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A revolução satânica ganha seu momento no Concílio Vaticano II |
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Já
coloquei alguns artigos, até de outros autores, comentando sobre a situação
da nossa Igreja e tentando mostrar os abismos por onde a estão conduzindo
o modernismo, e outras pragas mais, de igual quilate. Hoje vou traduzir
nova matéria do site mexicano, http://www.finaldelostiempos.com.mx
que trata da infiltração de satanás da Igreja, o que dá consistência
às palavras Papa Paulo VI: a fumaça
de satanás entrou na Igreja! Na verdade, mostra as tramas e insídias
acontecidas durante o Concílio Vaticano II.
Nós ultimamente temos
acompanhado algumas mudanças de cargos dentro do Vaticano e devemos saber
que alguns dos mais diabólicos cardeais já investidos neste cargo, já
falecidos, e que atuaram decisivamente no Concílio o inferno os tem. E a
verdade é que, na lista conhecida do Papa Paulo VI, de 124 eminências
denunciadas como agentes das sociedades secretas, afora os milhares de
outros agentes comunistas e mafiosos infiltrados na Igreja, um total de 48
destes membros se filiaram ao demônio entre os anos de 1957 – época da
convocação do Concílio – até o final dele, em 1965. Ricos
comerciantes os compraram, disse Jesus a uma alma especial!
É que, realmente, foi ali que
satanás viu a chance que ele tinha nas mãos para destruir a Igreja,
introduzindo nela uma possibilidade de “opção”, pela dubiedade dos
textos, e sua aplicação errada ao correr do tempo, e ao sabor da baba
dele. Em especial, o golpe furioso foi desferido contra a Santa Missa de
sempre, a de Pio V, porque o demônio viu ali, naquele rito perfeito e
imutável, uma chance de fazer derrubar os sacrários, coisa que ele está
conseguindo. Por que isso?
Porque os bons não reagem. Os
bons bispos, que são maioria, se calaram diante dos gritos infernais dos
agentes de satanás, infiltrados dentro das comissões e da preparação e
redação final dos textos. Como vocês verão abaixo, foram falsos teólogos,
malditos, quase todos já no inferno – eles e os bispos e cardeais que
os chamavam e comandavam – que operavam já debaixo do fumo
de satanás e condenados pelo grande Papa Pio XII, os que foram
chamados pelo demônio, a produzir os textos especiais, os pontos chave a
mudar depois. Entre eles, o dialogo inter-religioso, que descambou no
falso ecumenismo!
Em verdade, por muitos anos os
textos contra as dubiedades do Concílio e todos os que se revoltaram
contra tais normas, foram duramente combatidos e enquadrados pelos maus
cardeais, detentores de cargos chave e importantes no Vaticano. Eles foram
quase todos calados, seus livros foram proibidos, combatidos, e temos o
caso de padres como o Padre Malachy Martin, que foi assassinado, devido a
revelação que ele fez dos escândalos de que teve conhecimento, e que se
operavam dentro do Vaticano. Tudo pelas costas do papa e sem o
conhecimento dele. E se conhecia, não tinha mais forças para reagir!
Aliás, não se pode culpar
nem ao Papa João XXII que convocou o Concílio com muito boas intenções,
nem ao Papa Paulo VI que o encerrou e implementou. Ambos eram já, de
certa forma, dominados pela fera, e a denuncia que está expressa em
milhares de livros e sites pelo mundo espalhados – prova de que é
verdade – é que o Papa Paulo VI era substituído por um sósia, em
muitas aparições públicas e audiências, pois há fotos inegáveis
disso como prova. Enquanto isso, o verdadeiro para era mantido preso, e
drogado a custa de 82 comprimidos diários. De fato, ele praticamente se
deixou matar – ou morrer – depois de descobrir que fora traído em
relação á Nova Missa. Disso já se sabe!
Eis o texto:
O título é: A revolução
satânica ganha seu momento no
Concílio Vaticano II. Este foi o Concílio que trouxe a discórdia, a
desunião, e a perda das almas.
“Repito, filhos meus, como já
lhes disse no passado, que o Grande Concílio foi manipulado por satanás.
Ele sentou ali entre vós e trabalhou como num tabuleiro de xadrez. Que se
pode fazer agora para recuperar? É simples, filhos meus: regressai de
novo às bases que vos haviam sido dadas. Deveis devolver o respeito ao
vosso sacerdócio. Deveis devolver o respeito ao vosso Santo Padre, o Papa
Paulo VI”. (Palavras de Nossa Senhora, em 15 de maio de 1976)
Agradecimentos sinceros ao
Padre Paul Kramer, e ao seu livro: A
Batalha final do Demônio, de onde muitas das citações que seguem
foram extraídas.
A Palavra “revolução”
tem sido empregada numerosas vezes para descrever o que foi o Vaticano II.
Durante o debate da Constituição Litúrgica do Concílio, o Cardeal
Otaviani perguntou: Estão estes padres planejando uma revolução? E
depois das mudanças feitas pós o Concílio, o professor James Daly
escreveu: Uma coisa é levar a cabo uma revolução, e outra, muito
diferente é implementá-la, com o atrevimento de dizer que não houve
mudança alguma. Ganhar não foi o suficiente para nossos “Robespierres
litúrgicos”; eles devem seguir adiante para declarar que nunca usaram a
guilhotina.
Aparentemente, a revolução
se iniciou já bem antes. Segundo Anne Muggeridge (nora do famosos
escritor Católico convertido, o inglês Malcolm Muggeridge) em seu livro:
a Cidade Desolda, o Cardeal
John Heenan de Westminster, disse que já na primeira sessão rebelde do
Concílio, o Papa João XXII se deu conta de que o
papado havia perdido o controle do processo e tentou organizar um
grupo de bispos para terminar à e rápido força, aquilo que ele começara.
