A revolução satânica ganha seu momento no Concílio Vaticano II 

 

Já coloquei alguns artigos, até de outros autores, comentando sobre a situação da nossa Igreja e tentando mostrar os abismos por onde a estão conduzindo o modernismo, e outras pragas mais, de igual quilate. Hoje vou traduzir nova matéria do site mexicano, http://www.finaldelostiempos.com.mx que trata da infiltração de satanás da Igreja, o que dá consistência às palavras Papa Paulo VI: a fumaça de satanás entrou na Igreja! Na verdade, mostra as tramas e insídias acontecidas durante o Concílio Vaticano II.

 

     Nós ultimamente temos acompanhado algumas mudanças de cargos dentro do Vaticano e devemos saber que alguns dos mais diabólicos cardeais já investidos neste cargo, já falecidos, e que atuaram decisivamente no Concílio o inferno os tem. E a verdade é que, na lista conhecida do Papa Paulo VI, de 124 eminências denunciadas como agentes das sociedades secretas, afora os milhares de outros agentes comunistas e mafiosos infiltrados na Igreja, um total de 48 destes membros se filiaram ao demônio entre os anos de 1957 – época da convocação do Concílio – até o final dele, em 1965. Ricos comerciantes os compraram, disse Jesus a uma alma especial!

 

     É que, realmente, foi ali que satanás viu a chance que ele tinha nas mãos para destruir a Igreja, introduzindo nela uma possibilidade de “opção”, pela dubiedade dos textos, e sua aplicação errada ao correr do tempo, e ao sabor da baba dele. Em especial, o golpe furioso foi desferido contra a Santa Missa de sempre, a de Pio V, porque o demônio viu ali, naquele rito perfeito e imutável, uma chance de fazer derrubar os sacrários, coisa que ele está conseguindo. Por que isso?

 

     Porque os bons não reagem. Os bons bispos, que são maioria, se calaram diante dos gritos infernais dos agentes de satanás, infiltrados dentro das comissões e da preparação e redação final dos textos. Como vocês verão abaixo, foram falsos teólogos, malditos, quase todos já no inferno – eles e os bispos e cardeais que os chamavam e comandavam – que operavam já debaixo do fumo de satanás e condenados pelo grande Papa Pio XII, os que foram chamados pelo demônio, a produzir os textos especiais, os pontos chave a mudar depois. Entre eles, o dialogo inter-religioso, que descambou no falso ecumenismo!

 

     Em verdade, por muitos anos os textos contra as dubiedades do Concílio e todos os que se revoltaram contra tais normas, foram duramente combatidos e enquadrados pelos maus cardeais, detentores de cargos chave e importantes no Vaticano. Eles foram quase todos calados, seus livros foram proibidos, combatidos, e temos o caso de padres como o Padre Malachy Martin, que foi assassinado, devido a revelação que ele fez dos escândalos de que teve conhecimento, e que se operavam dentro do Vaticano. Tudo pelas costas do papa e sem o conhecimento dele. E se conhecia, não tinha mais forças para reagir!

 

     Aliás, não se pode culpar nem ao Papa João XXII que convocou o Concílio com muito boas intenções, nem ao Papa Paulo VI que o encerrou e implementou. Ambos eram já, de certa forma, dominados pela fera, e a denuncia que está expressa em milhares de livros e sites pelo mundo espalhados – prova de que é verdade – é que o Papa Paulo VI era substituído por um sósia, em muitas aparições públicas e audiências, pois há fotos inegáveis disso como prova. Enquanto isso, o verdadeiro para era mantido preso, e drogado a custa de 82 comprimidos diários. De fato, ele praticamente se deixou matar – ou morrer – depois de descobrir que fora traído em relação á Nova Missa. Disso já se sabe!

 

     Eis o texto:

 

     O título é: A revolução satânica ganha seu momento no Concílio Vaticano II. Este foi o Concílio que trouxe a discórdia, a desunião, e a perda das almas.

 

     “Repito, filhos meus, como já lhes disse no passado, que o Grande Concílio foi manipulado por satanás. Ele sentou ali entre vós e trabalhou como num tabuleiro de xadrez. Que se pode fazer agora para recuperar? É simples, filhos meus: regressai de novo às bases que vos haviam sido dadas. Deveis devolver o respeito ao vosso sacerdócio. Deveis devolver o respeito ao vosso Santo Padre, o Papa Paulo VI”. (Palavras de Nossa Senhora, em 15 de maio de 1976)

 

    Agradecimentos sinceros ao Padre Paul Kramer, e ao seu livro: A Batalha final do Demônio, de onde muitas das citações que seguem foram extraídas.

 

     A Palavra “revolução” tem sido empregada numerosas vezes para descrever o que foi o Vaticano II. Durante o debate da Constituição Litúrgica do Concílio, o Cardeal Otaviani perguntou: Estão estes padres planejando uma revolução? E depois das mudanças feitas pós o Concílio, o professor James Daly escreveu: Uma coisa é levar a cabo uma revolução, e outra, muito diferente é implementá-la, com o atrevimento de dizer que não houve mudança alguma. Ganhar não foi o suficiente para nossos “Robespierres litúrgicos”; eles devem seguir adiante para declarar que nunca usaram a guilhotina.

 

     Aparentemente, a revolução se iniciou já bem antes. Segundo Anne Muggeridge (nora do famosos escritor Católico convertido, o inglês Malcolm Muggeridge) em seu livro: a Cidade Desolda, o Cardeal John Heenan de Westminster, disse que já na primeira sessão rebelde do Concílio, o Papa João XXII se deu conta de que o papado havia perdido o controle do processo e tentou organizar um grupo de bispos para terminar à e rápido força, aquilo que ele começara. Porém, antes que a segunda sessão do Concílio tivesse começado, o papa morreu (Morreu???). É que, segundo informou Jean Guitton, o único leigo que poderia servir de perito no Concílio, as últimas palavras dele, antes de morrer foram: Detenham o Concílio! Detenham o Concílio!

