovou a lei que tirou o controle sobre a bomba atômica das mãos do Presidente do País e do exército". E o presidente Harry Truman, sem se aperceber das conseqüências que poderiam advir, assinou a lei.

 

"Essa comissão - escreve Marschalko - é mais poderosa do que o presidente dos Estados Unidos. Ela pode agir com independência de qualquer governo na face da terra, mesmo dos Estados Unidos. Segundo declarações oficiais das autoridades americanas, essa comissão tinha mais poder sozinha do que Hitler, Roosevelt e Stalin juntos".

 

Mas, criada a Comissão, a grande surpresa: "dos primeiros cinco componentes, três, ou até mesmo quatro, eram judeus".

 

Desta maneira - prossegue Marschalko - "a bomba caiu inteiramente nas mãos dos judeus. E assim aconteceu a maior tragédia da História, e a maior ameaça de todos os tempos paira agora sobre a humanidade. Se a bomba atômica, mesmo nas mãos de estadistas democratas devidamente eleitos, já representa uma arma perigosíssima, imaginem no que pode se transformar nas mãos de um grupo nacionalista fanático. Usando a bomba atômica, não apenas a civilização poderia ser destruída, mas também a liberdade de todos os habitantes do mundo poderia ser perdida para sempre. A bomba nas mãos dos judeus representa uma permanente ameaça à democracia, à independência de todas as nações do mundo e a todo e qualquer movimento espiritual ou político desfavorável a este povo. Todo país que ousar desobedecer-lhe poderá ser simplesmente varrido da face da terra.

 

Nas mãos deles, a bomba representa o terror e uma horrível ameaça, mesmo que ela jamais seja usada. A psicose atômica, o medo de ser destruído pela radiação de uma explosão nuclear, Podem ser explorados em prejuízo de nações inteiras. 'Renunciem à sua liberdade e à sua independência, abandonem a fé cristã, pois nós estamos segurando a bomba acima de suas cabeças'. 'De nós promana o terror que tudo invade', lê-se nos Protocolos (p. 102). Nem mesmo os sábios de Sião, quando escreveram esta frase, ousavam vislumbrar uma visão tão horrenda. A bomba atômica é o horrível agente desse terror que tudo destrói, e ao mesmo tempo é a mais horripilante prova de que as aspirações de dominação mundial realmente existem".

 

A cartada socialista

 

A certa altura, porém, os sionistas se deram conta de que a democracia e o capitalismo, que lhes permitia dominar as finanças dos povos, não lhes possibilitava ainda o domínio absoluto, previsto no Talmud. Em razão disto, os judeus Karl Marx e Friedrich Engels cogitaram à criação de um sistema totalitário - o comunismo* - que lhes facultasse assumir o poder político e econômico mundial, como reconhece Pinay, que assim define os objetivos do sistema:

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* A maior confinrmação de que o judaísmo é o pai do comunismo encontra-se nesta frase de um artigo da "Jewish Chronicle", de 4 de abril de 1919: "O ideal bolchevista está em harmonia com as mais belas concepções do judaísmo". Por isso, no "Der Kommunist" de Karkof, de abril  de 1919, lia-se esta admirável confissão: "Pode-se declarar sem exagero que a grande revolução russa foi realizada inteiramente pelos judeus".

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"A finalidade do comunismo é a nulificação do povo no (aspecto) econômico, político, social, humano e transcendente, para possibilitar a uma minoria o domínio pela força. Em termos internacionais: conseguir pela força o domínio mundial em beneficio de uma minoria insignificante, aniquilando os demais seres humanos por meio do materialismo, do terror e, se necessário, da morte... Já é conhecido no mundo inteiro o impulso homicida dos dirigentes soviéticos, e poucos são os que não sentem calafrios de terror ao conhecer as sangrentas depredações levadas a cabo na Rússia pelos marxistas".

 

Para fmanciar a luta mundial do comunismo, em 1929, o "Clube dos Iluminados" se reuniu em Nova Iorque, onde fundou um comitê com esta finalidade.

 

"A ditadura do socialismo comunista Marx/Engels - prossegue Sérgio Oliveira - permitiu aos judeus alcançarem esse domínio absoluto e, por isso, desde que o implantaram na Rússia, passaram a trabalhar sem descanso para alastrá-lo por outros países... As conseqüências desta empreitada macabra todos conhecem: 60 milhões de vítimas. Sem dúvida, em termos numéricos, o maior genocídio de todos os tempos".

 

Psicopolítica