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O
MUNDO EM PODER DO ANTICRISTO |
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Todo o afã de Satanás,
em infiltrar-se na Igreja Católica a fim de solapá-la nas bases, e
arregimentar servidores e adoradores em toda terra, tem um objetivo final:
preparar o caminho para a implantação de um governo mundial, sob o
comando do Anticristo.
O embrião desse governo
secreto existe há mais de 200 anos e vem crescendo com o passar do tempo.
Ele foi e continua sendo responsável pelo planejamento e execução de
quase todos os grandes eventos políticos, econômicos, ideológicos e
militares do planeta, a partir da revolução norteamericana (1776), das
revoluções francesa (1789) e russa (1917), da primeira (1914) e segunda
(1939) guerras mundiais e da guerra "fria" (1945).
Segundo os pastores Sérgio
Leoto, Lamartine P. Sobrinho e Paulo Romeiro, este "plano diabólico
teve suas sementes num encontro promovido pela família Rotschild, em
Paris, no ano de 1773. Estabeleceram-se ali as bases estratégicas para a
criação da 'Panjudéia', uma supernação que, tal como um polvo,
abarcaria o mundo inteiro. Naquela época os Rotschild se espalharam por
cinco centros nevrálgicos da Europa: Londres, Paris, Nápoles, Viena e
Frankfurt. O grupo autodenominou-se Confraria dos Iluminados*
==================================================================== *A
seita secreta denominada Confraria ou Ordem dos Iluminados surgiu em
Ingolstadt, na
Tratava-se de um grupo
pequeno, mas poderoso. composto de banqueiros. economistas, industriais,
políticos, militares e educadores. Seu slogan era: "Nenhum
Deus, nenhuma propriedade. nenhum governo". Pertenceram a essa Ordem:
Voltaire. Robespierre e Mirabeau. Na França, o grupo mais fanático de maçons
- os jacobinos - se uniu aos Iluminados. Foram eles os instigadores da
horrenda Revolução Francesa, que culminou na grande chacina de cristãos.
As ideologias mais importantes que se desenvolveram da filosofia dos
Iluminados - seu satanismo, seu ódio contra Deus e os cristãos - foram o
Comunismo, o Anarquismo, o Nacional-Socialismo e o Fascismo.
Segundo Hélio J. de Oliveira, "dos Iluminados da Baviera surgiu a loja maçônica judaica B'nai Brith" (=filhos da aliança)... Que foi a "fundadora da Trilateral, do Conselho de Relações Exteriores, do Clube de Roma. e do Lions Internacional". Para quem não sabe, a ''Trilateral é uma corporação de aparência empresarial que pratica o ocultismo, a bruxaria, a difusão de músicas alucinantes e drogas, com acentuada infiltração na política dos povos e, entrosada com outros ritos maçônicos, controla seitas espíritas, esotéricas e assemelhadas".
Hoje, a maior expressão
do ideário de Weishaupt é um sumo sacerdote de Satanás, chamado Anton
La Vey, cujo automóvel ostenta uma placa com os dizeres "Satanás
9" e tem em San Francisco (Califórnia), uma casa preta com uma
"câmara ritual" para Satanás. É também autor da Bíblia
Satânica, mistura de magia, socialismo e sexo. Graças à ação da
Ordem dos Iluminados, o culto a Satanás está longe de ser uma extravagância
sem sentido, encontrando-se espalhado no mundo inteiro. O próprio La Vey
afirmou que a Era de Satanás teve início em 1966, quando Deus foi
declarado morto, quando a Liga da Liberdade Sexual ganhou proeminência e
========================================================================== Na época, Alen Hirshoff,
sacerdote da ordem de Lúcifer, encarregou-se de elaborar o plano em seu
aspecto religioso.
No final do século
XIX, em Basiléia, na Suíça, os Iluminados de outra geração voltaram a
reunir-se. E então o plano foi elaborado. Foi tudo registrado num
documento ultra-secreto que, infelizmente para seus autores, acabou vindo
a público. Esse documento terrível cujo título inicial era O
Anticristo como possibilidade política imediata, apareceu pela
primeira vez em 1905, recebendo posteriormente o título de Os
protocolos dos sábios do Sião ("Nova Era. De volta ao
passado", produção de Reborn Vídeo, Instituto Cristão de
Pesquisas.
Superelite
No comando desse governo
secreto encontra-se uma superelite judaica, que concentra nas mãos o
domínio sobre a quase totalidade dos recursos humanos (saber e informação),
materiais e tecnológicos do mundo ocidental e grande parte do mundo
oriental. Esta superelite conta com a orientação de um grupo de famosos
planejadores em assuntos globais: Entre eles figura o CRE - Conselho
de Relações Exteriores, criado em 1921, com o apoio financeiro da
família Rockefeller e em cujas áreas de maior influência operam alguns
membros da própria família. Como se recorda, foi o CRE que, em 1974, lançou
o Projeto anos 80, com o objetivo de criar um novo sistema econômico
e político global, para substituir o existente. Isto é, uma
O grupo encarregado de
promover o desenvolvimento de ações para a implantação dessa nova
ordem inclui figuras de destaque nas áreas da mídia, acadêmica,
empresarial, financeira e jurídica, funcionários do Banco Mundial, do
Fundo Monetário Internacional e maçons de alto nível. Além de 24 países
que, em junho de 1977, através de seus 135 representantes, subscreveram a
Constituição da Federação Terrestre.
O
amado povo de Deus
Como deu para perceber,
esta superelite, que age por trás dos bastidores, de mãos dadas com a maçonaria,
tendo em vista o domínio do mundo, compõe-se basicamente de judeus. Ora,
isto nos dá ensejo de falarmos mais longamente neste povo, único na história,
agraciado com especiais privilégios de Deus, entre os quais, o de
preparar a vinda de seu Filho à terra. Desses privilégios derivaram para
ele títulos como de "povo de Deus", "povo eleito",
"povo da aliança", de "noiva" e de "mulher
bem-amada de Deus", na linguagem dos profetas.
No entanto, sabemos que,
por um conjunto de mal-entendidos, o Messias, cujo caminho tinham ajudado
a preparar, acabou sendo por eles rejeitado, visto não corresponder às
suas expectativas.
Mas isto - e São Paulo
faz questão de frisar na Carta aos Romanos - não lhes tirou os direitos
às promessas feitas a Abraão, porquanto as promessas de Deus são sem
arrependimento. "Acaso rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum!...
Uma parte de Israel ficou na cegueira (e assim permanecerá) até o tempo
em que tiver entrado o número completo de pagãos. Então Israel em peso
será salvo... É verdade . que, em relação ao Evangelho, eles são
inimigos, mas em relação à escolha divina, eles são amados por causa
dos patriarcas. Porque os dons de Deus e a vocação são irrevogáveis"
(11,1 e 25-29).
A própria volta de
Cristo ao mundo acha-se condicionada à aceitação dele pelos judeus,
como explica o Catecismo da Igreja Católica: "O advento de
Cristo na glória é iminente... Este acontecimento escatológico pode
ocorrer a qualquer momento... Depende do reconhecimento dele por 'todo
Israel' ''(nºs 673-674).
Encontramos aqui a explicação do interesse dos últimos Papas ( Além de visitar pessoalmente a Terra Santa. o papa Paulo VI criou, em 1974, uma Comissj,f para estabelecer relações com os representantes da comunidade judaica mundial.) e também de várias Igrejas protestantes* em atrair o povo judeu ao redil de Cristo. E a reação favorável de muitos deles.
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Milagre permanente
Uma prova da preocupação
de Deus em reconduzir seu povo para Cristo a tivemos nas aparições de
Garabandal, onde a Virgem, desde o início, faz questão de salientar que,
no Céu, ela continua pertencendo à raça judaica, apresenta-se com um título
vinculado ao Monte Carmelo (um dos três montes sagrados dos judeus) e
promete deixar no local uma réplica da shekinah, isto é, a coluna
de fumaça, que de dia ia adiante do povo judeu, para o guiar no deserto,
e de noite se transformava numa coluna, de fogo para o iluminar (Ex.
13,21). A
própria sobrevivência. desse povo "ao longo de 2.500 anos de dispersão
ininterrupta entre os povos da terra é um milagre permanente na história,
que só tem explicação na especial direção que Deus dá ao seu
povo", segundo o padre Franz Musner. "Com nenhum outro povo
aconteceu isto", reconhece o salmista (51147,9). Efetivamente, eles
carregavam consigo um Outra
benemerência do povo judeu foi honrar a humanidade com alguns dos maiores
gênios de sua história, como Henry Ford (inventor do automóvel), Albert
Einstein (o maior físico de todos os tempos), Gustav Hertz (físico,
descobridor das ondas hertzianas), Henri
Bergson (filósofo), Martin Buber, um dos maiores filósofos de
existencialismo religioso), Robert Oppenheimer (pai da bomba atômica),
Sigmund Freud (criador da psicanálise), Arnold Toynbee (historiador),
Vicktor Frankl (criador da logoterapia), Albert Sabin (benemérito criador
da vacina antipólio), e até duas notáveis mulheres: Simone Weil (filósofa
social e mística) e Edith Stein, discípula de Edmund Husserl, filósofa
ela também, canonizada pela Igreja em 1997. Com
certa relutância No
entanto, o amor à verdade nos obriga a enfocar também alguns aspectos
negativos da história desse povo. Confessamos, porém, que o fazemos com
certa relutância, dada a invencível simpatia que nutrimos por ele. E
isto, não só por encontrarmos ali os ancestrais de Jesus, mas também
por tudo o que esse povo significou para a preservação do monoteísmo no
mundo, e por tudo o que significaram para a humanidade as contribuições
de seus gênios, em todas as áreas. Uma simpatia que se fortaleceu quando
visitamos Israel, em 1972: suas cidades históricas, seus monumentos
sagrados, seus kibbutz, que transformaram consideráveis tratos de
deserto em verdejantes lavouras. Por
isso, quando nos acometeu a idéia de escrever este capítulo sobre o judaísmo
e sobre aquilo que se nos afigura como seus graves e perigosos
descaminhos, titubeamos um pouco, pois teríamos de impor-nos uma certa
violência interior abafando razões do coração. Mas não houve como
fugir, pois em se tratando deste plano de dominação do mundo, era
imprescindível trazer ao palco aqueles que o urdiram, através dos séculos,
abstendo-nos, porém, de julgar suas intenções, o que só a Deus
pertence. O nosso trabalho aqui e o do pesquisador imparcial, que se
limita a transcrever ou condensar o que encontra em fontes confiáveis,
deixando aos leitores a liberdade de aceitarem ou não o que afirmam
essas fontes. Igualmente
desejamos salientar que, nas páginas seguintes, ao usarmos a denominação
"Judeus", não entendemos todo o povo judaico, mas apenas aquele
segmento que, fundamentado na compreensão racista e imperialista de
certas passagens bíblicas, interpreta - segundo Sérgio Oliveira Bem outro é o piedoso e observante povo judeu que hoje vive no Estado de Israel, e que, em cumprimento aos oráculos bíblicos (Ez 36,24-28; Jr 29,10-14; Is 11,12; Zc 8,7-8), nestes últimos decênios voltou em massa (Mais de um milhão só no primeiro decênio do Estado de Israel. vindos de aproximadamente 60 países.) da diáspora (= dispersão) para sua antiga pátria, e cuja preocupação fundamental é ser fiel à aliança feita com Deus por meio de Abraão. Preocupação, aliás, que é também a de milhares de judeus que vivem espalhados pelo mundo. Não
queremos então que este capítulo seja entendido como uma incitação
anti-semítica, pois todo ódio racial agride a dignidade humana, é um
pecado contra a humanidade - adverte o nosso Papa, após relatar as experiências
de sua infância em Wadowice, onde aprendeu a admirar o coleguismo e a
piedade dos judeus, que "todo sábado iam à sinagoga e eram unidos
aos católicos pela convicção de rezarem ao mesmo Deus, baseando suas
orações, em boa parte, nos mesmos textos".