 

     Antes do final do Vaticano II, em fevereiro de 1965, alguém falou ao Padre Pio que logo ele teria de celebrar um “Novo Rito”, em idioma vernáculo, que havia sido ideado por uma comissão litúrgica conciliar. Imediatamente, mesmo antes de ler o texto, ele escreveu ao Papa Paulo VI para ser dispensado deste experimento litúrgico, e que lhe fosse permitido continuar celebrando a Missa de Pio V. Quando o Cardeal Bacci chegou para vê-lo e dar-lhe esta autorização, o Padre Pio deixou escapar um queixa na presença deste mensageiro do Papa: Pelo amor de Deus, acabem com este Concílio, e rapidamente.

 

     Anos depois do Vaticano II, em 12 de abril de 1970, a Irmã Lúcia advertiu sobre uma “desorientação diabólica que estava invadindo o mundo, e o maligno conduzindo as almas”. Em 16 de setembro de 197, ela escreveu a uma amiga religiosa, a Madre Martins, que havia sido sua companheira em Tuy, no noviciado das Irmãs Dorotéas, que estava sendo provada por uma grave enfermidade:

 

     ... Eu também não estou me sentindo bem, meu coração, meus olhos... Porém isso é necessário para a Paixão de Cristo; é preciso que seus membros sejam uma só com Ele, através da dor física e da angustia moral. Pobre Senhor, que tem salvado a tantos, com tanto amor, porém é tão incompreendido. É doloroso ver a desorientação tão grande entre as pessoas que ocupam lugares de responsabilidade. De nossa parte, até onde podemos, devemos reparar por meio de uma união mais íntima com o Senhor. E nos identificarmos com Ele, para que Ele possa estar dentro de nós como Luz, em um mundo submerso na escuridão do erro, da imoralidade e do orgulho.

 

     Dói-me ver o que você me conta, sobre o que está acontecendo...! É devido a que o demônio teve êxito em se infiltrar sob um manto de bem, e os cegos começam a guiar outros cegos, como o Senhor nos disse no Evangelho, e as almas se estão deixando enganar. Por este motivo é que o demônio tem promovido uma guerra tão grande contra o Rosário! E o pior é que ele tem tido êxito em conduzir as almas ao erro e ao engano. Nas almas daqueles que têm a grande responsabilidade devido aos altos postos que ocupam. Eles são homens cegos, que guiam outros homens cegos...

 

     A grande desorientação entre as pessoas que ocupam cargo de responsabilidade mencionada por Irmã Lúcia, é uma referência à desorientação na hierarquia da Igreja.

 

     O Vaticano II e os hereges!

 

      O Bispo Helder Câmara louvou ao Papa João XXII por sua “valentia em nomear, na véspera do Concílio como padres conciliares, a muitos dos maiores teólogos de nossos dias”. Mas entre os que ele nomeou, havia muitos daqueles que emergiam das listas negras da suspeita. Em outras palavras, pessoas que tinham censuras e condenações de Pio XII e da Santa Sé. Havia hereges que aconselhavam e ajudavam os bispos a fazer um rascunho dos documentos do Vaticano II. E o Padre Kramer falou em seu livro que:

 

     No dia 13 de outubro de 1962, um dia após os observadores comunistas haverem chegado ao Concílio – dia do Milagre do sol em Fátima – a história da Igreja e do mundo foi profundamente mudada pelo mais pequeno dos eventos. O Cardeal Lénart da Béligica tomou o microfone, em um famoso incidente, e exigiu que os candidatos maus propostos pela Cúria Romana para dirigir as comissões e fazer os rascunhos fossem todos excluídos e substituídos por outras pessoas.

 

    Acendeu-as uma briga, e uma eleição foi proposta. Quando finalmente se fez a eleição, os liberais foram eleitos para dirigir as comissões conciliares – muitos deles entre os mesmos “inovadores” demitidos pelo Papa Pio XII. As propostas tradicionais formuladas para o Concílio foram então deixadas de lado, e ele teve início literalmente sem uma proposta básica, deixando caminho aberto para que documentos completamente novos fossem montados pelos liberais. É muito conhecido e largamente documentado que uma camarilha de peritos liberais e bispos trataram de confiscar a proposta básica do Concílio para fazer uma “igreja” à sua própria imagem, através da implementação de uma “nova teologia” (Pg. 53)

 

     Dois destes “teólogos” foram Hans Kung e Edward Schillebeeckx. Segundo Chris Ferrara, “foi Scillebeeckx quem escreveu a crucial página 480 do estudo crítico que foi empregado pelo “Grupo do Reno”. Estes bispos que deviam coordenar sua campanha de relações públicas contra os esquemas completamente ortodoxos pretendidos pelo Concílio – fato que levou a abandonar todas as meticulosas proposições iniciais efetuadas para o Concílio. Depois do Concílio Schillebeeckx foi sujeito a investigação por parte do Vaticano por conta de suas escandalosas opiniões heterodoxas concernentes ao nascimento da Virgem, da instituição da Eucaristia, da Ressurreição e do fundamento da Igreja.

 

     Os liberais, no Vaticano II, evitaram condenar os erros dos modernistas, o comunismo e deliberadamente semearam ambigüidades em todos os textos conciliares, dos quais trataram de se aproveitar depois do Concílio. O (maldito) “perito” conciliar Padre Edward Schillebeeckx admitiu que “temos empregado frases ambíguas – duplo sentido – durante o Concílio, e saberemos como interpretá-las posteriormente”. Monsenhor Rudolf Bandas, um dos peritos conciliares, reconheceu que foi um grande erro haver permitido que teólogos suspeitos como Schillebeeckx e Kung atuassem no Concílio.