Porém, antes que a segunda sessão do Concílio tivesse começado, o papa
morreu (Morreu???). É que, segundo informou Jean Guitton, o único leigo
que poderia servir de perito no Concílio, as últimas palavras dele,
antes de morrer foram: Detenham
o Concílio! Detenham
o Concílio!
Antes do final do Vaticano II,
em fevereiro de 1965, alguém falou ao Padre Pio que logo ele teria de
celebrar um “Novo Rito”, em idioma vernáculo, que havia sido ideado
por uma comissão litúrgica conciliar. Imediatamente, mesmo antes de ler
o texto, ele escreveu ao Papa Paulo VI para ser dispensado deste
experimento litúrgico, e que lhe fosse permitido continuar celebrando a
Missa de Pio V. Quando o Cardeal Bacci chegou para vê-lo e dar-lhe esta
autorização, o Padre Pio deixou escapar um queixa na presença deste
mensageiro do Papa: Pelo
amor de Deus, acabem com este Concílio, e rapidamente.
Anos depois do Vaticano II, em
12 de abril de
... Eu também não estou me
sentindo bem, meu coração, meus olhos... Porém isso é necessário para
a Paixão de Cristo; é preciso que seus membros sejam uma só com Ele,
através da dor física e da angustia moral. Pobre Senhor, que tem salvado
a tantos, com tanto amor, porém é tão incompreendido. É doloroso ver a
desorientação tão grande entre as pessoas que ocupam lugares de
responsabilidade. De nossa parte, até onde podemos, devemos reparar por
meio de uma união mais íntima com o Senhor. E nos identificarmos com
Ele, para que Ele possa estar dentro de nós como Luz, em um mundo
submerso na escuridão do erro, da imoralidade e do orgulho.
Dói-me ver o que você me
conta, sobre o que está acontecendo...! É devido a que o demônio teve
êxito em se infiltrar sob um manto de bem, e os cegos começam a guiar
outros cegos, como o Senhor nos disse no Evangelho, e as almas se estão
deixando enganar. Por este motivo é que o demônio tem promovido uma
guerra tão grande contra o Rosário! E o pior é que ele tem tido êxito
em conduzir as almas ao erro e ao engano. Nas almas daqueles que têm a
grande responsabilidade devido aos altos postos que ocupam. Eles são
homens cegos, que guiam outros homens cegos...
A grande desorientação entre
as pessoas que ocupam cargo de responsabilidade mencionada por Irmã Lúcia,
é uma referência à desorientação na hierarquia da Igreja.
O Vaticano II e os hereges!
O Bispo Helder Câmara louvou
ao Papa João XXII por sua “valentia
em nomear, na véspera do Concílio como padres conciliares, a muitos dos
maiores teólogos de nossos dias”. Mas entre os que ele nomeou,
havia muitos daqueles que emergiam das listas negras da suspeita. Em
outras palavras, pessoas que tinham censuras e condenações de Pio XII e
da Santa Sé. Havia hereges que aconselhavam e ajudavam os bispos a fazer
um rascunho dos documentos do Vaticano II. E
o Padre Kramer falou em seu livro que:
No dia 13 de outubro de 1962,
um dia após os observadores comunistas haverem chegado ao Concílio –
dia do Milagre do sol em Fátima – a história da Igreja e do mundo foi
profundamente mudada pelo mais pequeno dos eventos. O Cardeal Lénart da Béligica
tomou o microfone, em um famoso incidente, e exigiu que os candidatos maus
propostos pela Cúria Romana para dirigir as comissões e fazer os
rascunhos fossem todos excluídos e substituídos por outras pessoas.
Acendeu-as uma briga, e uma
eleição foi proposta. Quando finalmente se fez a eleição, os liberais
foram eleitos para dirigir as comissões conciliares – muitos deles
entre os mesmos “inovadores” demitidos pelo Papa Pio XII. As propostas
tradicionais formuladas para o Concílio foram então deixadas de lado, e
ele teve início literalmente sem uma proposta básica, deixando caminho
aberto para que documentos completamente novos fossem montados pelos
liberais. É muito conhecido e largamente documentado que uma camarilha de
peritos liberais e bispos trataram de confiscar a proposta básica do Concílio
para fazer uma “igreja” à sua própria imagem, através da implementação
de uma “nova teologia” (Pg. 53)
Dois destes “teólogos”
foram Hans Kung e Edward Schillebeeckx. Segundo Chris Ferrara, “foi
Scillebeeckx quem escreveu a crucial página 480 do estudo crítico que
foi empregado pelo “Grupo do Reno”. Estes bispos que deviam
coordenar sua campanha de relações públicas contra os esquemas
completamente ortodoxos pretendidos pelo Concílio – fato que levou a
abandonar todas as meticulosas proposições iniciais efetuadas para o
Concílio. Depois do Concílio Schillebeeckx
foi sujeito a investigação por parte do Vaticano por conta de suas escandalosas
opiniões heterodoxas concernentes ao nascimento da Virgem, da
instituição da Eucaristia, da Ressurreição e do fundamento da Igreja.
Os liberais, no Vaticano II,
evitaram condenar os erros dos modernistas, o comunismo e deliberadamente
semearam ambigüidades em todos os textos conciliares, dos quais trataram
de se aproveitar depois do Concílio. O (maldito) “perito” conciliar
Padre Edward Schillebeeckx admitiu que “temos empregado frases ambíguas
– duplo sentido – durante o Concílio, e saberemos como interpretá-las
posteriormente”. Monsenhor Rudolf Bandas, um dos peritos conciliares,
reconheceu que foi um grande erro haver permitido que teólogos suspeitos
como Schillebeeckx e Kung atuassem no Concílio.