Descaminhos
Os
descaminhos a que nos referimos acima começaram com a interpretação
racista de certas passagens do Antigo Testamento, como essa de Gn 22,17
onde Javé assim fala a Abraão: "Eu te abençoarei e multiplicarei
tua descendência como as estrelas do céu... e tua posteridade possuirá
as portas dos teus inimigos". Enquanto a Igreja interpreta
espiritualmente esta profecia, vendo nela não o triunfo exclusivo do povo
descendente de Abraão, mas de todos os filhos espirituais dele, isto é,
os cristãos, irmanados pela fé, pela fraternidade e pela comunhão dos
ideais, os judeus deduzem que eles, como consangüíneos de Abraão, têm
o direito de se assenhorearem das portas dos inimigos, e que só através
da raça judia serão abençoadas todas as nações da terra.
.
Outro
exemplo temos em Dt 7,16: "Devorarás todos os povos que Javé, teu
Deus te entregar. Não lhes perdoará teu olho". Enquanto a Igreja dá
a esta passagem uma interpretação espiritual restrita, os Com
base em Dt 2,25, sentem-se credenciados a praticar as maiores atrocidades
e se tornarem "o terror e o espanto de todos os povos que habitam
debaixo do céu", de maneira que "ninguém lhes Sim,
porque, segundo a interpretação deles - escreve Sérgio Oliveira -
"o Senhor Deus e seus profetas tinham prometido o Messias portador de
chaves de reinos, outorga de domínio irrestrito sobre os demais povos, de
direitos de partilhar o mundo em feudos e de repartir entre os membros das
doze tribos as riquezas da Terra". Um
resumo desse plano de domínio mundial eles o vislumbraram nos capítulos
60 e 61 de Isaías, onde se diz que as nações se reunirão para
homenagear o povo de Deus, e suas fortunas passarão para ele; elas
caminharão acorrentadas como escravas atrás do povo hebreu e se prostrarão
à sua frente; os reis serão preceptores dos filhos de Israel, e as
princesas, suas amas. Os judeus governarão as nações; chamarão a si os
povos, mesmo os que não conhecem, e todos acudirão prontamente. Suas
portas ficarão abertas dia e noite, a fim de deixarem afluir as riquezas
do mar e a fortuna das nações. Os que se recusarem a servir Israel serão
destruídos. O povo eleito sugará o leite das nações e se criará no
peito dos reis, e brilhará pela sua opulência. Todos, ao vê-lo,
reconhecerão que é a abençoada raça do Senhor.
Amarga
decepção Ao
tempo de Cristo - segundo Pinay - estas falsas interpretações
encontravam-se tão generalizadas entre os israelitas, que a grande
maioria pensava no Messias prometido como um rei ou um chefe guerreiro, o
qual, com a ajuda de Deus, conquistaria todas as nações da terra, por
meio de guerras sangrentas, das quais Israel sairia vencedor e acabaria
por dominar materialmente o mundo. Por
isso, quando Jesus, perante tais pretensões, se opôs a qualquer
derramamento de sangue, declarando que o seu reino não era deste mundo, o
nacionalismo tribal judeu - escreve Marschalko - entrou numa das crises
mais perigosas da sua história. Uma situação que podia ser fatal para o
seu futuro. Se era realmente o Messias que estavam esperando, onde
ficavam as promessas de Deus aos antepassados? Ao contrário de um
libertador nacionalista, ele se portava como um antinacionalista radical,
que no Templo chegara a dar pontapés nas mercadorias dos vendedores e
virar as mesas dos trocadores de dinheiro, pondo a correr os agentes das
autoridades financeiras locais. Em plenas ruas da capital, esse Mestre
ousado pregava contra as doutrinas difundidas pelas mais poderosas
autoridades do sistema. Rompera com os saduceus - a elite aristocrática
das grandes propriedades de terras e de atividades comerciais. Rompera com
os escribas, responsáveis pela doutrina oficial. Rompera com tudo e com todos:
com o sinédrio, com o templo, com os sacerdotes, com os anciãos, com os
herodianos, com a religião oficial. Contradizendo os dogmas ensinados
pelos rabinos, o novo profeta não acreditava na superioridade racial do
seu povo, nem numa aliança tribal separada entre Deus e os judeus, e sim
com "todas as nações", pois "Deus não faz distinção
entre as pessoas. Ele aceita a todo o que o teme e pratica a justiça,
seja qual for a nação a que pertence", como explicaria
posteriormente o apóstolo Pedro (At 10,34-35). Ora,
convenhamos que tudo isto significava o naufrágio das esperanças e ambições
milenares dos judeus de virem a dominar materialmente o mundo, de
escravizar os demais povos e se assenhorearem de suas riquezas, como
parecia garantir-lhes a Bíblia.
Por
isso, os sacerdotes e escribas, sentindo ameaçado o brilhante futuro
prometido por Deus ao povo de Israel, concluíram que não restava outro
caminho que "apagar" quanto antes um tão retrógrado pregador.
Agora,
finalmente livres dele, lançaram-se a perseguir os antigos sonhos
imperialistas, começando pela compilação de um novo livro sagrado, que
contivesse as "verdadeiras" interpretações da Bíblia.
Talmud Foi assim que surgiu o Talmud,
um código de leis religiosas e sociais, fundado na deformação
progressiva da antiga lei mosaica, contida na Torá, que é o nosso
Pentateuco. Ali, através da interpretação dos rabinos, Israel como povo
eleito por Deus acabou se transformando em o povo de Deus, e a
promessa do senhorio de Javé sobre o mundo, em promessa de hegemonia mundial
dos judeus. Foi o começo do movimento sionista ou sionismo.
A virulência do Talmud
em relação à pessoa de Jesus e aos não-judeus
pode ser avaliada por estas breves amostras: "Jesus enganou,
corrompeu e destruiu Israel". "Que nunca tenhas um filho ou discípulo que, por colocar tanto sal na comida, destrua o teu paladar, como fez Jesus". "Os que fazem
bem aos akum (=cristãos), não ressuscitarão dentre os mortos". "Todas as coisas pertencentes aos goi (=não-judeus) são como se estivessem num deserto.' quem as encotra pode levá-las ". "O sêmen
de um goi tem o mesmo valor que de um burro". "Se um judeu for
capaz de enganar aos cristãos, simulando ser devoto de Cristo, pode
fazê-lo". "Que há de
surpreendente que. no Talmud, se façam ataques a Jesus? O que é para
estranhar é que esses ataques não sejam maiores".
Seu desprezo pelos
outros povos chega ao extremo de os levarem a afirmar: "Que é uma
prostituta? Qualquer mulher que não seja hebréia", Isto explica
- segundo Pinay - "o fato de os judeus terem sido em toda parte os
mais inescrupulosos comer
"Vós.
israelitas. sois chamados homens. enquanto que as populações das nações
do mundo não merecem o nome de homens, mas sim de bestas!"
"Para se avaliar a
importância desta passagem infame explica Pinay - deve-se ter presente
que, segundo o Antigo Testamento, todos os animais foram criados para o
serviço do homem, o qual pode comer sua carne, utilizar sua pele como
vestido, matá-los, esfolá-los e fazer com eles tudo o que lhe convenha...
Este conceito acerca da animalidade dos restantes povos explica a conduta
implacável, cruel e depreciativa para todo o direito humano, observada
pelos jerarcas judeus do comunismo
Outras amostras do
Talmud:
"Deus exibe-se
na terra na semelhança do judeu... O hebreu é o Deus vivente, o Deus
encarnado, o homem celeste". "O Altíssimo falou assim aos israelitas: 'Vós me reconhecestes como único dominador do mundo. e por isso eu vou fazer-vos os seus únicos dominadores´".
Cabala Em seguida, surgiu a Cabala, na qual foi consignada, também por "inspiração divina" - segundo eles - a interpretação esotérica da Bíblia, isto é, oculta, fundada em sistemas numéricos e várias combinações e nas letras dos versículos. No século XV, a Cabala se tomou sinônimo de magia, de comércio com o demônio e de intrigas. ''Nos meandros daquela ciência oculta - escreve Gérin Ricar, em História do Ocultismo - os alquimistas, os ocultistas, os fabricantes de talismãs, os astrólogos e os mágicos julgaram encontrar a chave de seus problemas".
E assim, com o passar do
tempo, as conotações satanistas da Cabala foram-se acentuando:
"Quaisquer que tenham sido os esforços no sentido de depurar os
ritos cabalísticos das práticas satânicas, todos os rituais satânicos,
toda feitiçaria e exploração do magnetismo e
Além disso - completa
Pinay - "a Cabala, reservada aos altos iniciados do judaísmo, não
à plebe, levou a divisão entre judeus e gentios (entre os quais se
incluem os cristãos) aos extremos mais absurdos. Enquanto, por um lado, se
rebaixam os gentios à categoria de simples animais, por outro se elevam
os judeus à categoria de deuses, identificando-os com a própria
divindade".
Foi a partir dessas duas
fontes - o Talmud e a Cabala - que surgiu e se solidificou uma ideologia
de dominação do mundo, fundada na certeza de que tudo quanto existe na
terra lhes pertence por justiça.
Estratégias... Como,
porém, concretizar esta dominação mundial? A idéia, já vimos, foi
proposta em 1773 ao Clube dos Iuminados, ficando a parte religiosa a cargo
de Alen Hirshoff, sacerdote da ordem de Lúcifer. Um século depois, o
plano foi reelaborado, com a definição de estratégias de ação e a escolha
de focos de atuação. Esse plano de um governo único mundial se manteve
secreto até 1905, quando caiu no domínio público. Seu título inicial
de O Anticristo como possibilidade política imediata foi substituído
por Os protocolos dos sábios de Sião. Desde
o início, o Clube dos Iuminados trabalhou monitorado pela maçonaria,
cujos objetivos coincidem, como se pode ver por esta carta do Vindice,
membro da Alta Venda, de Roma, a Núbius: "Tertuliano
dizia que o sangue dos mártires gerava novos ...ainda
mais refinadas Outras
estratégias, apontadas pelos Protocolos são ainda mais refinadas,
sempre com base na convicção de que os judeus foram "Nossos
profetas nos disseram que fomos eleitos por Deus para governar a terra.
