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“Durante os poucos dias que
passei na prisão entre
a
vida e a morte, recebi de Deus a fé”
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Diante da morte, este momento
singular e decisivo, o homem torna-se mais sério e mais
honesto; parece que nesta hora a realidade supera o orgulho
alimentado durante a vida. Muitos ateus, na hora da morte, em
poucas palavras, negaram tudo o que viveram ou ensinaram em
vida.
Vejamos o que muitos ateus disseram próximo da morte.
Engels principal propagandista do ateísmo, voltou a
reconhecer Deus: “A vida tem que ser devolvida Àquele que
morreu na cruz por todos os homens” ( Atheismus – ein Weg.
P. 170).
Lênin, ao final da sua vida pediu perdão por todos os
seus erros a Deus, ao mundo:
“Cometi um grande erro. A sensação de viver perdido num
oceano de sangue derramado por inumeráveis vítimas,
persegue-me. Mas já não podemos voltar atrás. Para salvar a Rússia
tínhamos precisado de homens como são Francisco de Assis. Dez
homens como ele e ter-la-íamos salvo” ( Prof. Möbius.
Bildpost und Pilger).
Sinoviev, presidente da Internacional Comunista e
colaborador de Lenin, exclamou antes de morrer: “Escuta,
Israel, o Senhor nosso Deus é o único Deus”. (R. Wurmbrand,
Antwort auf Moskaus Bibel. Seewis, 1984. P. 47).
Hans Frank, alemão, ministro do Governo
nacional-socialista de Hitler, disse antes de ser executado:
“Aceito a morte como expiação pela grave injustiça cometida
por nós. Mas espero que a misericórdia divina ainda nos possa
salvar” ( Prof. Möbius. Bildpost und Pilger).
J. V. Ribbentrop, ministro alemão dos Negócios
Estrangeiros do Governo nacional-socialista, disse antes de
morrer: “Espero poder ainda ser salvo e obter misericórdia
graças ao Sangue redentor de Cristo” ( H. Weesling. Was seid
ihr traurig).
Heinrich Heine (1797-1856), o grande blasfemo, conhecido
de Marx e Moses Hess, reconhece honestamente antes de sua morte:
“A velha lira despedaçou-se na rocha que se chama Cristo!
Esta lira, dominada por um espírito maligno, celebrou festas
maliciosas. A lira, que apelou à revolta, que cantou a dúvida,
a blasfêmia, a queda. Oh Senhor, oh Senhor, eu ajoelho-me,
perdoa, perdoa-me as minhas canções”.
A empregada de Karl Marx, depois de sua morte, revelou o
seguinte: “Era um homem temente a Deus. Quando esteve
gravemente doente, rezava sozinho no seu quarto, à luz de
muitas velas e punha uma espécie de fita em volta da testa”
(S. M. Rii, Karl Marx Master of Fraud, Nova Iorque, 1962. p. 2).
Marx um dia disse: “Tenho a certeza de que perdi o céu por
culpa própria. A minha alma que antes pertencia a Deus, está
destinada ao inferno. Ah, a eternidade é o nosso tormento, o
nosso martírio eterno.” ( D. blasse Maid, Seg. ME. Vol I-1.
P. 55-57).
Mao Tse Tung, dirigente comunista da China, declarou em
1971 a um jornalista britânico:
“Em breve vou comparecer diante de Deus”. Em 1936 Mao
adoeceu gravemente e como Membro do Comitê Central do Partido
Comunista “pediu para ser batizado. Foi uma freira católica
que o batizou”( Antw.auf Mosk.Bibel (Nr. 35). P. 47).
Jaroslavski, presidente do Movimento Ateu Internacional
pediu, já no seu leito de morte, a Stalin:
“Queimem todos os meus livros!”. “Olhem, vejam os Santos!
Ele já está há muito tempo à minha espera. Ele está aqui!
Queimem os meus livros!” ( Antw.auf Mosk.Bibel (Nr. 35). P.
47).
L. Pachmann, campeão de xadrez checo, marxista, secretário
do Sindicato Central, detido em 1969: “Durante os poucos dias
que passei na prisão entre a vida e a morte, recebi de Deus a fé”
( D. Weg u.d. Wahrheit u.d. Leben, ed. pelo Inf. zentr. Ber.der.
Kirche. p. 11).
“O único mérito no conhecimento da verdade consiste na
disponibilidade da alma de não querer resistir a aceitar uma
verdade eterna, que já não luta contra a sua revelação. Num
momento de tal importância abre-se o caminho que nos leva à
verdadeira felicidade”.
Lemos no Manifesto Comunista: “...mas o comunismo abole as
verdades eternas, suprime a religião e a moral”.
Substituem a verdade pela dialética; o espírito e Deus pelo
materialismo, pelo qual esperam vir a ser salvos, em vez de
esperar a salvação do Criador. Sem pensamento e sem espírito,
o homem torna-se escravo das suas paixões absurdas; é o
pecado; e a destruição da sua personalidade.
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