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O
MUNDO EM PODER DO ANTICRISTO |
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Todo o afã de Satanás,
em infiltrar-se na Igreja Católica a fim de solapá-la nas bases, e
arregimentar servidores e adoradores em toda terra, tem um objetivo final:
preparar o caminho para a implantação de um governo mundial, sob o
comando do Anticristo.
O embrião desse governo
secreto existe há mais de 200 anos e vem crescendo com o passar do tempo.
Ele foi e continua sendo responsável pelo planejamento e execução de
quase todos os grandes eventos políticos, econômicos, ideológicos e
militares do planeta, a partir da revolução norteamericana (1776), das
revoluções francesa (1789) e russa (1917), da primeira (1914) e segunda
(1939) guerras mundiais e da guerra "fria" (1945).
Segundo os pastores Sérgio
Leoto, Lamartine P. Sobrinho e Paulo Romeiro, este "plano diabólico
teve suas sementes num encontro promovido pela família Rotschild, em
Paris, no ano de 1773. Estabeleceram-se ali as bases estratégicas para a
criação da 'Panjudéia', uma supernação que, tal como um polvo,
abarcaria o mundo inteiro. Naquela época os Rotschild se espalharam por
cinco centros nevrálgicos da Europa: Londres, Paris, Nápoles, Viena e
Frankfurt. O grupo autodenominou-se Confraria dos Iluminados*
==================================================================== *A
seita secreta denominada Confraria ou Ordem dos Iluminados surgiu em
Ingolstadt, na
Tratava-se de um grupo
pequeno, mas poderoso. composto de banqueiros. economistas, industriais,
políticos, militares e educadores. Seu slogan era: "Nenhum
Deus, nenhuma propriedade. nenhum governo". Pertenceram a essa Ordem:
Voltaire. Robespierre e Mirabeau. Na França, o grupo mais fanático de maçons
- os jacobinos - se uniu aos Iluminados. Foram eles os instigadores da
horrenda Revolução Francesa, que culminou na grande chacina de cristãos.
As ideologias mais importantes que se desenvolveram da filosofia dos
Iluminados - seu satanismo, seu ódio contra Deus e os cristãos - foram o
Comunismo, o Anarquismo, o Nacional-Socialismo e o Fascismo.
Segundo Hélio J. de Oliveira, "dos Iluminados da Baviera surgiu a loja maçônica judaica B'nai Brith" (=filhos da aliança)... Que foi a "fundadora da Trilateral, do Conselho de Relações Exteriores, do Clube de Roma. e do Lions Internacional". Para quem não sabe, a ''Trilateral é uma corporação de aparência empresarial que pratica o ocultismo, a bruxaria, a difusão de músicas alucinantes e drogas, com acentuada infiltração na política dos povos e, entrosada com outros ritos maçônicos, controla seitas espíritas, esotéricas e assemelhadas".
Hoje, a maior expressão
do ideário de Weishaupt é um sumo sacerdote de Satanás, chamado Anton
La Vey, cujo automóvel ostenta uma placa com os dizeres "Satanás
9" e tem em San Francisco (Califórnia), uma casa preta com uma
"câmara ritual" para Satanás. É também autor da Bíblia
Satânica, mistura de magia, socialismo e sexo. Graças à ação da
Ordem dos Iluminados, o culto a Satanás está longe de ser uma extravagância
sem sentido, encontrando-se espalhado no mundo inteiro. O próprio La Vey
afirmou que a Era de Satanás teve início em 1966, quando Deus foi
declarado morto, quando a Liga da Liberdade Sexual ganhou proeminência e
========================================================================== Na época, Alen Hirshoff,
sacerdote da ordem de Lúcifer, encarregou-se de elaborar o plano em seu
aspecto religioso.
No final do século
XIX, em Basiléia, na Suíça, os Iluminados de outra geração voltaram a
reunir-se. E então o plano foi elaborado. Foi tudo registrado num
documento ultra-secreto que, infelizmente para seus autores, acabou vindo
a público. Esse documento terrível cujo título inicial era O
Anticristo como possibilidade política imediata, apareceu pela
primeira vez em 1905, recebendo posteriormente o título de Os
protocolos dos sábios do Sião ("Nova Era. De volta ao
passado", produção de Reborn Vídeo, Instituto Cristão de
Pesquisas.
Superelite
No comando desse governo
secreto encontra-se uma superelite judaica, que concentra nas mãos o
domínio sobre a quase totalidade dos recursos humanos (saber e informação),
materiais e tecnológicos do mundo ocidental e grande parte do mundo
oriental. Esta superelite conta com a orientação de um grupo de famosos
planejadores em assuntos globais: Entre eles figura o CRE - Conselho
de Relações Exteriores, criado em 1921, com o apoio financeiro da
família Rockefeller e em cujas áreas de maior influência operam alguns
membros da própria família. Como se recorda, foi o CRE que, em 1974, lançou
o Projeto anos 80, com o objetivo de criar um novo sistema econômico
e político global, para substituir o existente. Isto é, uma
O grupo encarregado de
promover o desenvolvimento de ações para a implantação dessa nova
ordem inclui figuras de destaque nas áreas da mídia, acadêmica,
empresarial, financeira e jurídica, funcionários do Banco Mundial, do
Fundo Monetário Internacional e maçons de alto nível. Além de 24 países
que, em junho de 1977, através de seus 135 representantes, subscreveram a
Constituição da Federação Terrestre.