Deus nos deu o gênio, a fim de podermos levar a cabo esse problema. Se
surgir um gênio no campo oposto, a luta entre nós será sem piedade e
tal como o mundo nunca presenciou. Além disso, os homens de gênio
chegariam tarde. Todas as engrenagens do mecanismo govemametal dependem de
um motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da
economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito "A liberdade é irrealizável, porque ninguém sabe usar dela dentro da justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que essa autonomia se transforme em licenciosidade. Então surgem dissenções, que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas. Se
o Estado se esgota em suas próprias convulsões ou se as suas comoções
intestinas o põem à mercê dos inimigos externos, pode ser considerado
irremediavelmente perdido,' caiu em nosso poder. O despotismo do capital,
intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à
qual, queira ou não queira, tem de se agarrar para não ir ao fundo"
(p. 74). "Em
nosso domínio excluiremos a palavra liberdade do vocabulário, por ser
ela o princípio da brutalidade que transforma as multidões em animais
ferozes" (p. 87). "A
política nada tem em comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela
moral não é político e, portanto, o seu poder é "Em
lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará
Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos
os lados como pinças, e a sua organização será tão colossal que todos
os povos terão de se lhe submeter" (p. 94). "A
era republicana se tornou possível quando substituímos os governantes
por uma caricatura de governo, por um presidente tomado na multidão, do
meio de nossos escravos. Aí está o "Precisamos
perturbar constantemente, em todos os países, as relações entre o povo
e o governo, a fim de cansar a todos pela desunião, pela inimizade, pelo
ódio, pela fome, pela inoculação de doenças *,
pela miséria, a fim de que os cristãos não vejam outra salvação senão recorrer à nossa plena e definitiva soberania" (p. 109). *"Uma prova da fabricação de certas doenças - escreve Hélio J. de Oliveira - foi a publicação, em 1988, de um artigo que descrevia como o médico norte-americano, Robert Gallo, combinando bactérias patológicas de ovelhas e camelos, desenvolveu o vírus da AIDS. Seu trabalho foi encomendado pelo Pentágono, com o fito de contaminar os soldados de Ho Cho-Minh, que os norte-americanos combatiam no Vietnã. Os testes foram feitos em prisioneiros da Califómia. Por não surtirem efeito imediato, foram abandonados como ineficientes. Como prêmio, os encarcerados foram libertados e disseminaram o vírus entre a comunidade homossexual, que começou a sofrer com a doença, inicialmente conhecida como praga gay. A doença espalhou-se por todos os continentes. atacando inocentes. como heterossexuais, esposas e hemofílicos. A Organização Mundial da Saúde divulgou que. no ano 2000, mais de 40 milhões de pessoas estarão infectadas com o vírus". O trabalho de mãos dadas com a maçonaria, sempre de olho na proteção da polícia e no armamentismo, aparece nestas duas passagens: "Até que o nosso reino chegue, criaremos e multiplicaremos lojas maçônicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa atividade... Formaremos nessas lojas, o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais. Entre seus membros se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, porque o seu serviço é insubstituível para nós" (p. 124). "O aumento dos armamentos e do pessoal da polícia é um
complemento imprescindível do plano que estamos expondo. É preciso que, em todos os Estados, não haja mais, além de nós,
senão massa de proletários, alguns milionários que nos sejam É pois "nas mãos desses grupos ocultos ou semivelados - conclui Hélio J. de Oliveira - que está a sorte do ser humano. São eles que, em tempos de paz, produzem e comercializam os vícios e várias doenças, bem como os remédios para curá-las. Em tempos de guerra, são os que ganham com a deflagração dos conflitos e com os tratados de paz. E as fronteiras das nações são destruídas, a fim de que as nacionalidades dêem lugar ao reino universal". Vícios, utopias, alienação Alcoolismo, devassidão, idéias grandiosas e irrealizáveis, hipocrisia, violência, alienação, luxo desenfreado, direitos fictícios, concursos de todo tipo - são outros tantos estratagemas apontados pelos Protocolos. "Vede
esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, aos
quais o direito de beber sem limites foi dado juntamente com a
liberdade... Os cristãos estão sendo . Sobre
esta decisão dos Protocolos, eis o que escreve Marschalko, com
base numa matéria publicada em "Der Weg nach Sion" Suas
incursões na área da ,educação não terminam aqui: "Mistificamos,
embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio de uma educação
fundada em princípios e teorias que sabemos falsos" (p. 103). Com
esta finalidade - comenta Marschalko - eles criaram a "Para
arruinar a indústria dos cristãos, desenvolveremos a especulação e o
gosto pelo luxo, esse luxo que tudo devora. Faremos subir os salários,
que entretanto não trarão proveito aos operários, porque, ao mesmo
tempo, faremos subir o preço dos gêneros de primeira necessidade,
devido, como apregoaremos, à decadência da agricultura e da pecuária:
ademais, hábil e profundamente, subverteremos as fontes da produção,
habituando os operários à anarquia e às bebidas alcoólicas" (p.
96). Como
vimos, além da astúcia e da hipocrisia, outras estratégias Monopólio
da imprensa "A
imprensa - lemos nos Protocolos - serve para acender as paixões ou
conservar o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta, mentirosa, e a
maioria das pessoas não entende absolutamente nada para que serve"
(pp. 115). Realmente,
o domínio do judaísmo na imprensa - segundo Compreende-se
então porque - lembra Sérgio Oliveira - a Globo "vem inserindo,
sistematicamente, em suas novelas e casos especiais, sacerdotes com algum
desvio de conduta", enquanto que, "em nenhuma ocasião, aparece
um rabino em tais condições". Acaso são os rabinos mais irrepreensíveis
que os padres? Nem
Jesus e Nossa Senhora conseguem fugir à regra. Observem o tom de gozação
e deboche de freqüentes matérias publicadas ======================================================================= *Desde
13 de maio de 1993. na cidade paulista de Mirassol. uma imagem de Nossa Senhora
de Fátima, de propriedade da advogada Lilian Garcia. 36 anos, vem
chorando mel e azeite. Esse líquido saído dos olhos da imagem já causou
curas inexplicáveis para a ciência. No entanto, para a repórter da
revista "Veja". tudo não passaria de uma fraude bem montada.
hipótese que ela completa com esta tirada. bem típica de gente que nada
entende, mas se acha com direito de falar de cadeira: "o misticismo
mariano desde sempre foi considerado uma das manifestações mais
primitivas do cristianismo", e só não morreu ainda. porque "o
papa João Paulo II lhe deu novo alento". Como se vê, num assunto
estritamente religioso, ela sabe mais que o Papa. A
seguir, afirma que a lacrimação de sangue da estatueta da Rainha da Paz,
em Civitavecchia (Itália) foi comprovada como fraude. Mentira! Vê-se que
está menos interessada na verdade do que em defender a linha anticristã
da revista. Mas a verdade, para os que ainda lhe dão valor, é diferente.
Dê uma espiada na longa matéria publicada na revista "30
Dias", de maio /1995, pp. 49-59. De outra fonte sabemos também que,
para verificar se dentro da imagem havia alguma ampola de sangue ou de
algum pigmento vermelho, a pequena estátua foi serrada em fatias de dois
centímetros de espessura, e nada se encontrou. *No
Santuário de Aparecida, por onde, num único fim de semana, chegam a
passar 300.000 romeiros, só havia 8 banheiros públicos, construídos
pela prefeitura, e a alimentação vendida aos visitantes era muitas vezes
higienicamente reprovável, causando freqüentes intoxicações e até
intrnações hospitalares. Para solucionar o problema. partiu-se para a
construção do Centro de Apoio aos Romeiros, com 502 banheiros, praça de
alimentação, 700 lojinhas e 702 pequenos boxes. Pois bem, esta obra, que
deveria ser elogiada. só merece ironias e desconfianças de que, sob
"a santa intenção de dar mais conforto aos romeiros" estejam
escondidos inconfessáveis interesses financeiros. De pouco adianta a
explicação do cardeal-arcebispo Dom Aloisio Lorscheider, que, na expressão
da repórter, : "saca um argumento métrico-decimal para refutar a
comparação com os vendilhões da Bíblia" (9/7/97, p. 63).
Tanto neste como na maioria dos casos, nota-se uma lamentável falta
daquela seriedade e objetividade que se espera no trato com as coisas da
religião, e o nenhum compromisso da revista com Cristo e sua Igreja. E
isto num país onde a maioria absoluta reconhece Cristo como Salvador e
Redentor, e a Virgem Maria como verdadeira Mãe de Deus. =============================================================================
os santos da Igreja e seu passado histórico. Os fenômenos místicos são
levados para o terreno do ridículo, os que defendem os princípios morais
cristãos viram alvos de chacotas, e os devotos, tachados de
"carolas". Mas não só eles. O ministro Clóvis Carvalho e o
vicepresidente Marco Maciel, por terem apoiado a idéia de tomar o
ensino religioso uma disciplina do currículo escolar, também recebem o
mesmo denominativo de "carolas" (3017/1997, p. 73). Quando a Comissão de
Constituição e Justiça aprovou um projeto de lei em favor do aborto,
isto é, em casos de gravidez interrompida por causa de estupro ou risco
de vida para a mãe, a revista não perdeu a ocasião de alfinetar a
Igreja, citando as palavras de Marta Suplicy: "Se fosse pelo
Vaticano, não se poderia usar anticoncepcionais, os preservativos não
seriam distribuídos para conter a AIDS e nem sequer o divórcio seria
admitido". "Imaginem - faz questão de salientar a revista - se
o Ministério da Saúde seguisse a política da Igreja Católica, que proíbe
o uso de camisinha, e acabasse sendo cúmplice na transmissão da
AIDS" (27/08/1997). E generosamente concede uma capa inteira e oito páginas
de miolo para as fotos e os
Mas a revista esquece de dizer que se o Ministério da Saúde lembrasse a todos os brasileiros que, acima das leis dos homens, existe a lei divina; que os Dez Mandamentos não estão na Bíblia para enfeite e sim como lei de observância obrigatória, e que alguns deles proíbem expressamente matar, cometer adultério e cobiçar a mulher do próximo (Êx 20,13-17), a situação seria diferente.
Em contrapartida - refiro-me à imprensa em geral- divulgam-se maciçamente as mensagens da Nova Era (Spielberg é seu principal arauto no mundo do cinema), a crença nos anjos cabalísticos, nos mestres-ascensos, mapas astrais, runas, gnomos, duendes, silfos, ondinas e salamandras, na energia mágica das pirâmides e dos cristais, nos búzios e horóscopos. Os mestres espirituais já não são Jesus e Maria, e sim Alvim Tofler (a terceira onda), Rampa, Jeremy Tarcher, Marilyn Ferguson, Helena Blavatsky, Shirley MacLaine.
E assim, sutilmente, perfidamente, essas crenças e doutrinas vão sendo integradas no cotidiano de milhões de pessoas, sem que a maioria se aperceba. E o resultado, segundo Marisa Bueloni, é ''uma multidão confusa e esquecida do verdadeiro Deus, mergulhada nas mais diferentes formas de ocultismo, invocando espíitos, praticando a clarividência, crendo em amuletos e objetos mágicos, buscando cura para seus problemas através de videntes eletrônicos e viagens a outros mundos, na esperança de entrarem em contato com forças sobrenaturais".
Além da imprensa, os judeus controlam a produção cinematográfica em quase todos os países do mundo.
Outros postos-chave
Outros postos-chave onde se entrincheiram os "conquistadores do mundo" são a indústria e o comércio. A indústria têxtil e o
comércio de algodão - segundo Marschalko - estão nas mãos deles, praticamente no mundo inteiro. O
comércio e a produção de ouro encontram-se associados com os nomes dos
Rothschild, Bleichroeder, Mendelsobn, Japhet, Seligman, Lazard, Strauss, Morgenthau e
Schiff, todos judeus. Os Oppenheimers controlam quase toda a produção mundial de diamantes. Cem das maiores minas de diamantes, de ouro e de urânio
pertencem a essa família. Sua fortuna é calculada em um bilhão de dólares.
Segundo Marschalko, "a ONU tornou-se a organização mais poderosa do mundo judaico, e um exemplo do governo mundial supranacional". A bandeira que tremula sobre seu palácio de vidro em Manhattan chama atenção pelas suas cores de um azul pálido e branca, impressionantemente idênticas às da bandeira de Israel. Ali os judeus ocupam todos os postos-chave no Secretariado, no seu Departamento de Informações, no Departamento Internacional do Trabalho (ILO), na Organização de Alimentos e Agricultura (FAO), na Organização Científica, Educacional e Cultural (UNESCO), no Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), no Fundo Monetário Internacional(FMI), na Organização Internacional de Refugiados (IRO), na Organização Mundial da Saúde (OMS) na Organização Internacional de Comércio, na União Internacional de Telecomunicações, na Organização da Aviação Civil e em Projetos Diversos.
Os donos da bomba atômica
"A fissão atômica é uma ciência tipicamente judia", escreve Marschalko, que estamos resumindo aqui. A fórmula da bomba lhes caiu nas mãos desde os primeiros estágios das pesquisas. No seu desenvolvimento se empenharam exaustivamente os gênios de Albert Einstein, mas sobretudo de Robert Oppenheimer, considerado seu verdadeiro inventor. Nos laboratórios de Los Alamos, cercado de um verdadeiro enxame de cientistas judeus, ele trabalhava dias e noites, chegando a ficar "magro e pálido". Tanta pressa tinha como primeiro motivo criar um artefato capaz de fulminar os alemães de Hitler, vingando-se das torturas praticadas contra os judeus, nos campos de concentração. .
Realizada com êxito a primeira experiência em Hiroxima, em agosto de 1945, surgiu para os seus criadores o grande impasse: quem ficaria encarregado de administrar, a partir de
agora, o uso de tão perigoso invento? Para os judeus parecia lógico que
a bomba atômica devia ser propriedade nacional deles. Mas para o Governo,
ela devia ficar aos cuidados do exército
dos Estados Unidos.
