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Rachman se diz horrorizado com a reação ao editorial "O Governo Mundial"

TEXTO RELACIONADO: Editorial do Financial Times admite agenda para criação de um governo mundial ditatorial

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Quinta Feira, 11 de Dezembro de 2008

Colunista do Financial Times, Gideon Rachman, se queixa que tem sido “coberto de lama” na internet, após receber centenas de e-mails hostis, em resposta a seu artigo no qual ele trata da implantação de um governo ditatorial e global, para lutar contra o terrorismo, mudanças climáticas e para resolver a crise financeira.

Pessoalmente satisfeito com o último lugar que a mídia elitista lhe deu, falando bobagens com uma intelectualidade sofisticadamente plagiada.
Rachman desafiou a visão dos intelectuais sobre a situação mundial.

“Estes intelectuais podem ler, mas não podem pensar”, diverte-se Rachman, registrou seu desprezo por aqueles que “acham que o aquecimento global é uma bobagem, mas que na verdade é uma conspiração”.

Não importa que recentemente o chefe do IPCC tenha sido pego manipulando dados a respeito da temperatura, usando dados do mês mais quente, que é setembro, para mês de outubro.

Não importa que o ano de 2008 tenha sido o ano mais frio da década, e que a placa de gelo do Ártico tenha se expandido para uma área do tamanho da Alemanha, desde o verão de 2007, e que um recorde de temperaturas baixas tenha atingido áreas em toda a América.

Não importa que mais de 650 cientistas tenham endossado um relatório do Senado que contesta um relatório da ONU, dizendo que há um consenso no meio científico, sobre as causas do aquecimento global.

Esqueçam tudo isso, até mesmo de questionar a ortodoxia religiosa a respeito do aquecimento global, me faz um intelectualmente inferior, lembra Rachman.

A respeito de seu artigo, “E agora um governo mundial”, Rachman alega que não estava promovendo a idéia do governo mundial, mas meramente debatendo sobre ela.

Ao longo de todo o artigo, ele usa a tática intelectual que faz parecer que o governo mundial é inevitável e advoga pela sua necessidade.

Rachman escreve que há “uma oportunidade e um meio para que se façam sérios esforços em direção ao governo mundial”, e que esta idéia é “plausível” e tem como argumento a crise financeira, o terrorismo e o aquecimento global, criados como pretexto para isso, e cita outros motivos criados apaixonadamente para fim. No fim do artigo, ele lembra que a implantação de um governo mundial será um processo lento, devido à massiva oposição que a idéia encontrará.

Como isso pode representar outra coisa senão advogar pela implantação do governo mundial? Se o artigo é somente um debate sobre a implantação ou não de um governo mundial, como Rachman alega, então ele deveria ter incluído pelo menos alguns argumentos contra o governo mundial, mas quantos argumentos ele citou? Zero. Isto não é um debate, pois só foi mostrado um lado dos fatos. Rachman alegar que o artigo é uma discurssão desapaixonada sobre o governo mundial, é completamente desonesto.

Isto cheira como uma cartada oportunista. Longe de ser coberto de lama como ele protesta, as luzes se voltaram para Rachman, e para o espanto de todos, ele se tornou o “enlameado” do momento. As alegações de Rachman são um esforço desesperado para que mais pessoas tomem conhecimento do assunto, “antes que as luzes se apaguem” – ele obviamente não gosta do fato que suas detestáveis e repugnantes opiniões estejam, sendo mostradas exatamente como são.

O artigo de Rachman é sobre os méritos e a necessidade do governo mundial, e no fim ele descaradamente acrescenta e ressalva que para ser bem sucedido, o governo mundial precisa ser anti democrático e naturalmente ditatorial.

A tentativa de Rachman em voltar atrás e alegar sua inocência, pode enganar os ingênuos, mas quando temos dúzias e dúzias de figuras influentes que há décadas pregam a mesma coisa, a gravidade do fato vem à tona.

O governo mundial não é um fenômeno proposto como solução de um problema momentâneo, mas é o objetivo último de uma longa agenda, que pretende esmagar a soberania nacional e as liberdades individuais e substituí-los por uma nova e tirânica ordem mundial. Não é apenas um tipo de conspiração precipitada de Rachman, mas se trata de uma missão privada e publica da elite global.

Strobe Taibot, atual assessor de Obama e vice secretário de estado de Clinton, não estava debatendo à toa o tema do governo mundial em 1992, quando disse à Time Magazine: “No próximo século, as nações como conhecemos, se tornarão obsoletas; todos os países reconhecerão uma autoridade global. A soberania nacional não será uma grande idéia no final de tudo.

Nem o Dr. Henry Kissinger estava distraído quando disse na conferência de Bilderberg em 1991: “Hoje a America ficaria ofendida se as tropas da ONU entrassem em Los Angeles para restabelecer a ordem. Amanhã eles seriam gratos. Isto é especialmente verdade se dissessem a eles que há uma ameaça vinda de longe, mesmo sendo elas reais ou promulgadas, que ameaçaria nossa existência. Então, é quando todas as pessoas do mundo vão implorar para serem libertas deste mal. A única coisa que o homem tem medo é do desconhecido. Quando este cenário se apresentar, os direitos individuais serão renunciados de bom grado, para garantir o seu bem estar, através do governo mundial”.

Da mesma forma, James Warburg, financista internacional, foi sério quando disse ao Comitê de relações exteriores do senado, em 1950, que “Devemos ter um governo mundial, quer gostemos ou não. A questão é somente se ele será implantado por consenso ou terá que ser conquistado”.

A marcha em direção ao governo mundial, não é uma idéia contemporânea, mas um movimento firmemente estabelecido na história.

No fim da resposta Rachman faz brincadeira sobre a pretensão de ser um membro dos Bildeberg/Illuminati/ conselho de relações exteriores/ONU/intituição sionista”, para fazer milhões com a venda de seus livros.

Deliciosamente irônico, é que, como uma questão de rotina, o colega de Rachman, Martin Wolf, editor associado do Financial Times e chefe dos comentaristas econômicos, assessora a reunião do Grupo Bilderberg todos os anos, e mantém contato com centenas da elite poderosa do mundo, e em seguida rotineiramente falha em descrever aquilo do que tem conhecimento, pois se ele o fizesse estaria sendo rejeitado pela própria instituição que Rachman apóia.

E depois, mais de 200 poderosos do mundo reunidos secretamente para discutir o futuro do planeta pode não ser uma história muito interessante, não é mesmo?

Talvez Rachman deveria pedir um convite para a Bilderberg em 2009, na esperança que ele se torne um membro da elite global. Com as suas repugnantes, anti democráticas e elitistas opiniões, tenho certeza que a Bilderberg receberia Rachman de braços abertos.

fonte: Prison Planet

 

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