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Não prevalecerão - conspiração para acabar com a Igreja |
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Está
dito
Que poder este? Qual o erro? Está também
Não é preciso dizer que chegamos neste tempo. Como chegamos a
isto? Na aparição de Lá Sallete, em 1846, Nossa Senhora falou que a
partir de 1864 seriam soltos muitos demônios sobre a terra, e estes
provocariam grandes estragos entre os homens. De fato, durante quase dois
milênios o inferno havia tentado destruir a Igreja a custa do poder dos
exércitos, dos mártires, primeiro com Roma, depois com o Império
Otomano, e sempre com suas inumeráveis heresias, que visavam destruir a fé,
e arrasar a Igreja.
Na realidade o inferno percebeu que nada disso adiantava, porque um
poder supremo mantinha a Igreja de pé, embora todos os ventos e
tempestades que enviasse contra ela. Este poder entre nós é sem dúvida
a presença real de Jesus na Eucaristia, a forma que Ele escolheu para
estar em nosso meio, até a consumação
dos séculos. E assim, já antes de 1864, grandes bruxos e sacerdotes
do demônio tramavam nas trevas, novas formas de destruir a Igreja, porque
sabiam que somente acabando com ela, conseguiriam entregar o mundo nas mãos
de Lúcifer.
Sua primeira ação foi adentrar na Companhia de Jesus para
descobrir seus métodos, e destruí-la a partir de seu interior. E o
conseguiram em parte! Tendo dado certo este plano, com a visível perda de
poder dos padres Jesuítas, o passo seguinte foi adentrar na própria
Igreja. Mesmo sabendo que ela é indestrutível, eles não se deram por
vencidos e nesta altura já sabiam que toda sua fortaleza partia da da
Sagrada Eucaristia: sem destruí-la, não conseguiriam jamais o principal
que seria tomar a Igreja de assalto, elegendo um antipapa, que assim
poderia introduzir na Igreja todas as modificações necessárias, para
juntá-la a religião universal, onde Lúcifer seria o deus.
Era então preciso primeiro destruir a Santa Missa. Era preciso
descaracterizá-la como Sacrifício e era preciso acabar com aquele rito
salutar. E já desde os finais do século IXX, grandes bruxos e magos do
inferno, começaram a tramar pela queda da Eucaristia, lutando pela comunhão
na mão, e por sua distribuição por leigos como simples pão. Milhares
de reuniões e outras tantas horas de planejamento, acabaram por
estabelecer um ardiloso plano de infiltração na Igreja, buscando entregá-la
ao demônio.
Nos dois textos – Antiapóstolo – que coloquei no site, o
leitor pode acompanhar com perfeita clareza cada passo da programação
dos bruxos do inferno, infiltrados dentro da nossa Igreja – pasmem – e
viu que uma enormidade destes projetos já foi implementada. Já estão
sendo aplicados na Igreja, e não diretamente pelo antipapa, mas sim por
nossos bons sacerdotes, que – orgulhosa e infelizmente – não se dão
conta de que servem de bucha de canhão ao inferno, e que com isso os usa
contra a própria Igreja.
Eles, de fato, não aceitam sequer pensar que estão errados e
parecem ter vergonha da verdade, fogem do rito antigo e eficaz, enfim, do
que é bom para a nossa salvação eterna. Nos textos, se pode ver que
existem milhares de pessoas infiltradas pelos planejadores de Lúcifer
dentro da Igreja e que tais pessoas somam cargos de alta patente na
hierarquia tendo, portanto, condições de mando. E se mandam, podem
mandar fazer errado!
Certo dia, eu perguntei a um bom sacerdote amigo, já falecido e
hoje no Céu, se ele acreditava que existissem estes agentes do mal
infiltrados na Igreja e ele foi seco e taxativo:
deveria ser excomungado da Igreja, a pessoa que sequer levantasse esta hipótese!
Bem, agora que ele está no Céu e bem informado, deve pensar diferente!
Mas a cegueira dele então serve para nos indicar a cegueira dos padres
ainda vivos, e também de bilhões de leigos, que simplesmente não
conseguem discernir o perigo destes tempos malditos, e o caos que tais
modificações diabólicas estão acarretando na Igreja.