 

     Sem dúvida, o papa João XXII pensou que estes teólogos suspeitos retificariam as suas idéias e realizariam um autêntico serviço à Igreja. Mas sucedeu exatamente o contrário. Apoiados por alguns padres conciliares do “Reno”, e atuando sempre de um modo muito aguerrido, eles se impuseram e exclamaram: “Olhem, fomos nomeados como peritos. Isso quer dizer que nossas idéias foram aprovadas”... (...) Era, então, demasiado demasiado tarde. O estrago estava feito! Estava então decidido que nada mudaria os rumos. Isso consta do livro do Padre Paulo Kramer.

 

Em seu livro, O Vaticano II revisado, o Bispo Aloysius J.Wycislo – um defensor estático da revolução do Vaticano II – declarou com frio entusiasmo que os teólogos e homens de letras bíblicas, que haviam sido antes postos debaixo de negras nuvens, durante os anos do Concílio emergiram como conselheiros e seus livros e comentários sobre o Concílio se converteram em leituras populares. 

 

     Yves Congar, um dos artesãos da reforma, comentou com discreta satisfação que “a Igreja havia tido, pacificamente, a sua revolução de Outubro”. Congar também admitiu, como se fosse algo de que se orgulhar, que a declaração sobre a Liberdade Religiosa do Vaticano II era contrária à Carta Syllabos, do Papa Pio IX. E disse: Não se pode negar que a afirmação que o Vaticano II fez sobre a liberdade religiosa está em oposição clara ao que disse o Papa Pio IX. (Obs. O Sillabus diz que só existe uma Igreja verdadeira, enquanto o Concílio afirmou que a “única e verdadeira religião subsiste na Igreja Católica”, e isso é um erro grave)

 

     O cardeal Leo Suenens – da lista negra e promotor dos carismáticos heréticos – declarou que a o Concílio Vaticano II foi a Revolução francesa dentro da Igreja. Este cardeal Suenens é um dos nomeados por Nossa Senhora das Rosas, e que receberá um grande castigo pela sua participação na destruição da Igreja.

 

     Documentos do Vaticano II e sessões:

 

     Tal como descrevemos acima, o Padre Edward Schillebeeckx admitiu que “nós temos empregado frases ambíguas durante o Concílio, e saberemos depois como interpretá-las”. O New York Times reconheceu estas ambigüidades: “os documentos do Concílio, elaborados pelos bispos e seus assessores teológicos, durante quatro sessões de dois meses cada uma, e levadas ao cabo durante cada outono de 1962 a 1965, oferecem mais que suficientes compromissos e ambigüidades para se obter interpretações conflitantes. O Padre Frank Poncelot escreveu: Ninguém pode negar que existem ambigüidades nos 16 documentos do Concílio. Se pode citar equivocadamente seus numerosos parágrafos para demonstrar que muitas idéias foram ali postas para respaldar esquemas liberais e enganosos.

 

     O então Cardeal Ratzinguer observou que os documentos do Vaticano II especialmente a “Gaudium et Spes” correspondia a um “contra Syllabus” e foi desenhada para “corrigir” a posição de face única adotada pela Igreja sob Pio IX e Pio X. E todos estes documentos eram uma “tentativa de reconciliação oficial com a nova era que havia sido inaugurada em 1789 . Também admitiu que “Gaudium et Spes” está permeada pelo espírito de Teilhard de Chardin.

 

     E Nossa Senhora das Rosas declarou que o Padre jesuíta Teilhard de Chardin está no inferno ao dizer: “Muitos de nosso clero se tornaram cegos, envolvidos pelos prazeres mundanos e as riquezas. Muitos têm aceitado a morte da alma, mesmo sendo padres. E Teilhard está no inferno! Ele se queima para sempre, pela contaminação que propagou através do mundo. Um homem de Deus (sacerdote) pode fazer-se um instrumento humano e entrar no reino de satanás. O homem não desafiará as leis de Deus sem ser castigado. Sois uma geração perversa, e clamais rapidamente a mão do castigo sobre vós mesmos. (Nossa Senhora, 18 de março de 1973)

 

        Arnaldo observa: Coloquei em oração junto ao Cláudio, 12 nomes destes maus padres conciliares já falecidos e que influíram negativamente no Concílio, entre eles o Padre Teilhard, tão famoso, e infelizmente apenas um deles se salvou. O os outros todos, e sim também Teilhard, e isso para sempre, pagam no inferno a conta das ambigüidades que introduziram nos documentos do Concílio, e toda a desgraça que isso tem causado à Igreja.

 

      No Concílio, o Cardeal Alfredo Ottaviani estremeceu-se ao descobrir que uma declaração que os casais podem determinar o número de seus filhos havia sido agregada sumariamente ao texto sobre a “Santidade do Matrimônio e da Família”, sem sequer haver passado por uma discussão sobre a sua concordância ou não com os ensinamentos da Igreja, e perguntou: Não significa isso que se porá em dúvida a infalibilidade da Igreja? Não teria então o Espírito Santo iluminado Sua Igreja nos séculos passados, sobre este pondo claro da doutrina?

 

     O padre Frank Poncelot escreve: O ecumenismo significa o movimento moderno que busca a unidade religiosa, mas agora um dos problemas mais sério é o falso ecumenismo introduzido por elementos modernistas na Igreja, por teólogos não autorizados, que agora tratam de “regalar a tenda”. Os dezesseis documentos do Concílio Vaticano II são vastos e “com muitas palavras”, porém muitas de suas sessões são ambíguas. Não foram feitas para se obter mudanças doutrinais na hora e sim, desafortunadamente, para abrir as portas a mudanças maiores e posteriores, que eles tinham a intenção de fazer.

 

     E assim, as comissões se formaram dentro de uma “extrema abertura”, especialmente quando fizeram prevalecer a espantosa palavra “opção”, na implementação do Concílio. Estiveram presentes mais de dois mil bispos em todas as sessões, assim como numerosos observadores – incluindo pessoas não católicas (o que é um horror) – também com os bispos conselheiros.