O
amado povo de Deus
Como deu para perceber,
esta superelite, que age por trás dos bastidores, de mãos dadas com a maçonaria,
tendo em vista o domínio do mundo, compõe-se basicamente de judeus. Ora,
isto nos dá ensejo de falarmos mais longamente neste povo, único na história,
agraciado com especiais privilégios de Deus, entre os quais, o de
preparar a vinda de seu Filho à terra. Desses privilégios derivaram para
ele títulos como de "povo de Deus", "povo eleito",
"povo da aliança", de "noiva" e de "mulher
bem-amada de Deus", na linguagem dos profetas.
No entanto, sabemos que,
por um conjunto de mal-entendidos, o Messias, cujo caminho tinham ajudado
a preparar, acabou sendo por eles rejeitado, visto não corresponder às
suas expectativas.
Mas isto - e São Paulo
faz questão de frisar na Carta aos Romanos - não lhes tirou os direitos
às promessas feitas a Abraão, porquanto as promessas de Deus são sem
arrependimento. "Acaso rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum!...
Uma parte de Israel ficou na cegueira (e assim permanecerá) até o tempo
em que tiver entrado o número completo de pagãos. Então Israel em peso
será salvo... É verdade . que, em relação ao Evangelho, eles são
inimigos, mas em relação à escolha divina, eles são amados por causa
dos patriarcas. Porque os dons de Deus e a vocação são irrevogáveis"
(11,1 e 25-29).
A própria volta de
Cristo ao mundo acha-se condicionada à aceitação dele pelos judeus,
como explica o Catecismo da Igreja Católica: "O advento de
Cristo na glória é iminente... Este acontecimento escatológico pode
ocorrer a qualquer momento... Depende do reconhecimento dele por 'todo
Israel' ''(nºs 673-674).
Encontramos aqui a explicação do interesse dos últimos Papas ( Além de visitar pessoalmente a Terra Santa. o papa Paulo VI criou, em 1974, uma Comissj,f para estabelecer relações com os representantes da comunidade judaica mundial.) e também de várias Igrejas protestantes* em atrair o povo judeu ao redil de Cristo. E a reação favorável de muitos deles.
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Milagre permanente
Uma prova da preocupação
de Deus em reconduzir seu povo para Cristo a tivemos nas aparições de
Garabandal, onde a Virgem, desde o início, faz questão de salientar que,
no Céu, ela continua pertencendo à raça judaica, apresenta-se com um título
vinculado ao Monte Carmelo (um dos três montes sagrados dos judeus) e
promete deixar no local uma réplica da shekinah, isto é, a coluna
de fumaça, que de dia ia adiante do povo judeu, para o guiar no deserto,
e de noite se transformava numa coluna, de fogo para o iluminar (Ex.
13,21). A
própria sobrevivência. desse povo "ao longo de 2.500 anos de dispersão
ininterrupta entre os povos da terra é um milagre permanente na história,
que só tem explicação na especial direção que Deus dá ao seu
povo", segundo o padre Franz Musner. "Com nenhum outro povo
aconteceu isto", reconhece o salmista (51147,9). Efetivamente, eles
carregavam consigo um Outra
benemerência do povo judeu foi honrar a humanidade com alguns dos maiores
gênios de sua história, como Henry Ford (inventor do automóvel), Albert
Einstein (o maior físico de todos os tempos), Gustav Hertz (físico,
descobridor das ondas hertzianas), Henri
Bergson (filósofo), Martin Buber, um dos maiores filósofos de
existencialismo religioso), Robert Oppenheimer (pai da bomba atômica),
Sigmund Freud (criador da psicanálise), Arnold Toynbee (historiador),
Vicktor Frankl (criador da logoterapia), Albert Sabin (benemérito criador
da vacina antipólio), e até duas notáveis mulheres: Simone Weil (filósofa
social e mística) e Edith Stein, discípula de Edmund Husserl, filósofa
ela também, canonizada pela Igreja em 1997. Com
certa relutância No
entanto, o amor à verdade nos obriga a enfocar também alguns aspectos
negativos da história desse povo. Confessamos, porém, que o fazemos com
certa relutância, dada a invencível simpatia que nutrimos por ele. E
isto, não só por encontrarmos ali os ancestrais de Jesus, mas também
por tudo o que esse povo significou para a preservação do monoteísmo no
mundo, e por tudo o que significaram para a humanidade as contribuições
de seus gênios, em todas as áreas. Uma simpatia que se fortaleceu quando
visitamos Israel, em 1972: suas cidades históricas, seus monumentos
sagrados, seus kibbutz, que transformaram consideráveis tratos de