Foi então que, vendo
escapar-lhes das mãos uma arma tão decisiva para alcançar o poder
supranacional, resolveram acionar um de seus mais poderosos personagens: o
banqueiro Bernard Baruch, que, diante do povo americano, aparecia como o
"presidente não oficial" dos Estados Unidos, por causa de seu
colossal império econômico. Com efeito. Baruch controlava 351 dos mais
importantes ramos da indústria norte-americana e dois terços das matérias-primas
de todo o mundo. Pois este homem deveria arrancar do Congresso uma lei que
transferisse o controle da bomba, do exército para uma Comissão de
Energia Atômica a ser criada. E o que parecia humanamente impossível
aconteceu, embora diversos escritores e entendidos no assunto admitam que
o Congresso norte-americano cometeu "alta traição" quando,
"sob o chicote de Baruch, aprovou a lei que tirou o controle sobre a
bomba atômica das mãos do Presidente do País e do exército". E o
presidente Harry Truman, sem se aperceber das conseqüências que poderiam
advir, assinou a lei.
"Essa comissão -
escreve Marschalko - é mais poderosa do que o presidente dos Estados
Unidos. Ela pode agir com independência de qualquer governo na face da
terra, mesmo dos Estados Unidos. Segundo declarações oficiais das
autoridades americanas, essa comissão tinha mais poder sozinha do que
Hitler, Roosevelt e Stalin juntos".
Mas, criada a Comissão,
a grande surpresa: "dos primeiros cinco componentes, três, ou até
mesmo quatro, eram judeus".
Desta maneira -
prossegue Marschalko - "a bomba caiu inteiramente nas mãos dos
judeus. E assim aconteceu a maior tragédia da História, e a maior ameaça
de todos os tempos paira agora sobre a humanidade. Se a bomba atômica,
mesmo nas mãos de estadistas democratas devidamente eleitos, já
representa uma arma perigosíssima, imaginem no que pode se transformar
nas mãos de um grupo nacionalista fanático. Usando a bomba atômica, não
apenas a civilização poderia ser destruída, mas também a liberdade de
todos os habitantes do mundo poderia ser perdida para sempre. A bomba nas
mãos dos
Nas mãos deles, a bomba
representa o terror e uma horrível ameaça, mesmo que ela jamais seja
usada. A psicose atômica, o medo de ser destruído pela radiação de uma
explosão nuclear, Podem ser explorados em prejuízo de nações inteiras.
'Renunciem à sua liberdade e à sua independência, abandonem a fé cristã,
pois nós estamos segurando a bomba acima de suas cabeças'. 'De nós
promana o terror que tudo invade', lê-se nos Protocolos (p. 102).
Nem mesmo os sábios de Sião, quando escreveram esta frase, ousavam
vislumbrar uma visão tão horrenda. A bomba atômica é o horrível
agente desse terror que tudo destrói, e ao mesmo tempo é a mais
horripilante prova de que as aspirações de dominação mundial realmente
existem".
A cartada socialista A certa altura, porém, os sionistas se deram conta de que a democracia e o capitalismo, que lhes permitia dominar as finanças dos povos, não lhes possibilitava ainda o domínio absoluto, previsto no Talmud. Em razão disto, os judeus Karl Marx e Friedrich Engels cogitaram à criação de um sistema totalitário - o comunismo* - que lhes facultasse assumir o poder político e econômico mundial, como reconhece Pinay, que assim define os objetivos do sistema: ======================================================================
* =========================================================================
"A
finalidade do comunismo é a nulificação do povo no (aspecto) econômico,
político, social, humano e transcendente, para possibilitar a uma minoria
o domínio pela força. Em termos internacionais: conseguir pela força o
domínio mundial em beneficio de uma minoria insignificante, aniquilando
os demais seres humanos por meio do materialismo, do terror e, se necessário,
da morte... Já é conhecido no mundo inteiro o impulso homicida dos
dirigentes soviéticos, e poucos são os que não sentem calafrios de
terror ao conhecer as sangrentas depredações levadas a cabo na Rússia
pelos marxistas".
Para
fmanciar a luta mundial do comunismo, em 1929, o "Clube dos Iluminados"
se reuniu em Nova Iorque, onde fundou um comitê com esta finalidade.
"A ditadura do socialismo comunista Marx/Engels - prossegue Sérgio Oliveira - permitiu aos judeus alcançarem esse domínio absoluto e, por isso, desde que o implantaram na Rússia, passaram a trabalhar sem descanso para alastrá-lo por outros países... As conseqüências desta empreitada macabra todos conhecem: 60 milhões de vítimas. Sem dúvida, em termos numéricos, o maior genocídio de todos os tempos".
Psicopolítica
Quem não lembra a década de 70-80, quando a moda dos treinamentos de dinâmica de grupo, de criatividade comunitária, de relações humanas, de análise transacional, invadiam os cursos, as escolas, as comunidades paroquiais, os conventos e os próprios retiros espirituais? Poucos ou ninguém então se davam conta de que se tratava da tática mais recente na conquista política e intelectual para o comunismo: a Psicopolítica.
Essa tática vem descrita num livro de Kenneth Goff (Brain-washing. A Synthesis of the Russian. Textbook on Psycho-politics. Englewood, Colorado, USA.), onde reaparecem os velhos estratagemas de Os protocolos dos sábios do Sião: "Provocar o máximo de confusão na cultura do inimigo é o nosso primeiro e mais decisivo passo. Nossos frutos amadurecem no caos, na desconfiança, na depressão econômica e no tumulto científico".
"Com estes objetivos em mente - escrevia M. Basileia em 1974- agentes secretos bem treinados semeiam suas idéias em instituições governamentais, universidades, colégios, hospitais, escolas militares, bem como em organizações cristãs e, sobretudo, nos grupos relacionados com a saúde mental. Para este fim, toda forma de ministério cristão deve ser afastada, e as bases da fé cristã, solapadas. Os agentes recebem a missão de fazer de cada catedrático, professor, doutor, psiquiatra ou político, um instrumento da doutrina psicopolítica, com ou sem seu consentimento. Os agentes devem trabalhar até obterem o controle sobre a mente e o corpo das altas personalidades do país".
Como conseguir esse controle? Por meio de
"cursos
de treinamento modernos, conferências e palestras adaptadas aos vários
ambientes, como uma conferência econômica, um concílio eclesiástico,
um retiro espiritual, um grupo de jovens cristãos, um curso preparatório
de professores, de militares ou mesmo de uma classe de escola primária.
Em todas as áreas da sociedade, o Treinamento da Sensividade*
deve estar presente. Mas em cada caso a Psicopolítica é embalada e
rotulada de maneira diferente: =====================================================================
*
Títulos fictícios do
Treinamento da Sensividade: Grupo T de treinamento, Dinâmica de ========================================================================
E.
logo adiante, Basilea prossegue:
"O
Treinamento Sensitivo chega a parecer um jogo de salão. Dá a impressão
de proporcionar ao ego um meio aceitável para receber simpatia e
compreensão... Mas, para muitos dos lideres, o Treinamento faz parte do
programa de reviravolta de amplitude mundial, dentro de um esquema ateísta,
conhecido como Psicopolítico. Esses líderes manipulam as opiniões dos
indivíduos e dos grupos de tal maneira que muitos nem chegam a
suspeitar... Um sentimento de culpa vai sendo despertado nos
participantes, levando um cristão, por exemplo, a admitir que não viveu
como devia. Em resposta lhe explicam que a culpa não é dele e sim dos
pais, que o educaram de maneira errada: da sociedade que, com suas
estruturas não permite o desenvolvimento da personalidade; da Igreja que,
com seus ensinamentos, o tornou um inibido etc. E assim, 'libertados' de
seus antigos padrões morais e outros códigos de vida, os participantes
chegam a uma compreensão comum. Depois desta lavagem cerebral, com as
consciências embotadas, e não mais inibidos nem presos pela lealdade à
família, à Igreja ou à fé, as pessoas começam a ser instrumentos úteis
ao sistema".
As duas lâminas
Este trabalho de mentalização devia atingir os próprios seminánários. Como vimos no capítulo anterior, estudantes com fortes convicções comunistas conseguiam matricular-se em seminários, tomar-se padres e ganhar a confiança dos superiores, por meio de excelente aproveitamento escolar, dedicação e devoção simulados. Depois de ordenados, deviam empenhar-se em conquistar posições-chaves e, em seguida, iniciar sua obra de destruição em surdina.
"A religião - continua Goff - deve ser tomada como sinônimo de neurose e psicose. O público precisa convencer-se de que os padrões cristãos do bem e do mal são as principais causas das enfermidades mentais. Portanto, fora com a 'velha moralidade burguesa' ''.
A Psicopolítica também insiste na importância de infiltrar-se no mais íntimo das atividades eclesiásticas e, para facilitar o avanço, deve-se tirar o máximo proveito dos poderes sedutores da mulher... Por meio do sexo, uma pessoa pode ser induzida a fazer qualquer coisa. O Treinamento da Sensitividade e o sexo - conclui Basilea - são as duas lâminas da tesoura que vem sendo usadas pela mesma oculta mão.
Dossiê Rosenthal
Tudo o que você acabou de ler sobre o plano de dominação mundial do sionismo vem confirmado e explicitado no depoimento de um judeu-americano: Harold Wallace Rosenthal, que, numa entrevista de 1976 ao jornalista Walter White, contou sem rodeios como tudo funciona por trás dos bastidores. Mas este seu desassombro e o esquecimento de que nem tudo o que se sabe pode ser dito, lhe custou um preço bem alto, como veremos.
"Não compreendo -
diz ele - porque o povo não se revolta e expulsa do país todos os judeus. Desde 1932, os norte-americanos não têm opção de escolher presidentes. Nas últimas três décadas, nenhum deles conseguiu ter qualquer influência política sem a aprovação dos judeus. Roosvelt era o nosso homem, e todos os presidentes
que lhe sucederam também. A política externa de Henry Kissinger (seu verdadeiro nome era Avraham Bem
Eleazar) é sionista-comunista do começo ao fim... Os americanos, com sua mentalidade simples,
só receberam dele fantasia e
ilusão.
Segundo
ele, os políticos de Washington são ingênuos, permitindo que
"milhões
de dólares, isentos de imposto, sejam remetidos anualmente a Israel...
Parte desse dinheiro retorna depois aos Estados Unidos e é aplicado na
propaganda sionista, pela B'nai Brith, 'Os congressos judaicos e o Senado
Judaico Internacional".
Não
tenho medo
"Na
época de Cristo - prossegue - os judeus tentaram fundar um reino
terrestre, enquanto Jesus lhes ofereceu um reino espiritual, que eles
recusaram, como recusaram a Jesus". Mesmo assim, "nós construímos
um império terrestre, sem o Cristo falido".
"Muitos
judeus não têm a coragem de dizer a vocês como vivemos e como
planejamos tudo. Mas eu não tenho medo de ninguém, nem de nada, estou
consciente do meu caminho" (Os conhecimentos que adquirira como
assessor parlamentar e a sua audácia em contar tudo sobre "como
vivemos e como planejamos" lhe custaram a vida aos 29 anos, poucos
meses depois. O teor dessa entrevista saiu publicado em inglês. sob o título
Os mandamentos pessoais de Rosenthal, depois em árabe com o título
A opressão que sufoca a Líbano, e em português com a denominação
de O dossiê Rosenthal.)
Vivendo
como "parasitas entre as nações", sua primeira cautela é
"Os
judeus - explica - mudam de nome freqüentemente, porque são os
mais inteligentes de todos os povos". 'Podem assim "misturar-se
aos vários ambientes, cheios de corrupção. E os gentios ignorantes não
percebem que, embora não tendo nomes
Na
Rússia, onde o comunismo foi implantado pelos judeus,
"existem
dois governos: um explícito e outro oculto. Enquanto o primeiro se compõe
de etnias diversificadas, este é só de judeus. Ali a polícia secreta
recebe ordens do governo oculto. Os judeus são unidos e confiam
inteiramente um no outro, enquanto os demais se espionam. O poder oculto,
com sede em Tel Aviv, de onde saem todas as informações, domina o
governo explícito".