 

    Observação: espanta saber que antes do Concilio algum setor escuso da Igreja, conseguiu que o Papa João XXII, por algum motivo ou argumento enganoso, tivesse feito um pacto com a Rússia comunista, para que o Concílio não condenasse expressamente ao comunismo. Isso seria o mesmo que o Concílio não condenar ao diabo, ou mesmo, de o elevar a santidade, como aqui querem elevar a Chico Xavier. A contra partida era a da não perseguição religiosa, ou uma abertura para a Igreja na cortina de ferro, entretanto, isso continuou na Rússia ainda por muitos anos. Só a Igreja cumpriu seu trato. Então a Rússia pode livremente continuar a pregar e difundir seus erros e crimes pelo mundo, fazendo com que, inclusive, certos cardeais e bispos calassem tornando-se, assim, coniventes!

 

     Espanta, assusta e impressiona até mesmo a um leigo, saber que por artifícios e conluios com as trevas, foram chamados observadores de outras religiões, além de todo tipo de teólogo satânico e rebelde já condenado pelo papa, a fim de atuarem no Concílio. E esta gente, para terror da Igreja, teve papel mais influente do que a maioria dos 2 mil bispos e cardeais que dele participaram. Eles foram sufocados pelos gritos infernais da fera, que detendo as chaves das comissões, engavetou qualquer proposta de manutenção da verdade, em nome de uma falsa igreja mundana, ao gosto do homem, não de Deus.

 

     Como disse a Dra. Hildebranb naquele artigo “Crise na Igreja” na realidade, NADA precisava ser mudado. Por milênios tudo funcionava bem na Igreja, até que veio este vento podre do inferno, o modernismo sequioso por mudanças, e tramou este golpe. O maior deles, certamente, foi desferido contra a Santa Missa. Esta também provado que  perto de 70% dos bispos do mundo inteiro desaprovaram totalmente a Missa Nova, entretanto, mesmo assim, ela foi implementada, e isso pelo poder do inferno nela incrustado.

 

     Você perguntará como? Observe o caso do aborto no Brasil! Mais de 80% da população o condena, entretanto uns poucos ardilosos, sob o bafo de satanás, agindo dia e noite como verdadeiras brocas do inferno, podem acabar por implementá-lo e exatamente como o partido atual quer: enquanto não nascer, se pode abortar, matar! De igual modo ocorreu depois do Concílio. Deixaram os ardis engatilhados e mais tarde os implementaram!

 

     Apesar de ter havido dez Comissões do Concílio, a aliança liberal européia, que era controlada especialmente pelos bispos alemães e seus peritos, rapidamente dominaram as sessões, e com muito trabalho por trás das cortinas, influíram na direção tomada pelas comissões conciliares. Estas comissões “implementaram” o Vaticano II e foram as responsáveis pelas recomendações do Concílio em suas operações práticas e pastorais.

 

     Isso é muito importante de se levar em conta, porque a grande maioria dos bispos que estiveram presentes, nunca tiveram a intenção de aprovar a maioria das implementações, em especial o “Novo Ordo” da Missa – a Missa que foi promulgada em 1970, ironicamente o documento do qual proveio as mudanças na Liturgia – o primeiro dos 16 documentos e com certeza o mais mal compreendido pela Igreja.

 

     Hoje temos os Missais romanos quase em sua maioria já em vernáculo, embora os documentos conciliares não falem nada sobre esta Missa em vernáculo. Unicamente se previu que algumas partes da Missa poderiam ser lidas no vernáculo, e que o Latim deveria permanecer nas partes essenciais da Missa. Uma ironia adicional é que a maioria dos católicos de hoje imagina que a Missa em latim esteja proibida, quando na realidade o Concílio proibiu exatamente o oposto – o uso exclusivo da língua pátria.

 

    O Cardeal John Heenan de Westminster, um dos participantes do Concílio, explicou em seu livro “A Coroa de espinhos”: O tema que mais foi debatido foi a reforma litúrgica. Tanto que seria adequado dizer que os bispos tiveram a impressão de que a liturgia tinha sido discutida em toda a sua amplitude. Mas hoje se vê, e está claro, que eles tiveram a oportunidade de discutir apenas os princípios gerais. As mudanças subseqüentes foram mais radicais que aquelas que intencionava fazer o Papa João XXII e os bispos, que passaram o Decreto sobre a liturgia. Seu sermão, a final da primeira sessão, mostra que o Papa João XXII já suspeitava do intento maligno planejado pelos “peritos” em liturgia.

 

    Mas o bom perito litúrgico Monsenhor Klaus Gamber, disse em seu livro “A Reforma da Liturgia Romana”, que esta nova liturgia não havia sido aceita pelo Concílio: Uma das declarações que se pode fazer com toda segurança é que o Novo Ordo da Missa, como foi apresentado depois, não havia sido endossado pela maioria dos padres conciliares..

 

     Também Richard C. Guido, informou que no Sínodo dos Bispos de 1985, a maioria deles se mostrava abertamente desiludido com o Vaticano II, dizendo: nenhum católico sério negará que houve juízos errados no Concílio. Depois do Sínodo dos Bispos de 1985, foram feitos comentários surpreendentes pelos bispos, que admitiram isso antes de sair de Roma. Um autor escreveu, citando outra fonte, que: “sem dúvida, delicadamente em público, e mais candidamente de forma privada, os padres do sínodo reconheceram que o Vaticano II cometeu dois erros massivos em seu juízo: O primeiro foi o vasto material ambíguo que abalou a solidez das práticas e ensinamentos da Igreja. O segundo foi a ingenuidade assombrosa no trato sobre a natureza do mundo moderno”.