deserto em verdejantes lavouras. Por
isso, quando nos acometeu a idéia de escrever este capítulo sobre o judaísmo
e sobre aquilo que se nos afigura como seus graves e perigosos
descaminhos, titubeamos um pouco, pois teríamos de impor-nos uma certa
violência interior abafando razões do coração. Mas não houve como
fugir, pois em se tratando deste plano de dominação do mundo, era
imprescindível trazer ao palco aqueles que o urdiram, através dos séculos,
abstendo-nos, porém, de julgar suas intenções, o que só a Deus
pertence. O nosso trabalho aqui e o do pesquisador imparcial, que se
limita a transcrever ou condensar o que encontra em fontes confiáveis,
deixando aos leitores a liberdade de aceitarem ou não o que afirmam
essas fontes. Igualmente
desejamos salientar que, nas páginas seguintes, ao usarmos a denominação
"Judeus", não entendemos todo o povo judaico, mas apenas aquele
segmento que, fundamentado na compreensão racista e imperialista de
certas passagens bíblicas, interpreta - segundo Sérgio Oliveira Bem outro é o piedoso e observante povo judeu que hoje vive no Estado de Israel, e que, em cumprimento aos oráculos bíblicos (Ez 36,24-28; Jr 29,10-14; Is 11,12; Zc 8,7-8), nestes últimos decênios voltou em massa (Mais de um milhão só no primeiro decênio do Estado de Israel. vindos de aproximadamente 60 países.) da diáspora (= dispersão) para sua antiga pátria, e cuja preocupação fundamental é ser fiel à aliança feita com Deus por meio de Abraão. Preocupação, aliás, que é também a de milhares de judeus que vivem espalhados pelo mundo. Não
queremos então que este capítulo seja entendido como uma incitação
anti-semítica, pois todo ódio racial agride a dignidade humana, é um
pecado contra a humanidade - adverte o nosso Papa, após relatar as experiências
de sua infância em Wadowice, onde aprendeu a admirar o coleguismo e a
piedade dos judeus, que "todo sábado iam à sinagoga e eram unidos
aos católicos pela convicção de rezarem ao mesmo Deus, baseando suas
orações, em boa parte, nos mesmos textos".
Descaminhos
Os
descaminhos a que nos referimos acima começaram com a interpretação
racista de certas passagens do Antigo Testamento, como essa de Gn 22,17
onde Javé assim fala a Abraão: "Eu te abençoarei e multiplicarei
tua descendência como as estrelas do céu... e tua posteridade possuirá
as portas dos teus inimigos". Enquanto a Igreja interpreta
espiritualmente esta profecia, vendo nela não o triunfo exclusivo do povo
descendente de Abraão, mas de todos os filhos espirituais dele, isto é,
os cristãos, irmanados pela fé, pela fraternidade e pela comunhão dos
ideais, os judeus deduzem que eles, como consangüíneos de Abraão, têm
o direito de se assenhorearem das portas dos inimigos, e que só através
da raça judia serão abençoadas todas as nações da terra.
.
Outro
exemplo temos em Dt 7,16: "Devorarás todos os povos que Javé, teu
Deus te entregar. Não lhes perdoará teu olho". Enquanto a Igreja dá
a esta passagem uma interpretação espiritual restrita, os Com
base em Dt 2,25, sentem-se credenciados a praticar as maiores atrocidades
e se tornarem "o terror e o espanto de todos os povos que habitam
debaixo do céu", de maneira que "ninguém lhes Sim,
porque, segundo a interpretação deles - escreve Sérgio Oliveira -
"o Senhor Deus e seus profetas tinham prometido o Messias portador de
chaves de reinos, outorga de domínio irrestrito sobre os demais povos, de
direitos de partilhar o mundo em feudos e de repartir entre os membros das
doze tribos as riquezas da Terra". Um
resumo desse plano de domínio mundial eles o vislumbraram nos capítulos
60 e 61 de Isaías, onde se diz que as nações se reunirão para
homenagear o povo de Deus, e suas fortunas passarão para ele; elas
caminharão acorrentadas como escravas atrás do povo hebreu e se prostrarão
à sua frente; os reis serão preceptores dos filhos de Israel, e as
princesas, suas amas. Os judeus governarão as nações; chamarão a si os
povos, mesmo os que não conhecem, e todos acudirão prontamente. Suas
portas ficarão abertas dia e noite, a fim de deixarem afluir as riquezas
do mar e a fortuna das nações. Os que se recusarem a servir Israel serão
destruídos. O povo eleito sugará o leite das nações e se criará no
peito dos reis, e brilhará pela sua opulência. Todos, ao vê-lo,
reconhecerão que é a abençoada raça do Senhor.