Sem dúvida, o papa João XXII
pensou que estes teólogos suspeitos retificariam as suas idéias e
realizariam um autêntico serviço à Igreja. Mas sucedeu exatamente o
contrário. Apoiados por alguns padres conciliares do “Reno”, e
atuando sempre de um modo muito aguerrido, eles se impuseram e exclamaram:
“Olhem, fomos nomeados como
peritos. Isso
quer dizer que nossas idéias foram aprovadas”...
(...) Era, então, demasiado demasiado tarde. O
estrago estava feito! Estava então decidido que nada mudaria os rumos.
Isso consta do livro do Padre Paulo Kramer. Em
seu livro, O Vaticano II revisado, o Bispo Aloysius J.Wycislo – um
defensor estático da revolução do Vaticano II – declarou com frio
entusiasmo que os teólogos e homens de letras bíblicas, que haviam sido
antes postos debaixo de negras nuvens, durante os anos do Concílio
emergiram como conselheiros e seus livros e comentários sobre o Concílio
se converteram em leituras populares.
Yves Congar,
um dos artesãos da reforma, comentou com discreta satisfação que “a
Igreja havia tido, pacificamente, a sua revolução de Outubro”.
Congar também admitiu, como se fosse algo de que se orgulhar, que a
declaração sobre a Liberdade Religiosa do Vaticano II era contrária à
Carta Syllabos, do Papa Pio IX. E disse: Não
se pode negar que a afirmação que o Vaticano II fez sobre a liberdade
religiosa está em oposição clara ao que disse o Papa Pio IX. (Obs.
O Sillabus diz que só existe uma Igreja verdadeira, enquanto o Concílio
afirmou que a “única e verdadeira religião subsiste
na Igreja Católica”, e isso é um erro grave)
O cardeal Leo Suenens – da
lista negra e promotor dos carismáticos heréticos – declarou que a o
Concílio Vaticano II foi a Revolução francesa dentro da Igreja. Este
cardeal Suenens é um dos nomeados por Nossa Senhora das Rosas, e que
receberá um grande castigo pela sua participação na destruição da
Igreja.
Documentos do Vaticano II e
sessões:
Tal como descrevemos acima, o
Padre Edward Schillebeeckx admitiu que “nós
temos empregado frases ambíguas durante o Concílio, e saberemos depois
como interpretá-las”. O New York Times reconheceu estas ambigüidades:
“os documentos do Concílio,
elaborados pelos bispos e seus assessores teológicos, durante quatro sessões
de dois meses cada uma, e levadas ao cabo durante cada outono de
O então Cardeal Ratzinguer observou que os documentos do Vaticano
II especialmente a “Gaudium et Spes” correspondia a um “contra
Syllabus” e foi desenhada para “corrigir” a posição de face única
adotada pela Igreja sob Pio IX e Pio X. E todos estes documentos eram uma
“tentativa
de reconciliação oficial com a nova era que havia sido inaugurada em
E Nossa Senhora das Rosas
declarou que o Padre jesuíta Teilhard de Chardin está no inferno ao
dizer: “Muitos de nosso clero se tornaram cegos, envolvidos pelos
prazeres mundanos e as riquezas. Muitos têm aceitado a morte da alma,
mesmo sendo padres. E Teilhard está no inferno! Ele se queima para
sempre, pela contaminação que propagou através do mundo. Um homem de
Deus (sacerdote) pode fazer-se um instrumento humano e entrar no reino de
satanás. O homem não desafiará as leis de Deus sem ser castigado. Sois
uma geração perversa, e clamais rapidamente a mão do castigo sobre vós
mesmos. (Nossa
Senhora, 18 de março de 1973)
Arnaldo
observa: Coloquei em oração junto ao Cláudio, 12 nomes destes maus
padres conciliares já falecidos e que influíram negativamente no Concílio,
entre eles o Padre Teilhard, tão famoso, e infelizmente apenas
um deles se salvou. O os outros todos, e sim também Teilhard, e isso
para sempre, pagam no inferno a conta das ambigüidades que introduziram
nos documentos do Concílio, e toda a desgraça que isso tem causado à
Igreja.
No Concílio, o Cardeal
Alfredo Ottaviani estremeceu-se ao descobrir que uma declaração que os
casais podem determinar o número de seus filhos havia sido agregada
sumariamente ao texto sobre a “Santidade do Matrimônio e da Família”,
sem sequer haver passado por uma discussão sobre a sua concordância ou não
com os ensinamentos da Igreja, e perguntou: Não significa isso que se porá
em dúvida a infalibilidade da Igreja? Não teria então o Espírito Santo
iluminado Sua Igreja nos séculos passados, sobre este pondo claro da
doutrina?
O padre Frank Poncelot
escreve: O ecumenismo significa o movimento moderno que busca a unidade
religiosa, mas agora um dos problemas mais sério é o falso ecumenismo
introduzido por elementos modernistas na Igreja, por teólogos não
autorizados, que agora tratam de “regalar a tenda”. Os dezesseis
documentos do Concílio Vaticano II são vastos e “com muitas
palavras”, porém muitas de suas sessões são ambíguas. Não foram
feitas para se obter mudanças doutrinais na hora e sim,
desafortunadamente, para
abrir as portas a mudanças maiores e posteriores, que eles tinham
a intenção de fazer.