 

    Em verdade, o Vaticano II fracassou especialmente ao não condenar abertamente ao comunismo e sobre isso escreveu o Padre Frank Poncelot: o Vaticano II não foi convocado para suprimir uma heresia ou um problema específico da Igreja. E assim, passou ao largo por não condenar ao comunismo, passou ao largo da questão do modernismo com seus inimigos secretos, conforme já havia condenado o Papa São Pio X. Também não tratou de outros problemas como o que muito provavelmente poderiam causar os meios eletrônicos para a Igreja, a nível mundial.

O Padre Paulo Kramer, informou que centenas de bispos tentaram condenar ao comunismo no Concílio, porém esta solicitação se “perdeu” misteriosamente. Tal como se perdeu misteriosamente a intervenção escrita por 450 padres conciliares, contra o comunismo. Depois de ela ter sido entregue na Secretaria do Concílio, e quando os padres se levantaram para condenar o comunismo, foi-lhes pedido que sentassem e calassem.

 

     Em 1983 o Arcebispo Marcel Lefébvre disse em uma conferência em Long Island , Nova York, que foi ele mesmo que levou as 450 assinaturas a Secretaria do Concilio. “Porque havia sido prometido aos comunistas que o comunismo não seria condenado pela Igreja e o Concílio não o fez”. Eu mesmo levei as 450 assinaturas pedindo que se condenasse publicamente ao comunismo! Eu mesmo fiz isso! Foram 450 assinaturas de bispos que se engavetaram e se enterraram no silêncio, embora para vocês de fora parecesse que se tratava de um único Bispo.

 

     Neste caso, foram ignorados 450 bispos. Lacraram na gaveta e disseram: Não, Não, não tomaremos nenhum conhecimento a respeito, não haverá condenação ao comunismo. E a isso replicaram os bispos anticomunistas: Cardeal Mindszenty, pelo Cardeal Lekai, o Cardeal Beran, e o Cardeal Tomasec. O mesmo sucedeu na Lituânia e na Eslováquia. Com isso os sacerdotes destes países se engajaram no movimento de paz, se tornando colaboradores do regime comunista.

 

     Isso vocês podem ler no livro intitulado “Moscou e o Vaticano”, sobre como os padres lituanos escreveram uma carta o bispo onde diziam: Hoje já não nos entendemos! Antes, nossos bispos nos apoiavam na luta contra o comunismo e morreram como mártires. Muitos ainda estão nas prisões, outros estão sendo mortos e martirizados porque nos apoiaram na luta contra os comunistas para cumprir nossos deveres de sacerdotes. E agora são vocês bispos que nos estão condenando, são vocês que nos dizem que não temos o direito de resistir, de cumprir nosso apostolado, porque ele é contra o comunismo e contra o governo. É que, através do Tratado do Vaticano com Moscou, foi efetuada a promessa aos comunistas que não seriam condenados pelo Vaticano II.

 

     Quanto a isso, disse Nossa Senhora das Rosas enquanto mostrava um pergaminho para Verônica: Olha, minha filha, o que está escrito aqui. De onde e quando se firmou este tratado de reconciliação com a Rússia, firmado por muitos cardeais? Ó minha filha, o meu coração sangra! Este papel contém as palavras de um tratado estabelecido entre o Vaticano e a Rússia (01 de julho de 1985).

 

     Jesus também lhe falou sobre o mesmo tratado: Filha minha e filhos meus, recordai agora o que lhes tenho pedido que se dirijam a João Paulo II, para que ele rescinda o Pacto feito com a Rússia, porque somente desta maneira tereis a verdadeira paz. (em 06 de junho de 1987).

 

     Vaticano II, uma carta pastoral e não com Concílio Dogmático.

     Em uma carta do Cardeal Ratzinguer ao Arcebispo Lefébvre, de 20 de julho de 1983, ele declarou que “deverá ser levado em conta que, devido ao fato de os textos conciliares serem de uma autoridade variante, não está proibida a crítica a certas expressões dele, de acordo com as regras gerais de adesão ao magistério. Igualmente você pode expressar seu desejo por uma declaração ou explicação sobre vários pontos. Pessoalmente você não poderá ver como são compatíveis e, por tanto, peça a Santa Sé uma Explicação”.

 

    O próprio Papa Paulo VI fez um comentário similar dizendo: Dado o caráter apenas pastoral do Concílio, nele se evitou pronunciar, de maneira extraordinária, sobre os dogmas, investidos com aura de infalibilidade.

 

      Ao encerrar-se o Vaticano II, os bispos perguntaram ao Arcebispo Felici – o Secretário do Concílio – sobre aquilo que os teólogos chamaram de “nota teológica” do Concílio, ou melhor, sobre “peso” doutrinário dos ensinamentos do Concílio. Ao que Felici respondeu: Temos que distinguir de acordo com os esquemas e capítulos que já tenham sido objeto de definições dogmáticas no passado; quanto às declarações que contém um caráter novo, temos que fazer certas reservas.

 

     Em relação às novas mudanças e as decisões imprudentes que resultaram depois do Vaticano II, Dietrich Von Hildebrand, a quem o Papa Pio XII chamou de “Doutor da Igreja do Século XX”, nos instrui dizendo:

 

     No caso da autoridade prática, distinta e teórica a que se refere, claro está que as ordens do Papa não foram submetidas à proteção do Espírito Santo do mesmo modo. As ordens podem ser desafortunadas, mal concebidas e até desastrosas, como tem havido muitas assim durante a história da Igreja. Aqui não cabe, porém o dito: “Roma locuta, causa finita” (Roma falou, não se discute). Os fiéis não estão de modo algum obrigados a considerar se todas as ordens são boas e desejáveis. Só podem agora lamentar e rezar para que sejam declaradas sem efeito. Certamente, podem trabalhar, com todo o respeito que merece o Papa, pela eliminação das mesmas.

