A Profecia de Orval, do século XIII
| Esta
profecia, aparentemente, foi publicada pela primeira vez em 1544 em francês
gaulês. Ela vem de um religioso que teria habitado na abadia de Orval (Aurea
vallis, vale de ouro, Or-val), situada em Luxemburgo. Há outros livros
que dizem que ela só se tornou pública no final do século XVIII, em uma
noite, ao ser lida por um abade para um auditório cheio de pessoas. Nessa
noite, a profecia foi parcialmente copiada. Essa omissão explica a mutilação
do texto, o qual só se conhece a segunda parte. A profecia foi impressa
pela primeira vez em 1829. O texto abaixo foi traduzido da profecia em
francês, tirado da obra do abade Curicque, que a obteve na obra do abade
Lacombe. O abade Lacombe, escritor de importantes livros de profecias do século
XIX na França, realizou pesquisas a pedido do arcebispo de Bordeaux para
determinar a veracidade dessa profecia. O abade Curicque também foi um
dos mais importantes pesquisadores e escritores de profecias franceses do
século XIX. Apresento aqui somente a parte final da profecia, referente
aos anos 2000 em diante. Aparentemente, há pequenas variações nesta
profecia, ou seja, em alguns livros, é publicada de forma um pouco
diferente. “Ai de ti, grande cidade (Paris)! Eis os reis armados pelo Senhor; mas o fogo já te destruiu até o chão. Teus justos, entretanto, não morrerão. Deus os ouviu. O lugar pecaminoso é purificado pelo fogo. O grande rio (Sena) conduziu águas avermelhadas pelo sangue ao mar. E a França, vista desintegrada, vai se recuperar. Deus ama a paz! Venha, jovem príncipe, saia da ilha do cativeiro. Una o leão à flor branca, venha! O velho sangue dos séculos terminará ainda com longas discórdias. Então será visto na França um só pastor (líder, o rei). O homem poderoso, auxiliado por Deus, se estabelecerá bem. Muitas leis sábias restaurarão a paz. Se pensará que Deus está com ele, de tanto prudente e sábio que o descendente dos Capetos será. Graças ao Pai da misericórdia, a Santa Igreja canta novamente nos seus templos, um só Deus grande. Um monte de ovelhas perdidas irão beber no rio vivo. Três príncipes eliminarão o manto do erro e entenderão a fé de Deus. Nesta época, um grande povo do mar (Inglaterra provavelmente) retomará a verdadeira crença em dois terços. |
Deus
é bendito novamente durante 14 vezes 6 luas e 6 vezes 13 luas. Deus está
triste de ter suas misericórdias dissipadas, entretanto, ele deseja, em
vista dos bons, prolongar a paz ainda por 10 vezes 12 luas. Segundo estas medidas, serão no total 282 luas de paz. Supondo que cada ciclo de lua possui 28 dias, serão aproximadamente 21 anos e meio de paz, ou seja, até aproximadamente o ano 2024. Caso a lua uma medida aproximada de 30 dias, haveria cerca de 23 anos de paz, que iria até o ano 2025. Este tempo parece aproximadamente de acordo com outras profecias, que dizem que haverá cerca de 25 anos de paz. O trecho acima, portanto, fala do período de paz, do início da nova queda da humanidade e do conseqüente fim do período de paz. Só Deus é grande! As coisas boas acabaram, os santos vão sofrer. O homem do mal (AntiCristo) vem de duas classes e cresce. A flor branca (o rei) é obscurecida durante 10 vezes 6 luas e 6 vezes 20 luas e desaparece para não mais aparecer. Muita maldade, pouca bondade, neste tempo. Muitas cidades morrerão pelo fogo. Então, finalmente, Israel irá ao Cristo Deus. As seitas malditas e o povo fiel estarão em duas partes bem distintas. Mas está feito: Somente Deus é verdade e a terça parte da França e ainda a terça parte e meia não terá mais fé, como também os outros povos. E eis que em mais 6 vezes 3 luas e 4 vezes 5 luas e tudo se separa, e o século (a idade) do fim começa. Depois de um pequeno número de luas, Deus combate por seus dois justos (Elias e Enoch) e o homem do mal leva a melhor. Mas tudo está terminado: o Altíssimo coloca uma parede de fogo que obscurece meu entendimento e não vejo mais. Que Ele seja bendito eternamente! Amém!" O período do AntiCristo, de 38 luas mais um pequeno número de luas, é o tempo de aproximadamente 3 anos e meio, que também parece estar de acordo com profecias de outras origens. |