Amarga
decepção Ao
tempo de Cristo - segundo Pinay - estas falsas interpretações
encontravam-se tão generalizadas entre os israelitas, que a grande
maioria pensava no Messias prometido como um rei ou um chefe guerreiro, o
qual, com a ajuda de Deus, conquistaria todas as nações da terra, por
meio de guerras sangrentas, das quais Israel sairia vencedor e acabaria
por dominar materialmente o mundo. Por
isso, quando Jesus, perante tais pretensões, se opôs a qualquer
derramamento de sangue, declarando que o seu reino não era deste mundo, o
nacionalismo tribal judeu - escreve Marschalko - entrou numa das crises
mais perigosas da sua história. Uma situação que podia ser fatal para o
seu futuro. Se era realmente o Messias que estavam esperando, onde
ficavam as promessas de Deus aos antepassados? Ao contrário de um
libertador nacionalista, ele se portava como um antinacionalista radical,
que no Templo chegara a dar pontapés nas mercadorias dos vendedores e
virar as mesas dos trocadores de dinheiro, pondo a correr os agentes das
autoridades financeiras locais. Em plenas ruas da capital, esse Mestre
ousado pregava contra as doutrinas difundidas pelas mais poderosas
autoridades do sistema. Rompera com os saduceus - a elite aristocrática
das grandes propriedades de terras e de atividades comerciais. Rompera com
os escribas, responsáveis pela doutrina oficial. Rompera com tudo e com todos:
com o sinédrio, com o templo, com os sacerdotes, com os anciãos, com os
herodianos, com a religião oficial. Contradizendo os dogmas ensinados
pelos rabinos, o novo profeta não acreditava na superioridade racial do
seu povo, nem numa aliança tribal separada entre Deus e os judeus, e sim
com "todas as nações", pois "Deus não faz distinção
entre as pessoas. Ele aceita a todo o que o teme e pratica a justiça,
seja qual for a nação a que pertence", como explicaria
posteriormente o apóstolo Pedro (At 10,34-35). Ora,
convenhamos que tudo isto significava o naufrágio das esperanças e ambições
milenares dos judeus de virem a dominar materialmente o mundo, de
escravizar os demais povos e se assenhorearem de suas riquezas, como
parecia garantir-lhes a Bíblia.
Por
isso, os sacerdotes e escribas, sentindo ameaçado o brilhante futuro
prometido por Deus ao povo de Israel, concluíram que não restava outro
caminho que "apagar" quanto antes um tão retrógrado pregador.
Agora,
finalmente livres dele, lançaram-se a perseguir os antigos sonhos
imperialistas, começando pela compilação de um novo livro sagrado, que
contivesse as "verdadeiras" interpretações da Bíblia.
Talmud Foi assim que surgiu o Talmud,
um código de leis religiosas e sociais, fundado na deformação
progressiva da antiga lei mosaica, contida na Torá, que é o nosso
Pentateuco. Ali, através da interpretação dos rabinos, Israel como povo
eleito por Deus acabou se transformando em o povo de Deus, e a
promessa do senhorio de Javé sobre o mundo, em promessa de hegemonia mundial
dos judeus. Foi o começo do movimento sionista ou sionismo.
A virulência do Talmud
em relação à pessoa de Jesus e aos não-judeus
pode ser avaliada por estas breves amostras: "Jesus enganou,
corrompeu e destruiu Israel". "Que nunca tenhas um filho ou discípulo que, por colocar tanto sal na comida, destrua o teu paladar, como fez Jesus". "Os que fazem
bem aos akum (=cristãos), não ressuscitarão dentre os mortos". "Todas as coisas pertencentes aos goi (=não-judeus) são como se estivessem num deserto.' quem as encotra pode levá-las ". "O sêmen
de um goi tem o mesmo valor que de um burro". "Se um judeu for
capaz de enganar aos cristãos, simulando ser devoto de Cristo, pode
fazê-lo". "Que há de
surpreendente que. no Talmud, se façam ataques a Jesus? O que é para
estranhar é que esses ataques não sejam maiores".
Seu desprezo pelos
outros povos chega ao extremo de os levarem a afirmar: "Que é uma
prostituta? Qualquer mulher que não seja hebréia", Isto explica
- segundo Pinay - "o fato de os judeus terem sido em toda parte os
mais inescrupulosos comer
"Vós.
israelitas. sois chamados homens. enquanto que as populações das nações
do mundo não merecem o nome de homens, mas sim de bestas!"
"Para se avaliar a
importância desta passagem infame explica Pinay - deve-se ter presente
que, segundo o Antigo Testamento, todos os animais foram criados para o
serviço do homem, o qual pode comer sua carne, utilizar sua pele como
vestido, matá-los, esfolá-los e fazer com eles tudo o que lhe convenha...
Este conceito acerca da animalidade dos restantes povos explica a conduta
implacável, cruel e depreciativa para todo o direito humano, observada
pelos jerarcas judeus do comunismo
Outras amostras do
Talmud:
"Deus exibe-se
na terra na semelhança do judeu... O hebreu é o Deus vivente, o Deus
encarnado, o homem celeste". "O Altíssimo falou assim aos israelitas: 'Vós me reconhecestes como único dominador do mundo. e por isso eu vou fazer-vos os seus únicos dominadores´".
Cabala Em seguida, surgiu a Cabala, na qual foi consignada, também por "inspiração divina" - segundo eles - a interpretação esotérica da Bíblia, isto é, oculta, fundada em sistemas numéricos e várias combinações e nas letras dos versículos. No século XV, a Cabala se tomou sinônimo de magia, de comércio com o demônio e de intrigas. ''Nos meandros daquela ciência oculta - escreve Gérin Ricar, em História do Ocultismo - os alquimistas, os ocultistas, os fabricantes de talismãs, os astrólogos e os mágicos julgaram encontrar a chave de seus problemas".