 

     Observação: Pelas declarações o Papa Paulo VI, também do então Cardeal Ratzinguer, e as explicações deste renomado filósofo católico, e devido ao fato de o Concílio ter sido apenas pastoral e não dogmático – como o foram os outros que firmaram Doutrina eterna – nós leigos podemos sim, nos revoltar contra isso. E perguntar alto em bom som, que fizeram nossos bons bispos? Um manto de covardia os envolveu, devido a morte espiritual, ao cadavérico estado de alma em que muitos deles se encontravam. E se encontram!

 

     Na realidade, muitos foram alertados sobre estas tramas, entretanto, em sua pomposa majestade disseram: “Nós estaremos lá, e não deixaremos isso acontecer”. Tanto deixaram que ainda hoje os reflexos malditos da abertura da Igreja ao inferno que então ocorreu, pesteiam a cabeça de muitos bispos, padres, estudiosos e leigos, que não aceitam nada que não tenha sido ditado pelo Concílio. Nossa Senhora, há 30 anos atrás pediu que se voltasse ao antigo, ao que era antes do Concílio, à Missa antiga, porque nada precisava ser mudado, mas nada se fez. João Paulo II gostaria de desfazer tudo, mas nem ele teve forças, porque não conseguiu se livrar dos lobos uivantes que o cercavam. Conseguirá Bento XVI?

 

      “O Grande Concílio, este Concílio que trouxe a discórdia, a desunião e a perda das almas, foi o maior feito por trás de toda esta destruição, e isso aconteceu devido a falta de oração. Satanás assentou-se dentro deste Concílio, e tirou dele vantagem. (São Miguel, em 18 de março de 1976).

 

     Em: www.tldm.org/Spanish/messages/messages.htm. Se encontram as assombrosas profecias de Bayside. Foram dadas a Veronia Leuken, Nova York, entre 1968 a 1995.

 

     Começou com boas intenções: “Bispos da casa de meu Filho, tendes descarrilado a Igreja. Haveis dispersado as ovelhas. Vos haveis unido a toda classe de hereges e falsos mestres. Haveis começado com boas intenções vosso Concílio, porém vos enganaram em vossa busca por paz e fraternidade. Permitiste toda classe de horror lentamente entrasse dentro da Casa de meu Filho, a Igreja. Deveis compreender que estais pondo em marcha a formação de um Conselho Mundial de Igrejas, mas está nunca será a Igreja de meu Filho. Será uma igreja do homem, um igreja sem a verdadeira base” (5/06/76).

 

     As portas foram abertas: “Ó meus filhos, reconhecei, repito, os sinais de vosso tempo. Vos estais vendendo rapidamente á escravidão. Vosso governo e os governos do mundo estão agora quase completamente sob controle dos agentes do inferno. As forças do 666 estão firmemente implantadas em vosso governo, no clero – vossos pastores, vossos bispos – e desta forma satanás tem entrado nos mais altos postos da hierarquia de Roma”. “Filhos meus, o Concílio Vaticano II foi iniciado com boas intenções, porém suas portas foram abertas a toda classe de hereges, que produziram uma lenta contaminação da fé. Filhos meus, tendes agora que despertar os pastores de seu torpor. Eles vos estão entregando a uma nova religião do homem” (25/07/77).

 

     Toda classe de promessas: “Toda sorte de promessas foi feita no Concílio de Roma, o Vaticano II. Mas muitas vezes o caminho do inferno é pavimentado de boas intenções. Eu vos tenho advertido no passado, e vos advirto novamente: não podeis comprometer vossa fé católica, com os inimigos de Deus! Em muitos países através do mundo, parece ser, filhos meus – e digo: parece ser – que os líderes dos países comunistas estão permitindo uma religião dentro de seus governos. Isso é uma farsa, filhos meus, para encobrir o fato de que são controlados pelo estado. As máquinas de propaganda enviam notícias que só enganam ao público, em especial a todos aqueles que costumam acreditar no que dizem os meios de comunicação”. (13/05/78).

 

     Satanás estava presente: “Não destruireis a Igreja, associando-se com os inimigos de meu Filho? Nunca convertereis o inimigo baixando normas! Vosso exemplo deve ser de uma fé irredutível. Mudanças? Que necessidade havia de mudanças quando a base já havia resistido à prova do tempo? É apenas o homem insatisfeito, o homem avaro e lascivo quem busca estas mudanças. Mudar afim de levar para Deus? Não! Mudar para tirar o homem de Deus e entregá-lo a Lucifer!

 

     Satanás estava presente! Ele escutou com ouvidos cuidadosos durante todo o grande Concílio. Ele estudou cada movimento e colocou seus agentes entre vós. Reconhecei isso e reconstruí vosso caminho. Tendes sido enganados! Ides pelo mau caminho! Dai volta agora, ou semeareis as sementes da vossa própria destruição. Quantas advertências ainda recebereis antes que a Mão de vosso Pai seja enviada sobre vós? Nenhuma dor parece atingir a humanidade, senão a uns poucos. Todos os que aceitam a graça que vos é dada livremente, sem pedi-la, que não sejam pegos de surpresa. Todos que se preparem!  Toda a humanidade deve preparar-se para a morte.

 

      Hoje vemos a um mundo no qual a humanidade está se difamando a si mesma e ao Pai, revolvendo-se em toda classe de luxúria e prazer, em abominações, até mesmo dentro da Casa de Deus. Os homens vivem como se não fossem morrer! Nenhuma carne humana será eterna, porém a alma, esta viverá para sempre” (14/08/74) (fim)

 

     Temos aí mais um texto para o amigo refletir, e entender, enfim, o motivo pelo qual as coisas chegaram a este estágio na Igreja. Admira-me ainda hoje ver pessoas boas, que se dizem católicos e de grandes teologias, e que parecem dispostas a dar a vida pelo Concílio que o defendem como um mar de rosas para a Igreja, quando ele foi um alívio para o inferno. Vocês viram bem quando Nossa Senhora afirmou que a Igreja não precisava de mudança alguma, em especial no rito da Santa Missa, pois isso havia resistido ao tempo!