Nas.
Nações Unidas, os judeus
"dominam
todos os organismos. Também controlamos os meios de comunicação,
inclusive as revistas, jornais, rádios e a televisão. Até as músicas,
quando preparadas para a divulgação, nós as censuramos, e bem antes de
sua chegada às gravadoras. Brevemente manteremos o controle completo
sobre os pensamentos dos povos.
O
dinheiro acima de tudo
A
onipotência do dinheiro garante a Israel a vitória em qualquer
"o
dinheiro é mais importante que a moral. Com ele podemos realializar
qualquer coisa. O nosso povo, em Israel, o confirma. Sua força de repelir
ataques inimigos se insere na sua preparação contínua para a guerra.
Israel pode ganhar qualquer batalha".
Reconhece
que nos demais povos.
"não existem corajosos. Nós planejamos as bases dos seus pensamentos, até plantarmos em suas mentes o complexo de culpa, de modo que eles têm medo de criticar abertamente o judaísmo".
Também reconhece que
"nunca tivemos uma instituição religiosa fora do nosso interesse particular, porque não possuímos qualquer tipo de idealismo. Fé numa vida fora da existência material é uma coisa estranha ao nosso pensamento. O Talmud não apresenta princípios que preparem o indivíduo para uma segunda vida, mas apenas oferece as bases para um vida luxuosa neste mundo. Nossos ensinamentos não cuidam das questões morais e sim de como ganhar dinheiro, de como vencer, de como receber. Nossa vida é só deste mundo e nossa mentalidade é completamente diferente da cristã".
Para conseguirem conviver com os outros povos, tentam passar a idéia que
"os judeus não são diferentes dos demais, mas representam somente uma crença religiosa. Na realidade, esta tem sido a nossa maior mentira. Escondemos as nossas peculiaridades e o nosso modo de vida, a fim de podermos sobreviver como parasitas entre as nações".
A maior façanha
A maior façanha do sionismo foi meter a mão em todo o ouro e prata do mundo. Rosenthal explica de que maneira:
"A nossa força nasceu da especulação financeira internacional". Com este objetivo fundaram um banco nacional particular: o "Sistema do Fundo de Reserva Federal", que equivale ao Conselho Monetário Nacional.
"O nosso objetivo era, desde o início, confiscar todo o ouro e a prata, substituindo-o pela moeda papel, sem valor e sem possibilidade de recuperar seu preço em metal precioso... Esta é a nossa maneira de pegar dinheiro e dar papel em troca.
Com nossa soberania sobre o sistema bancário, tornou-se possível a dominação sobre o capital das empresas. Conseguimos assim monopolizar totalmente a indústria cinematográfica, as redes de rádio e televisão. A indústria gráfica, os jornais, as
revistas periódicas e técnicas também caíram em nossas
Mais
do que Deus
A
inflação é outro produto de fabricação judaica:
"Tivemos
êxito em dividir a sociedade, incitando os operários contra os patrões...
Os dois se digladiam num confronto contínuo, desviando assim a atenção
dos principais problemas. Os empresários são obrigados a elevar os preços,
cada vez que aumentamos o valor do capital (os empréstimos). Os operários,
em conseqüência, exigem aumento de salários, fazendo com que os patrões
aumentem ainda mais os preços dos produtos. Forma-se assim um círculo
vicioso e ninguém nos culpa pela
Sua
ingerência na área religiosa não podia faltar:
"Com
o nosso domínio sobre a indústria do livro e os meios de comunicação,
conseguimos ocupar os postos-chaves religiosos. A ignorância cristã
recebe os nossos ensinamentos e os divulga como se fossem seus. Nossa
propaganda fez com que a Igreja se tornasse um veículo da nossa
divulgação... Os filhos enganados da Igreja nos defendem até o ponto
de destruir sua própria cultura. Isto explica, até para os loucos que
analisam a História, que todas as guerras travadas entre brancos tiveram
por finalidade assegurar o nosso predomínio... Com a nossa influência
sobre a religião conseguimos envolver os cristãos brancos e ignorantes e
manter o domínio total sobre a sociedade, " governo e a
economia".
"Arrebatar"
Como
os judeus talmudistas não acreditam numa vida após a morte,
"todos
os nossos esforços se dirigem para o aqui e agora. Enquanto os gentios
vivem para o bem comum, nós vivemos e morremos unicamente pela vida
individual. A idéia do sacrifício próprio é odiada profundamente pelos
judeus. Não há nenhuma causa que mereça o sacrifício pessoal. Só nos
unimos para proteger nossas pessoas, como um bando de raposas que se
unem para atacar a vítima e se dispersam depois de saciar a fome. Assim
nós judeus nos aglomeramos, não para proteger o grupo, mas a:fim de que
cada um consiga salvar a própria pele.
Concílio, a nova chance
Voltemos agora para o ano 1958, quando o mundo católico era invadido por uma onda de euforia, com o anúncio, por parte do papa João XXIII, de um novo Concílio Ecumênico. Para
os que, há tempo, vinham excogitando novas estratégias de infiltração
na Igreja, esta era uma oportunidade bem-vinda. No alvoroço de renovar
estruturas arcaicas, de criar uma Igreja aceitável ao mundo moderno, era
fácil jogar as novas sementes. Deu-se conta dessa facilidade o Partido
Comunista da Itália, que, por ocasião do seu 11º Congresso, em 1964,
declarou: "Uma oportunidade como jamais se viu surgiu para nós. Se
fizermos a manobra certa, poderemos colocar-nos mais perto da vitória
final... De mão beijada, o Concílio Vaticano colocou à nossa
disposição os melhores meios para alcançarmos o público católico...
as condições nunca foram tão favoráveis para nós". Ainda
bem que um grupo de cardeais e bispos detectou em tempo essas manobras
dentro do Concílio, e lançou um grito de alerta. Esse grito veio na
forma de um livro de 644 páginas, sob o título de "Está
prestes a se consumar - advertiam os cardeais e bispos escondidos sob
o pseudônimo de Pinay - a mais perversa conspiração contra a Igreja.
Seus inimigos tramam destruir suas mais sagradas tradições e realizar
reformas tão audazes e malévolas como as de Calvino, Zwinglio e outros
grandes heresiarcas, com o fingido zelo de modernizar a Igreja epô-la à
altura da época, mas, na realidade, com o oculto propósito de abrir as
portas ao comunismo, acelerar o derrubamento do mundo livre e preparar a
futura destruição do cristianismo". E
na página seguinte: "Outro
plano sinistro que arquitetam é conseguir que a Igreja se contradiga a si
mesma, perdendo com isto a sua autoridade Um
dos autores do Complô era o cardeal Albino Luciani, que Muito
significativamente, 16 dias antes de sua morte, era publicada, pela
segunda vez, uma relação dos cardeais e altos membros da ================================================================= * Se alguém acha que o Papa está exagerando, veja nas páginas 100 a 106 do livro Cristianismo em xeque, uma relação de 101 nomes de altos dignitários eclesiásticos, com sua respectivas datas de inscrição na maçonaria e o número do registro.
======================================================================== Era uma demonstração
de força da maçonaria, reagindo à contundente denúncia do Complô.
Apesar dessas denúncias,
o trabalho de sapa dos inimigos continuou através dos anos, o que levou o
papa Paulo VI a reconhecer, em 1972:
"Acreditava-se
que, depois do Concílio, viria um dia de sol para a Igreja. O que veio
foi um dia nublado, de tempestade, de trevas e incertezas... Sentimos que
precisamos conter a onda de profanidade, dessacralização e secularização
que se levanta, que oprime, que quer confundir e afogar o sentido
religioso, e mesmo fazê-lo desaparecer".
No mesmo tom,
continuaria João Paulo II, em 1981:
"A abertura ao
mundo foi uma verdadeira invasão do pensamento mundano na Igreja". Em
conseqüência, "a grande maioria dos cristãos sente-se
desnorteada, confusa, desiludida... A mancheias estão sendo espalhadas idéias
contrárias às verdades reveladas e ensinadas desde sempre. Estão sendo
espalhadas verdadeiras heresias contra o Credo e a Moral, provocando
confusão e revolta. Vai-se solapando a liturgia, afundando no relativismo
intelectual e moral; na permissividade, caindo na tentação do ateísmo,
do agnosticismo, de iluminismo, de uma moral indeterminada, de um
cristianismo sociológico, sem dogmas definidos e sem moral objetiva ".
Igreja em transe
Quando João Paulo II assumiu o pontificado, encontrou uma Igreja em transe. A lista dos problemas parecia não ter fim: os padres em crise, as vocações escasseando, os seminários sem rumo, teólogos revoltados, a ética católica abandonada, o princípio da autoridade desafiado e o comunismo em ofensiva na Europa e na América Latina. E um enorme desnorteamento dentro da Igreja. Desnorteamento devido, em grande parte, a certos teólogos que, na sua fúria inovadora, herética e por vezes revolucionária pró-marxista, tentavam passar suas idéias como sendo doutrina da Igreja.
Urgia por primeiro frear a audácia dos teólogos progressistas, cobrando-lhes um pouco mais de responsabilidade, a fim de que suas afirmações não se tomassem fonte de confusão e desorientação e impedissem a aplicação autêntica dos ensinamentos do Concílio. Por isso, desde o começo, resolveu adotar posturas doutrinárias intransigentes naquilo que via como sendo a verdade eterna da Igreja, embora isso significasse assumir o enfrentamento com muitos bispos e teólogos. A Igreja que o papa Vojtyla queria apresentar à sociedade moderna devia ser uma Igreja sem complexo de inferioridade, mas ao mesmo tempo marcada por uma fidelidade absoluta a si mesma e à sua tradição doutrinal, portadora de uma mensagem consistente e confiável.
Com esta finalidade ele designou como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé um brilhante e combativo teólogo que, como arcebispo de Munique, tinha criticado o autoritarismo da Cúria Romana e que, durante o Concílio, lutara contra os tradicionalistas, defendendo a necessidade de uma renovação da Igreja, mas que, na década de 70, ficara assustado com o terremoto pós-conciliar: Joseph Ratzinger (futuro Papa Bento XVI ). A implantação das reformas do Concílio podiam bem ser um prelúdio do caos.
Começa a convocação
O primeiro teólogo a ser chamado às falas foi o francês Jacques Pohier, autor do livro Quando digo Deus, onde levantava alguns questionamentos sobre a ressurreição de Cristo. Pohier ficou proibido de escrever, pregar e fazer palestras, sem autorização específica.
Seguiu-se, em 1979, o suíço
Hans Küng, por causa, principalmente. de seu livro Infalível? Uma investigação, no qual contestava a doutrina da
infalibilidade papal, proclamada por Pio IX. Advertido, não quis submeter
se, e por isso foi dispensado de seus
deveres de ensino na Universidade de Tübingen e perdeu o título de teólogo
católico. Dois dias antes da condenação de Küng, era interrogado o dominicano flamengo Edward Schillebeeckx acerca de livro: Jesus: uma experiência em Cristologia. O Vaticano contestava suas opiniões sobre o nascimento de Cristo de uma virgem, que ele considerava matéria relativamente sem importância, a ressurreição, a instituição da Eucaristia e a fundação da Igreja. Segundo Schillebeeckx, nem tudo no Novo Testamento devia ser tomado ao pé da letra*. A ressurreição - dizia - era uma realidade. Mas que espécie de realidade? Poderia tratar-se de alucinações ou de ilusões. Mais importante que o sepulcro vazio ou as aparições de Cristo depois da morte - achava ele - era a conversão dos apóstolos após a crucificação. Quanto às palavras repetidas na Missa: "Isto é meu corpo... Isto é meu sangue" - seguindo ele - não foram proferidas por Cristo, mas faziam parte da tradição litúrgica. Da mesma forma, Cristo jamais pensara em fundar ma Igreja, pois acreditava que o mundo estava chegando ao fim. ======================================================================== * ======================================================================== Em
1984 começou a ofensiva contra a "teologia da libertação" - o
movimento teológico da América Latina que se opunha ao capitalismo e
freqüentemente se identificava com as lutas revolucionárias contra as
ditaduras. Repetidas vezes, em suas viagens, o Papa emitira comentários
cortantes contra essa corrente teológica: "Ela não é uma autêntica
teologia, pois deturpa o verdadeiro sentido do Evangelho. Conduz os que se
deram a Deus para longe do papel verdadeiro que a Igreja lhes atribuiu.