Como São Paulo nos alertou acima, eles acolheram mestres de satanás,
em geral ardilosos mestres
protestantes, que lhes impingem tais mudanças como necessárias, mal
sabendo que isso – antes de atrair os fiéis – os afastam da Igreja. A
prova é o contínuo esvaziamento dos templos, a diminuição assustadora
na freqüência dominical, e o desprezo categórico dos fiéis pelos
Sacramentos, especialmente o da Confissão.
Ainda sobre os textos, foi possível perceber que duas coisas
contribuíram grandemente para que tivéssemos chegado a este estado
deplorável de coisas, com a previsão de que em breve chegaremos ao
abismo final e inimaginável: Um delas foi a ambigüidade dos textos do
Concílio, que permitiu a padres e leigos diferentes
interpretações. Isso em parte derrubou a unidade, porque a verdade não
pode ser expressa por artifícios de uma linguagem dúbia! Ela sempre deve
ser direta, taxativa, conclusiva e sem possibilidade de outras interpretações.
De fato, meia verdade é sempre uma grande mentira!
Vejam este texto ambíguo, quer dizer não conclusivo e falso: Pois
a liturgia é feita de elementos
imutáveis divinamente instituídos, e de elementos
sujeitos à mudança. Estes últimos não apenas podem
ser modificados, mas devem ser
modificados com o passar do
tempo, se eles sofreram de intrusão de algo fora da harmonia com a
natureza interna da liturgia ou se tornaram menos
apropriados. Vejam a premissa inicial é mentirosa, quando
afirma que a liturgia é composta de elementos sujeitos a mudança! A
Liturgia da Missa é composta apenas de elementos imutáveis, divinamente
instituídos, para que conservem sua eficácia, e produzam bons frutos. O
resto que vem é mentira!
E foi isso que levou muitos padres a partir para experiências
deletérias, introduzindo não somente mudanças no rito e nas
palavras, mas até uma série de Missas novas, totalmente discordantes do
Missal, e, portanto sem qualquer
fruto. Ponto para o diabo! Este acima é apenas um exemplo do “espírito
do Concílio”, que foi considerado pelos planejadores do inferno como
uma vitória, porque embora não tenham sido eles – os que estavam
infiltrados nas comissões – a produzirem os textos finais, conseguiram
mesmo assim produzir textos
confusos passíveis de diferentes interpretações e mudanças. Com
isso eles estão conseguindo – porque continuam agindo furiosamente – vencer
na aplicação das normas conciliares, que seguem distorcidas
e estão levando ao caos.
Mas, certamente, a maior vitória de satanás contra a Igreja se
deu quanto à Missa atual, a Missa Nova, rezada em língua vernácula. Sob
a alegação de que as pessoas não entendiam o latim – Deus é que deve
entender não as pessoas, que nunca entenderão – esta língua foi
substituída pela língua pátria, o que permitiu aos seus artífices
introduzir uma série de alterações destruidoras da Liturgia da Missa.
Até porque esta “Missa Novus Ordo” foi escrita por cinco
pastores protestantes e um rabino
judeu, sob a batuta dos cardeais Anibale Bugnini e Virgilio Noé, que
os pagaram para isso.
Vejam: eu não me oponho, de forma nenhuma, contra o Concílio
Vaticano II, que foi válido,
convocado e encerrado validamente conforme as leis canônicas. Da mesma
forma, não me oponho, de forma alguma, à Nova Missa, porque pessoalmente
dela tenho recebido inumeráveis frutos, pois para mim, basta que o
sacerdote proclame, na pessoa de Cristo: “Isto
é Meu Corpo” e “Isto
é Meu Sangue”, para que aconteça ali o mais assombroso dos
milagres. Mas, por forças que não consigo explicar, sinto que existe um
abismo entre os frutos reais
desta Missa e da Antiga, a de Pio V.