 

      Mas vejam, ao que se pode ver, este em síntese era o alvo único do diabo. Porque ele sabia muito bem que destruindo a Eucaristia, teria extirpado a alma da Igreja. Tanto que, mesmo ambíguo, o texto conciliar apenas permite que parte do rito seja em língua pátria, e mesmo proíbe que se mude no todo. Mas mesmo assim a mudança aconteceu! E mesmo contra a vontade da maioria dos Bispos e cardeais! E mesmo hoje sabendo que tudo isso aconteceu de forma fraudulenta, os papas não têm conseguido força suficiente para voltar atrás, tal como Nossa Senhora nos pede com tanta insistência, quem sabe por que os bispos já não querem mais voltar atrás. Assim é bom para dormir!

 

     Mas é isso que efetivamente o Papa Bento XVI está pretendendo: fazer voltar a Missa de sempre, porque ele percebeu que essa, está sendo morta a cada dia, e já não mais produz os frutos de salvação como a antiga. Primeiro porque a absoluta maioria dos padres já não acredita na Presença real de Cristo na Eucaristia, e isso, em parte se deveu à perda do sentido de Mistério, que envolvia a liturgia antiga. Segundo, porque os leigos que vão à Comunhão, em sua maioria recebem o Sacramento em estado de sacrilégio, o que arrasa todo e qualquer feito possível de graça! Pior, se torna juízo e condenação para eles, como diz São Paulo em Coríntios.

 

     Hoje, penso que é tarde – embora a verdade deva ser buscada até a morte – para que se reverta este quadro, pois já no início do seu longo pontificado o saudoso Papa João Paulo II falou esta palavra: agora é tarde! Imaginem agora, passados 25 anos, o quanto de pior as coisas ficaram. Em verdade, sinto que nem 10% dos padres e bispos aceitariam de bom grado o retorno da Missa antiga e eterna, até porque a maioria dos sacerdotes não mais aprendeu latim. Sim, a maioria deles apenas aprende em muitos seminários – outra fortaleza de satanás – como não se deve rezar, como ser administrador do fluxo de caixa paroquial, como buscar as soluções do mundo, e como ser pagão e mesmo herege!

  

     Em verdade, o grande clamor do Céu e seu lamento hoje, foi pelo fato de eu tudo isso aconteceu por nossa falta de oração. Se os católicos da terra inteira tivessem ficado em adoração perene durante as sessões do Concílio, certamente o inferno teria quebrado suas pernas e assim não conseguiria andar em meio aos padres conciliares. Certamente ele não teria entrado nas sessões para ouvir, como o fez por intermédio dos teólogos renegados e dos modernistas, para depois colocar no papel todas as suas mentiras.

 

     Quando nós vemos no Grande Purgatório ainda este 200 – felizes grandes, porque de fato mereceram o inferno – certamente temos respondida a pergunta de quem são eles. E eram mais de 1,5 milhão há apenas alguns meses, lembrem disso! São certamente os luminares que decidiram os destinos atuais da Igreja, e que por desobediência ao papa e pela rebeldia, ou pouco caso e desleixo, permitiram que o inimigo avançasse tanto. Para estes o manto vermelho pesa toneladas, a coroa centenas de quilos! Ai de todos aqueles que permitiram calados, que tal loucura se instalasse na Igreja. Ai dos que não rezaram para evitar que a isso chegássemos.

 

     Sim, sim, o lamento eterno para aqueles outros teólogos rebeldes, inimigos declarados de Deus, que ali foram chamados a colocar seus ovos de áspide. Ai daqueles para isso os chamaram de propósito, eis que sua conta é ainda mais pavorosa. Não tenham dúvida de que dezenas de padres, bispos e cardeais pegaram o inferno e para sempre, como Teilhard de Chardin, por terem atuado negativa e diabolicamente no Concílio Vaticano II. E mais: não tenham dúvida de que ainda existem outros, vivos, para os quais está preparado o “garfo” do maldito, caso não se convertam em breve, e em tempo.

 

     Em verdade, nenhum padre, bispo ou cardeal, de qualquer lugar do mundo, pode alegar que não sabia as mesmas coisas que, como simples e reles leigo aqui coloco. Eles estudaram por décadas inteiras, em altos colégios e faculdades, adquiriram títulos e mais títulos de doutor e teólogo, então devem saber tudo o que se passa dentro do Vaticano, e estarem atentos como pastores de seus rebanhos, para o uivo dos lobos rebeldes.

 

     E se duvidam de todos estes textos que – como este – circulam pela internet... E se duvidam dos livros sérios e bem fundamentados de padres e bispos que estiveram ali presentes e foram testemunhas deste caos opressivo, daquela loucura, daquele verdadeiro esbulho que foi o Concílio, mesmo assim não teriam como se livrar da Justiça. Porque eles deveriam se deixar conduzir pelo Espírito Santo que se acha na humildade, e não pelo “doutor” do inferno que se faz presente no orgulho do saber teológico. Do se acharem os únicos donos da verdade!

 

     Pois enquanto eles se envolviam nas fofocas das conferências episcopais, o confabulador maldito, ocupava todos os cargos de mando e decisão em Roma. Enquanto eles se deixavam seduzir pelo brilho dos anéis e o vermelho das vestimentas – rejeitando a oração – todos os espaços vazios de sua alma eram preenchidos pelas teologias malditas do algoz das trevas. Há bons entre eles? Sim, os há! Felizmente e viva! Porque s e não houvesse mais bons padres e bispos, já o Braço do Pai Eterno teria descido sobre toda a terra, e ela estaria já coberta de nuvens espessas!

 

     Nuvens que infelizmente virão em breve, e terrivelmente negras. Quando ao sabor dos ventos rebeldes, as imagens de nossos santos forem descidas dos altares, quando os templos em sua maioria se esvaziarem e se dessacralizarem pela retirada ou expulsão do Santíssimo, então nuvens negras desabarão sobre o mundo. A fumaça já entrou na Igreja como disse o falecido Papa Paulo VI. E entrou em grande parte através do Concílio, que foi convocado para ser a Luz da Igreja neste século XXI, mas que já antes a tem destruído no fogacho das eternas e estéreis discussões sobre o “espírito” e a “letra” do Concílio.