Quando começam a utilizar meios políticos deixam de ser teólogos. Se é
um programa social, então é matéria para a Sociologia. Se se refere à
salvação do homem, então é com a eterna Sempre
que se dirigia aos padres, exortava-os a não diluírem seu carisma
sacerdotal com interesses exagerados por problemas sociais. E instava-os
a não se deixarem seduzir por engajamentos políticos e ideológicos
inaceitáveis. Para começo de conversa, foi chamado a Roma um dos mais brilhantes teólogos dessa corrente - o franciscano Leonardo Boff. No seu livro: Igreja: Carisma e Poder ele analisava e reprovava o modelo romano da Igreja, representado por uma pirâmide que tem no topo Deus, depois Cristo, os apóstolos, os bispos, os padres e finalmente, na base, os fiéis. Segundo Boff, a pirâmide deveria ser assim: Cristo, Espírito Santo, o Povo de Deus, os bispos, os padres e os coordenadores leigos das comunidades. Mas a resposta de Ratzinger foi dura: ele era incriminado de estar lançando um "ataque radical e impiedoso" contra o modelo institucional da Igreja Católica e de reduzir suas estruturas a uma caricatura inaceitável. E os teólogos da libertação em geral eram acusados de localizar o mal unicamente nas estruturas sociais, políticas e econômicas, politizando radicalmente a fé e confundindo perigosamente os pobres do Evangelho com o proletariado de Marx. E por considerar suas teses sobre a estrutura da Igreja, o conceito de dogma, o poder sagrado e o papel profético da Igreja como "insustentáveis e passíveis de colocar em perigo a sã doutrina da fé", foi-lhe imposto um ano de silêncio, com a proibição de ensinar, fazer o palestras ou publicar livros. Em 1986, chegou a vez do padre Charles Curran, que perdeu o direito de ensinar na Universidade Católica das Américas, em Washington, por causa da sua oposição pública à encíclica Humanae Vitae sobre a anticoncepção, e também das suas opiniões acerca da moralidade sexual. Segundo ele, a Igreja devia reconhecer o divórcio e aceitar como "moralmente justificado" o relacionamento estável entre homossexuais. Outros teólogos chamados e advertidos foram o redentorista alemão Bernard Häring e o peruano Gustavo Gutiérrez, este último da "teologia da libertação". Soluções inviáveis Outra área que, segundo o Papa, precisava urgentemente de reforma era a Cúria Romana, tendo presente o que acontecera com seu antecessor, João Paulo I. Por subestimar o perigo do poderio maçônico emboscado no Vaticano, caíra inocentemente em suas armadilhas. Tratando-se de um campo minado, o novo Papa precisava mover-se com extrema cautela. De golpe compreendeu que "a única solução efetiva - a cirúrgica - já tentada por seu antecessor, isto é, limpar o Vaticano da Secretaria de Estado para baixo, era inviável. E conta que o Papa recebe as informações e as propostas das conferências episcopais, através dos Núncios. Portanto, sabe o que lhe informam. Além disso, em virtude do acordo tácito, em geral o Papa não desafiaria as conferências episcopais, nomeando candidatos do desagrado delas. E quanto às designações para altos cargos da Cúria Romana, as pressões e o próprio acordo tácito fazem com que recaiam naqueles que o merecem, na opinião do grupo dominante". E assim quantas vezes, sabendo embora que se trata de elementos de abertura para a esquerda, ou implicados com a maçonaria, aceita nomeá-los. Aconteceu o mesmo com Jesus. Conhecia perfeitamente os mais íntimos sentimentos de Judas, sabia que o iria trair e vender. No entanto, o admitiu como apóstolo e o tratou com o mesmo amor como os demais, para lhe dar oportunidade de se converter. Tarde demais Outra pergunta que se fazem muitos católicos é: por que o Papa, diante de tal situação, não ousa uma reforma, mesmo à custa de um cisma, dando testemunho da verdadeira fé, até com o próprio sangue, se for preciso? Respondemos que o Papa tem consciência de que, a estas alturas, o cisma é inevitável, pois, conforme Cámpora, "a Igreja se encontra já numa situação de cisma virtual gigantesco". Um cisma que faz parte da apostasia universal e da abominação da desolação, preditas na Bíblia para os tempos finais. "No momento presente não se pode reformar a Igreja, é muito tarde ", explicou o Papa em 1980, na Conferência de Fulda (Alemanha). Pouco antes, um repórter lhe tinha perguntado: - Como irão as coisas na Igreja daqui em diante? - Teremos certamente de contar em breve com pesadas provas, capazes de exigir o sacrifício da nossa vida e a nossa total entrega a Cristo. - E os castigos de que fala o terceiro segredo de Fátima, podem ser evitados? - Podem ser atenuados pela vossa e pela nossa oração, mas não podem ser evitados, pois só desta maneira se realizará a verdadeira renovação da Igreja. Quantas vezes esta renovação se fez pelo sangue! E desta vez não será diferente. Estejamos preparados e fortes, e confiemos em Cristo e sua Mãe. Rezemos o terço muitas vezes. Embora pareça pouco, significa muito. "Com
isto - reconhece Cámpora - o Papa confessa implicitamente que a situação
interna da Igreja é péssima, tanto que para a sua renovação se trna
imprescindível o sangue de numerosos mártires. Também confirma que os
castigos anunciados ainda não se cumpriram e são inevitáveis". Tal
é a razão pela qual não empreendeu nenhum esforço sistemático para
reformar radicalmente a Cúria Romana.
No campo espiritual
Suas
tentativas de reforma situam-se no campo espiritual. Em sua capela
particular, começa o dia com uma hora e meia de oração, incluída a
Missa. O trabalho burocrático de audiências formais, reuniões e exame
de estudos e programações, é interrompido às 15:15 para uma meditação
de 45 minutos, caminhando. Seu dia encerra-se com
Para
dinamizar a piedade dos fiéis e devolver-lhe aquele rompante espontâneo
de sentimento filial, sua primeira preocupação foi restituir a Maria o
lugar caloroso que sempre tivera no coração da Igreja e que começara a
perder gradativamente a partir do Concílio Vaticano II. Como se recorda,
a maioria dos bispos se opusera à idéia de Paulo VI de dar a Maria o título
formal de "Mãe da Igreja", receando que isto viesse ferir
certas susceptibilidades ecumênicas.
Por
isto, a decisão de João Paulo II de engrandecer sistematicamente o
culto a Maria escandalizou a não poucos católicos, que reagiram com
irritação a este enfoque de "idolatria mariana" e a essa
"obsessão de apresentar Maria como o mais alto modelo de mulher e de
padroeira de continentes inteiros". "A alguns - escreve um de
seus biógrafos - isto soava como uma tentativa de impor ao catolicismo
uma religiosidade medieval", em descompasso com a modernidade.
"As contínuas referências à Madona perturbavam em especial os
líderes
de muitas Igrejas protestantes, que sempre insistiram em colocar
Indiferente a todas as críticas, ele prossegue impávido, convencido de que a salvação do mundo ainda está nas mãos de Maria. "Mediante a sua maternal presença, a Igreja ganha certeza de que vive verdadeiramente o mistério da redenção em sua profundidade e plenitude" - escreveu na Redemptor hominis.
A segunda idéia dinamizadora da piedade popular foi a do "segundo advento", que, à semelhança do primeiro, deverá ser preparado pela mesma Mãe. Debaixo desta expressão, o Papa quis chamar atenção para a próxima volta de Cristo ao mundo, como veremos no Apêndice I.
Sabendo, porém, que antes dessa volta virá o reinado do Anticristo, quando o cisma e a perseguição causarão mártires, porém muito mais apóstatas, e durante os quais - segundo mensagem de Nossa Senhora ao padre Gobbi - ele próprio morrerá mártir, não se cansa de falar no martírio. E com sua costumeira veemência profética faz um apelo a todos os cristãos a estarem preparados para este sacrifício, como a mais alta expressão de sua fé.
E nesta linha não esquece os pequeninos mártires, trucidados às centenas de milhões no ventre de suas mães. Um assunto contra o qual se insurge com verdadeira ferocidade. "Um crime que envergonha a raça humana", como disse há pouco no Brasil.
Respostas anêmicas
Convencido de que sua vida fora salva, num "verdadeiro milagre", por Nossa Senhora de Fátima, cuja festa se celebra em 13 de maio, o Papa decidiu comemorar o primeiro aniversário do atentado com uma visita a Fátima, a fim de agradecer a graça e depor no altar a bala que o atingiu. (Mais tarde essa bala seria incrustada entre os diamantes da coroa de ouro usada pela Virgem).
Muito ligado à tentativa de matá-lo estava o comunismo que, nos últimos 70 anos, vinha aterrorizando a humanidade e cujas infiltrações se faziam sentir ostensivamente dentro do próprio Vaticano. Preocupado, João Paulo II enquanto se recuperava dos ferimentos, voltou a lembrar-se da petição de Nossa Senhora em Fátima: a consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria, "com especial menção da Rússia" porque "só eu poderei ajudar vocês". Essa consagração, por determinação do céu, deveria ser feita pelo Papa, colegiadamente com todos os bispos do mundo, no mesmo dia e hora. Então "a Rússia se converteria e haveria paz". Caso contrário, "espalharia seus erros pelo mundo, fomentando guerras e perseguições à Igreja. Os bons seriam martirizados, o Santo Padre sofreria muito e várias nações seriam aniquiladas".
Na esperança de poder mitigar as tribulações futuras, o Papa escreveu a todos os bispos, dando-lhes ciência da sua decisão de consagrar o mundo e, com especial destaque a Rússia, ao Imaculado Coração de Maria, convidando-os a se unirem a ele no dia 13 de maio de 1984, em Fátima, ou ao menos acompanhá-lo com o mesmo ato de consagração em suas dioceses. A apostasia das últimas décadas, porém, produziu respostas anêmicas. Muitos bispos já não estavam unidos a Roma e menos ainda acreditavam numa solução tão "simplória". Pretender desativar a máquina avassaladora do comunismo mediante uma consagração a Nossa Senhora parecia-lhes o cúmulo da ingenuidade. "
De qualquer maneira a consagração foi feita, mas sem mencionar especificamente a Rússia, substituindo seu nome pela expressão "aqueles povos". Mesmo não preenchendo a rigor as condições estipuladas pela Virgem: colegiadamente, isto é, em
De repente...
Enquanto acontecia isto na Igreja, nas cúpulas do comunismo uma nova consciência ia amadurecendo. A consciência que os métodos de extrema crueldade adotados até aqui não eram os mais eficazes para o seu plano de dominar o mundo, colocando-o debaixo de um governo mundial único. E, nada mais que de repente, num verdadeiro passe de mágica, resolveu-se dar por encerrada a fase do totalitarismo marxista, para atacar noutra frente.
E foi assim que surgiu o movimento Nova Era, com o objetivo de "subjugar o cristianismo, destruir a revelação de Deus que nos foi dada no Antigo Testamento, fazendo o homem reintegrar-se nas práticas da mitologia e da superstição", segundo Ralph Rath. Os métodos, entretanto, seriam outros: em vez da violência, das imposições draconianas, a persuasão, a dispersão e o esvaziamento sutil, aplicados de forma lenta, suave, agradável e quase imperceptível, de maneira a "hipnotizar, bestificar e padronizar as reações das pessoas". Voltaremos ao assunto logo adiante.
