PAPA AUTORIZA PUBLICAÇÃO _ MAS NÃO APROVA _ O DOCUMENTO FINAL DA CONFERÊNCIA DE APARECIDA

 

Cidade do Vaticano, 13 jul (RV) – Bento XVI autorizou _ embora não tendo aprovado _ a publicação do documento conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, realizada em Aparecida, São Paulo, de 13 a 31 de maio passado.

Ao que parece, um dos mais importantes pronunciamentos do pontífice, em sua viagem ao Brasil _ o de inauguração da V Conferência _ não foi assimilado, em sua totalidade, pela maioria dos participantes da reunião episcopal.

Nesse discurso, Bento XVI sublinhava que, nos últimos anos, a Igreja conheceu algumas cristologias caracterizadas por tendências redutivas ou que acentuam de tal maneira a dimensão histórica de Jesus, a ponto de colocar num segundo plano, a sua divindade, apresentando Jesus com as características de um profeta da transformação social; ou o exato oposto, isto é, que davam tanto relevo à sua divindade, ignorando quase que totalmente, a sua humanidade e a sua história concreta.

A revista "O Reino" dos missionários Dehonianos, em sua última edição, faz uma análise do documento conclusivo da Conferência de Aparecida, afirmando que o discurso de inauguração, feito pelo pontífice, não foi suficiente para pacificar os ânimos e desfazer os mal-entendidos.

No documento _ de 136 páginas _ os bispos afirmam, de fato, que "a diversidade dos carismas e ministérios não infringe, pelo contrário, enriquece esta comunhão de unidade na diversidade".

Nessa perspectiva _ segundo a análise dos Dehonianos _ o papa autorizou a publicação do documento, ainda que não aprovando o mesmo, em sua totalidade. (AF)

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OBS: Sim, os senões se escondem nesta notícia. O Papa autoriza a publicação do texto dos bispos em Aparecida, embora NÃO O APROVE na totalidade. Isso vem de encontro ao que foi antecipado ao Cláudio, já antes de sair o documento. Isso expõe os ossos fraturados da crise da Igreja, onde uma rebelião jamais antes vista se fermenta.

Mais que isto, mostra que os próprios padres estão conscientes de que seu documento não agradou a Sua Santidade - nem à Igreja e nem a Deus - em especial no que se refere ao falso ecumenismo. Interessante que, ao invéz de simplesmente rejeitarem o documento, seguem avante com suas idéias "reducionistas", não somente da Pessoa de Jesus Cristo, mas também o papel e da realidade única da Igreja Católica.

Sim, o fato de reduzirem Jesus Cristo na sua dimensão divina e Onipotente a um simples homem qualquer, um barbudo libertador de oprimidos, quando em seu Poder Infinito Ele bem poderia esmagar os opressores. A maldita idéia de ver Jesus reduzido a um che guevara qualquer, vermelho e sanguinário, no que se tornaria em outro Hitler, outro Stálin...

Da mesma forma este mau documento destitui a Igreja Católica como ÚNICO caminho para o Jesus que Salva, dando a todos os outros credos o mesmo caminho aberto de salvação. Nisso ele se constui numa negação da Carta Dominus Iesus, assinada por João Paulo II e por seu então fiel escudeiro Joseph Ratzinguer: fora da Igreja Católica não existe salvação!

Desta forma, como o documento em geral é apenas um libelo social, uma indicação de mundo e uma busca do bem viver na terra, e não um apelo veemente à conversão e à santidade de vida, prefiro dizer sim, que esta parte engloba os 90% de errado que o documento de Aparecida tem. E que serão rejeitados! Então, se o Santo Padre autoriza a sua publicação é para que todos tenham condições de bem se informar e de saber o motivo pela qual não será levado em consideração pela Igreja verdadeira.

Por outro lado, lendo o Motu Próprio e a Carta de Acompanhamento que liberou a Missa de Sempre, em Latim, nota-se em Sua Santidade acima de tudo a SERENIDADE, a clareza, a precisão, e a segurança de quem não se desvia um só milimetro da verdade, ainda que isso desagrade a 90% dos que se dizem teólogos da Igreja, de fato modernistas, e no fundo hereges. E esta gente não deve ser agradade e sim combatida! Com a espada da verdade!

Enfim, todos sabemos que esta balela de "comunhão de unidade na diversidade" é prato venenoso de satanás, saído do fundo da fornalha eterna. Que comam dele os desobedientes, e dele se fartem, e os que querem se perder para sempre. Unidade verdadeira é sob Pedro e unicamente na Igreja Católica. Porque, quanto a nós, estaremos com ele e com ela, e assim até a vitória final!

Ademais se o discurso do Papa "não foi assimilado, em sua totalidade, pela maioria dos participantes da reunião episcopal", e se "não foi suficiente para pacificar os ânimos e desfazer os mal-entendidos" temos aqui bem claremente exposta a rebelião e agindo o fermento do embusteiro. Logo satanás conseguirá que os descontentes aleguém direito de maioria e defenestrem Bento XVI, que se verá imobilizado. Isso para que se cumpram as últimas profecias e sejam desselados e revelados os últimos arcanos.

Então, ai dos rebeledes! Ai dos descontentes! Ai dos amotinados!

Que o Senhor tenha pena de suas pobres almas! Rezemos por eles