Na realidade a Missa é todo um rito conjunto e um crescendo
sublime. Cada passagem da liturgia tem um significado divino e excelso,
que a torna – em seu conjunto – na rememoração do Sacrifício
Redentor de Cristo, e isso acontecia realmente, pelo rito antigo. E disso
a Igreja Católica jamais poderá abdicar, seja em que ecumenismo for. Mas
nesta nova liturgia, elementos
chaves foram retirados, o sentido das palavras foi esperta e ardilosamente
subvertido, para que não provoque mais os mesmos e esplendorosos efeitos
de graça anteriores, antes para que ela mais se aproxime do rito
protestante de simples ceia de
despedida. A prova é que – pelo nosso Movimento soubemos – o Purgatório
se abarrotou imediatamente. Esta nova Missa, quase fez secar o rio de graças!
Vejam algumas observações de eminentes protestantes, à respeito
da Missa Nova: "As comunidades
não católicas poderão celebrar a Santa
Ceia com as mesmas orações
que a Igreja católica [da Nova Missa] : teologicamente,
isto é possível"." (Max Thurian, pastor protestante de
Taizé). Outra: "As novas orações
eucarísticas [da Missa Nova] apresentam
uma estrutura que está conforme a
missa luterana.."(Roger Schutz, pastor protestante de Taizé)
"As novas orações litúrgicas
[da Missa Nova de Paulo VI] deixaram
cair a falsa perspectiva de um sacrifício oferecido a Deus."
(" De uma das mais importantes revista dos protestantes", citada
por Jean Guitton no jornal "
Isso diz tudo! Se a Missa Católica atual está de acordo com a dos
protestantes, então temos aí a prova de que ela realmente foi programada
por eminentes protestantes. Em http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=doutrina&artigo=20051221112932&lang=bra
> você encontrará os nomes dos pastores protestantes, que foram
aceitos pela Igreja Católica como “observadores”, e suas fotos. E
aqui, como simples leigo, não consigo entender o motivo pelo qual nossa
Igreja, em uma reunião tão importante como é um Concílio, precisa da
presença de pastores protestantes, rabinos e outros mais. Não seria o
mesmo que trazer os lobos para dentro do redil? Quem os trouxe? Os maus!
Dentro deste mesmo espírito maldito, surge o falso ecumenismo –
como outra semente daninha do diabo – a aproximação vendida, forçada
e bandida com outras religiões e os protestantes. Esta deletéria praga
– falso do falso ecumenismo – é certamente a madre possessa da aplicação
das heresias. Que acontece? Desde sempre, como é desejo de Deus, e já
como Jesus nos disse: “sejam um só,
como Eu e o Pai somos um”, a Igreja buscou caminhar na unidade.
Entretanto, hoje milhares de denominações ditas cristãs, se esparramam
como pasta negra pela terra, conturbando e contaminando tudo onde
encostam, dilacerando assim, cada dia mais, esta unidade tão sonhada por
Jesus.
Notadamente após o Concílio – e insuflada pelos agentes do
inferno, como se viu – começou a se falar em ecumenismo, em união de
todas as Igrejas, e instituíram-se, por ordem do Santo Padre, comissões
inter-religiosas de estudos, visando esta unidade. Isso em todo mundo, e
também aqui no Brasil. Mas a ordem central do Papa era esta: todo
ecumenismo, que não vise o retorno dos irmãos separados à
verdade, é falso. Portanto, isso implica em que a
Igreja Católica não estava posta a venda, jamais, e que nenhuma de sua
Doutrina e seus Dogmas, poderia ser objeto
de negociação. Nós jamais poderíamos renegar o sagrado e o Divino,
em nome de uma falsa união
pela mentira.
Ora, para começar isso é muito difícil! Numa assembléia
qualquer, quando um dos lados permanece irredutível, ou quando se
apresenta à discussão com cláusulas pétreas, irredutíveis – como o
caso dos dogmas da Igreja – dificilmente se podem avançar alguns centímetros
em busca do consenso. Então surgiu o primeiro grande blefe do inferno: fiquemos
com o que nos une, e o diabo que fique com o que nos desune! Isso
é sem dúvida uma frase deletéria – embora pareça bonita – porque
nela esta embutida a capitulação
da Igreja Católica frente aos cismáticos hereges, porque jamais se
viu qualquer outra denominação dita cristã, que alguma delas tivesse
dado um só passo atrás em suas posições heréticas: somente a Igreja
Católica cedeu! E tanto cedeu que está se despindo se desqualificando e
se preparando para o advento do antipapa.