O pretexto perfeito
A idéia de um governo mundial supranacional veio à tona discretamente em 1941, antes ainda de os Estados Unidos entrarem na segunda grande guerra, através de um plano de Maurice Gomberg, no qual ele se referia a "Uma Nova Ordem Moral Mundial para a Paz e a Liberdade Permanentes". O trabalho vinha apresentado de forma a dar a impressão de ser um mapa mundial após a segunda guerra, quando os Estados Unidos (isto é, o governo mundial judaico) assumiriam o controle do mundo e estabeleceriam a Nova Ordem Moral Mundial para garantir a paz duradoura, a liberdade, a justiça e a segurança, a fim de executarem a reconstrução.
Mas eis que à de Gomberg vinha somar-se outra importante voz, a de Robert Hutchins, reitor da Universidade de Chicago:
"Os países - frisava ele - têm de ceder sua soberania a um governo mundial, porque a era das nações independentes já terminou. Todos os exércitos, esquadras, forças aéreas e bombas atômicas têm de estar sob o comando do governo mundial. O Canal do Panamá, Gibraltar, Okinawa, os Dardanelos, Aden, Cingapura e o Canal de Kiel têm de estar todos sob a administração do novo governo. As leis de imigração e de cidadania têm de ser abolidas. É preciso estabelecer um tribunal mundial e um banco mundial. É preciso formar o governo mundial. A coisa mais importante é destruir essa perigosa perversão chamada patriotismo".
Foi a guerra do Golfo Pérsico que forneceu ao presidente Bush o pretexto perfeito de que precisava para pôr as mangas de fora, tornando público o plano de implantar a Nova Ordem Mundial. "Os Estados Unidos - repetiu em seus discursos - são a única potência com autoridade para criar uma nova ordem mundia."
O momento não podia ser mais oportuno. Depois daquela colossal demonstração de força e daquele esbanjamento de prodígios tecnológicos, os Estados Unidos sentiam-se com tudo nas mãos para realizar seu sonho de dominação global, capaz de assegurar a estrutura do poder surgida na segunda guerra mundial.
Graças ao progresso tecnológico alcançado nos últimos anos, o sonho tomara-se plenamente viável. Com efeito, transações de todo tipo, transmitidas rapidamente ao redor do globo, mediante fibras óticas, satélites, computadores, bases de dados centralizados, telefones celulares e outros métodos de comunicação sem fio, acompanhadas de um fluxo de informações passadas por auto-estradas de dados, podiam agora ser feitas sem dificuldade. Além disso, os cartões com chip microprocessador permitiam realizar operações de débito e crédito de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora. Todas as transações teriam possibilidade de ser depositadas numas quantas bases de dados e ser controladas pelo governo. Os microchips, por sua vez, possibilitavam manter quantidades ingentes de informações pessoais, podendo assim criar um sistema de controle total de cada habitante do planeta.
Imperialismo despudorado
Antes, porém, de falar abertamente nessa implantação, muitos passos tiveram de ser dados em surdina. O primeiro consistira em desintegrar por dentro aquela que aparecia como o baluarte mais inexpugnável, por causa da sua rígida disciplina e organização: a Igreja Católica, criando divisões internas, lançando umas partes contra as outras. E isto fora conseguido por meio das sociedades secretas, do modernismo e do Conselho Mundial das Igrejas, que veio formar uma Igreja ecumênica fraca e fácil de dominar.
Impunha-se igualmente atingir a Igreja Católica em suas áreas de influência. E assim foi que, em 1968, se aceitou a sugestão de Rockefeller de "substituir os católicos latino-americanos por outro tipo de cristãos". Esta política, aplicada com grande apoio financeiro, foi a responsável pelo extraordinário crescimento das seitas na América Latina, segundo a revista "30 Dias", de março de 1991. Todas estas sujas manobras encontram-se no livro Os demônios descem do norte, de Délcio M. de Lima (Francisco Alves Editores), que, segundo se lê na última orelha, "vem abrir uma janela sobre as correntes fechadas do pentecostalismo, como a Assembléia de Deus, Congregação Cristã do Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular", bem como dos "mórmons, testemunhas de Jeová, adventistas, seita Moon e várias outras seitas que compõem o painel religioso do país". Conforme o bispo Dom Sinésio Bohn, de Santa Cruz do Sul (RS), o livro se constitui na "denúncia mais global e documentada da invasão das seitas na América Latina... e mostra seu compromisso com os interesses norte-americanos, sua ação alienante frente ao social e sua aliança com as forças de repressão aos movimentos populares", ao mesmo tempo que convida a todos a deixarem de ser "ingênuos" e a "formarem uma frente contra o imperialismo despudorado que usa as seitas como instrumentos de dominação".
Ainda com referência à América Latina, eis que o escrevia Lorenzo Carrasco, diretor do Instituto Schiller, em janeiro de 1991:
"O conflito (do Oriente Médio) tem como primeiro objetivo eliminar qualquer resistência das nações do Sul à implantação da Nova Ordem Mundial" e "controlar o crescimento populacional e os recursos naturais, especialmente os energéticos, no setor em desenvolvimento. Em segundo lugar, estabelecer um sistema de soberanias sobre amplas áreas do planeta, sob os mais variados pretextos, como a suposta ameaça do crescimento populacional. o narcotráfico e a degradação do meio ambiente, o que justificaria a 'preservação' de vastas áreas do planeta, como a Amazônia, considerada 'patrimônio da humanidade'. Neste cenário, devem ser entendidas também as pressões para o desmantelamento das forças armadas desses países. Terceiro, a imposição de um apartheid tecnológico, a pretexto de impedir a disseminação de tecnologjas passíveis de uso militar, impedindo assim às nações do Sul qualquer tentativa de desenvolvimento científico-tecnológico autônomo"* ====================================================================== *Sobre
esse "apartheid tecnológico". eis o que escreve Hélio
J. de Oliveira: "O esforço Desde
o início da década de 1990, os americanos vêm colhendo o máximo de
informações a respeito das condições climáticas da Amazônia e da
base de lançamentos de foguetes experimentais, em Alcântara, no Maranhão,
considerada a melhor posição geográfica do mundo... Em
1981. o Mossad assassinou o tenente-coronel da Força Aérea Brasileira,
José Alberto do Amarante, 41 anos, fundador do Laboratório de Estudos
Avançados e considerado o pai da pesquisa nuclear em nosso país. Tempos
antes, ele tinha comunicado ao Centro de Informações e Segurança da
Aeronáutica que vinha sendo seguido pelo agente israelense Samuel Giliad.
A necropsia revelou como causa mortis uma leucemia galopante, que o
vitimou em dez dias. Antes da manifestação da doença, o militar
encontrou no seu automóvel resíduos de uma substância possivelmente
radioativa... As pesquisas de José Alberto visavam o enriquecimento do urânio
por meio de raios laser, usados nos reatores, para provocar respostas
nucleares mais eficientes que os processos convencionais. Descoberto, Giliad abandonou o país, sendo substituído por vários oficiais da Força Aérea de Israel. Dois deles, disfarçados de andarilhos, viajaram em aviões da Força Aérea Brasileira até o norte do país. com carta de recomendação fornecida pelo cônsul da Dinamarca. A mesma artimanha é usada no Chile, onde vasculham a Patagônia e a Terra do Fogo" e onde campeia o " lúgubre espectro do Plano Andínia. Conforme declarações de analistas argentinos, esse plano representa a intenção do sionismo de apoderar-se das Patagônias argentina e chilena, alcançando a Terra do Fogo e a Antártida".
Outro
importante passo rumo à implantação da "Nova Ordem
Mas
a realidade é outra Todos esses passos foram dados sob a alta supervisão da WCPA-Associação Constitucional e Parlamentar Mundial, que goza do sólido respaldo financeiro de centenas de organizações, entre as quais a organização satanista Lucis Trust, inicialmente denominada Lucifer Trust. Segundo a ACPM - Assembléia Constituinte Mundial, a implantação desse governo deverá ocorrer até 1998. Uma vez implanta do, a estrutura para o reino do Anticristo estará pronta. A propósito, Gary Kah escreve: "O esforço da ACPM para formar uma nova ordem mundial não se baseia na necessidade e sim no plano encoberto das sociedades secretas de colocar o mundo sob seu poder e assim introduzir o reino do seu Mestre Mundial- o Anticristo".
Embora o novo governo afirme que seu "projeto político vai respeitar a dualidade da natureza humana, combinando o material e o espiritual, para elevar o homem ao seu nível máximo e poder assim construir um paraíso na terra, recorrendo ao melhor dos ensinamentos de Jesus Cristo, Buda e Maomé", seu objetivo é bem outro: submeter a humanidade à escravidão, estrangulando-a economicamente e im¬pondo-lhe uma religião única, que é a da Nova Era.
O estrangulamento econômico acontecerá fatalmente, já que o controle dos recursos financeiros estará nas mãos de um pequeno grupo, que só favorecerá aos que aceitarem suas condições de austeridade, o que, na prática, significará fome generalizada e doenças epidêmicas.
As conotações desse governo mundial são mostradas claramente nos Protocolos:
"Nosso interesse é que os cristãos degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia para se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal. Pela miséria e o ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos servimos de suas mãos para esmagar os que se opuserem aos nossos desígnios" (p. 85)* ======================================================================= *Um exemplo da
forma leonina com que o capitalismo costuma tratar os países pobres o tivemos por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Tendo como ponto de partida o fato (hoje muito questionado) de um submarino alemão ter torpedeado o nosso navio mercante Baependi, o Brasil aceitou enviar seus pracinhas à Itália. para combater contra os alemães. Mas,
terminada a guerra, qual foi sua recompensa por ter sido o único país latino-americano a combater em favor dos aliados? Responde Hélio J. de Oliveira: "Fomos tratados mais como vencidos do que como vencedores. Por pouco a Amazônia não foi internacionalizada. Em 1945, o Brasil tinha um vultoso crédito em ouro, nos Estados Unidos. Os norte-americanos o tomaram e, em troca. nos encheram de bugigangas de galalite". Mas o pior foi que, "após o conflito, foi forçado a contribuir com cerca de um bilhão de dólares para ajudar a reconstruir a Europa. fortuna da
qual se ressente até os dias de hoje. É o exemplo da espoliação sofrida por uma nação pobre,
chafurdante no pauperismo econômico e no sofrimento social, que tem de entregar seu sangue para reconstruir a vida dos ricos, que hoje nos concedem empréstimos a juros escorchantes". ===========================================================================
"Deixem
os rapazes norte-americanos acreditarem que estão lutando por ideais
elevados... Embora a Carta do Atlântico seja o que nós prometemos, não
é a liberdade que estamos preparando para o mundo, mas sim a escravidão
absoluta e total".
Além
do estrangulamento econômico, haverá um sistema de
"Para
se conseguir uma licença de trabalho no comércio ou em negócios -
prevê M. Basilea - será necessário um compromisso de lealdade com o
Anticristo. Cada cidadão da terra receberá um número, cujo uso será
obrigatoriamente regulamentado, indispensável em todas as transações
financeiras, e que constará num cartão de crédito universal. Todo
dinheiro será abolido ".
Cada
cidadão - explica o Projeto 666 - terá seu código de
A
implantação da Nova Ordem Mundial significará o fim do patriotismo,
pois não haverá mais fronteiras a defender, já que uma das metas do
novo governo será - segundo Michel Smiely - "a unidade de todos os
povos do mundo e a criação com eles de um raça única e indivisível; a
humanidade, igual em direitos e deveres e sem diferenças de raças, cor,
credos político-religiosos nem lugar de nascimento, e através da
instauração de uma cidadania universal única, que faz da raça humana
uma raça única e indivisível em que todos os homens e mulheres sejam
simplesmente irmãos"
.
Não havendo fronteiras a defender, também não haverá necessidade de exércitos. O único exército será o do governo mundial, o que significará a impossibilidade de cada país se defender das arbitrariedades contra ele praticadas.
Nova Era
A religião oficial do novo governo será, como dissemos, a Nova Era. No que consiste este movimento, que alguém qualificou de "AIDS espiritual" do nosso tempo, e suas idéias básicas, você verá a seguir.