E assim, as comissões se
formaram dentro de uma “extrema abertura”, especialmente quando
fizeram prevalecer a espantosa palavra “opção”, na implementação
do Concílio. Estiveram presentes mais de dois mil bispos em todas as sessões,
assim como numerosos observadores – incluindo pessoas não católicas (o
que é um horror) – também com os bispos conselheiros.
Observação: espanta
saber que antes do Concilio algum setor escuso da Igreja, conseguiu que o
Papa João XXII, por algum motivo ou argumento enganoso, tivesse feito um
pacto com a Rússia comunista, para que o Concílio não condenasse
expressamente ao comunismo. Isso seria o mesmo que o Concílio não
condenar ao diabo, ou mesmo, de o elevar a santidade, como aqui querem
elevar a Chico Xavier. A contra partida era a da não perseguição
religiosa, ou uma abertura para a Igreja na cortina de ferro, entretanto,
isso continuou na Rússia ainda por muitos anos. Só a Igreja cumpriu seu
trato. Então a Rússia pode livremente continuar a pregar e difundir seus
erros e crimes pelo mundo, fazendo com que, inclusive, certos cardeais e
bispos calassem tornando-se, assim, coniventes!
Espanta, assusta e impressiona
até mesmo a um leigo, saber que por artifícios e conluios com as trevas,
foram chamados observadores de outras religiões, além de todo tipo de teólogo
satânico e rebelde já condenado pelo papa, a fim de atuarem no Concílio.
E esta gente, para terror da Igreja, teve papel mais influente do que a
maioria dos 2 mil bispos e cardeais que dele participaram. Eles foram
sufocados pelos gritos infernais da fera, que detendo as chaves das comissões,
engavetou qualquer proposta de manutenção da verdade, em nome de uma
falsa igreja mundana, ao gosto do homem, não de Deus.
Como
disse a Dra. Hildebranb naquele artigo “Crise na Igreja” na realidade,
NADA precisava ser mudado. Por
milênios tudo funcionava bem na Igreja, até que veio este vento podre do
inferno, o modernismo sequioso por mudanças, e tramou este golpe. O maior
deles, certamente, foi desferido contra a Santa Missa. Esta também
provado que perto de 70% dos
bispos do mundo inteiro desaprovaram
totalmente a Missa Nova, entretanto, mesmo assim, ela foi
implementada, e isso pelo poder do inferno nela incrustado.
Você
perguntará como? Observe o caso do aborto no Brasil! Mais de 80% da
população o condena, entretanto uns poucos ardilosos, sob o bafo de
satanás, agindo dia e noite como verdadeiras brocas do inferno, podem
acabar por implementá-lo e exatamente como o partido atual quer: enquanto
não nascer, se pode abortar, matar! De igual modo ocorreu depois do Concílio.
Deixaram os ardis engatilhados e mais tarde os implementaram!
Apesar de ter havido dez
Comissões do Concílio, a aliança liberal européia, que era controlada
especialmente pelos bispos alemães e seus peritos, rapidamente dominaram
as sessões, e com muito trabalho por trás das cortinas, influíram na
direção tomada pelas comissões conciliares. Estas comissões
“implementaram” o Vaticano II e foram as responsáveis pelas recomendações
do Concílio em suas operações práticas e pastorais.
Isso é muito importante de se
levar em conta, porque a grande maioria dos bispos que estiveram
presentes, nunca tiveram a intenção de aprovar a maioria das implementações,
em especial o “Novo Ordo” da Missa – a Missa que foi promulgada em
1970, ironicamente o documento do qual proveio as mudanças na Liturgia
– o primeiro dos 16 documentos e com certeza o mais mal compreendido
pela Igreja.
Hoje temos os Missais romanos
quase em sua maioria já em vernáculo, embora os documentos conciliares não
falem nada sobre esta Missa
O Cardeal John Heenan de
Westminster, um dos participantes do Concílio, explicou em seu livro “A
Coroa de espinhos”: O tema que mais foi debatido foi a reforma litúrgica.
Tanto que seria adequado dizer que os bispos tiveram a impressão de que a
liturgia tinha sido discutida em toda a sua amplitude. Mas hoje se vê, e
está claro, que eles tiveram a oportunidade de discutir apenas os princípios
gerais. As mudanças subseqüentes foram mais radicais que aquelas que
intencionava fazer o Papa João XXII e os bispos, que passaram o Decreto
sobre a liturgia. Seu sermão, a final da primeira sessão, mostra que o
Papa João XXII já suspeitava do intento maligno planejado pelos
“peritos” em liturgia.
Mas o bom perito litúrgico
Monsenhor Klaus Gamber, disse em seu livro “A Reforma da Liturgia
Romana”, que esta nova liturgia não havia sido aceita pelo Concílio:
Uma das declarações que se pode fazer com toda segurança é que o Novo
Ordo da Missa, como foi apresentado
depois, não havia sido endossado pela maioria dos padres
conciliares..
Também Richard C. Guido,
informou que no Sínodo dos Bispos de
Em verdade, o Vaticano II
fracassou especialmente ao não condenar abertamente ao comunismo e sobre
isso escreveu o Padre Frank Poncelot: o
Vaticano II não foi convocado para suprimir uma heresia ou um problema
específico da Igreja. E assim, passou ao largo por não condenar ao
comunismo, passou ao largo da questão do modernismo com seus inimigos
secretos, conforme já havia condenado o Papa São Pio X. Também não
tratou de outros problemas como o que muito provavelmente poderiam causar
os meios eletrônicos para a Igreja, a nível mundial. O
Padre Paulo Kramer, informou que centenas de bispos tentaram condenar ao
comunismo no Concílio, porém esta solicitação se “perdeu”
misteriosamente. Tal como se perdeu misteriosamente a intervenção
escrita por 450 padres conciliares, contra o comunismo. Depois de ela ter
sido entregue na Secretaria do Concílio, e quando os padres se levantaram
para condenar o comunismo, foi-lhes pedido que sentassem e calassem.