E assim, o diabo está ficando com tudo! Em verdade, qualquer
ecumenismo somente pode ser tratado com pessoas que participam de uma
mesma idéia central. Neste caso, o Evangelho, a pessoa de Jesus nosso
Deus é este ponto comum. Isso, de partida, exclui do caminho ecumenista,
todos os espíritas que lidam com o demônio, os budistas que sequer têm
um Deus, e igualmente os maometanos que consideram Jesus uma pessoa
qualquer. Como estes se mantêm apenas respeito e boa vizinhança, jamais
diálogo ecumênico.
Em verdade, com o falso ecumenismo a Igreja começou a despir-se do
Sagrado, e a vestir o profano. Trocou o divino pelo humano! Devagar, mas
ao mesmo tempo com fúria incontida os padres passaram a evitar todo tipo
de coisa que pudesse “desagradar” aos “irmãos protestantes”, e
segue hoje. Tira-se o sacrário, porque eles – as seitas – não
acreditam na presença real de Cristo na Eucaristia! Tiram-se as imagens
de santos, porque os protestantes não as aprovam! A Missa é tratada aos
poucos como simples ceia conforme o gosto dos protestantes, e o seu
sentido Sacrifical é derrubado, é cuspido e blasfemado, em troca de uma
simples comemoração festiva entre “irmãos que se amam”.
Nada que possa causar xiliques aos protestantes deve ser dito,
usado ou pregado. Por exemplo, tão logo se fale que o Papa Bento XVI irá
promulgar os dois dogmas Marianos – Medianeira e Co-redentora –
imediatamente os escritores do inferno se alarmam e apontam o rifle
protestante contra a Igreja, dizendo que isso
atrapalhará a unificação! Mas, espera ai: unificação em torno
da Igreja divina de Pedro, ou da igreja humana de Lutero? Unificação em
torno da verdade de Jesus, ou da mentira protestante de Calvino? Sim,
porque eles querem apenas que a Igreja Católica ceda, porque o demônio
sabe muito bem que no dia em que o Papa verdadeiro ceder em um só ponto
da doutrina eterna, o resto inteiro cairá por si só! Por ali o maligno
entra e como verme furioso destrói o resto!
Se Jesus tivesse tido o mesmo comportamento entreguista em relação
à fé frente aos rebeldes e maus fariseus, se tivesse falado da verdade
com a mesma tibieza destes falsos ecumenistas, certamente sua religião não
sobreviveria a Sua Morte na Cruz. Da mesma forma a Igreja criada por Ele:
se agora abrir espaços para a mentira, se em troca de uma falsa unidade
entregar seus dogmas mais preciosos, seus tesouros mais caros, sua
Liturgia, certamente ela não resistirá ao próximo Calvário que virá
para, antes de Jesus. E isso não sou eu quem afirma e sim o nosso
Catecismo, como está no nº 675:
“Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar
por uma provação final
que abalará a fé de muitos crentes. A perseguição que
acompanha a peregrinação dela na terra, desvendará o “mistério
da iniqüidade” (II Tes) sob a forma de uma impostura
religiosa que há de trazer aos homens uma solução
aparente aos seus problemas, à custa da apostasia da
verdade. A impostura suprema é a do Anticristo, isto é, de um
pseudomessianismo em que o homem se glorifica a si mesmo em
lugar de Deus e do seu Messias que veio em carne”.