E assim, com o passar do
tempo, as conotações satanistas da Cabala foram-se acentuando:
"Quaisquer que tenham sido os esforços no sentido de depurar os
ritos cabalísticos das práticas satânicas, todos os rituais satânicos,
toda feitiçaria e exploração do magnetismo e
Além disso - completa
Pinay - "a Cabala, reservada aos altos iniciados do judaísmo, não
à plebe, levou a divisão entre judeus e gentios (entre os quais se
incluem os cristãos) aos extremos mais absurdos. Enquanto, por um lado, se
rebaixam os gentios à categoria de simples animais, por outro se elevam
os judeus à categoria de deuses, identificando-os com a própria
divindade".
Foi a partir dessas duas
fontes - o Talmud e a Cabala - que surgiu e se solidificou uma ideologia
de dominação do mundo, fundada na certeza de que tudo quanto existe na
terra lhes pertence por justiça.
Estratégias... Como,
porém, concretizar esta dominação mundial? A idéia, já vimos, foi
proposta em 1773 ao Clube dos Iuminados, ficando a parte religiosa a cargo
de Alen Hirshoff, sacerdote da ordem de Lúcifer. Um século depois, o
plano foi reelaborado, com a definição de estratégias de ação e a escolha
de focos de atuação. Esse plano de um governo único mundial se manteve
secreto até 1905, quando caiu no domínio público. Seu título inicial
de O Anticristo como possibilidade política imediata foi substituído
por Os protocolos dos sábios de Sião. Desde
o início, o Clube dos Iuminados trabalhou monitorado pela maçonaria,
cujos objetivos coincidem, como se pode ver por esta carta do Vindice,
membro da Alta Venda, de Roma, a Núbius: "Tertuliano
dizia que o sangue dos mártires gerava novos ...ainda
mais refinadas Outras
estratégias, apontadas pelos Protocolos são ainda mais refinadas,
sempre com base na convicção de que os judeus foram "Nossos
profetas nos disseram que fomos eleitos por Deus para governar a terra.
Deus nos deu o gênio, a fim de podermos levar a cabo esse problema. Se
surgir um gênio no campo oposto, a luta entre nós será sem piedade e
tal como o mundo nunca presenciou. Além disso, os homens de gênio
chegariam tarde. Todas as engrenagens do mecanismo govemametal dependem de
um motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da
economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito "A liberdade é irrealizável, porque ninguém sabe usar dela dentro da justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que essa autonomia se transforme em licenciosidade. Então surgem dissenções, que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas. Se
o Estado se esgota em suas próprias convulsões ou se as suas comoções
intestinas o põem à mercê dos inimigos externos, pode ser considerado
irremediavelmente perdido,' caiu em nosso poder. O despotismo do capital,
intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à
qual, queira ou não queira, tem de se agarrar para não ir ao fundo"
(p. 74). "Em
nosso domínio excluiremos a palavra liberdade do vocabulário, por ser
ela o princípio da brutalidade que transforma as multidões em animais
ferozes" (p. 87). "A
política nada tem em comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela
moral não é político e, portanto, o seu poder é "Em
lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará
Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos
os lados como pinças, e a sua organização será tão colossal que todos
os povos terão de se lhe submeter" (p. 94). "A
era republicana se tornou possível quando substituímos os governantes
por uma caricatura de governo, por um presidente tomado na multidão, do
meio de nossos escravos. Aí está o "Precisamos
perturbar constantemente, em todos os países, as relações entre o povo
e o governo, a fim de cansar a todos pela desunião, pela inimizade, pelo
ódio, pela fome, pela inoculação de doenças *,
pela miséria, a fim de que os cristãos não vejam outra salvação senão recorrer à nossa plena e definitiva soberania" (p. 109). *"Uma prova da fabricação de certas doenças - escreve Hélio J. de Oliveira - foi a publicação, em 1988, de um artigo que descrevia como o médico norte-americano, Robert Gallo, combinando bactérias patológicas de ovelhas e camelos, desenvolveu o vírus da AIDS. Seu trabalho foi encomendado pelo Pentágono, com o fito de contaminar os soldados de Ho Cho-Minh, que os norte-americanos combatiam no Vietnã. Os testes foram feitos em prisioneiros da Califómia. Por não surtirem efeito imediato, foram abandonados como ineficientes. Como prêmio, os encarcerados foram libertados e disseminaram o vírus entre a comunidade homossexual, que começou a sofrer com a doença, inicialmente conhecida como praga gay. A doença espalhou-se por todos os continentes. atacando inocentes. como heterossexuais, esposas e hemofílicos. A Organização Mundial da Saúde divulgou que. no ano 2000, mais de 40 milhões de pessoas estarão infectadas com o vírus". O trabalho de mãos dadas com a maçonaria, sempre de olho na proteção da polícia e no armamentismo, aparece nestas duas passagens: "Até que o nosso reino chegue, criaremos e multiplicaremos lojas maçônicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa atividade... Formaremos nessas lojas, o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais. Entre seus membros se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, porque o seu serviço é insubstituível para nós" (p. 124). "O aumento dos armamentos e do pessoal da polícia é um