Em 1983 o Arcebispo Marcel Lefébvre
disse em uma conferência
Neste caso, foram ignorados
450 bispos. Lacraram na gaveta e disseram: Não, Não, não tomaremos
nenhum conhecimento a respeito, não haverá condenação ao comunismo. E
a isso replicaram os bispos anticomunistas: Cardeal Mindszenty, pelo
Cardeal Lekai, o Cardeal Beran, e o Cardeal Tomasec. O mesmo sucedeu na
Lituânia e na Eslováquia. Com isso os sacerdotes destes países se
engajaram no movimento de paz, se tornando colaboradores do regime
comunista.
Isso vocês podem ler no livro
intitulado “Moscou e o Vaticano”, sobre como os padres lituanos
escreveram uma carta o bispo onde diziam: Hoje
já não nos entendemos! Antes, nossos bispos nos apoiavam na luta contra
o comunismo e morreram como mártires. Muitos ainda estão nas prisões,
outros estão sendo mortos e martirizados porque nos apoiaram na luta
contra os comunistas para cumprir nossos deveres de sacerdotes. E agora são
vocês bispos que nos estão condenando, são vocês que nos dizem que não
temos o direito de resistir, de cumprir nosso apostolado, porque ele é
contra o comunismo e contra o governo. É que, através do Tratado do
Vaticano com Moscou, foi efetuada a promessa aos comunistas que não
seriam condenados pelo Vaticano II.
Quanto a isso, disse Nossa
Senhora das Rosas enquanto mostrava um pergaminho para Verônica: Olha,
minha filha, o que está escrito aqui. De onde e quando se firmou este
tratado de reconciliação com a Rússia, firmado por muitos cardeais? Ó
minha filha, o meu coração sangra! Este papel contém as palavras de um
tratado estabelecido entre o Vaticano e a Rússia (01 de julho de 1985).
Jesus também lhe falou sobre
o mesmo tratado: Filha minha e filhos meus, recordai agora o que lhes
tenho pedido que se dirijam a João Paulo II, para que ele rescinda
o Pacto feito com a Rússia, porque somente desta maneira tereis a
verdadeira paz. (em 06 de junho de 1987).
Vaticano II, uma
carta pastoral e não com Concílio
Dogmático.
Em uma carta do Cardeal
Ratzinguer ao Arcebispo Lefébvre, de 20 de julho de 1983, ele declarou
que “deverá ser levado em conta
que, devido ao fato de os textos conciliares serem de uma autoridade
variante, não está proibida a crítica a certas expressões dele, de
acordo com as regras gerais de adesão ao magistério. Igualmente você
pode expressar seu desejo por uma declaração ou explicação sobre vários
pontos. Pessoalmente você não poderá ver como são compatíveis e, por
tanto, peça a Santa Sé uma Explicação”.
O próprio Papa Paulo VI fez
um comentário similar dizendo: Dado
o caráter apenas pastoral do Concílio, nele se evitou pronunciar, de
maneira extraordinária, sobre os dogmas, investidos com aura de
infalibilidade.
Ao
encerrar-se o Vaticano II, os bispos perguntaram ao Arcebispo Felici – o
Secretário do Concílio – sobre aquilo que os teólogos chamaram de
“nota teológica” do Concílio, ou melhor, sobre “peso” doutrinário
dos ensinamentos do Concílio. Ao que Felici respondeu: Temos
que distinguir de acordo com os esquemas e capítulos que já tenham sido
objeto de definições dogmáticas no passado; quanto às declarações
que contém um caráter novo, temos que fazer certas reservas.
Em relação às novas mudanças
e as decisões imprudentes que resultaram depois do Vaticano II, Dietrich
Von Hildebrand, a quem o Papa Pio XII chamou de “Doutor da Igreja do Século
XX”, nos instrui dizendo:
No
caso da autoridade prática, distinta e teórica a que se refere, claro
está que as ordens do Papa não foram submetidas à proteção do Espírito
Santo do mesmo modo. As ordens podem ser desafortunadas, mal concebidas e
até desastrosas, como tem havido muitas assim durante a história da
Igreja. Aqui não cabe, porém o dito: “Roma locuta, causa finita”
(Roma falou, não se discute). Os
fiéis não estão de modo algum obrigados a considerar se todas as ordens
são boas e desejáveis. Só podem agora lamentar e rezar para que sejam
declaradas sem efeito. Certamente, podem trabalhar, com todo o respeito
que merece o Papa, pela eliminação das mesmas.
Observação: Pelas
declarações o Papa Paulo VI, também do então Cardeal Ratzinguer, e as
explicações deste renomado filósofo católico, e devido ao fato de o
Concílio ter sido apenas pastoral e não dogmático – como o foram os
outros que firmaram Doutrina eterna – nós leigos podemos sim, nos
revoltar contra isso. E perguntar alto em bom som, que fizeram nossos bons
bispos? Um manto de covardia os envolveu, devido a morte espiritual, ao
cadavérico estado de alma em que muitos deles se encontravam. E se
encontram!
Na realidade, muitos foram
alertados sobre estas tramas, entretanto, em sua pomposa majestade
disseram: “Nós estaremos lá, e não deixaremos isso acontecer”.