Embora a Nova Era* se apresente como uma religião, na verdade não passa de um caldo religioso, formado por idéias tomadas de muitas religiões. Segundo Randal Baer, ex-chefe do movimento, "a Nova Era é essencialmente o renascimento massivo, controlado por Satanás, de filosofias e práticas baseadas no ocultismo... Pode-se compreender melhor esse movimento como um amplo espectro de filosofias e práticas não cristãs. A pedra angular do que poderíamos denominar como seu 'humanismo espiritual' é a crença na natureza divina do homem, que, por conseguinte, é Deus, um Deus-homem iluminado... O homem transforma-se assim na sua própria deidade". =========================================================================
*A denominação Nova Em foi tomada da astrologia, e significa que estamos prestes a passar à "Nova Em de Aquário", Isto acontecerá quando houver um "salto quântico gigante" da humanidade. que se transformará em Deus, e então haverá um só idioma, sem ódios nem fronteiras, o mundo inteiro feito uma nação de irmãos, livres e iguais, com um sistema monetário e um governo mundial únicos, sem guerras, sem crimes, sem violência, sem racismo, sem enfermidades e sem mortes...
========================================================================= A Nova Era tem um credo fundamental que diz: 'crie sua própria realidade, de acordo com o que o faz sentir-se bem. Por exemplo, se alguém escolhe ser homossexual, bissexual, monógamo, polígamo ou qualquer outra coisa, pode fazê-lo, desde que 'seja bom para mim' e desde que 'seja feito com amor e não prejudique a ninguém´".
Ainda segundo Baer, existem duas escolas principais de pensamento da Nova Era: a do Renascimento do Conhecimento e a do Salto Quântico do Conhecimento.
A primeira considera que hoje "a humanidade está entrando num despertar espiritual e sócio-político, num super-renascimento que conduzirá o homem a uma nova era de esclarecimento humanista espiritual". Segundo essa escola, o homem não precisa de ajuda divina para fazer o Céu se manifestar na Terra. É suficiente "despertar em si o deus humano potencial e ilimitado. Quando, pelas práticas da Nova Era, os homens alcançarem níveis mais elevados de 'conhecimento divino', o Céu amanhecerá sobre a Terra.
A segunda escola - a do Salto Quântico do Conhecimento - nos diz que estamos à beira de um mundo novo. Num abrir e fechar de olhos, o conhecimento coletivo da humanidade dará um salto quântico para os céus. Isto acontecerá quando um determinado número de pessoas for capaz de produzir um impulso suficiente para o mundo inteiro dar este salto coletivo para uma dimensão superior * =========================================================================== *Para unificar a energia universal e criar, num instante, um "salto gigante" para a paz e a imortalidade, no dia 31 de dezembro de 1986, organizou-se o Movimento de Cooperação do Mundo, como um "pentecostes planetário", que fracassou. Com a mesma finalidade, em 1987, promoveu-se a Convergência Harmônica, com base em ritos pagãos de cristais, bruxaria e astrologia, que também fracassou, pois não trouxe nem a paz, nem a imortalidade, nem produziu o esperado "salto qüântico gigante". Como se vê, tudo não passa de uma esquizofrenia. Procurando apresentar-se como religião, o que a Nova Era pretende mesmo é acabar com todas elas. Por isto, representa a ameaça de maior envergadura ao cristianismo mais perigosa que qualquer seita.
========================================================================== Esta escola também afirma que, na Nova Era, não será Cristo quem terá autoridade divina, e sim o 'Mestre Mundial' ou o 'Conselho dos Mestres Ascensos". Outra afirmação desta escola é que não será o Jesus visível, em pessoa, que voltará, e sim o 'conhecimento de Cristo', que descerá às mentes de todos os habitantes do mundo".
Estranho Deus
Para confundir as pessoas, alguns grupos da Nova Era usam uma linguagem parecida com a dos cristãos, mas o sentido das pala¬vras é outro. Por exemplo, ao dizerem "Deus", não pensam no Deus Criador e Pai da nossa fé, e sim num "deus" que é uma força e uma energia cósmica, a qual se manifesta através do vento, das ondas, das estrelas, de uma águia, mas também de um verme. Com a morte, cada ser se dissolve na força cósmica, como uma gota de água no vasto mar. Um Deus pessoal é simplesmente descartado. Como se vê, o conceito de Deus da Nova Era não é tirado da Bíblia e sim de religiões sumérias, indianas (budismo e hinduísmo), egípcias, babilônicas, persas.
Para eles, escreve Jefrey Steffon,
"tudo quanto existe é Deus (panteísmo). O ser humano é parte desse todo divino; portanto, ele é divino. Não há diferença entre Deus, um ser humano, uma cenoura ou uma pedra. Todos são parte de uma realidade contínua, sem fronteiras nem divisões (holismo ou realidade única global). Segundo a Nova Era, as pessoas ignoram sua realidade divina. Para se conscientizarem da sua divindade, elas precisam alterar a própria consciência",
Através de terapias psicológicas, drogas, dietas, ioga, acupuntura,
cristais, magia, espiritismo, feitiçaria,
astrologia, bruxaria, piramidologia, angelologia (= anjos cabalísticos),
mantras, óvnis extraterrestres, controle mental e, como não?, através
de qualquer tipo de promiscuidade sexual... colocando sempre, como pano de
fundo, a reencarnação, acompanhada do tantrismo, da mística sufista-árabe
e dos antigos ritos ocultistas dos celtas, germanos, tibetanos, egípcios.
"Através
dessas técnicas de alteração da consciência - explica ainda
Sttefon - chega-se à percepção de que o verdadeiro Deus é o eu
pessoal de cada um. Tal experiência leva a uma transformação
individual, a qual, por sua vez, conduz à "evolução
Este
é o conceito de "espiritualidade" da Nova Era. Enquanto
Primarismo
ingênuo Mas
o aspecto mais alarmante para os cristãos é a falsa imagem que nos passa
de Jesus, nosso único Redentor e centro da nossa fé. Suas palavras e
conceitos são de um primarismo de meter dó, como leio numa publicação
da Nova Era: "Acredito num Jesus valente, impetuoso, ativo, dinâmico,
de bem com a vida. Um Jesus de grandes gargalhadas... Um ser de entusiasmo
inebriante, de capacidade e luz absolutas. Nunca aquele Jesus triste e
ensangüentado, que durante séculos as teologias nos fizeram crer... É
tempo de todos juntos nos inspirarmos, nos motivarmos no Jesus produtivo,
alegre e absolutamente acessível". Pobre
gente! No seu ingênuo oba-oba, não se dão conta de que Jesus, longe de
ser um homem de "grandes gargalhadas", devia ser um pregador
profundamente compenetrado de sua missão de anunciar a salvação pela
renúncia de si próprio, por um amor a Deus e ao próximo levado até ao
sacrifício da própria vida ("Ninguém tem maior amor do que aquele
que dá a vida por seus amigos" Jo 15,13) e que deixou como regra de
ouro estas palavras: "Se alguém quiser ser meu discípulo, renuncie
a si mesmo, tome sua cruz e siga-me" (Mt 16-24). Em vez da
"produtividade", fala no aniquilamento total: "Se o grão
de Um pobre Jesus É desta maneira que a Nova Era vai esvaziando a divina pessoa de Jesus daquilo que ele tem de próprio, para reduzi-lo a um ser humano comum. Sim, porque, segundo a Nova Era, Jesus não foi verdadeiro Deus, mas apenas um mestre universal a mais, ao lado de Buda, Krishna e outros. Sua capacidade de obrar milagres se deveu a certas técnicas aprendidas com sacerdotes da Índia e do Tibete, com os quais teria passado alguns anos, antes de iniciar a vida pública. Os vários enfoques dos pensadores da Nova Era a respeito de Jesus são assim resumidos pelo padre Jeffrey J. Steffon: "Os adeptos da Nova Era poderão admitir que Jesus é Deus, mas não mais Deus que qualquer outra pessoa. A diferença entre Jesus e os demais é que ele percebeu e demonstrou o potencial divino (Cristo) que toda pessoa possui. Para eles, Além de falsear a noção de Deus e de Cristo, a Nova Era coloca a consagração a Lúcifer como um elemento essencial, a ponte necessária para chegar ao reino da luz e da perfeição - o Shambala. Este caráter declaradamente luciferino da Nova Era vai refletir-se no governo mundial, como se vê claramente pelo "Projeto 666" de Michel Smiely, onde se previne que sua implantação oficial trará um "choque inevitável com a Bíblia ou a necessária rebelião do homem contra Deus", e "o fim do Papado em Roma". Aliás, toda vez que o autor do "Projeto" se refere ao Deus cristão, perde as estribeiras, espuma e esbraveja como um energúmeno. Eis algumas amostras: "Esse Deus cristão que, com sua Bíblia, através do seu instru¬mento de poder na terra, a Igreja Católica, assassinou e con¬denou à fogueira os mais sábios e ilustres pensadores, deteve o desenvolvimento e o progresso das ciências, submetendo a hu¬manidade ao mais retrógrado obscurantismo... Esse Deus cristão, sobre cuja Bíblia juram, ao tomar o poder, os piores ~bvernantes e criminosos tiranos... esse Deus não tem moral nem direito para exigir do homem adorações, como tampouco para deter, impedir ou destruir o processo histórico que puse¬mos em marcha... E diante de qualquer derrota que possamos ter, ao enfrentar no campo de batalha a esse Deus inconse¬qüente e injusto, pereceremos com a dignidade, o valor, a hon¬ra e a consciência de que nossa religião era um direito legíti¬mo... E a nossa oposição e enfrentamento a ele como Deus era É dentro desse espírito que se pretende implantar a Nova Ordem Mundial, sob o comando do Anticristo. Anticristo Mas quem é esse personagem, várias vezes citado nas páginas anteriores? Em sentido amplo, Anticristo é qualquer pessoa que nega a divindade de Cristo, que Jesus é o Cristo (I Jo 2,18-22). No entanto, a Bíblia fala nele como um indivíduo que é a própria encarnação do mal. Como "o homem ímpio, o filho da perdição,
o adversário, o que se levanta contra tudo o que leva o nome de Deus,
chegando a sentar-se no templo de Deus e querendo passar por Deus" (II
Tes 2,3-4). Ele governará o mundo por três anos e meio, segundo a predição
dos tempos finais no livro de Daniel, quando conseguirá semear a
impiedade por toda a terra e, finalmente, abolir o sacrifício perpétuo
da Missa. "Será um tempo de tal desolação como jamais houve desde
que existem as nações até aquele dia". Mas a humanidade poderá
contar com a proteção do grande chefe São Miguel Arcanjo (Dn 12,1-2). Vários
padres e santos da Igreja refletiram sobre o que diz a Bíblia a respeito
do Anticristo e seu reino, descrevendo-o como um governante: Santo
Hipólito (+235): Orígenes
(+254): Santo
Hilário (+367): São
João Damasceno (+770): Santa
Hildegarda (+ 1179): Santa
Brígida da Suécia (+1373): Jeanne
Le Royer (+ 1798): Tudo
isto concorda com o que ensina o Catecismo da Igreja "Antes
do advento de Cristo, a Igreja deve passar, por uma A
Vassula, Jesus previne: Segundo
Vassula, o Anticristo virá à frente de muitos cardeais, bispos e padres
e tentará desembaraçar-se daquele que "detém ainda a rebelião":
João Paulo ll. A sua vinda será também o ponto culminante do
naturalismo e racionalismo que afetam muitos teólogos católicos e que se
espalharão incontrolavelmente, depois que o atual Papa for afastado. "A
minha Igreja - adverte Jesus - irá sofrer e será submetida à
perseguição, sob a lei do ímpio, traída em seu interior"
(31/05/1994). "Para
os condutores da destruição concluírem sua obra faltalhes apenas
suprimirem a Cadeira de Pedro e aquele que nela se assenta"
(28/04/1995). Por
isso, "eu,
Jesus Cristo, quero pôr de sobreaviso os meus padres, bispos e cardeais.
Desejo advertir a minha Casa que uma grande tribulação se aproxima...
Digo-vos solenemente que depressa sereis provados com o fogo"
(17/03/1993).
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Fonte: A Profetisa dos Tempos Finais - Olivo Cesca |
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