complemento imprescindível do plano que estamos expondo. É preciso que, em todos os Estados, não haja mais, além de nós,
senão massa de proletários, alguns milionários que nos sejam É pois "nas mãos desses grupos ocultos ou semivelados - conclui Hélio J. de Oliveira - que está a sorte do ser humano. São eles que, em tempos de paz, produzem e comercializam os vícios e várias doenças, bem como os remédios para curá-las. Em tempos de guerra, são os que ganham com a deflagração dos conflitos e com os tratados de paz. E as fronteiras das nações são destruídas, a fim de que as nacionalidades dêem lugar ao reino universal". Vícios, utopias, alienação Alcoolismo, devassidão, idéias grandiosas e irrealizáveis, hipocrisia, violência, alienação, luxo desenfreado, direitos fictícios, concursos de todo tipo - são outros tantos estratagemas apontados pelos Protocolos. "Vede
esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, aos
quais o direito de beber sem limites foi dado juntamente com a
liberdade... Os cristãos estão sendo . Sobre
esta decisão dos Protocolos, eis o que escreve Marschalko, com
base numa matéria publicada em "Der Weg nach Sion" Suas
incursões na área da ,educação não terminam aqui: "Mistificamos,
embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio de uma educação
fundada em princípios e teorias que sabemos falsos" (p. 103). Com
esta finalidade - comenta Marschalko - eles criaram a "Para
arruinar a indústria dos cristãos, desenvolveremos a especulação e o
gosto pelo luxo, esse luxo que tudo devora. Faremos subir os salários,
que entretanto não trarão proveito aos operários, porque, ao mesmo
tempo, faremos subir o preço dos gêneros de primeira necessidade,
devido, como apregoaremos, à decadência da agricultura e da pecuária:
ademais, hábil e profundamente, subverteremos as fontes da produção,
habituando os operários à anarquia e às bebidas alcoólicas" (p.
96). Como
vimos, além da astúcia e da hipocrisia, outras estratégias Monopólio
da imprensa "A
imprensa - lemos nos Protocolos - serve para acender as paixões ou
conservar o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta, mentirosa, e a
maioria das pessoas não entende absolutamente nada para que serve"
(pp. 115). Realmente,
o domínio do judaísmo na imprensa - segundo Compreende-se
então porque - lembra Sérgio Oliveira - a Globo "vem inserindo,
sistematicamente, em suas novelas e casos especiais, sacerdotes com algum
desvio de conduta", enquanto que, "em nenhuma ocasião, aparece
um rabino em tais condições". Acaso são os rabinos mais irrepreensíveis
que os padres? Nem
Jesus e Nossa Senhora conseguem fugir à regra. Observem o tom de gozação
e deboche de freqüentes matérias publicadas ======================================================================= *Desde
13 de maio de 1993. na cidade paulista de Mirassol. uma imagem de Nossa Senhora
de Fátima, de propriedade da advogada Lilian Garcia. 36 anos, vem
chorando mel e azeite. Esse líquido saído dos olhos da imagem já causou
curas inexplicáveis para a ciência. No entanto, para a repórter da
revista "Veja". tudo não passaria de uma fraude bem montada.
hipótese que ela completa com esta tirada. bem típica de gente que nada
entende, mas se acha com direito de falar de cadeira: "o misticismo
mariano desde sempre foi considerado uma das manifestações mais
primitivas do cristianismo", e só não morreu ainda. porque "o
papa João Paulo II lhe deu novo alento". Como se vê, num assunto
estritamente religioso, ela sabe mais que o Papa. A
seguir, afirma que a lacrimação de sangue da estatueta da Rainha da Paz,
em Civitavecchia (Itália) foi comprovada como fraude. Mentira! Vê-se que
está menos interessada na verdade do que em defender a linha anticristã
da revista. Mas a verdade, para os que ainda lhe dão valor, é diferente.
Dê uma espiada na longa matéria publicada na revista "30
Dias", de maio /1995, pp. 49-59. De outra fonte sabemos também que,
para verificar se dentro da imagem havia alguma ampola de sangue ou de
algum pigmento vermelho, a pequena estátua foi serrada em fatias de dois
centímetros de espessura, e nada se encontrou. *No
Santuário de Aparecida, por onde, num único fim de semana, chegam a
passar 300.000 romeiros, só havia 8 banheiros públicos, construídos
pela prefeitura, e a alimentação vendida aos visitantes era muitas vezes
higienicamente reprovável, causando freqüentes intoxicações e até
intrnações hospitalares. Para solucionar o problema. partiu-se para a
construção do Centro de Apoio aos Romeiros, com 502 banheiros, praça de
alimentação, 700 lojinhas e 702 pequenos boxes. Pois bem, esta obra, que
deveria ser elogiada. só merece ironias e desconfianças de que, sob
"a santa intenção de dar mais conforto aos romeiros" estejam
escondidos inconfessáveis interesses financeiros. De pouco adianta a
explicação do cardeal-arcebispo Dom Aloisio Lorscheider, que, na expressão
da repórter, : "saca um argumento métrico-decimal para refutar a
comparação com os vendilhões da Bíblia" (9/7/97, p. 63).