Tanto deixaram que ainda hoje os reflexos malditos da abertura da Igreja
ao inferno que então ocorreu, pesteiam a cabeça de muitos bispos,
padres, estudiosos e leigos, que não aceitam nada que não tenha sido
ditado pelo Concílio. Nossa Senhora, há 30 anos atrás pediu que se
voltasse ao antigo, ao que era antes do Concílio, à Missa antiga, porque
nada precisava ser mudado, mas nada
se fez. João Paulo II gostaria de desfazer tudo, mas nem ele teve forças,
porque não conseguiu se livrar dos lobos uivantes que o cercavam.
Conseguirá Bento XVI?
“O Grande Concílio, este
Concílio que trouxe a discórdia, a desunião e a perda das almas, foi o
maior feito por trás de toda esta destruição, e isso aconteceu devido a
falta de oração. Satanás assentou-se dentro deste Concílio, e tirou
dele vantagem. (São Miguel, em 18 de março de 1976).
Em: www.tldm.org/Spanish/messages/messages.htm.
Se encontram as assombrosas profecias de Bayside. Foram
dadas a Veronia Leuken, Nova York, entre
Começou com boas intenções:
“Bispos da casa de meu Filho,
tendes descarrilado a Igreja. Haveis dispersado as ovelhas. Vos haveis
unido a toda classe de hereges e falsos mestres. Haveis começado com boas
intenções vosso Concílio, porém vos enganaram em vossa busca por paz
e fraternidade. Permitiste toda classe de horror lentamente entrasse
dentro da Casa de meu Filho, a Igreja. Deveis compreender que estais pondo
em marcha a formação de um Conselho Mundial de Igrejas, mas está nunca
será a Igreja de meu Filho. Será uma igreja do homem, um igreja sem a
verdadeira base” (5/06/76).
As portas foram abertas: “Ó
meus filhos, reconhecei, repito, os sinais de vosso tempo. Vos estais
vendendo rapidamente á escravidão. Vosso governo e os governos do mundo
estão agora quase completamente sob controle dos agentes do inferno. As
forças do 666 estão firmemente implantadas em vosso governo, no clero
– vossos pastores, vossos bispos – e desta forma satanás tem entrado
nos mais altos postos da hierarquia de Roma”. “Filhos meus, o Concílio
Vaticano II foi iniciado com boas intenções, porém suas portas foram
abertas a toda classe de hereges, que produziram uma lenta contaminação
da fé. Filhos meus, tendes agora que despertar os pastores de seu torpor.
Eles vos estão entregando a uma nova religião do homem”
(25/07/77).
Toda classe de promessas: “Toda
sorte de promessas foi feita no Concílio de Roma, o Vaticano II. Mas
muitas vezes o caminho do inferno é pavimentado de boas intenções. Eu
vos tenho advertido no passado, e vos advirto novamente: não podeis
comprometer vossa fé católica, com os inimigos de Deus! Em muitos países
através do mundo, parece ser, filhos meus – e digo: parece ser – que
os líderes dos países comunistas estão permitindo uma religião dentro
de seus governos. Isso é uma farsa, filhos meus, para encobrir o fato de
que são controlados pelo estado. As máquinas de propaganda enviam notícias
que só enganam ao público, em especial a todos aqueles que costumam
acreditar no que dizem os meios de comunicação”. (13/05/78).
Satanás estava presente: “Não
destruireis a Igreja, associando-se com os inimigos de meu Filho? Nunca
convertereis o inimigo baixando normas! Vosso
exemplo deve ser de uma fé irredutível. Mudanças? Que
necessidade havia de mudanças
quando a base já havia resistido à prova do tempo? É apenas o homem
insatisfeito, o homem avaro e lascivo quem busca estas mudanças. Mudar
afim de levar para Deus? Não! Mudar
para tirar o homem de Deus e entregá-lo a Lucifer!
Satanás estava presente! Ele
escutou com ouvidos cuidadosos durante todo o grande Concílio. Ele
estudou cada movimento e colocou seus agentes entre vós. Reconhecei isso
e reconstruí vosso caminho. Tendes sido enganados! Ides pelo mau caminho!
Dai volta agora, ou semeareis as sementes da vossa própria destruição.
Quantas advertências ainda recebereis antes que a Mão de vosso Pai seja
enviada sobre vós? Nenhuma dor parece atingir a humanidade, senão a uns
poucos. Todos os que aceitam a graça que vos é dada livremente, sem
pedi-la, que não sejam pegos de surpresa. Todos que se preparem!
Toda a humanidade deve preparar-se para a morte.
Hoje
vemos a um mundo no qual a humanidade está se difamando a si mesma e ao
Pai, revolvendo-se em toda classe de luxúria e prazer, em abominações,
até mesmo dentro da Casa de Deus. Os homens vivem como se não fossem
morrer! Nenhuma carne humana será eterna, porém a alma, esta viverá
para sempre” (14/08/74) (fim)
Temos aí mais um texto para o
amigo refletir, e entender, enfim, o motivo pelo qual as coisas chegaram a
este estágio na Igreja. Admira-me ainda hoje ver pessoas boas, que se
dizem católicos e de grandes teologias, e que parecem dispostas a dar a
vida pelo Concílio que o defendem como um mar de rosas para a Igreja,
quando ele foi um alívio para o inferno. Vocês viram bem quando Nossa
Senhora afirmou que a Igreja não precisava de mudança alguma, em
especial no rito da Santa Missa, pois isso havia resistido ao tempo!