Mas é por isso que milhares de padres odeiam o Catecismo! Porque
fala a verdade! Porque ensina a verdade, da verdadeira Igreja, e eles
querem viver sua própria verdade, sua falsa teologia de origem
protestante e apóstata. Tudo isto, também está previsto nas Sagradas
Escrituras. Os falsos pastores que hoje conduzem a Igreja ao abismo, eles
e todos os hereges não serão jamais capazes de derrubar esta passagem da
mesma Bíblia que diz em Mateus 16, 18
E eu te
declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as
portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Nós leigos, pequenos, estamos ficando como ovelhas sem pastor. Na
minha cidade, por uma graça do Altíssimo ainda temos o Sacrário no
centro da Igreja e pela configuração dela, acho que dali não sairá tão
cedo. Também, salvo pequenas divergências, nossos bons padres celebram
normalmente, sem esta sanha maldita de mudar, de quebrar o rito o que
certamente produz ainda bons frutos. Entretanto, mesmo aqui, e com bons
padres, é bem visível o esvaziamento dominical da Igreja, que, a bem da
verdade, deveria estar sempre cheia – sábado e Domingo – caso todos
cumprissem o dia de preceito.
Jesus
também disse em Mateus 16, 19
Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será
ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.
E a Igreja ligou na terra um mandamento que diz: Assistir
Missa inteira, aos Domingos e festas de guarda! Então é ordem, e
está ligada no Céu! Deus a tem por ciúme, e cobrará caro de todos
aqueles que a isso desobedecem. Mesmo que esta Missa já não produza os
frutos coletivos da Missa antiga, ainda assim é fonte de bênção
infinita para todos aqueles que a vivem – Missa se vive com a alma –
em estado de graça.
De fato, se todos os católicos vivessem, com amor sua Missa,
embora tudo o que já despiram dela de santo e sagrado, nada faria descer
a Igreja aos abismos como está hoje. Mais que isso, a fera continuaria
desmoralizada e cada vez mais
Batizar para que, se não cumprem este Santo Sacramento nem vivem o
compromisso de fé que naquele dia assumiram diante de Deus quanto a seus
filhos? Casar para que na Igreja, se depois levam uma vida onde o sexo e o
mundo são mais importantes – quem sabe já antes – eis que as milhões
de separações atestam claramente que não houve a bênção de Deus,
pois fizeram do sacramento uma farsa. Enfim, enterrar falecidos com a fórmula
cristã para que, se na vida viveram como pagãos, quase hereges, longe
dos Sacramentos, distantes da Igreja, e muito aquém daquilo que Jesus nos
pediu?
Assim, a maioria das mudanças que hoje estão acontecendo dentro
da Igreja, de seu rito litúrgico e das suas normas, não procede do santo
Padre do Papa, e sim da besta que
tem dois chifres como um cordeiro, mas fala como um dragão (Ap 13,
11). Fala pelo dragão! O leitor pode ver isso passo a passo, nos 34 itens
que apresentamos no texto anterior e não preciso mais repetir. Tudo isso
se deve a cegueira dos fiéis e especialmente do clero. Dos primeiros a
falta de oração que os podia manter a salvo, dos segundos, também a
falta de oração, para que o Espírito Santo pudesse neles agir e lhes
revelar este assalto.
No fundo está um orgulho arrogante e semente de satanás, que faz
muitos padres crer que um leigo, não teólogo, jamais os poderá alertar,
quanto mais instruir. Por outro lado, a cegueira espiritual, a catarata
avançada que lhes obstrui a mente, em especial ao acharem que quando uma
pessoa porta o título de doutor, ou teólogo, não pode errar ou não os
pode estar enganando, faz parte daquela operação do erro mencionada por
São Paulo, o poder diabólico que o engana e veda ao entendimento. Por
isso eles desprezam e matam os
profetas e apedrejam a aqueles que Deus lhes envia. Mas Jesus diz
muito bem nesta passagem: ai de ti
Jerusalém!... Ai dos que adotam falsos mestres e falsos teólogos!
Eu coloco tudo isso como um lamento de leigo sentido! Jamais, porém
com intuito de amedrontar aos nossos amigos e leitores. Porque, realmente não
devemos temer e é como me disse uma leitora: Li
os textos – antiprofeta 1 e 2 – é de doer, é de chorar. Uma Igreja tão
linda, nascida do sangue de Deus! Com tantos tesouros,
sacramentos, indulgências, Santa Missa, Eucaristia!!! Temos
Deus no meio de nós!! E que Mãe que nós temos!!! Deus seja
louvado! Que Jesus, Maria e José nos abençoe para
correspondermos ao infinito Amor! Temos a Maravilha do Sacrário!!!