Tanto neste como na maioria dos casos, nota-se uma lamentável falta
daquela seriedade e objetividade que se espera no trato com as coisas da
religião, e o nenhum compromisso da revista com Cristo e sua Igreja. E
isto num país onde a maioria absoluta reconhece Cristo como Salvador e
Redentor, e a Virgem Maria como verdadeira Mãe de Deus. =============================================================================
os santos da Igreja e seu passado histórico. Os fenômenos místicos são
levados para o terreno do ridículo, os que defendem os princípios morais
cristãos viram alvos de chacotas, e os devotos, tachados de
"carolas". Mas não só eles. O ministro Clóvis Carvalho e o
vicepresidente Marco Maciel, por terem apoiado a idéia de tomar o
ensino religioso uma disciplina do currículo escolar, também recebem o
mesmo denominativo de "carolas" (3017/1997, p. 73). Quando a Comissão de
Constituição e Justiça aprovou um projeto de lei em favor do aborto,
isto é, em casos de gravidez interrompida por causa de estupro ou risco
de vida para a mãe, a revista não perdeu a ocasião de alfinetar a
Igreja, citando as palavras de Marta Suplicy: "Se fosse pelo
Vaticano, não se poderia usar anticoncepcionais, os preservativos não
seriam distribuídos para conter a AIDS e nem sequer o divórcio seria
admitido". "Imaginem - faz questão de salientar a revista - se
o Ministério da Saúde seguisse a política da Igreja Católica, que proíbe
o uso de camisinha, e acabasse sendo cúmplice na transmissão da
AIDS" (27/08/1997). E generosamente concede uma capa inteira e oito páginas
de miolo para as fotos e os
Mas a revista esquece de dizer que se o Ministério da Saúde lembrasse a todos os brasileiros que, acima das leis dos homens, existe a lei divina; que os Dez Mandamentos não estão na Bíblia para enfeite e sim como lei de observância obrigatória, e que alguns deles proíbem expressamente matar, cometer adultério e cobiçar a mulher do próximo (Êx 20,13-17), a situação seria diferente.
Em contrapartida - refiro-me à imprensa em geral- divulgam-se maciçamente as mensagens da Nova Era (Spielberg é seu principal arauto no mundo do cinema), a crença nos anjos cabalísticos, nos mestres-ascensos, mapas astrais, runas, gnomos, duendes, silfos, ondinas e salamandras, na energia mágica das pirâmides e dos cristais, nos búzios e horóscopos. Os mestres espirituais já não são Jesus e Maria, e sim Alvim Tofler (a terceira onda), Rampa, Jeremy Tarcher, Marilyn Ferguson, Helena Blavatsky, Shirley MacLaine.
E assim, sutilmente, perfidamente, essas crenças e doutrinas vão sendo integradas no cotidiano de milhões de pessoas, sem que a maioria se aperceba. E o resultado, segundo Marisa Bueloni, é ''uma multidão confusa e esquecida do verdadeiro Deus, mergulhada nas mais diferentes formas de ocultismo, invocando espíitos, praticando a clarividência, crendo em amuletos e objetos mágicos, buscando cura para seus problemas através de videntes eletrônicos e viagens a outros mundos, na esperança de entrarem em contato com forças sobrenaturais".
Além da imprensa, os judeus controlam a produção cinematográfica em quase todos os países do mundo.
Outros postos-chave
Outros postos-chave onde se entrincheiram os "conquistadores do mundo" são a indústria e o comércio. A indústria têxtil e o
comércio de algodão - segundo Marschalko - estão nas mãos deles, praticamente no mundo inteiro. O
comércio e a produção de ouro encontram-se associados com os nomes dos
Rothschild, Bleichroeder, Mendelsobn, Japhet, Seligman, Lazard, Strauss, Morgenthau e
Schiff, todos judeus. Os Oppenheimers controlam quase toda a produção mundial de diamantes. Cem das maiores minas de diamantes, de ouro e de urânio
pertencem a essa família. Sua fortuna é calculada em um bilhão de dólares.
Segundo Marschalko, "a ONU tornou-se a organização mais poderosa do mundo judaico, e um exemplo do governo mundial supranacional". A bandeira que tremula sobre seu palácio de vidro em Manhattan chama atenção pelas suas cores de um azul pálido e branca, impressionantemente idênticas às da bandeira de Israel. Ali os judeus ocupam todos os postos-chave no Secretariado, no seu Departamento de Informações, no Departamento Internacional do Trabalho (ILO), na Organização de Alimentos e Agricultura (FAO), na Organização Científica, Educacional e Cultural (UNESCO), no Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), no Fundo Monetário Internacional(FMI), na Organização Internacional de Refugiados (IRO), na Organização Mundial da Saúde (OMS) na Organização Internacional de Comércio, na União Internacional de Telecomunicações, na Organização da Aviação Civil e em Projetos Diversos.
Os donos da bomba atômica
"A fissão atômica é uma ciência tipicamente judia", escreve Marschalko, que estamos resumindo aqui. A fórmula da bomba lhes caiu nas mãos desde os primeiros estágios das pesquisas. No seu desenvolvimento se empenharam exaustivamente os gênios de Albert Einstein, mas sobretudo de Robert Oppenheimer, considerado seu verdadeiro inventor. Nos laboratórios de Los Alamos, cercado de um verdadeiro enxame de cientistas judeus, ele trabalhava dias e noites, chegando a ficar "magro e pálido". Tanta pressa tinha como primeiro motivo criar um artefato capaz de fulminar os alemães de Hitler, vingando-se das torturas praticadas contra os judeus, nos campos de concentração. .