Mas vejam, ao que se pode ver,
este em síntese era o alvo único do diabo. Porque ele sabia muito bem
que destruindo a Eucaristia, teria extirpado a alma da Igreja. Tanto que,
mesmo ambíguo, o texto conciliar apenas permite que parte
do rito seja em língua pátria, e mesmo proíbe
que se mude no todo. Mas mesmo assim a mudança aconteceu! E mesmo
contra a vontade da maioria dos Bispos e cardeais! E mesmo hoje sabendo
que tudo isso aconteceu de forma
fraudulenta, os papas não têm conseguido força suficiente para
voltar atrás, tal como Nossa Senhora nos pede com tanta insistência,
quem sabe por que os bispos já não querem mais voltar atrás. Assim é
bom para dormir!
Mas é isso que efetivamente o
Papa Bento XVI está pretendendo: fazer voltar a Missa de sempre, porque
ele percebeu que essa, está sendo morta a cada dia, e já não mais
produz os frutos de salvação como a antiga. Primeiro porque a absoluta
maioria dos padres já não acredita na Presença real de Cristo na
Eucaristia, e isso, em parte se deveu à perda
do sentido de Mistério, que envolvia a liturgia antiga. Segundo,
porque os leigos que vão à Comunhão, em sua maioria recebem o
Sacramento em estado de sacrilégio,
o que arrasa todo e qualquer feito possível de graça! Pior, se torna juízo
e condenação para eles, como diz São Paulo em Coríntios.
Hoje, penso que é tarde –
embora a verdade deva ser buscada até a morte – para que se reverta
este quadro, pois já no início do seu longo pontificado o saudoso Papa
João Paulo II falou esta palavra: agora
é tarde! Imaginem agora, passados 25 anos, o quanto de pior as coisas
ficaram. Em verdade, sinto que nem 10% dos padres e bispos aceitariam de
bom grado o retorno da Missa antiga e eterna, até porque a maioria dos
sacerdotes não mais aprendeu latim. Sim, a maioria deles apenas aprende
em muitos seminários – outra fortaleza de satanás – como não se
deve rezar, como ser administrador do fluxo de caixa paroquial, como
buscar as soluções do mundo, e como ser pagão e mesmo herege!
Em verdade, o grande clamor do
Céu e seu lamento hoje, foi pelo fato de eu tudo isso aconteceu por nossa
falta de oração. Se os católicos da terra inteira tivessem ficado em
adoração perene durante as sessões do Concílio, certamente o inferno
teria quebrado suas pernas e assim não conseguiria andar em meio aos
padres conciliares. Certamente ele não teria entrado nas sessões para
ouvir, como o fez por intermédio dos teólogos renegados e dos
modernistas, para depois colocar no papel todas as suas mentiras.
Quando nós vemos no Grande
Purgatório ainda este 200 – felizes grandes, porque de fato mereceram o
inferno – certamente temos respondida a pergunta de quem são eles. E
eram mais de 1,5 milhão há apenas alguns meses, lembrem disso! São
certamente os luminares que decidiram os destinos atuais da Igreja, e que
por desobediência ao papa e pela rebeldia, ou pouco caso e desleixo,
permitiram que o inimigo avançasse tanto. Para estes o manto vermelho
pesa toneladas, a coroa centenas de quilos! Ai de todos aqueles que
permitiram calados, que tal loucura se instalasse na Igreja. Ai dos que não
rezaram para evitar que a isso chegássemos.
Sim, sim, o lamento eterno
para aqueles outros teólogos rebeldes, inimigos declarados de Deus, que
ali foram chamados a colocar seus ovos de áspide. Ai daqueles para isso
os chamaram de propósito, eis que sua conta é ainda mais pavorosa. Não
tenham dúvida de que dezenas de padres, bispos e cardeais pegaram o
inferno e para sempre, como Teilhard de Chardin, por terem atuado negativa
e diabolicamente no Concílio Vaticano II. E mais: não tenham dúvida de
que ainda existem outros, vivos, para os quais está preparado o
“garfo” do maldito, caso não se convertam em breve, e em tempo.
Em verdade, nenhum padre,
bispo ou cardeal, de qualquer lugar do mundo, pode alegar que não sabia
as mesmas coisas que, como simples e reles leigo aqui coloco. Eles
estudaram por décadas inteiras, em altos colégios e faculdades,
adquiriram títulos e mais títulos de doutor e teólogo, então devem
saber tudo o que se passa dentro do Vaticano, e estarem atentos como
pastores de seus rebanhos, para o uivo dos lobos rebeldes.
E se duvidam de todos estes
textos que – como este – circulam pela internet... E se duvidam dos
livros sérios e bem fundamentados de padres e bispos que estiveram ali
presentes e foram testemunhas deste caos opressivo, daquela loucura,
daquele verdadeiro esbulho que foi o Concílio, mesmo assim não teriam
como se livrar da Justiça. Porque eles deveriam se deixar conduzir pelo
Espírito Santo que se acha na humildade, e não pelo “doutor” do
inferno que se faz presente no orgulho do saber teológico. Do se acharem
os únicos donos da verdade!
Pois enquanto eles se
envolviam nas fofocas das conferências episcopais, o confabulador
maldito, ocupava todos os cargos de mando e decisão
Nuvens que infelizmente virão
em breve, e terrivelmente negras. Quando ao sabor dos ventos rebeldes, as
imagens de nossos santos forem descidas dos altares, quando os templos em
sua maioria se esvaziarem e se dessacralizarem pela retirada ou expulsão
do Santíssimo, então nuvens negras desabarão sobre o mundo. A fumaça já
entrou na Igreja como disse o falecido Papa Paulo VI. E entrou em grande
parte através do Concílio, que foi convocado para ser a Luz da Igreja
neste século XXI, mas que já antes a tem destruído no fogacho das
eternas e estéreis discussões sobre o “espírito” e a “letra” do
Concílio.