   

    Eis os lobos, eles na verdade são poucos, mas, pelo que se viu, dominam o rebanho pelo grito. Suas idéias modernas contaminam, atraem, enfeitiçam, convencem. Muitos os seguem devido barulho que fazem, outros se amedrontam com seus uivos de morte. E se calam! Ai dos que se calam! Ai maior para os coniventes, os responsáveis! O grito está em Oséias que diz: Ouvi isso, ó sacerdotes... Contra vós será feito o julgamento, porque vos tornaste um laço para a sentinela, e uma rede estendida no Tabor. Que são as armadilhas em forma de textos dúbios do Concílio, senão laços e armadilhas para as ovelhas?

 

     Tudo isso, porém, nos deve levar a uma só coisa: rezar, rezar, rezar! Este texto serve para se tomar pé da abissal situação em que está sendo posta a Igreja, também saber do esforço do Santo Padre o Papa Bento XVI em retornar as origens. Ele certamente não irá conseguir seu intento, mas os avanços que fez sem dúvida são obras do Espírito Santo. Isso deve ser feito, para sinalizar ao mundo católico qual é a verdadeira Igreja. Quem o seguir no exílio, um dia retornará à casa paterna! Quem o abandonar por outro cetro, sentirá o peso arrasador do Braço do Pai. E nunca mais irá voltar!

 

     Quanto ao sofrimento atual que os fundamentalistas do ódio, os homens da casa de Ismael estão lhe dando, isso faz parte da Cruz da Igreja, cujo Calvário está para ter início. Quando ele está sendo condenado cumpre o que Jesus também passou. E quando a Cruz vier a ser erguida, a maioria o irá abandonar, até por não saber a quem seguir. De fato, as profecias atuais dão conta de que um dia Maomé colocará sua bandeira tremulando no topo da Cúpula de São Pedro. Mas atentem para o que digo: Maomé não voltará para casa a fim de festejar seu triunfo!

 

     Sim, há um astro esperando por eles. E afundará a Roma prostituta onde se meteram os lobos, e afundarão os seus algozes. Alá nunca derrubará a Cruz: isso ele já tentou por quase 14 séculos! Num dia futuro – não distante dia – uma enorme Cruz vermelha irá aparecer nos céus, longe do alcance de Maomé, longe do alcance das bombas atômicas e dos foguetes russos e chineses. Ela anunciará a chegada da Justiça e do Juiz! Ele julgará a todos pela medida do amor. Naquele dia Ismael tremerá, tal como o dragão e o urso seus sócios. Porque naquele dia, até o mais valente deles fugirá nu!

 

     Para todo aquele que ler este texto, que fique uma última coisa: agora, hoje, ainda é tempo de conversão, e de volta à Verdade! Amanhã pode ser tarde! Quando eu fico sabendo, como agora onde atendi uma mãe entre lágrimas ao telefone – porque seu filho que estava há décadas sem se confessar e hoje o foi – isso me alegra por demais e sem dúvida outra lágrima daqui responde ao eco daquela outra materna. São estas lágrimas que moverão o Braço de Deus. E será rápida a Justiça! Como um raio vindo do infinito!

 

     Para os que choram e gemem devido a toda esta abominação da desolação de que falou Daniel (Mt, 24), o lenço perfumado de Nossa Mãe enxugará as lágrimas, e já não haverá mais dor, nem pranto, porque passou a última condição. Ais, somente se ouvirão no inferno, mas estes não serão ouvidos pelos justos. Ais são reservados para os rebeldes, os traidores, os renegados, os infames, os trapaceiros, aqueles que urdem tramas e que enganam as ovelhas: Eis os lobos! Eles estão prestes a tomar conta do trono!

 

     Por uns dias sairão abertamente dos covis! Não ouça seus uivos! Eles serão varridos da terra como estrelas cadentes, como astros sem brilho, como fogos fátuos de curto esplendor. Ninguém desafia ao Altíssimo impunemente! O Espírito Santo os destruirá com seu sopro, pois são pó, nada mais que pó, e ao pó irão retornar. Mas quem poderia ser a Glória e circundar o Trono do Eterno Vivo, passará a servir de repasto ao “eterno morto”, ao mentiroso, ao enganador, ao ardiloso, ao infame, ao monstro das trevas a quem aqui deram ouvidos.

 

     Haverá sangue em Roma, e felizmente para alguns, exatamente para alguns que tudo isso tramaram. O Bom Deus aceitará este sangue mártir e reparação de seus pecados, e a salvação virá. Para alguns, sem mérito algum! Naquele dia entenderão que nunca deveriam ter feito acordo com os vermelhos: nem com os do mundo ou com os do inferno. Vencerá que estiver com Deus!

 

    Porque está dito em Apocalipse 2, 7 Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor darei de comer (do fruto) da árvore da vida, que se acha no paraíso de Deus... 17 ... Ao vencedor darei o maná escondido e lhe entregarei uma pedra branca, na qual está escrito um nome novo que ninguém conhece, senão aquele que o receber... 26 Então ao vencedor, ao que praticar minhas obras até o fim, dar-lhe-ei poder sobre as nações pagãs. E em 3, 21 Ao vencedor concederei assentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono...

 

    Pois somente aquele que perseverar até o fim será salvo (Mt 24, 13). Com Bento XVI o último cetro verdadeiro (.......) Antes do último Pedro! No espaço pontilhado a tribulação que vem antes do último Pedro, já descalço e sem pompa, que entregará as chaves a Jesus, como está em Daniel 7, 14 A Ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e o seu reino jamais será destruído. Amém!

 

Fonte: www.recados.aarao.nom.br