Realizada com êxito a primeira experiência em Hiroxima, em agosto de 1945, surgiu para os seus criadores o grande impasse: quem ficaria encarregado de administrar, a partir de
agora, o uso de tão perigoso invento? Para os judeus parecia lógico que
a bomba atômica devia ser propriedade nacional deles. Mas para o Governo,
ela devia ficar aos cuidados do exército
dos Estados Unidos.
Foi então que, vendo
escapar-lhes das mãos uma arma tão decisiva para alcançar o poder
supranacional, resolveram acionar um de seus mais poderosos personagens: o
banqueiro Bernard Baruch, que, diante do povo americano, aparecia como o
"presidente não oficial" dos Estados Unidos, por causa de seu
colossal império econômico. Com efeito. Baruch controlava 351 dos mais
importantes ramos da indústria norte-americana e dois terços das matérias-primas
de todo o mundo. Pois este homem deveria arrancar do Congresso uma lei que
transferisse o controle da bomba, do exército para uma Comissão de
Energia Atômica a ser criada. E o que parecia humanamente impossível
aconteceu, embora diversos escritores e entendidos no assunto admitam que
o Congresso norte-americano cometeu "alta traição" quando,
"sob o chicote de Baruch, aprovou a lei que tirou o controle sobre a
bomba atômica das mãos do Presidente do País e do exército". E o
presidente Harry Truman, sem se aperceber das conseqüências que poderiam
advir, assinou a lei.
"Essa comissão -
escreve Marschalko - é mais poderosa do que o presidente dos Estados
Unidos. Ela pode agir com independência de qualquer governo na face da
terra, mesmo dos Estados Unidos. Segundo declarações oficiais das
autoridades americanas, essa comissão tinha mais poder sozinha do que
Hitler, Roosevelt e Stalin juntos".
Mas, criada a Comissão,
a grande surpresa: "dos primeiros cinco componentes, três, ou até
mesmo quatro, eram judeus".
Desta maneira -
prossegue Marschalko - "a bomba caiu inteiramente nas mãos dos
judeus. E assim aconteceu a maior tragédia da História, e a maior ameaça
de todos os tempos paira agora sobre a humanidade. Se a bomba atômica,
mesmo nas mãos de estadistas democratas devidamente eleitos, já
representa uma arma perigosíssima, imaginem no que pode se transformar
nas mãos de um grupo nacionalista fanático. Usando a bomba atômica, não
apenas a civilização poderia ser destruída, mas também a liberdade de
todos os habitantes do mundo poderia ser perdida para sempre. A bomba nas
mãos dos
Nas mãos deles, a bomba
representa o terror e uma horrível ameaça, mesmo que ela jamais seja
usada. A psicose atômica, o medo de ser destruído pela radiação de uma
explosão nuclear, Podem ser explorados em prejuízo de nações inteiras.
'Renunciem à sua liberdade e à sua independência, abandonem a fé cristã,
pois nós estamos segurando a bomba acima de suas cabeças'. 'De nós
promana o terror que tudo invade', lê-se nos Protocolos (p. 102).
Nem mesmo os sábios de Sião, quando escreveram esta frase, ousavam
vislumbrar uma visão tão horrenda. A bomba atômica é o horrível
agente desse terror que tudo destrói, e ao mesmo tempo é a mais
horripilante prova de que as aspirações de dominação mundial realmente
existem".
A cartada socialista A certa altura, porém, os sionistas se deram conta de que a democracia e o capitalismo, que lhes permitia dominar as finanças dos povos, não lhes possibilitava ainda o domínio absoluto, previsto no Talmud. Em razão disto, os judeus Karl Marx e Friedrich Engels cogitaram à criação de um sistema totalitário - o comunismo* - que lhes facultasse assumir o poder político e econômico mundial, como reconhece Pinay, que assim define os objetivos do sistema: ======================================================================
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"A
finalidade do comunismo é a nulificação do povo no (aspecto) econômico,
político, social, humano e transcendente, para possibilitar a uma minoria
o domínio pela força. Em termos internacionais: conseguir pela força o
domínio mundial em beneficio de uma minoria insignificante, aniquilando
os demais seres humanos por meio do materialismo, do terror e, se necessário,
da morte... Já é conhecido no mundo inteiro o impulso homicida dos
dirigentes soviéticos, e poucos são os que não sentem calafrios de
terror ao conhecer as sangrentas depredações levadas a cabo na Rússia
pelos marxistas".
Para
fmanciar a luta mundial do comunismo, em 1929, o "Clube dos Iluminados"
se reuniu em Nova Iorque, onde fundou um comitê com esta finalidade.
"A ditadura do socialismo comunista Marx/Engels - prossegue Sérgio Oliveira - permitiu aos judeus alcançarem esse domínio absoluto e, por isso, desde que o implantaram na Rússia, passaram a trabalhar sem descanso para alastrá-lo por outros países... As conseqüências desta empreitada macabra todos conhecem: 60 milhões de vítimas. Sem dúvida, em termos numéricos, o maior genocídio de todos os tempos".
Psicopolítica
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