Que Mistério lindo, consolador, confortador!!! Deus é bom. Deus
seja louvado!!!
O sentido é apenas fazer com que o leitor compreenda a origem e a
fonte do abismo em que estamos metidos, e por outro lado, se compenetre da
força e da proteção de nosso Deus, que tem vencido a todas as batalhas.
De fato, são milhares hoje os adversários e inimigos que se atiram
contra a Igreja, mas eles se batem em vão contra a Rocha de Pedro, a
pedra posta por Deus em Sião, pois está profetizado que todos aqueles
que se baterem contra ela serão despedaçados, sejam homens ou demônios,
pois está escrito:
1ª Pedro 2, 6
... Eis que ponho em Sião uma pedra
angular, escolhida, preciosa: quem nela puser sua confiança não
será confundido (Is 28,16).
7 Para vós, portanto, que
tendes crido, cabe a honra. Mas, para os incrédulos, a pedra que os
edificadores rejeitaram tornou-se a pedra
angular, uma pedra de tropeço,
uma pedra de escândalo (Sl
117,22; Is 8,14). 8
Nela tropeçam porque não
obedecem à palavra; e realmente era tal o seu destino. 9
Vós, porém, sois uma raça escolhida, um sacerdócio régio, uma nação
santa, um povo adquirido para Deus, a fim de que publiqueis as virtudes
Daquele que das trevas vos chamou à sua luz maravilhosa.
Nós todos somos
chamados a ser luz, a ser semente de esperança, porque a vitória virá
sem dúvida, mesmo que – ainda por um tempo – a Igreja afunde mais e
mais. Porque sempre temos dito: Lúcifer sabe perfeitamente que nunca
vencerá a Deus, nem a Igreja. Mas isso, de certo modo, o conformaria
depois pelos séculos sem fim, porque ele se dirá a si: eu sabia que não
tinha chances! Mas para que se prove eternamente o infinito poder de Deus
sobre este anjo rebelde, é preciso que as coisas cheguem a tal ponto, em
que ele diga: venci a Deus! Ele precisa ter esta certeza
absoluta! E Deus fará chegar a isto!
Então, como num sopro, numa fração de segundos, todo o seu império
ruirá como um castelo de areia sepultado por um tsunami. Não somente
isso, também é preciso que ele se sinta completamente dono do coração
do homem, e finalmente seu deus. Então, o mesmo sopro vindo do Espírito
Santo, haverá de roubar-lhe bilhões de almas, sem com isso afrontar-lhes
o livre arbítrio, porque elas voltarão a Deus pelo Amor. E isso irá
aumentar, e multiplicar em milhões seu sofrimento eterno, porque Deus está
dispondo as coisas de tal forma, que será a simples criatura humana, o
vencedor do grande Lúcifer.
Não somente isto e notem bem: hoje, não creio que mais de 1% da
humanidade ainda reze com fé, seja fiel à Igreja Católica, siga com
amor os mandamentos, ame e viva os Sacramentos, sendo plenamente obediente
ao Santo Padre, o papa Bento XVI. Isso quer dizer que é diminuto o exército
de Deus, comparado ao assombroso aparato que está posto diante de nós
pelo exército das trevas. Mas serão estes poucos fiéis devotos de
Maria, nossa querida Mãe, os que a verão esmagar a cabeça da serpente
infernal.
A Igreja Católica – passadas todas estas coisas – será a única
entidade da terra, que ainda estará de pé. Podem ruir seus templos,
podem ser arrasados seus santuários, pode desaparecer completamente seu
patrimônio físico, pode parecer que ela esteja sem um fiel sequer, ainda
assim, aquele pouco que sobrar dela, derrotará as trevas infernais. Tudo
o mais irá desfazer-se em pó, para que dele não reste memória. A
humildade derrotará o orgulho! A simplicidade derrubará a falsa
teologia! O podre cairá! O amor vencerá sempre!
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Fonte: www.recados.aarao.nom.br |
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