Eis os lobos, eles na verdade
são poucos, mas, pelo que se viu, dominam o rebanho pelo grito. Suas idéias
modernas contaminam, atraem, enfeitiçam, convencem. Muitos os seguem
devido barulho que fazem, outros se amedrontam com seus uivos de morte. E
se calam! Ai dos que se calam! Ai maior para os coniventes, os responsáveis!
O grito está em Oséias que diz: Ouvi
isso, ó sacerdotes... Contra vós será feito o julgamento, porque vos
tornaste um laço para a sentinela, e uma rede estendida no Tabor. Que
são as armadilhas em forma de textos dúbios do Concílio, senão laços
e armadilhas para as ovelhas?
Tudo isso, porém, nos deve
levar a uma só coisa: rezar, rezar, rezar! Este texto serve para se tomar
pé da abissal situação em que está sendo posta a Igreja, também saber
do esforço do Santo Padre o Papa Bento XVI em retornar as origens. Ele
certamente não irá conseguir seu intento, mas os avanços que fez sem dúvida
são obras do Espírito Santo. Isso deve ser feito, para sinalizar ao
mundo católico qual é a verdadeira Igreja. Quem o seguir no exílio, um
dia retornará à casa paterna! Quem o abandonar por outro cetro, sentirá
o peso arrasador do Braço do Pai. E nunca mais irá voltar!
Quanto ao sofrimento atual que
os fundamentalistas do ódio, os homens da casa de Ismael estão lhe
dando, isso faz parte da Cruz da Igreja, cujo Calvário está para ter início.
Quando ele está sendo condenado cumpre o que Jesus também passou. E
quando a Cruz vier a ser erguida, a maioria o irá abandonar, até por não
saber a quem seguir. De fato, as profecias atuais dão conta de que um dia
Maomé colocará sua bandeira tremulando no topo da Cúpula de São Pedro.
Mas atentem para o que digo: Maomé
não voltará para casa a fim de festejar seu triunfo!
Sim, há um astro esperando
por eles. E afundará a Roma prostituta onde se meteram os lobos, e
afundarão os seus algozes. Alá nunca derrubará a Cruz: isso ele já
tentou por quase 14 séculos! Num dia futuro – não distante dia – uma
enorme Cruz vermelha irá aparecer nos céus, longe do alcance de Maomé,
longe do alcance das bombas atômicas e dos foguetes russos e chineses.
Ela anunciará a chegada da Justiça e do Juiz! Ele julgará a todos pela
medida do amor. Naquele dia Ismael tremerá, tal como o dragão e o urso
seus sócios. Porque naquele
dia, até
o mais valente deles fugirá nu!
Para todo aquele que ler este
texto, que fique uma última coisa: agora, hoje, ainda é tempo de conversão,
e de volta à Verdade! Amanhã pode ser tarde! Quando eu fico sabendo,
como agora onde atendi uma mãe entre lágrimas ao telefone – porque seu
filho que estava há décadas sem se confessar e hoje o foi – isso me
alegra por demais e sem dúvida outra lágrima daqui responde ao eco
daquela outra materna. São estas lágrimas que moverão o Braço de Deus.
E será rápida a Justiça! Como um raio vindo do infinito!
Para os que choram e gemem
devido a toda esta abominação
da desolação de que falou Daniel (Mt, 24), o lenço perfumado de
Nossa Mãe enxugará as lágrimas, e já não haverá mais dor, nem
pranto, porque passou a última condição. Ais, somente se ouvirão no
inferno, mas estes não serão ouvidos pelos justos. Ais são reservados
para os rebeldes, os traidores, os renegados, os infames, os trapaceiros,
aqueles que urdem tramas e que enganam as ovelhas: Eis os lobos! Eles estão
prestes a tomar conta do trono!
Por uns dias sairão
abertamente dos covis! Não ouça seus uivos! Eles serão varridos da
terra como estrelas cadentes, como astros sem brilho, como fogos fátuos
de curto esplendor. Ninguém desafia ao Altíssimo impunemente! O Espírito
Santo os destruirá com seu sopro, pois são pó, nada mais que pó, e ao
pó irão retornar. Mas quem poderia ser a Glória e circundar o Trono do
Eterno Vivo, passará a servir de repasto ao “eterno morto”, ao
mentiroso, ao enganador, ao ardiloso, ao infame, ao monstro das trevas a
quem aqui deram ouvidos.
Haverá sangue em Roma, e
felizmente para alguns, exatamente para alguns que tudo isso tramaram. O
Bom Deus aceitará este sangue mártir e reparação de seus pecados, e a
salvação virá. Para alguns, sem mérito algum! Naquele dia entenderão
que nunca deveriam ter feito acordo com os vermelhos: nem com os do mundo
ou com os do inferno. Vencerá que estiver com Deus!
Porque está dito em
Apocalipse 2, 7
Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor
darei de comer (do fruto) da árvore da vida, que se acha no paraíso de
Deus... 17 ... Ao vencedor
darei o maná escondido e lhe entregarei uma pedra branca, na qual está
escrito um nome novo que ninguém conhece, senão aquele que o receber... 26
Então ao vencedor, ao que
praticar minhas obras até o fim, dar-lhe-ei poder sobre as nações
pagãs. E em 3, 21
Ao vencedor concederei assentar-se comigo no meu trono, assim como eu
venci e me assentei com meu Pai no seu trono...
Pois somente aquele
que perseverar até o fim será salvo (Mt 24, 13). Com Bento XVI o
último cetro verdadeiro (.......) Antes do último Pedro! No espaço
pontilhado a tribulação que vem antes do último Pedro, já descalço e
sem pompa, que entregará as chaves a Jesus, como está em Daniel 7,
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Fonte: www.recados.aarao.nom.br |
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