Pesquisas

Carbono-14 - O Carbono-14 (C-14) é um método científico descoberto pelo
Dr. Willard Libby, que busca datar a idade de materiais como o tecido através
da quantidade de partículas de Carbono-14 encontradas no mesmo. Isso é possível
porque os átomos de Carbono-14, que são radioativos, surgem na atmosfera da
terra quando os raios cósmicos reagem ao nitrogênio do ar, e são absorvidos
por plantas como o linho, material do Santo Sudário. A cada 5.700 anos a
quantidade de Carbono-14 no tecido cai pela metade e, utilizando-se de métodos
químicos e matemáticos torna-se possível datar a idade do material
Sangue humano no tecido - Os responsáveis pelos estudos de sangue no Sudário são John
Heller e Baima Bollone, que comprovaram a presença de hemoglobina, ferro, proteínas,
porfirina, albumina e sangue tipo AB, fator RH positivo na trama do Linho. Esta
comprovação anula a hipótese de que a imagem possa ter sido feita por um
artista, pois nem mesmo o mais perfeccionista dos pintores plásticos seria
capaz de utilizar pelo menos 5 litros de sangue humano e, à pinceladas,
constituir a imagem que é vista no Sudário. Além disso, o linho possui
diversas camadas, e o estudo do sangue existente nas fibras comprova ter sido
este absorvido pelo contato, pois nem todas as camadas estão impregnadas. Isto
seria impossível de conseguir se fosse uma fraude.
MOEDAS SOBRE AS PÁLPEBRAS - A partir da análise das fotos feitas do Santo Sudário, três
cientistas da NASA, com poderosos amplificadores microscópicos, puderam
detectar a presença de duas pequenas moedas, uma sobre a pálpebra do
crucificado e outra mais abaixo. Com um estudo aprofundado e o auxílio da mais
alta tecnologia, pode-se afirmar serem as moedas dos anos de 26 a 36, cunhadas
por Poncius Pilatos em homenagem à sua mãe. Este fato comprova a história e a
contemparaneidade do Sudário de Cristo e ajuda profundamente a situar o Santo
Sudário na época correta. Estudos realizados por Mario Moroni confirmam a
existência destas moedas no tempo de Pilatos.
Síntese
A autora da obra
·
Esse pano tem as características de um
tecido funerário hebraico do século I, proveniente da área palestinense.
·
Esse homem sofreu uma crucifixão romana
do século I, com particularidades desconhecidas na Idade Média, mas em
sintonia com as descobertas histórico-arqueológicas posteriores.
·
Esse corpo sofreu os tormentos descritos
nos evangelhos, também nas particularidades 'personalizadas'.
·
Esse sangue humano se coagulou sobre a
pele ferida e passou para o tecido por fibrinólise, com modalidades irreproduzíveis
com pincel.
·
Esse cadáver, posto no lençol cerca de
duas horas depois da morte, permaneceu por 30 a 36 horas sem sinais de putrefação.
·
Essa imagem em negativo não é nem
pintura, nem estampa, nem chamuscadura. É uma projeção do corpo, a qual
codificou em si informação tridimensional e é como se houvera sido impressa
no tecido por um fenômeno foto-radiante.
Fonte: www.apelosurgentes.com.br